domingo, 20 de março de 2016

Biblis hyperia

Biblis Hyperia (Cramer, 1779)

Quando fiz esta foto,notei que elas pareciam se alimentar deste fruto. percebe-se uma parte já comida.

Família: Nymphalidae
Subfamília: Biblidinae
Identificação: Upperside é marrom-escura; hindwing tem uma banda submarginal vermelha e uma borda externa recortado.

Uma foto aproximada da planta que elas estavam visitando.

Período de asa: 2 - 3 polegadas (5,1 - 7,6 cm).
História de Vida: Os ovos são colocados individualmente ou em pequenos grupos sobre rebentos de plantas hospedeiras jovens. Lagartas fazer uma vara com pelotas de estrume e seda.

Foto em outro angulo, parecem sugar o fruto.

Flight: Fevereiro e Julho de novembro no sul do Texas, de março a novembro, no México e na América Central.
Anfitriões de Caterpillar: Noseburn (Tragia Volubilis) na família spurge (Euphorbiaceae).
Food Adulto: frutas Rotting e outros recursos não florais.
Habitat: florestas subtropicais Abertas.
Gama: Paraguai norte através da América Central para o México e as Índias Ocidentais. residente periódica na parte inferior do vale do Rio Grande, Texas; desvia a região central do Texas.


Conservação: Não é necessário para rara perdida.
NCGR: G4 - Aparentemente garantir globalmente, embora possa ser bastante raro em partes de sua escala, especialmente na periferia.
Gestão de Necessidades: Nenhum relatado.
Taxonomia Notas:
Fonte:
http://www.butterfliesandmoths.org/species/biblis-hyperia

Biblis hyperia - Butterflies and Moths of North America ...

www.butterfliesandmoths.org/species/biblis-hyperia

Identificação da especie por João Angelo Cerignoni - Tecnico do Departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq/USP - Piracicaba-SP
Autor do livro Borboletas.


BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 10






quarta-feira, 16 de março de 2016

Bandeirinha

Discosura longicaudus

MACHO - ADULTO - COSTAS -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Vila de Balbina - Presidente Figueiredo-AM , em 19.03.2006. É a segunda foto mais bem avaliada do WIKIAVES.

Observação do autor: Taí um registro que fiquei muuuuito feliz em fazer. É um beija-flor extremamente delicado, ainda mais com esse detalhe das raquetes na cauda. Desconfio que ele aparece todo ano durante a floração de uma espécie de árvore ( não sei o nome ) e some a maior parte do ano, sabe Deus pra onde.

Gênero DISCOSURA Bonaparte.

Outros nomes populares: Besourinho-de-raquete,  Pavãozinho e Coqueta-cola-raqueta.

Distribuição geográfica: Venezuela, Guianas, Brasil.Na Venezuela no Território Amazonas. Nas Guianas, nas serras do Roraima e Tumucumaque. No Brasil: Amapá, serra do Navio, Pará, Amazonas, Maranhão, Piaui, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espirito Santo.

Caracteristicas; medidas: Comprimento do macho 100 mm. Bico 12 mm. Asa 46. Cauda do macho 53. Peso 3,7 g. Femea:  78 mm. 12 mm. 3,0 g. Vibrações de asas 40 p.s.  Dimensões e peso dos ovos: 13 X 8,5 mm. 0,37 g. Temperatura 41 C. Dimorfismo sexual, muito diferenciado.

Habitat: Floresta virgem das províncias: Hiléia, central e Atlântica; scrub e  savana.

Migração: Pequena Migratória.

Descrição: lado dorsal verde-bronzeado com uma cinta transversal uropigiana esbranquiçada; fronte, ápice e nuca verde-capim-brilhante; retrizes violeta-enegrecido, em parte com bordos cinza ou esbranquiçados, as exteriores com alargamento em forma de raquete na extremidade. Lado ventral com mento e garganta verde-capim-brilhante, seguido no peito por uma faixa e outras laranja-iridescentes, além de outras prateadas e abdômen castanho-escuro e negro; flancos verde-dourado; tufos tibiais esbranquiçados. Infra-caudais acinzentados com disco enegrecido. Bico reto pequeno e negro. Fêmea menor que o macho. Lado dorsal bronze-esverdeado, com cinta uropigiana branca.. Cauda curta, cinza-escuro com negro-avermelhado e branco na extremidade. Lado ventral com mento e garganta negros; lado da garganta branco; peito esverdeado; abdômen cinza-escuro. Jovens, como a fêmea.

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.

Esta espécie nidifica num ramo horizontal, a média altura, 3 a 6 metros do solo. Seu ninho é feito de paina de várias plantas, com Typpha, sementes de bromeliáceas, gramíneas, fibras sedosas de asclépias, chorísia, etc., tendo afixado nas paredes externas alguns pequenos líquenes de coloração acinzentada. Só a femea cuida do ninho da incubação. que é de 13-14 dias, e os jovens deixam o ninho com 20-22 dias. O banho é nesta espécie idêntico ao das espécies Lophornis, ,nas folhas umedecidas pela chuva, neblina ou orvalho, e sua hora preferida é pela manhã, ao despertar e a tarde, após as 15,00 horas. Sempre escolhe um pouso para a higiene da plumagem e também para o banho de sol, que é rico de movimentos, com o abrir da cauda e o erguer da cabeça para que os raios de sol filtrem sua plumagem e assim atinjam a pele. Fica no poleiro de descanso, às vezes, por mais de uma hora e dai saindo para alimentar, etc. Esse poleiro fica em um ramo delgado muito alto, às vezes no alto da copa de árvores, a mais de 30 metros. O dormir é também no emaranhado de ramos e folhagens, bem protegido. a parada nupcial se assemelha bastante a das espécies do gênero Lophornis.  As fases de apresentação de exibição da plumagem são as de maior importância para o acasalamento. A fêmea pousada, em seu local preferido, na área territorial, não muito longe do local exato onde construirá o ninho, recebe o galanteio do macho, que em vôo de libração se apresenta,  erguendo e abaixando a cauda, com caídas e vôos cegos, parando e circundando a fêmea com vôo calmo e compassado, e cantando ti, ti, ti, ti... Por alguns minutos repete esta cena e em seguida inicia a exibição da plumagem, fazendo movimentos guturais e apresentando a faixa reluzente avermelhada-escura e a cauda em constante abrir de leque e fechar, com ráquis mais escurecido, e ainda rep, rep, rep... que produz com asas e cauda, conseguindo finalmente conquistá-la.

Reconhecimento em seu habitat: Quando pousado, este beija-flor sempre se coloca no topo dos arbustos ou das árvores. Sua cauda, com retrizes exteriores que tem na extremidade dilatadas em formato de raquete, logo o faz distinguir de todas as outras espécies de beija-flores. A fêmea se parece mais com o macho jovem, pois, só as máculas laterais esbranquiçadas, que descem pela parte lateral, entre o negro do centro e o verde, e as retrizes maculadas do pardo e branco, a distinguem das fêmeas do Gênero Lophornis, porque pelo tamanho, se vista de longe não aparenta ser maior que aquelas, ainda mais que possui no dorso também a faixa branca transversal.

Observações: As flores preferidas por esta especie, entre as observadas destaco: Anacardium occidentale, Leonitis petaefolia, Leonurus sibiricus... É hoje uma especie rara, apesar de sua grande área de dispersão, mas com a derrubada de grandes floresta, onde tem seu habitat preferido a tornará cada vez mais ameaçada de extinção, pois ali tem seus principais biótopos. Para dormir a posição da cauda é como nas espécies do gênero Lophornis, coloca-se obliquamente para a frente.

CITAÇÃO: AUGUSTO RUSCHI - AVES DO BRASIL.


MACHO - ADULTO - ALIMENTANDO
Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria, por Marlos Menêzes, feita no Parque Dois Irmãos em Recife-PE, no dia 03.02.2012. Esta foto é a terceira mais bem avaliada do WIKEAVES.

Observação do autor: Foto para registro. Bichinho um pouco difícil. Aparece pouco(quando aparece) e quase sempre longe ou bem alto. Paciência, ainda consigo foto melhor dele.

MACHO - ADULTO - FRENTE -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Vila de Balbina - Presidente Figueiredo-AM , em 19.03.2006. É a quarta foto mais bem avaliada do WIKIAVES.

Observação do autor: Estou enviando mais uma foto, em outro ângulo, onde aparece melhor as raquetes da cauda.

FÊMEA - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Eduardo Pio Carvalho, foi feita em 05.02.2011, em Porto Seguro-BA.

FÊMEA -ADULTO - ALIMENTANDO

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Manaus-AM, no dia 06.11.2010.

Observação do autor: Beija-flor bem complicado de ver. Só tinha registro em Balbina, cerca de 130 Km a nordeste deste local.

Discosura - do grego diskos = lâmina, folha, placa + oura = rabo, cauda ( referencia às penas na cauda desta ave, que são terminadas em forma de uma pá oval ou raquete).

Longicaudus - do latim longus = longo, grande + cauda = rabo, cauda.

FAMILIA TROCHILIDADE

SUBFAMILIA TROCHILINAE

ORDEM TROCHILIFORMES.

CITAÇÃO:  AVES BRASILEIRAS - JOHAN, CHRISTIAN DALGAS FRISCH.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 6

terça-feira, 15 de março de 2016

Topetinho-vermelho


Lophornis magnificus (7,0 cm)



                                                                       MACHO-ADULTO


Imagem gentilmente cedida por Jefferson Silva, feita em Itatiaia-RJ, publicada no Wikiaves.

Nomes populares - Topetinho-magnifico, Beija-flor-de-topete

Distribuição geográfica - Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Piauí, Para, Amapá, Ceara, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espirito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, no Brasil e San Miguel, na Bolívia.

Carateristicas: Medidas: 70mm. Bico 10mm. Asa 40, Cauda 29. peso 1,2 a 1,8g.  Vibrações de asa 58 macho e 52 femea Dimensões e peso dos ovos: 12 x 8 mm. 0,32 g. temperatura 39,5 C. Dimorfismo sexual, muito diferenciado.

Habitat: Mata virgem, mata secundaria, scrub e cerrado.

Migração: migratória .

Descrição:  Lado dorsal bronzeado-escuro; cinta uropipiana branca; fronte verde-brilhante, retrizes centrais bronzeadas, as demais vermelho-vermelho-castanho, às vezes com margens mais escuras; topete vermelho-vivo; topetes laterais laterais do pescoço em leque, brancos com a extremidade das penas truncadas, tendo a parte apical-cintilante. lado ventral com mento gargante verde-brilhante, abdômen cinza-enegrecido, lavado de verde; crisso com tufos cinza-claro; infracaudais, vermelho-castanho. Bico todo vermelho com ápice sépia.
Fêmea sem topetes; fronte canela-claro como o mento e  a garganta; esta com algo de  branco e cinta uropigiana esbranquiçada. Flancos cinza com algo de verde; infracaudais. castanho-claro. Retrizes centrais  castanho-dourado, as restantes, na base canela-claro, seguid\ de faixa negra e ápice vermelho-canela. Bico avermelhado menos intenso que o macho. Jovens, como a femea.

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.
As espécies do gênero Lophornis fixam o ninho sobre um ramo.Assim sua base se assenta com segurança. Sempre em formato de tigela ou taça, é feito com material  macilento tendo as paredes externamente ornamentados com pequeno líquenes esverdeados e esbranquiçados ou acinzentados. Todo material é fixado com teia de aranha ou de insetos prosídeos. So a fêmea cuida da sua construção, incubação da prole. A incubação leva 12 a 13 dias e os jovens deixam o ninho com 20 dias de idade.O ninho esta a uma altura que vai de 1 a 5 metros do solo. O banho  se da em folhas umedecidas pela chuva ou orvalho, geralmente nas primeiras horas, ao clarear do dia. Também fazem a higiene da plumagem logo em seguida. O canto limita-se a um piado rápido e continuado, repetido continuamente por mais de 20 a 30 vezes com o monossílabo ti-ti-ti-ti-ti-ti-ti... tanto em alarme como em pouso. Só é audível até 10 metros de distancia. O mesmo canto possuem as fêmeas. Costumam cantar enquanto dormem. O descanso é sempre no mesmo lugar em um ramo bem esguio e bastante alto, as vezes a mais de 15 metros do solo, onde pode permanecer por mais de meia hora. Para dormir se abrigam em um ramo delgado protegido entre a folhagem, a cauda retraída para baixo da região abdominal, e não como no pouso normal, em que ela permanece no sentido da linha dorsal. A parada nupcial constitui-se de bailados acrobáticos, em que, às vezes, a própria fêmea participa rodopiando; os dois se elevam a mais de trinta metros de altura, do ponto que a fêmea deixou o pouso, no momento em que o macho se apresentava fazendo a exibição da plumagem. Após regressarem, agora já para outro ponto de pouso, o macho se aproxima e chega mesmo a tocar com o bico a face da fêmea  dos dois lados puxando delicadamente as plumas, em vaivém, para frente e para trás, bem próximo, com os leques laterais para a frente e com o topete eriçado, quase unindo a ponta do seu bico ao da fêmea, que já esta imóvel e as asas produzindo um estalido ensurdecido, acompanhado de um trep-tre-trep do bico. Finalmente passa a atender ao chamado da fêmea, com a posição especial que torna seu corpo. Ainda na fase de apresentação, o macho sobrevoa o ponto onde a femea esta pousada, com uma cadencia lenta, em rotação, para em seguida sair rápido e voltar em vôo pique, como se fosse atingi-la. Mas antes, um metro ou dois da mesma, produz um estalido de asa, com um forte rréep, indo em curva elipsoidal até 10 metros mais a frente, para voltar com a mesma cena, por 5 e até dez vezes. Enfim retorna às cenas de galanteio da fase de exibição de plumagem já descrita. As máculas do mento e garganta, verde-iridescente e os tufos formados pelos leques laterais do pescoço e o topete, nessa fase estão sempre em movimento. A liberação dessa tendência, através desses estímulos  é instintiva e obedece ao desenvolvimento e maturação sexual, graças à função do complexo endocrinológico.

Reconhecimento do habitat: O voo, graças ao ruido produzido pelas vibrações de asas, lembram uma abelha mangangá, o seu piado tipico e ainda sua silhueta, com topete,  distinguem o macho ao passo que a femea não possui topete.

Observações; É uma especie sem agressividade, mas não teme as outras de maior porte. Luta pela área de alimentação contra os invasores da mesma especie e não contra outras especies. Suas flores preferidas são geralmente as de pequeno porte
Cit. Augusto Ruschi-  Aves do Brasil

Familia Trochilidae
Sufamilia Trochilinae
Ordem  Trochiliformes

Lophornis - do grego lophos = crista + ornis = pássaro
magnificus - do latim magnificus = magnifico, esplendido, grandioso, maravilhoso.
Citação:Aves brasileiras, Johan, Christian Dalgas Frisch

FÊMEA-ADULTO

Foto gentilmente cedida por Christiane Cato, para esta matéria.
Foto feita no Hotel Ypê -Parque Nacional de Itatiaia-RJ, em 30.10.2010.


Fotos gentilmente cedidas por Jarbas Mattos.

Jarbas Mattos até o espreguiçar dele é bonito.


Agora para o outro lado.


Agora pela direita.

Esta foto foi gentilmente cedida pelo amigo, Justiniano Magnago, do wikiaves.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 4

segunda-feira, 14 de março de 2016

Fabíola Campos

Artista Plástica



As pessoas que visitaram a ultima edição deste evento realizado em São Paulo, nas dependências do Butantan, tiveram o prazer de contemplar alguns dos trabalhos desta artista.


Avistar 2015






sábado, 12 de março de 2016

Sapo cururu

Rhinella icterica



Anfíbios - Sapo

Classe: Amphibia
Subclasse: Lissamphibia
Ordem: Anura
Subordem: Neobatrachia
Superfamília: Hyloidea (=Bufonoidea)
Família: Bufonidae

TAMANHO13 cm (macho); 15 cm (fêmea)

OCORRÊNCIARegiões sul e sudeste do Brasil.

ESTRATÉGIA DE REPRODUÇÃODesova em lagoas temporárias e permanentes. Os ovos ficam protegidos num cordão de gel com alguns metros de comprimento que é enrolado na vegetação aquática.

Esta espécie de sapo é muito comum de ser encontrado em áreas habitadas por causa da fartura de comida proporcionada pela iluminação (lâmpadas dos postes e das casas) que atraem uma grande quantidade de insetos. É um bicho muito útil ao homem porque ele controla a população de insetos e lesmas, pragas da agricultura. Um único sapo adulto pode devorar 10 mil insetos em 3 meses.


Até ratos pequenos fazem parte de seu cardápio. Vem desaparecendo em muitos lugares por causa da poluição e drenagem das lagoas, locais onde ele procria. As fêmeas, que são maiores que os machos (como ocorre para a maioria das espécies de anfíbios), atingem o tamanho de 15 cm. Em Massaranduba (SC), um menino encontrou no quintal da casa dele um exemplar macho medindo 23 cm. É o maior já encontrado até hoje desta espécie.
Citação:Instituto rã-bugio para conservação da biodiversidade.



Colaboração, texto e identificação da espécie
Felipe Bittioli R. Gomes
Biólogo, Mestre em Ecologia e Comportamento Animal, Doutorando
Programa de Pós-graduação em Ecologia - PPG-Eco
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Manaus - AM

Importância para o meio ambiente
Os anfíbios, assim como todos os outros seres vivos, são parte integrante da natureza, sendo importante elo na grande teia alimentar de nossos ecossistemas. Seus ovos e girinos servem de alimento a peixes, aves e a uma infinidade de outros aquáticos. Os jovens e adultos entram na composição da dieta de muitas cobras, lagartos, aves, mamíferos, peixes e outros anfíbios.
Citação: Animais venenosos - Revista do Instituto Butantan

BICHOS DE ARCEBURGO/MG -  NUMERO 12

ANFÍBIOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 1

quarta-feira, 9 de março de 2016

Tempo de vida de plantas e animais

Dados referentes a média máxima de idade

VÁRIAS HORAS
Algumas bactérias
20 minutos

Algumas espécies de fungos
18 horas

VÁRIOS DIAS
Ipomeia
1 dia

Cogumelo
5 dias

VÁRIAS SEMANAS
Mosca-das-frutas
2 semanas

Borboleta saltadora pequena
3 semanas

VÁRIOS MESES
Carpa fooprint
8 meses

Percevejo
6 meses

1-5 ANOS
papoula comum
1 ano
Borboleta rainha
1-2 anos

5-15 ANOS
Estrela-do-mar-comum
6 anos
Formiga rainha
15 anos

15-30 ANOS
Morcego
25 anos

30-45 ANOS
Besouro
35 anos

45-60 ANOS
Baleia azul

60-80 ANOS
Elefante 75 anos

80-100 ANOS
Orca 90 anos

100-1.000 ANOS
Jabuti 100 anos
Pinho-de-ponderosa 700 anos

MAIS DE 1.000 ANOS
Carvalho-inglês 1.500anos

Teixo 3.500 anos

Sequoia-gigante 6.000 anos

Arbusto de creosoto 11.000 anos

Citação -Enciclopédia Ilustrada do Estudante - Globo - Tre - Zoo - ìndice