segunda-feira, 30 de maio de 2016

Árvore mais velha do mundo está na Suécia e tem 9550 anos - Curiosidades botânicas 5

A Old Tjikko é um exemplar da espécie Picea abies, popularmente chamada de “Árvore de Natal”.
Árvore mais velha do mundo está na Suécia e tem 9550 anos
Localizada a uma altitude de 910 metros, na província sueca de Dalarna, a Old Tjikko possui quatro metros de altura. | Foto: Wikimedia Commons
9550. Este número enorme e até difícil de ser mensurado é a idade média da árvore mais antiga do mundo, conhecida como Old Tjikko. Localizada na Suécia, a árvore foi descoberta em 2004 e estudada por um grupo de pesquisadores liderados por Leif Kullman, do departamento de meio ambiente e ecologia da Universidade de Umea.
Normalmente a idade das árvores é identificada a partir da quantidade de anéis em seu tronco. No entanto, a Old Tjikko passou por um processo diferente. Os cientistas fizeram as estimativas através de dados de Carbono-14. Este processo consiste na coleta de material orgânico nas raízes da planta.
A Old Tjikko é um exemplar da espécie Picea abies, popularmente chamada de “Árvore de Natal”. Apesar de ser considerada a mais antiga do mundo, a árvore que nós vemos hoje não é necessariamente a mesma que sobreviveu à Era do Gelo. Por sua capacidade de clonagem, os especialistas explicam que esta planta tem a capacidade de manter suas raízes mesmo quando o tronco parece morto. Assim, é possível que a árvore cresça novamente inúmeras vezes.
Localizada a uma altitude de 910 metros, na província sueca de Dalarna, a Old Tjikko possui quatro metros de altura. Os pesquisadores explicam que a vida útil de cada tronco é muito alta, chegando à estimativa média de 600 anos.  O pinheiro Bristleone, localizado na Califórnia, é considerado a segunda árvore mais velha do mundo, com, aproximadamente, cinco mil anos.
Redação CicloVivo
Fonte:

Árvore mais velha do mundo está na Suécia e tem 9550 anos ...

ciclovivo.com.br/noticia/arvore-mais-velha-do-mundo-esta-na-suecia-e-tem-9550-anos/
21 de jan de 2016 - Este número enorme e até difícil de ser mensurado é a idade média da árvore mais antiga do mundo, conhecida como Old Tjikko. Localizada ..



sábado, 28 de maio de 2016

Ave brasileira considerada extinta é redescoberta no Cerrado após 75 anos


Rolinha-do-planalto
 (Columbina cyanopis
A rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis), é encontrada somente no Brasil e está criticamente ameaçada de extinção. A destruição do seu habitat, o Cerrado, é o principal problema enfrentado pela espécie  - Foto: Rafael Bessa/ SAVE Brasil
A rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis), uma das aves mais raras do mundo, é encontrada somente no Brasil e está criticamente ameaçada de extinção. A destruição do seu habitat, o Cerrado, é o principal problema enfrentado pela espécie – Foto: Rafael Bessa/ SAVE Brasil
rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis) tinha sido observada pela última vez em 1941, há 75 anos, e já era considera extinta por muitos especialistas. Porém, no último sábado (21), pesquisadores do Observatório de Aves – Instituto Butantan e da Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil) anunciaram a redescoberta da espécie, que é considerada criticamente ameaçada de extinção.
Para os cientistas, a espécie, considerada uma das aves mais raras do mundo, mostra a importância do licenciamento ambiental, processo que analisa os impactos socioambientais de um empreendimento para avaliar se a obra é viável ou não e que pode deixar de ser obrigatório com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 65/2012 em tramitação no Senado.
Nos últimos meses, os pesquisadores têm trabalhado no registro científico da redescoberta e na elaboração de um plano de conservação que assegure a sobrevivência da rolinha-do-planalto. A principal ameaça é a destruição do Cerrado, único bioma onde a ave é encontrada.
“Nossa preocupação agora é a conservação da ave. Estamos estudando diversas linhas de atuação no desenho deste plano. A principal delas é garantir que a região onde a espécie foi detectada seja transformada em uma área de conservação, o que beneficiaria não apenas a rolinha-do-planalto, mas também outras espécies ameaçadas que ocorrem na área”, explica o ornitólogo Rafael Bessa, que redescobriu a espécie.
Segundo Luciano Lima, do Observatório de Aves – Instituto Butantan, redescobrir uma espécie exclusiva do Brasil, praticamente desconhecida e tão emblemática, é um feito científico extraordinário. “É um acontecimento que está sendo muito celebrado, já que alguns especialistas cogitavam que a espécie poderia estar extinta. Conhecer melhor a biodiversidade brasileira é o primeiro passo para garantirmos sua conservação. E, ao fazer isso, estamos contribuindo com o aumento da qualidade de vida e a saúde de todas as espécies, incluindo a nossa.”
Por enquanto, os ornitólogos encontraram apenas 12 indivíduos. O local exato de ocorrência das aves não será divulgado até que o plano de conservação seja concluído e as ações propostas possam ser viabilizadas.
“Até o momento visitamos diversas áreas em três estados, mas a espécie só foi localizada em dois locais muito próximos, ambos no estado de Minas Gerais, o que reforça a necessidade de medidas urgentes para garantir a sua sobrevivência”, alerta o ornitólogo Wagner Nogueira. A equipe de cinco pesquisadores apoiada pelo Intitututo Butantan e financiada pela SAVE Brasil, representante da BirdLife International,segue procurando lugares com geografia e características similares às do primeiro ponto de incidência em busca de outras rolinhas-do-planalto.
Citação:

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4 dias atrás - A rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis), uma das aves mais raras do mundo, é encontrada somente no Brasil e está criticamente ...

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Guará

Eudocimus ruber

Aves de Iguapé - SP.
Jureia

Série fotos de Ademir Carosia.



As aves estavam num mangue alimentando. Em terra firme tinha muita vegetação na frente o que impedia a foto. Com ajuda do amigo barqueiro, adentramos o mar, dai pude fazer lindas fotos. Aqui elas sobrevoaram acima do barco.



Para ver fotos de Ademir Carosia
Blog do Ademir Carosia: Pôr do sol

Foto numero 2

domingo, 22 de maio de 2016

Beija-flor-rajado

Ramphodom naevius

ALIMENTANDO - ACROBACIA - MALABARISMO -


Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria por Roberto Gallacci, feita em Ubatuba-SP, em 01.11.2009.

Genêro RAMPHODON Lesson

Outros nomes populares: Balança-rabo-rajado, Besourão e Beija-flor-grande-do-mato.

Distribuição geográfica  Desde o extremo-sul do Espirito Santo até o Rio Grande do Sul.

Características: Medidas: Comprimento 160 mm. Asa 70. Cauda 56. Bico 36. Peso 9,3 g. Vibração de asa 29 p.s. Peso e medidas dos ovos: 0,85 g. 18 x 10. Temperatura 42°C. Sexos iguais.

Habitat: Vive na Província Tupi na mata, próximo aos rios e córregos  desde 30 até 400 metros de altitude.

Migração: É especie de pequeno-migratória.

Descrição: Macho: lado dorsal, bronze-avermelhado, penas estriadas com escamas enegrecidas,  com a cabeça mais escura; supracaudais com a faixa terminal canela, mais larga; linha pós-ocular negra e superciliar longa amarelada. Parte ventral: mento com penas negras de bordos claro-amarelados; que descem em linha até o peito; lado do pescoço canela-claro; peito e barriga pretos com margem das penas brancas, sendo amareladas na parte inferior;  infracaudais canela-claro com faixa enegrecida em disco, ou alongada, as maiores indo até a metade do comprimento das retrizes externas, retrizes medianas e sumedianas bronze-violáve, as submedianas com pequeno ponto no ápice esbranquiçado, as demais com grande parte da base negro-aço e o restante para ápice canela-claro, sendo esta faixa mais longa pela parte externa. Bico quase reto, maxila negra nos machos  muito adultos, as vezes com gancho; mandíbula amarela com extremidade negra. Fêmea de coloração semelhante ao macho, pouco menor, tendo muito menor a faixa negra do mento, que raramente se liga até o peito.

Biótopos para nidificação, banho, canto, descanso, parada nupcial e dormir.
O local preferido para nidificação é na mata virgem e o ninho sempre suspenso na ponta da pínula das palmeiras. Muitas especies de palmeiras são usadas entre as quais destaco as especies dos gêneros Astrocaryum,  conhecidas por Tucum, Desmonchus, Euterpe e Attalea, em altura que varia de 2 a mais de 10 metros. Sempre fica na página inferior, para ficar abrigado da chuva, pois assim o vento não lhe acarreta danos. A cauda pendente da base do ninho serve justamente para dar-lhe equilíbrio e assim não ocorrer a queda dos ovos.
É confeccionado de fibras tirada da pínula da folha das palmeiras e de crinas de outras plantas e mesmo de animais e ainda de felicíneas  deixando que perceba a postura, através do trançado das mesmas. Também tem preferência em edificar o ninho nas folhas de palmeiras que ficam pendentes sobre os rios ou córregos.O período de incubação é de 16 dias. Os jovens deixam o ninho com 23 dias. O ninho tem as seguintes dimensões: alt. externa até 20 cm. A.I. 3,5 cm. D.I 3,5 cm. D.E. 4 cm. A posição da fêmea no ninho é a mesma mantida para as demais espécies de beija-flores do primeiro e segundo tipos de classificação de ninhos de A. Ruschi, conforme ilustração na parte de ninhos, e criação em cativeiro. O banho é sempre tomado na água límpida do córrego ou rio, sobrevoando o local, para assegurar que não há perigo etc., para após lançar-se à água e volver para um ponto apropriado para fazer a higiene de plumagem. O banho de sol´também é realizado em local onde a luz solar penetra filtrada em um ponto da floresta, durante seu pouso para descanso, sendo ai seu local preferido para vê-lo cantando. Seu canto é sem dúvida o mais alto de todas as especies do Brasil, pois são três assovios seguidos de intervalo de 1/2 segundo um para o outro, com uma silaba cada fi,fi,fi, e quando em voo, é um fraseado muito prolongado e rico de modulações, além de ser bastante alto e continuado. Seu sinal de alarme é muito forte e rapidíssimo, repetindo a mesma silaba mais de 5 vezes por segundo, que se estende por vários segundos, 10, 20 e mais, dizendo txé, txé, txé ,txé... A parada nupcial é rica de movimentos de voo e também de canto que o acompanha na exibição de plumagem. O macho abre a cauda em voo, rodeando a fêmea, parando em seguida para exibir, em seu paroxismo, a estria do mento e garganta, enegrecida bem eriçada para a frente  e assim vai chilreando, até a conquista final, precedida desse voo de liberação frente à eleita. também durante o descanso, em pouso, costuma ficar balançando a a cauda, como o fazem outras especies também dos gêneros Glaucis Phaethornis, Threnetes e Eutoxeres. É especie muito belicosa e muito agressiva, principalmente para com indivíduos da mesma espécie. Nas proximidades do ninho a fêmea afugenta todo e qualquer pássaro que aproxime.

Reconhecimento  em seu habitat: É muio fácil reconhecer na mata onde habita quaisquer das espécies de Ramphodon, pois, se está descansando, seu canto de assovio se faz sentir, quebrando o silencio da mata e, se esta em movimento e perpassa sobrevoando o córrego ou rio, logo o seu canto de alarme se faz sentir.E, se o voo se faz em silencio e se estiver próximo a quem deseja reconhecer, o ruido de tonalidade grave é caracteristico. E, se percebe algum movimento, logo se lança em voo veloz, com seu canto de alarme. Também por ser o maior beija-flor da província Tupi, com coloração visivelmente diversa, com seu corpo marchetado de preto e branco com uma plumagem parecendo carijó-escuro, com o longo e grosso bico reto, trona-se facilmente reconhecido.

Observações: Na floresta visita constantemente, as flores de helicônias, de muitas bromeliáceas, de varias leguminosas do gênero ingá, e de muitas marantáceas, zingiberaceas e outras, podendo ser observados em laranjais e bandas flores destas plantas.
Citação - Aves do Brasil - Augusto Ruschi -


FAMILIA TROCHILIDAE
SUFAMILIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Etimologia:
Rampphadon - do grego rhamphos = bico + odous = dente (referencia à dentição, com recorte em forma de serrilhas, na mandíbula desta ave).
naevius - do latim naevius = manchado, rajado, maculado(naevus = pinta, ponto).
Citação - Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frish.


MACHO - ADULTO - PERFIL -

Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria, por Daniel Mello, feita no Vatinho da Titia, Paraty-RJ, em 07.11.2012.
Observação do autor: Nos bebedouros do restaurante Cantinho da Titia, na companhia do amigo Ricardo Augusto.



AVE - ADULTO - ALIMENTANDO -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por, Julio C. Silveira, feito no Sitio do Jonas em Ubatuba-SP, em 2002.2012. É a terceira foto mais bem avaliada do WIKIAVES.
Observação do autor: Agradecimento especial ao Jonas, que sempre nos deixa muito à vontade para fotografar suas maravilhas aladas!

MACHO - ADULTO - FRENTE -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por, Vilde Florencio, feita em Joinville-SC, em 21.02.2013.
É uma das fotos mais bem avaliadas da especie no WIKIAVES.

AVE - ADULTO - BRIGANDO -
Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria por, Douglas Bete, feita na Pousada do Tatu, Iporanga-SP, em 27.12.2012.

É especie muito belicosa e muito agressiva, principalmente para com indivíduos da mesma espécie. 

FÊMEA - ADULTO - VOANDO -
Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria por, Reni Santos, feita na Estradinha lado Rio Nhundiaquara - Morretes/PR, em 09.05.2009.



FÊMEA - FILHOTE - NINHO -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por, Sergio Gregorio, feita em porto de Cima, Morretes-PR, em 02.02.2011.

O local preferido para nidificação é na mata virgem e o ninho sempre suspenso na ponta da pínula das palmeiras. Muitas especies de palmeiras são usadas entre as quais destaco as especies dos gêneros Astrocaryum,  conhecidas por Tucum, Desmonchus, Euterpe e Attalea, em altura que varia de 2 a mais de 10 metros. 

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 10

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A maior folha do mundo - Curiosidades botânicas 4

Coccoloba sp



Foto/Fonte
Amazonas
riveramazonas.blogspot.com320 × 240Pesquisa por imagem
O Brasil é o único país onde é possível encontrar a Coccoloba, A maior folha do mundo.
As cocolobas (Coccoloba sp) estão entre as espécies mais curiosas da Amazônia. Lá existem 23 especies diferentes de cocolobas, com porte de até 15 metros de altura, caule finíssimo e as maiores folhas do mundo. E é o Guinnes Book que atesta isso ao citar um exemplar cuja folha atingiu 2,5 m de comprimento por 1,4 m de largura. Consideradas um enigma da floresta, as cocolobas são bem difíceis de serem encontradas. Para ver um exemplar ao vivo, é preciso percorrer grandes distancias na mata.
Fonte Revista Natureza -  Por Gabi Bastos.
Outras informações Árvores da Amazônia Brasil, Editora Empresa da Árvore, Textos de Noemi Vianna, Martins Leão.


Foto/FonteManaus | A Casa da Ciência, um Museu de Ciências Naturais - Vivo ...
vivoturistando.blogspot.com1600 × 1200Pesquisa por imagem
Manaus | A Casa da Ciência, um Museu de Ciências Naturais. Coccoloba, a maior folha do mundo!
Para saber mais sobre curiosidades botânicas clique abaixo

http://ademircarosia.blogspot.com.br/2012/07/curiosidades-botanicas-2.html
http://ademircarosia.blogspot.com.br/2011/11/curiosidades-botanicas.html
http://ademircarosia.blogspot.com.br/2014/10/a-maior-semente-do-mundo.html






domingo, 15 de maio de 2016

Especies de beija-flores avistadas em cidades turisticas de Minas Gerais, no WikiAves

 São cidades turísticas, outras do Parque Nacional da Canastra e seu entorno.

Estatística.

Ouro Preto................... 19. 
Belo Horizonte.........., ..17........Capital
Sacramento................. 17.
São Roque de Minas... 15.
Camanducaia.............  15........aqui dentro esta Monte Verde.
Poços de Caldas  ....... 14.
Gonçalves                    14.
Araxá                           13.
São Thomé das Letras  13.
Diamantina                   13.
São Lourenço               12.
Delfinópolis                   11.  
Capitólio                       11.    
São João B.do Gloria    10.
Tiradentes                     9.
São João Del rei            8.
Vargem Bonita               8.
Lambari                         5.
Caxambu                       5.
Cambuquira                   2.
Passos                          1.


Arceburgo                   15........cidade deste Blog.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

Trabalho do artista Alessandro Nicolau com beija-flor

Beija-flor-de-orelha-violeta
Colibri serrirostris



Que coisa mais linda, que riqueza de detalhes. Espetacular.

Alessandro Nicolau, mora em Arceburgo-MG, é um artista nato. Ele faz parte deste grupo diferenciado, que acha um pedaço de madeira jogado no lixo, abandonado, e transforma-o em obra de arte de raríssima beleza.
Aqui neste caso ele usou uma foto de minha autoria, feita aqui em nossa cidade, e transformou neste lindo trabalho, talhado em uma peça de madeira. 
O trabalho foi feito em uma peça de madeira, com as seguintes medidas: 50 x 40 x 5 cm.


O passo-a-passo que tive a honra de acompanhar. Aos poucos vai dando forma, observem o quadro pronto ,comparem com a foto a riqueza dos detalhes, impressionante.



 Foto que foi fonte de inspiração dele.


O Alessandro Nicolau,um amigo querido,presenteou-me com esta linda peça. Hoje adorna minha sala, donde escrevo minhas postagens para o Blog. Todos que chegam a minha casa, ficam deslumbrados com ela. Obrigado querido amigo.
Sua peça vem fazer parte do acervo de obras dos queridos amigos, entre eles Lúcio Bittencourt e  Kity Mendonça. Obrigado amigos. 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Pereira

Platycyamus regnellii Benth.


Família Leguminosae-Papilionoideae (Fabaceae)

Nome populares - pau-pereira, pereiro, pereira, folha-de-bolo, mangalô (RJ), camará-de-bilro, cataguá, pereira-vermelha, ubá-açu, jacatupé, pau-pente, pau-pereira-amarela.

Características morfológicas - Altura  de 10-20 m, com tronco de 40-60 cm de diâmetro, folhas compostas trifolioladas; folíolos glabros na face superior e ferrugíneo-tomentosas na inferior. 


Ocorrência - Sul da Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Goiás e São Paulo, principalmente na floresta semidecídua de altitude.

Madeira - Moderadamente pesada (densidade 0,81 g/cm³), grã direita a  irregular, resistente, superfície irregularmente lustrosa e de aspecto fibroso, de boa dirabilidade mesmo sob condições adversas, com alburno distinto.

Utilidade - A madeira é própria para mobiliário, revestimentos decorativos, produção de laminas faqueadas, vigas assoalhos, carrocerias, cabos de ferramenta, tanoaria, postes esteios, dormentes. Á árvore é bastante ornamental, principalmente quando em flor, podendo ser usada com sucesso no paisagismo em geral. Como planta tolerante a insolação direta e de rápido crescimento, é ótima para  composição de reflorestamentos mistos destinados ao repovoamento de áreas degradadas de preservação permanente.

Beija-flor-de-banda-branca
Amazilia versicolor (Vieillot, 1818

Informações ecológicas - Planta decídua, heliofita, seleta xerofita, características de terreno acidentado e pedregosos da floresta semidecídua de altitude. Sua dispersão é ampla porém descontinua, ocorrendo tanto nas formações secundárias como na floresta primária densa. Produz anualmente grande quantidade de sementes férteis que são facilmente disseminadas pelo vento.

Fenologia - Floresce durante os meses de fevereiro-abril. Os frutos iniciam a maturação em agosto com a planta totalmente destituída da folhagem, prolongando-se até final de setembro.


Uma boa parte da árvore com flores,deste lado se inicia a formação de frutos.

Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura e queda espontâneas, ou recolhe-las no chão após a queda. Em seguida deixa-los ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. Um quilograma contém aproximadamente 1.800 unidades. Sua viabilidade de armazenamento é superior à 6 meses.

Produção de mudas - Colocar as sementes para germinar, logo que colhidas e sem nenhum tratamento, em canteiros ou diretamente em recipientes individuais mantidos em ambiente semi-sombreado e contendo substrato organo-argiloso. Cobri-las com uma camada de 0,5 cm de substrato peneirado e irrigar diariamente. A emergência ocorre entre 8-15 dias e, a taxa de germinação é superior a 30%. O desenvolvimento das mudas é rápido, ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de 5 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é rápido, alcançam 3,5 m aos 2 anos.
Citação - Árvores Brasileiras - Volume 1 - Harri Lorenzi


Sai-azul - Dacnis cayana também veem sugar os néctar.


WA
Aqui em Arceburgo/MG, esta árvore esta presente na Praça da Bíblia, Chácara do Nicolinha ambas em terrenos pedregosos; terrenos estes narrados pelo escritor do livro como locais onde ela ocorre. Portanto ela era presente aqui em vários pontos, antes da construção da cidade. As árvores da foto, eu as fiz na Fazenda Brejão.

Árvore nativa de Arceburgo/MG.

ÁRVORES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 21

Jardim dos Beija-flores - Planta numero 21