segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Claraíba

Nome científico: Cordia glabrata
Nomes populares: claraíba, louro-preto, piquana-negra, claraibeira, louro-de-mato-grosso, peteribi, louro-branco.


Características morfológicas - altura de 8-10 m, com tronco de 30-40 cm de diâmetro. Folhas simples, dotadas de pecíolo de 3-4 cm, coriáceas, totalmente lisas em ambas as faces, porém verde mais clara ou prateada na página inferior, de 8-12 cm de comprimento por 5-7 cm de largura.



Ocorrência - Piauí até Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso na mata semidecídua. É mais frequente na região nordeste do Mato Grosso.
Madeira - Moderadamente pesada, macia ao corte, de durabilidade média quando em condições adversas.



Utilidade - A madeira é bastante decorativa e pode ser empregada na confecção de móveis em geral.



 A árvore é extremamente ornamental quando em flor, cobrindo-se de um branco imaculado que dura várias semanas. Pelo porte, beleza e forma da copa é uma planta que se presta admiravelmente bem para o paisagismo, principalmente para a arborização de ruas. Suas flores são muito visitadas por abelhas e colibris.



Informações ecológicas - Planta decídua, heliófita, seletiva xerófita, característica das formações decíduas, como as que ocorrem no sertão do Piauí e Vale do São Francisco e , afloramentos calcários de Goiás e Mato Grosso (Pantanal Matogrossense).

Fenologia - Floresce durante os meses de julho-setembro com a planta totalmente despida de sua folhagem. Os frutos amadurecem em setembro-outubro, junto com o surgimento das novas folhas.



Obtenção de sementes - Colher os frutos (inflorescências secas) diretamente da árvore e deixá-las ao sol para uma secagem leve; isso facilita a remoção dos pedúnculos e pétalas secas através do esfregaço manual. Após esse preparo, o cálice do fruto permanece aderente ao fruto, não devendo ser retirado. Como as verdadeiras sementes não são separáveis dos frutos, estes devem ser diretamente utilizados para a semeadura. Um quilograma do material assim preparado contém aproximadamente 38.000 unidades. Sua viabilidade em armazenamento é curta.




Produção de mudas - Os frutos com o cálice aderente devem ser postos para germinar logo que colhidos em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-arenoso. Cobri-los com uma camada fina de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 30-70 dias e, a taxa de germinação é geralmente baixa. Transplantar as mudas para embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm. O desenvolvimento das plantas no campo é moderado, podendo atingir 3 m aos 2 anos.


CITAÇÃO - HARRI LORENZI -  ÁRVORES BRASILEIRAS - MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO E CULTIVO DE PLANTAS ARBÓREAS NATIVAS DO BRASIL - VOL.01



Nota do Blog. Além de ser um árvore interessante, suas flores exalam um excelente perfume.
Muito visitada por beija-flores, abelhas Veja na foto a beleza da madeira, é uma árvore em risco de extinção. Plantamos aqui dois exemplares dela, uma é esta da foto plantada no Jardim da Matriz e a outra no Parque ambiental.


Especie que introduzimos.


ÁRVORES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 27



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Seriema Cariama cristata (Linnaeus, 1766) no poste - Curiosidades

Seriema 
Cariama cristata (Linnaeus, 1766)


Eu estava no meu trabalho, quando um morador do bairro chegou e foi me dizendo o seguinte:
Que tinha uma Seriema no topo de poste da rua, desde domingo as 15,00 até aquela hora , que era 8.00 da manhã de segunda-feira. Portanto já fazia 17.00 horas que a ave estava lá.
Ave que tem habito de ficar no chão, voou tão alto e não sabia descer do poste...rs. Fui lá fiz estas lindas fotos para registro, e com jeito afugentamos o bichinho. Fica o registro


Hábitos

Comum em cerrados, campos sujos e pastagens, sendo beneficiada pelo desmatamento. Anda pelo chão, aos pares ou em pequenos bandos. Se perseguida, foge correndo, deixando para voar somente se muito pressionada, chegando a atingir velocidades superiores a 50 km/h antes de levantar voo. Cansada, voa pequenos trechos antes de pousar e voltar a correr. Vive aos casais, sendo mais facilmente escutada do que observada. De hábitos terrestres, empoleira-se no alto de árvores para dormir. Ao voar, destacam-se as faixas claras e escuras de asas e cauda.

Reprodução

Faz ninho desde a pouca altura do chão até a 4 ou 5 metros do solo; a árvore tende ser tal que permita a ascensão da ave, em saltos auxiliados por curtas esvoaçadas, até o ninho. Utiliza gravetos e galhos frágeis, forrando-o com estrume de gado, barro ou folhas secas. Põe 2 ovos branco-rosados, manchados de castanho. O casal alterna-se para chocar os ovos, período que dura entre 24 e 30 dias. O filhote nasce com uma penugem amarronzada, fina e longa na cabeça. Depois de duas semanas, abandona o ninho com os pais, levando cerca de 4 a 5 meses para adquirir a plumagem de adulto.

Alimentação

Sua alimentação é semelhante à de um gavião, comendo desde insetos até pequenos vertebrados. Mata as presas com o bico, uma vez que os dedos são relativamente pequenos e sem garras. Uma presa maior é desmembrada, pisando sobre ela e retirando pedaços com o bico poderoso. Graças ao hábito de comer cobras, é protegida pelos fazendeiros e sitiantes. Pode ficar acostumada à presença humana e frequentar os jardins das casas.
Fazem ainda parte de sua dieta vermes, roedores, insetos, ovos de outras espécies e pequenos répteis.



Citação: Pagina do WikiAves.

Referências

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Lobo-guará

Nome científico: Chrysocyon brachyurus
Nomes Populares: lobo, guará, lobo-guará, lobo-de-crina, lobo-de-juba, lobo-vermelho

A espécie foi originalmente descrita no gênero  Canis, mas agora é incluída no gênero monotípico Chrysocyon. É o maior e mais distinto canídeo silvestre da América do sul, sendo a única espécie do gênero Chrysocyon. Habita os campos e cerrado da América do Sul, a partir do Nordeste do Brasil até o Pantanal e o Chago do Paraguai e da Bolívia ao Rio Grande do Sul e fronteira com o Uruguai e a Argentina até o paralelo 30º S. Tem estendido sua área de distribuição, provavelmente, como resultado da transformação de áreas de Mata Atlântica em pastagens, mono e silviculturas, parecendo se adaptar à oferta de alimentos disponíveis neste ambiente.



Um cão de grande porte, dando-lhe um aspecto muito esbelto e magro, cabeça-corpo 95-115 cm e cauda 38-50 cm; peso 20-30 kg. O lobo-guará é difícil de confundir com qualquer outro canídeo devido às pernas finas, pelagem avermelhada e focinho preto, garganta branca, orelhas grandes com interior branco, pernas dianteiras pretas e a maior parte distal dos membros posteriores preto. A pegada deste animal é facilmente distinguível em campo, principalmente, pelo tamanho grande, coxim pequeno em relação aos dedos e impressão de quatro dedos com garras. A fórmula dentária é: I 3/3, C 1/1, P 4/4 M 2/3.

Prefere áreas tomadas por gramíneas altas, habitats arbustivos, mata aberta, cerrado, e campos úmidos (que podem ser inundados sazonalmente). Algumas evidências indicam que localmente, eles podem preferir áreas com baixa densidades de arbustos. Áreas de repouso diurno incluem florestas de galeria, veredas, cerrado e áreas pantanosas perto de rios. Há alguma evidência de que eles podem utilizar terras cultivadas para a caça e descanso, mas faltam estudos adicionais essenciais para quantificar o quão bem a espécie tolera atividade agrícola intensiva. 



Onívoro, consumindo frutas e, principalmente, pequenos e médios vertebrados, numa dieta amplamente variada 50% vegetal e 50% animal. Os frutos-de-lobo, ou lobeira Solarium lycocarpum  é uma fonte primária de alimento; outros itens importantes incluem pequenos mamíferos (Caviidae, Muridae, Echimydae) "cachorro-do-mato" (Cerdocyon thous) e tatus ( Dasypodidae), outras frutas (Annonaceae, Myrtaceae, Palmae, Bromeliaceae, e outros), aves (Tinamidae, Emberizidae, e outros), répteis e artrópodes. Embora a frequência de plantas e animais encontrados em amostras fecais seja aproximadamente igual, a dieta varia de acordo com a disponibilidade de alimentos. Pelo menos ocasionalmente, veados campeiros (Ozotoceros bezoarticus) também são consumidos em 24% de 1673 amostras de fezes analisadas. Em estudo sobre os "lobos-guará" da Fazenda Monte Alegre, no Estado do Paraná, verificou-se que sua dieta é composta por frutos (45,93%), vertebrados (26,07%), insetos (12,83%), gramíneas (10,76%) e lixo orgânico (4,41%), havendo maior consumo de frutos da palmeira "jerivá" (Syagrus romanzoffiana), abundante durante praticamente todo o ano, "lobeiras", pequenos roedores Sigmodontinae e besouros (Coleoptera). Observou-se que, apesar da área possuir um alto impacto sobre o ambiente natural, devido ao manejo de silvicultura, a espécie mantém uma dieta semelhante à encontrada para áreas de maior preservação. Saltam para capturar pássaros e insetos, e correndo atrás de veados. Aproximadamente 21% de todas as tentativas de caça terminaram com sucesso na captura de presas, e as estratégias utilizadas não diferem em suas taxas de sucesso. Os lobos-guará foram registrados alimentando-se de animais que foram capturados em armadilhas por caçadores, e foram observados comendo carcaças frescas de forma oportunista, atropeladas em estradas. Noturno e crepuscular, pode caçar por até oito horas consecutivas.

Os lobos- guará parecem ser facultativamente monogâmicos. As áreas de vida de pares conjugais do Parque Nacional da Serra da Canastra variam em média de 21,7-30 km² mas em outros lugares são maiores, com média de 57 km²  (15,6-104,9 km²) na Estação Ecológica Águas Emendadas e 49 km² no Parque Nacional das Emas. As fronteiras desses territórios parecem estáveis ao longo do tempo e são defendidos contra pares adjacentes. Cupinzeiros são preferencialmente demarcados com urina contra o vento e indivíduos sem territórios parecem se mover ao longo destes limites de territórios. A vocalização mais frequentemente ouvida é um único latido isolado, o que pode ocorrer durante qualquer hora do dia ou da noite durante todo o ano. Fêmeas entram no cio uma vez por ano por aproximadamente cinco dias. A época de reprodução é de abril a junho. Existem inúmeros relatos publicados de comportamento reprodutivo em cativeiro, mas pouca informação está disponível a partir de populações selvagens. Em cativeiro, a frequência de vocalizações e o aumento da marcação com urina ocorre durante as primeiras semanas antes do acasalamento e a quantidade de tempo gasta no namora aumenta significativamente durante o período de estro. A corte é caracterizada por abordagens frequentes, a investigação genital mútua, e as interações lúdicas culminam em cópulas frequentes durante o estro; mas a reprodução bem sucedida inclui uma cópula que pode durar vários minutos. No Parque Nacional das Emas, Brasil, um casal foi observado durante a noite por aproximadamente três horas e meia, vocalizado com frequência, sempre que um dos parceiros estava fora de vista. O macho marcou com urina ou fezes, onde quer que a fêmea tenha passado. A duração da gestação é de aproximadamente 65 dias, a maioria dos nascimentos ocorre de junho a setembro, durante a estação seca. Uma fêmea deu a lua à três filhotes em uma cama de grama e aos 45 dias de idade os filhotes ainda não tinham deixado o ninho e pesavam 2 kg (fêmeas) e 2,25 kg (machos). Todos os ninhos encontrados na natureza tem sido vistos acima do solo, protegidos por arbustos, fendas de rochas, barrancos e montes secos em locais pantanosos. Em cativeiro, uma análise de 361 nascimentos indicaram que picos de parto ocorrem em junho (inverno) e o tamanho médio da ninhada é de três (varia de 1-7). Entretanto, na região central do Brasil há nascimentos registrados entre os meses de abril e junho.



Peso médio do filhote ao nascer é de 390-456 g (n = 8). Os filhotes nascem de cor preta com a ponta da cauda branca. Os cuidados maternos começam a diminuir após o primeiro mês, e o desmame completo se dá com 15 semanas. Filhotes começam consumindo alimentos sólidos regurgitados pelos pais em cerca de quatro semanas de idade, continuando até sete meses após o nascimento. Os filhotes ficam dentro do território por cerca de um ano, quando começam a se dispersar, quando atingem a maturidade sexual, mas geralmente não se reproduzem até o segundo ano. Um dos muitos aspectos desconhecidos do comportamento do lobo-guará é o papel do sexo masculino no cuidado dos filhotes. Filhotes foram vistas acompanhados de dois adultos e uma fêmea com filhotes foi vista acompanhada por um macho muitas vezes. Em cativeiro, os machos aumentam as taxas de sobrevivências das crias e são frequentemente observados regurgitando para os filhotes, no entanto, a confirmação direta de cuidados parentais masculinos na natureza ainda está por se confirmar.

Apêndice II da CITES. Classificada como Quase Ameaçada na Lista IUCN, a população global atual é estimada em 13.000 indivíduos. Os lobos-guará são protegidos por lei em muitas partes, como na Argentina (classificada como "em perigo" na Lista Vermelha) e incluído na lista e animais ameaçados no Brasil. Os lobos-guará existem em baixas densidades comuns. A ameaça mais significativa é a redução de habitat, especialmente para a conversão agrícola. O cerrado, por exemplo, foi reduzido para cerca de 20% de sua área original, e apenas 1-5% está protegido. Além disso, a fragmentação do habitat provoca o isolamento das populações. Atropelamentos representam uma das principais causas de mortalidade de lobos-guará no Brasil, especialmente para indivíduos jovens e sub adultos, e muitas estradas e rodovias cortam as Unidades de Conservação do cerrado brasileiro, os motoristas muitas vezes não respeitam limites de velocidade. Quando próximos a áreas urbanas, muitas vezes tem problemas com os cães domésticos, que perseguem e podem matar lobos-guará e também podem ser um importante vetor de doenças. Doenças podem representar uma importante causa de mortalidade na natureza, mas há muito pouca informação disponível sobre a saúde das populações selvagens. Cães domésticos possivelmente competem com o Lobo Guará por alimento. Os lobos-guará não são vistos como uma séria ameaça para o gado, embora possam ocasionalmente ser baleados quando invadem galinheiros. Caça-los é proibido no Brasil, Paraguai e Bolívia.
CITAÇÃO: MAMÍFEROS DO BRASIL - UMA VISÃO ARTÍSTICA, TOMAS SIGRIST 

Nota do Blog - Frequento muito uma mata aqui em Arceburgo/MG, observando aves. Na semana passa um incêndio  destruiu quase toda mata. Enquanto estávamos lá ajudando, a tentar fazer algo para conter as chamas, eis que este Lobo-Guará das fotos, veio subindo pelo capinzal, cansado, ofegante...deixando para traz seu habitat em chamas. Nunca esquecerei esta cena. Não sabia que este amigo habitava lá. Adentrou um cafezal seguido por latidos de cães domésticos.

Risco de Extinção

O lobo é considerado em situação vulnerável pela avaliação do Ministério do Meio Ambiente e o ICMBio. Essa situação varia de um estado para outro, sendo que no Rio Grande do Sul é considerado criticamente ameaçado.
A ocupação humana e a destruição do seu habitat natural são algumas das ameaças à sua sobrevivência. O Cerrado é dos biomas menos protegidos, apesar de possuir grande biodiversidade.
A proximidade do seu habitat com regiões ocupadas gera conflitos de convivência da espécie com o ser humano. É muito difundida a ideia do lobo ser mau e atacar os animais domésticos e as pessoas, mas ele não é agressivo.
Em certas regiões ele caça galinhas, despertando a fúria dos pequenos produtores rurais. No entanto, os ataques do lobo às galinhas não afeta tanto como se costuma pensar. Muitas vezes, são outros animais que atacam e os lobos levam a culpa.
Citação:

Lobo-Guará - Toda Matéria

https://www.todamateria.com.br › Biologia
4 de jul de 2016 - lobo guará é um mamífero que está ameaçado em extinção. Diferentemente de outras espécies de lobo que vivem em matilha, o lobo-guará ...

BICHOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 21




domingo, 17 de setembro de 2017

Ninhos dos beija-flores em Arceburgo/MG - Ponto numero 13

MAPEAMENTO/LEVANTAMENTO/HISTÓRICO

Estou fazendo um levantamento dos locais de ninhos, dos beija-flores aqui na minha cidade.
Onde eu tiver informação que eles chocando irei lá fotografar, anotar o endereço, etc.
Comecei pelas residências, praças...depois irei fazer isto em campo.
Estarei atualizando esta lista periodicamente, iniciei pela minha casa, tive a alegria de receber a visita deles.
Esta informação mostrará onde eles criam seus filhotes, bem como mostrará a incidência deles na área urbana, motivada pelos projetos que fizemos para atrai-los, ou seja o Jardim dos Beija flores.
Este levantamento conterá as seguintes informações. Local, coordenadas geográficas (GPS), data em que criou, espécie do beija-flor, numero de filhotes, nome popular e cientifico da ave. Informações estas que servirão para um estudo mais aprofundado das espécies aqui na nossa cidade


13 - Casa da Viviane Ribeiro
José Urias Pereira da Silva n 240 .
Jardim Chico Alcino


Beija-flor-tesoura 
Eupetomena macroura
Ninho feito em uma parreira de uva.
Agosto 2016.


Resumo:
Locais onde chocaram
1. Rua João Batista,81.
2. Rua Presidente Vargas, 338.
3. Rua: Presidente Vargas, 168.
4. Praça do Sacaia
5. Rua: Zich Moisés, 22
6. Parque Ambiental - 1 -
7. Parque ambiental - 2 -
8 .Rua: João Batista, 66.
9. Juliana taliberti
10. Rua Afonso Pena, 135.
11. Rua Afonso Pena, 535.
12. Parque ambiental -3 
13 - Rua José Urias Pereira da Silva n 240 .


Resumo das espécies

Besourinho-de-bico-vermelho
(Chlorostilbon lucidus) 

Beija-flor-de-peito-azul
(Amazilia lactea)

Beija-flor-tesoura -
Eupetomena macroura

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Cachoeira da Caninana

Arceburgo / MG.

Localizada na Fazenda Itaguaçu, é uma das belezas naturais da cidade. Esta situada ha mais ou menos 3 quilômetros do centro da cidade.


Vista lateral .


 Fiz esta sequencia de fotos em 20.10.2013, já inciando período chuvoso.


Entorno da cachoeira, mata ciliar preservada, lindos animais.



 Essa é a cachoeira da Caninana, localizada na bacia do ribeirão da Onça, na fazenda do "Itaguassú", ela foi por longos anos aproveitada para fins industriais e iluminação da fazenda.
Citação: Do amigo e historiador Sander Rogério Ribeiro-Pereira 

Cachoeiras do Brasil - Numero 12

Cachoeiras de Minas Gerais - Número 10

Cachoeiras de Arceburgo/MG - Numero 1

Cachoeiras da Fazenda Itaguaçu - Numero 1

sábado, 2 de setembro de 2017

Beija-flor-de-bico-curvo

Polytmus guainumbi ( Pallas, 1764 )

Gênero POLYTMUS Brisson




Foto gentilmente cedida para esta matéria por André Netto, feita em Lagoa Village Betania, Sobral-CE, feita em 04.05.2010.É uma das fotos mais bem avaliadas da especie no WIKAVES.

Lado dorsal  verde-bronze-escuro, supracaudais mais bronze-cobreadas; lado ventral verde-ouro-brilhante-luminoso; as penas da barriga com margem cinza; cauda verde, as retrizes laterais com um campo cinza-esbranquiçado na barba externa da metade basal e pontas esbranquiçadas; listra pouco nítida branca atraz e baixo dos olhos; mandibula preta (na pele empalhada freqüentemente marrom-escura) maxila cor de carne com ponta escura; pés marrons.
Peso 5 g. Medidas: ct. 112mm, a. 59mm, c. 39mm, b. 26mm.

JOVEM - SEXO INDETERMINADO
o bico curvo ficou evidente nesta foto
Foto gentilmente cedida para esta matéria por André Netto, feita em Village Betania, Sobral-CE, em 09.08.2010.
Observação do autor: Se o bico já é tão grande,mais impressionante é a língua...realmente maravilhas da natureza.

Femea como o macho, no entanto o meio da barriga e as margens das penas do lado ventral brancos.

Distribuição geográfica: Trinidad, Venezuela, Guianas e N_Brasil, em Roraima e Amapá.
NOTA DO BLOG: O livro e pesquisa foram feitas já algum tempo. Agora no WIKIAVES, já aparecem registros feitos em: Ribeirão Preto, Dourado, Campinas, São José dos Campos, Lençóis Paulista... cidades do Estado de São Paulo, e em outros vários estados do Brasil.

MACHO - JOVEM
Foto gentilmente cedida para esta matéria por André Netto, feita no apartamento do seu amigo André Adeodato, Sobral-CE, em 13.10.2010.

Vivem em terreno aberto, savanas.
A construção do ninho é semelhante a do Colibi serrirostris.

Ovo: 12,8 x 8,4mm, 13,3 x 8,9mm.
Citação: Os Beija-flores do Brasil - Rolf Grantsau.

MACHO -ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Sara Almeida, feita no município de Itiquira-MT, em 16.08.2013.

FAMILIA TROCHILIDAE
SUFAMILIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Outro nome popular: Beija-flor-verde-ouro-de-bico-curvo

Etimologia:
Polytmus - do grego polutimos = grande valor, precioso, suntuoso.
Guainumbi - do nome indígena tupi (Brasil) guainumbi ou guinambi dado a esta ave.
Citação: Aves Brasileiras- Johan, Christian Dalgas Frisch.

MACHO - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Roberto Gallaci, feita no município de Dourado-SP, em 22.10.2013.
Observação do autor: Saída com o amigo Tarcisio Pavaneli,e guiado pelo competente Cal Martins.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 21