quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Serrinha dos Pintos/RN - Histórias do Cangaço - Lampião

Serrinha dos Pintos/RN
População 4.819 IBGE/2016
Distancia da capital Natal 385 km



Esta casa fica na zona rural, no sítio Morcego. Pertencia a um pequeno fazendeiro conhecido por Manuel Raulino.


O cangaceiro passou por lá com seu bando em 1927 levando terror a todos os moradores da região.

Algumas testemunhas, inclusive minha bisavó, Que hoje está com 101 anos, contava que Lampião era malvado, mas nem com todas as pessoas. Aqueles que atendiam suas exigências não eram massacrados. Na passagem pelo Morcego ele e seu chegou a atirar contra algumas residências. Ao perceberem a aproximação do bando, muitos moradores se refugiavam na mata. Aqueles que, de uma forma ou de outra não fugiam ficavam entregues à própria sorte.


Essa casa do Morcego está abandonada. As portas com as marcas de tiros foram removidas.

Tem um livro que conta toda história. Uma moradora da localidade o tem.
...


No Pé da Serra, um sítio próximo ao sítio Morcego, em 1927, minha bisavó, seus pais e seus irmão tiveram que fugir do bando de Lampião. Na pressa sua mãe acabou esquecendo uma das crianças sentada em banco no alpendre da casa onde moravam. Ao perceber a falta do filho, minha tataravó retornou e já encontrou os cangaceiros dentro da residência. Ela teve todos os seus pertences valiosos subtraídos. Seus brincos foram literalmente arrancados de suas orelhas. Por sorte eles a deixaram fugir levando seu filho pequeno.


Hoje minha bisavó, Maria da Conceição da Silva (Dona Chiquinela, como é conhecida na cidade) está com 101 anos e ainda tem raros momentos de lucidez.

Fotos/texto da amiga Vanuzia Gardênia de Queiroz Oliveira, que é professora na cidade, a quem agradeço sua atenção.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Aguia-cinzenta (Urubitinga coronata (Vieillot, 1817) - Ave bastante ameaçada é fotografada em Arceburgo/MG

Atualmente essa espécie encontra-se bastante ameaçada, constando nos livros vermelhos de animais ameaçados de extinção de todos os estados em que ela ocorre, inclusive encontrando-se na lista de espécies ameaçadas de extinção elaborada pelo IBAMA. A perda e descaracterização de seu habitat pelo avanço da agricultura, monoculturas de Pinus sp., empreendimentos hidrelétricos e eólicos e o abate indiscriminado são as principais causas da situação atual dessa poderosa ave.

Citação: WikiAves.



Foto que fizemos, eu e a amiga Cristina Rappa, numa torre elétrica, em 02.11.2017, eram dois indivíduos.


Foto que fiz em 07.11.2017, em um outro ponto da cidade eram duas, estavam no alto de um eucalipto, um vocaliza. Fica a duvida se eram os mesmo dois, que fizemos na torre elétrica.

No Brasil consta 1.039 registros.
Em Minas Gerais 307 registros.
Dados do WikiAves.

domingo, 26 de novembro de 2017

Som águia-cinzenta (Urubitinga coronata) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

Fotografamos esta ave eu, e a Cristina Rappa, em 02.11.2017, eram dois indivíduos no alto de uma torre elétrica. Em 07.11.2017, voltei a registrar, no alto de um eucalipto, também eram dois, daí um vocalizou, donde fiz este registro.


Registro de canto da ave no WikiAves.
No Brasil são  49 feitos em 37 cidades apenas.
Em Minas Gerais são  17 feitos em 15 cidades, dos 853 municípios dos estado.

Som águia-cinzenta (Urubitinga coronata) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

Som águia-cinzenta (Urubitinga coronata) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

Fotografamos esta ave eu, e a Cristina Rappa, em 02.11.2017, eram dois indivudos no alto de uma torre eletrica. Em 07.11.2017, voltei a registrar, no alto de um eucalipto, também eram dois, dai um vocalizou, donde fiz este registro.






Som águia-cinzenta (Urubitinga coronata) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Papo-de-peru-grande

Nome cientifico: Aristolochia gigantea
Nomes populares: papo-de-peru-grande, papo-de-peru-de-babada, mil-homens, jarra-açu.



Trepadeira muito vigorosa, do Brasil, de caule com casca espessa e sulcada, de folhagem densa e brilhante.

As flores, com aspecto e cor bizarros, são grandes, solitárias, formadas na primavera e verão. Quando fechadas lembram a forma de um bico de pássaro com o papo, devido ao formato do conjunto constituído pelo cálice e a corola. As flores possuem um odor nauseante que atrai os insetos.



É cultivada visando revestir carramanchões, pergolados e cercas, geralmente plantada isolada, em solo rico em húmus e irrigado a intervalos. Não tolera temperaturas muito baixas de inverno, sendo indicada principalmente para regiões tropicais.



Multiplica-se por sementes contidas em frutos que quando se abrem lembram um paraquedas invertido.



CITAÇÃO: PLANTAS ORNAMENTAIS NO BRASIL - Arbustivas, herbáceas e trepadeiras - HARRI LORENZI - HERMES MOREIRA DE SOUZA.

Usos: amplamente utilizada na medicina tradicional brasileira e de vários países da América do Sul, sendo considerada diurética, sedativa, estomáquica, anti-séptica, diaforética e emenagogo. É empregada principalmente para asma, febres, dispepsia, diarreia pesada, gota, hidropsia, convulsões, epilepsia, palpitações, flatulência, prurido e eczemas. Em algumas regiões é empregada também como bons resultados contra a falta de apetite (anorexia) e contra os males do estômago em geral (dispepsia), prisão de ventre, indigestão e dor de estômago. Externamente é empregada para caspa e orquite (inflamação dos testículos) na forma de banho. É usada também no tratamento da falta de menstruação (amenorreia) e nos casos de clorose (tipo de anemia peculiar a mulher devido a deficiência de ferro por excesso de sangramento durante a menstruação). Contra afecções gástricas, hepáticas, renais e do baço e para tensão pré-menstrual, é recomendada na forma de chá, preparado com 1 colher (sobremesa) de ramos secos em 1 xícara (chá)de água em fervura, o qual deve ser ingerido duas vezes ao dia antes das principais refeições. Análise fitoquímicas de suas raízes e caule tem identificado a presença de diterpenos e sesquiterpenoides nas folhas. Num outro estudo com caule de Aristolochia ridicula, isolou-se duas biflavonas, quatro chalcona-flavonas pouco comuns e um tetraflavonóide.

CITAÇÃO: PLANTAS MEDICINAIS NO BRASIL - Nativas e Exóticas - 2ª Edição - Harri Lorenzi - F. J. Abreu Matos


PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO  12

PLANTAS MEDICINAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 3

JARDIM DAS BORBOLETAS - PLANTA HOSPEDEIRA - NUMERO 3

domingo, 19 de novembro de 2017

Curió - Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766) -ave rara/escassa em Minas Gerais é registrada em Arceburgo/MG.

Em Minas Gerais consta apenas 223 registros desta ave, no site do WikiAves.


Ameaças

Muito procurado como pássaro de gaiola (Sick 1997). Esta é considerada a principal ameaça e causa de seu desaparecimento das regiões mais habitadas do país (Machado 1998). A grande pressão de caça a essa espécie pode ser constatada nesse trecho em que Willis & Oniki (1993) dizem que essa atividade “é incrivelmente eficiente para eliminar uma espécie anteriormente comum, exceto em lugares onde nós não dizemos para ninguém que ela existe”. CEO
É considerado Criticamente em Perigo no Estado de Minas Gerais, conforme a Lista Vermelha estadual.
Citação: WikiAves.

sábado, 11 de novembro de 2017

Topetinho-do-Brasil-central

Lophornis Gouldii   Lesson, 1833.

7 cm

MACHO - ADULTO
FEMEA - ADULTO
MACHO - JOVEM
MACHO - ADULTO
Esta sequência de 4 fotos publicadas acima, foram gentilmente cedidas para esta matéria, e são da autoria de Lucas Araújo-Silva, foram feitas em 26.08.2013, no Campo de Provas Brigadeiro Veloso, no município de  Novo progresso/PA, IBA: Cristalino/Serra do Cachimbo, Amazônia. A primeira foto desta sequência, é a mais bem avaliada, da especie no WIKIAVES, e consta a observação abaixo do autor, que achei interessante. Veja.
Observação do autor: Após muito trabalho, durante aproximadamente 2 horas tentando e trepado na árvore 5 metros do chão, tai o resultado!!!!!

Outros nomes populares: Topetinho-pontilhado, Topetinho-do-leque-pontilhado.

MACHO - ADULTO
Foto gentilmente cedida por Edson Endrigo, feita na Floresta Nacional Carajás - Parauapebas/PA, feita em 15.04.2013.

Observação do autor: Mais um sonho realizado! Obrigado ao amigo Dimitri Matoszko por ter me ajudado a fazer esta foto. Espero que apreciem... 

Raro, de ocorrência talvez localizada e ligado à estação do ano, em dossel e borda de mata e capoeira, no NO da região. Parece menos numeroso que o Topetinho-magnifico (podem estar juntos, como na Chapada dos Guimarães). Parecido a ele, inclusive no comportamento. Macho com crista canela, mais longa e pontuda; penas dos lados do pescoço mais longas, brancas com pintas redondas verdes nas pontas. A fêmea com garganta canela e coroa mais acanelada, ambas sem manchas.
Citação: Aves do Brasil - Pantanal & Cerrado - John A. Gwynne, Robert S. Ridgely, Guy Tudor e Martha Argel.

FAMÍLIA TROCHILIDAE
SUBFAMÍLIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Etimologia
Lophornis - do gênero lophos = crista + ornis = pássaro.
gouldii - homenagem a John Gould (1804-1881), naturalista inglês, artista e editor de A monograph of the Trochilidae, 1849.
Citação - Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frish 

Foto gentilmente cedida, por Filho Manfredini, feita no município de Parauapebas/PA, feita em 11.04.2013.

Macho
Peso 2,8 g. Medidas: ct. 76mm, a. 40mm, c. 26mm, b. 11,2mm.

Distribuição geográfica: NE e Brasil Central ao Sul do Rio Amazonas, do Pará e Maranhão até Goiás e Mato Grosso e Bolívia.

Medidas do ninho: altura 15mm, profundidade 10mm, diâmetro externo 30mm, diâmetro interno 22mm.

Ovo: 0,35 g. 12 x  8mm.

O período de incubação é de 14 dias, e a permanência no ninho é de 22  dias.

Época de reprodução: dezembro a fevereiro.
Citação: Os Beija-flores do Brasil - Rolf Grantsau

NOTA: No WIKIAVES, aparecem somente  8 fotos desta especie, 6  feitas no Pará e 2 no Tocantins.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NUMERO 24

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Aguapé

Eichhornia crassipes (Mart.) Solms

Angiodospermae - Familia Potenderiaceae


Nomes populares -  Aguapé, camalote, rainha-dos-lagos, mururé, mureré, jacinto-d'água, baroneza, pareci, murumuru, pavoa.

Herbácea aquática flutuante, estolonífera, entouceirada, de raízes densas, plumosas, escuras, de 20-50 cm de altura, nativa da América Tropical (incluindo o Brasil), atualmente cosmopolita. Folhas em roseta, com pecíolo inflado.

Inflorescência em espiga, com flores azuis, formadas no verão.

Espontânea e invasora de tanques, lagos, represas e rios, reveste de forma integral o espelho d'água, benéfica para os peixes que usam suas raízes para seus ovos, cultivada em aquários e lagos decorativos. Não tolera geadas.

Multiplica-se por mudas originadas dos estolões que a planta emite.

Citação - Plantas Ornamentais no Brasil - Harri Lorenzi, Hermes de  Moreira de Souza.

Fotos geradas no Parque ambiental.


Medicinal
Parte utilizada: toda a planta.
Princípios Ativos: minerais da planta (1% do peso verde da planta): 28,7% de potassa, 21% de cloro, 12% de cal, 7% de anidrido fosfórico, 1,8% de soda, 1,28% de nitrogênio e 0,59% de magnésio.
Propriedades medicinaissedante, anafrodisíaca, refrescante, febrífugadiurética.
Indicações: febre, hepatite, excitação nervosa, furúnculos, abscessos, rins.
Modo de usar: decocção ou maceração das folhas em água para hepatite.
A mucilagem de aplica sobre furúnculos e abscessos.
A infusão das flores é utilizada como febrífuga e diurética.

Soluções ambientais com o aguapé :
Purificação de água contaminada, inclusive retirando metais pesados, é um filtro natural, pois apresenta a capacidade de incorporar em seus tecidos uma grande quantidade de nutrientes.
Suas raízes longas e finas, com uma enorme quantidade de bactérias e fungos, atuam sobre as moléculas tóxicas, quebrando sua estrutura e permitindo que a planta assimile componentes tóxicos.
Proteção de ovos de peixes (raízes) e alimento aos alevinos.
Forrageira para bovinos e suínos.
Confecção de artesanatos.
Adubação verde.
Também serve de abrigo natural a organismos de vários tamanhos e aspectos, servindo de habitat para uma fauna bastante rica, desde microrganismos, moluscos, insetos, peixes, anfíbios e répteis até aves.
Citação:

Aguapé, planta aquática - Plantas Que Curam

www.plantasquecuram.com.br/ervas/aguape.html
AGUAPÉ, PLANTA AQUÁTICA. Eichhornia crassipes. Conhecido como jacinto da água, essa planta aquática tem se mostrado eficiente em soluções ...


PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 11

PLANTAS AQUÁTICAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2

PLANTAS MEDICINAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2

domingo, 5 de novembro de 2017

Criar abelhas sem ferrão na cidade ajuda o meio ambiente, diz Embrapa

abelha-sem-ferrão (Foto: Divulgação/Embrapa)
Preservar a vida das abelhas nas cidades também é um ato de preocupação com a conservação do meio ambiente. E segundo o biólogo Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA), é possível criar abelhas sem ferrão em casa, desde que se tome alguns cuidados básicos com o ambiente. O benefício, além de ambiental, é que as pessoas podem produzir o próprio mel para consumo. Além disso, a atividade estimula crianças a entender a importância desses insetos na produção de alimentos.
“O Brasil precisa desenvolver técnicas de criação de abelhas em larga escala para atender a grande demanda tanto de polinização das plantas, como à produção de mel, pólen, própolis e geleia real, por exemplo”, afirma Cristiano, que estuda a biologia e o manejo de abelhas sem ferrão há 13 anos.
Como criar abelhas sem ferrão
- Ter noção do ambiente para as abelhas. É necessário que se more próximo à uma vegetação abundante, como perto de praças;
- Iniciar a criação com três ou quatro colmeias e ir aumentando à medida que as abelhas vão se desenvolvendo e o criador ganhando experiência;
- Manter em casa ou próximo dela, plantas ornamentais e fruteiras que são fundamentais na alimentação desses pequenos animais, como jabuticabeira, pitanga, goiabeira e até hortaliças, como manjericão. É preciso ter muito cuidado com o sol. As colmeias não podem ficar expostas ao sol das 10 horas da manhã às 3 da tarde;
- Escolher as espécies que se adaptam ao meio urbano é importante. As que mais se adaptam são a Jatair, Marmelada e Mandaguari;
- Jamais criar abelhas nativas de outras regiões, como por exemplo, uma espécie do Nordeste, como a Tiúba, na região Sul.
Os diferentes aspectos do mundo das abelhas serão discutido durante o Simpósio sobre Perda de Abelhas, em Teresina, entre os dias 16 e 18 de outubro deste ano. O evento, realizado pela Embrapa Meio-Norte, vai reunir um time de cerca de 200 experientes cientistas brasileiros e internacionais.
Citação: REVISTAGLOBORURAL.COM

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Escorpião-amarelo

 Tityus serrulatus


Todo escorpião é peçonhento, embora poucos de interesse em saúde. O Tserrulatus é uma espécie cujo veneno tem efeitos potencialmente severos em seres humanos, principalmente em crianças abaixo de 10 anos e idosos debilitados. É uma espécie encontrada em quase todo Brasil. Anexo a esta mensagem arquivos de interesse. Espero ter sido útil,


Escorpiões

Os escorpiões são animais de corpo alongado que possuem quatro pares de patas, um par de pinças no extremo anterior e apresentam um ferrão com glândulas de veneno na ponta da "cauda" articulada.
Quando se sentem perturbados, picam com facilidade, causando muita dor, e podendo provocar até a morte em crianças e pessoas debilitadas.
As espécies que habitam o estado do Rio de Janeiro têm coloração e hábitos que as confundem com o ambiente em que vivem. Entre essas espécies encontramos com muita frequência o "escorpião-amarelo" (Tityus serrulatus), que é considerado o escorpião mais perigoso da América do Sul.

Os escorpiões procuram alimento durante a noite e, frequentemente, penetram nas residências humanas, onde se instalam sem serem notados, pois durante o dia "desaparecem" em esconderijos escuros e úmidos. Para capturar alimento e para defesa utilizam-se do ferrão venenoso.
Os escorpiões se proliferam sob pedras, frestas de pedras e barrancos, debaixo de cascas de árvores, em paredes e muros mal rebocados, madeira empilhada, entulhos, caixas de gordura, ralos, forros, etc. Gostam muito de umidade, pouca luz e insetos em abundância (principalmente baratas).
A picada de escorpião causa muitos transtornos ao organismo humano: dor imediata, sudorese, febre, sensação de frio, contrações musculares, irregularidades cardio-respiratórias, e pode levar à morte. Qualquer acidente com escorpião deve ser avaliado por um médico.
Em várias regiões do estado do Rio de Janeiro tem-se observado um aumento na ocorrência de escorpiões.
Medidas de prevenção para evitar acidente com animais peçonhentos:
- Manter jardins e quintais limpos; evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de construção nas proximidades das casas; evitar secar roupas no chão ou em cercas e muros.
- Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas; manter a grama aparada; limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto das casas;
- Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois os escorpiões podem se esconder neles e picar ao serem comprimidos contra o corpo; combater a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento de escorpiões que deles se alimentam; verificar a presença de escorpiões em hortifrutigranjeiros e outros produtos;
- Vedar frestas e buracos em paredes, ralos, assoalhos e vãos entre o forro e paredes para impedir o trânsito de escorpiões pela residência.
Colabore enviando informações sobre a ocorrência desses animais em sua região. Ligue para 0800 022 1036 ou mande e-mail para sac@vitalbrazil.rj.gov.br.
Citaçao:

Escorpiões - Animais Peçonhentos - Instituto Vital Brazil

www.ivb.rj.gov.br/escorpioes.html
Os escorpiões são animais de corpo alongado que possuem quatro pares de ... de umidade, pouca luz e insetos em abundância (principalmente baratas).


Encontramos o escorpião na sala da minha casa.

Identificação/texto
Marcelo Ribeiro Duarte
Biólogo - Assistente Técnico de Pesquisa
Assistant Research Biologist
Laboratório de Coleções Zoológicas
Instituto Butantan

BICHOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 23