quarta-feira, 27 de março de 2019

Cachoeira da Fazenda Correnteza de Guaranésia/MG. - Video -



Coordenadas Geográficas

S 21º 18' 45.20", W 46º 52' 27.79"

Saindo de Arceburgo/MG rumo a Guaranésia, indo pela BR-491, depois de rodar uns 10 km passa uma ponte que divide as duas cidades. Logo a esquerda encontra-se a tradicional Fazenda Correnteza, com seu lindo casario, que faz parte da história da região
Depois de caminhar por uns 10 minutos passa-se um pontezinha de madeira, virando para a esquerda ali se encontra esta linda cachoeira, muita pedra dentro e fora do leito do rio que é o Rio da Onça que banha Arceburgo/MG. Várias quedas menores, uma extensão razoável de pedras dão um charme ao local





CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 19

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 14

CACHOEIRAS DE GUARANÉSIA/MG - NUMERO 1

terça-feira, 26 de março de 2019

Foto de árvore que plantamos em Arceburgo/MG é publicada na Revista da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Com alegria que recebemos a noticia que a foto minha da 
Sete-cascas - Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & J.W. Grimes, arvore que plantamos em Arceburgo/MG, tinha sido escolhida para fazer parte das matérias da Revista  da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia



Linkk da Revista aos interessados.

http://www2.uesb.br/revista-uesb-edicao-1/



A  nossa foto feita aqui em Arceburgo/MG, ambiente de mata ciliar.

Matéria sobre a referida árvore, postada no nosso Blog, que serviu de inspiração aos autores da edição da Revista.

Sete-cascas

Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & J.W. Grimes


Família Leguminosae-Mimosoideae

Nomes populares - alfarobo, abobreira, farinha-seca, sete-cascas, feijão-cru, pau-de-cangalha, ingá-de-pobre

Características morfológicas- Altura 4-18 m, dotada de copa arrendondada. Tronco mais ou menos ereto e cilíndrico, revestido por casca grossa,


 fissurada e muito suberosa, de 25-45 cm de diâmetro. Folhas compostas bipinadas, com eixo comum (pecíolo + raque ) tomentoso de 8-28 cm. Pinas opostas ou alternas, com numero de 1-4 pares, com eixo comum de 1-7 cm. Folíolos opostas, discolores, glabrescentes na face superior e tomentosos na inferior, curto-peciolulados, de 2-5 cm de comprimento por 1-4 cm de largura. Inflorescências em capítulos terminais em agrupamentos de 6-15 cada um com 12-20 flores, sobre pendunculos de 4-10 cm de comprimento. Fruto legume séssil indeiscente 1-2 por capitulo, geralmente eretos, de 10-18 cm de comprimento, com 20-30 sementes. É muito semelhante a especie Samanea inopinata (Harms) Barneby & Grimes que ocorre na mata higrofila sul baiana.


Ocorrência - Mato Grosso do Sul  e Mato Grosso no Pantanal Matogrossense e Chapada dos Guimarães, sul do Pará e BaixoAmazonas e Bahia no vale do São Francisco. Também no Paraguai e Peru.

Madeira - Pesada (densidade 0,78 g/cm³), dura, textura média, grã direita, de média resistência mecânica e moderadamente durável.

Utilidade - A\ madeira é empregada apenas localmente para marcenaria, moirões e para lenha. A árvore é ornamental e muito cultivada para arborização rural. A vagem é forrageira para o gado vacunO.

Informações ecológicas - Planta caducifolia, heliofita, seletiva higrofita, pioneira, características da mata semidecídua do Pantanal Matogrossense, da mata caducifolia do vale do São Francisco e das savanas Amazônicas. Apresenta frequência geralmente baixa, com dispersão bastante descontinua e irregular ao longo da sua área de distribuição. Ocorre preferencialmente em capoeiras e áreas abertas como colonizadora em várzeas aluviais e beiras de rios, onde o solo é bastante suprido de água e de boa fertilidade. Produz anualmente moderada quantidade de sementes viáveis, disseminadas por animais domésticos.

Fenologia - Floresce durante os meses de agosto a novembro. Os frutos amadurecem no final da estação chuvosa (maio-julho).

Obtenção de sementes - Colher os frutos (vagens) diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea ou recolhe-los no chão sob a planta-mãe logo após a queda. Em seguida devem ser abertos manualmente para a retirada das sementes. Um kg contém aproximadamente 1.200 unidades.


Produção de mudas -  Colocar as sementes para germinação logo que colhidas em canteiros de semeadura a pleno sol contendo contendo substrato organo-arenoso. Em seguida cobri-las com uma camada de 0,5 cm de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 4-6 semanas e a taxa de germinação geralmente é baixa. Sua escarificação melhora a germinação. O crescimento das plantas no campo é rápida.

Citação - Árvores Brasileiras - Volume 02 - Harri Lorenzi.

Nota do Blog - Especie que introduzi aqui em Arceburgo/MG. Fiz estas fotos na mata ciliar do nosso Rio da Onça. Neste dia avistei vários beija-flores visitando-a, de umas 3 especies, além de algumas borboletas.

ARVORES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 23

JARDIM   DOS  BEIJA-FLORES  -  NUMERO 23

segunda-feira, 25 de março de 2019

Cachoeira da Fazenda Correnteza de Guaranésia/MG.

Guaranésia/MG.


Coordenadas Geográficas

S 21º 18' 45.20", W 46º 52' 27.79"

Saindo de Arceburgo/MG  rumo a Guaranésia, indo pela BR-491, depois de rodar uns 10 km passa uma ponte que divide as duas cidades. Logo a esquerda encontra-se a tradicional Fazenda Correnteza, com seu lindo casario, que faz parte da história da região
Depois de caminhar por uns 10 minutos passa-se um pontezinha de madeira, virando  para a esquerda ali se encontra esta linda cachoeira, muita pedra dentro e fora do leito do rio que é o Rio da Onça que banha Arceburgo/MG. Várias quedas menores, uma extensão razoável de pedras dão um charme ao local




Foto que fiz ontem, após um longo período chuvoso, com grande volume de água.


Foto que fiz em agosto de 2018, durante um período de seca prolongada.


Foto também de ontem.


Foto também de ontem, mostrando o volume da água, após um interessante período de chuvas.

CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 19

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 14

CACHOEIRAS DE GUARANÉSIA/MG - NUMERO 1

Para saber mais sobre Cachoeiras do Brasil, de vários estados, pesquise aqui no Blog.


terça-feira, 19 de março de 2019

BIOAEROSSÓIS NUCLEANTES DE GELO EM CAFEZAIS

ARCEBURGO/MG
A PARTIR DA FAZENDA CACHOEIRA...


BIOAEROSSÓIS NUCLEANTES DE GELO EM CAFEZAIS
Prof. Fábio Luiz Teixeira Gonçalves
Departamento de Ciências Atmosfericas
Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Universidade de São Paulo


Os aerossóis (partículas suspensas na atmosfera) na atmosfera podem ter origem biológica sendo então chamados de bioaerossóis. Estes bioaerossóis podem ser bactérias, esporos de fungos, vírus, pólen entre outros. Tanto os aerossóis comuns como os bioaerossóis podem atuar como nucleantes de gelo na atmosfera. A atividade nucleadora de gelo seria como um catalizador da mudança de estado do líquido para o sólido, ou seja de água para gelo. Há muitas substancias/aerossóis na natureza que podem ter este papel, mas os de origem biológica são mais eficientes, congelando a água (em nuvens por exemplo) entre zero e -10 C. A água em nuvens e em gotículas no solo bem pequenas não congela a zero grau, podendo chegar até -40C sem congelar (como em nuvens). Portanto, a presença destes bioaerossóis nucleantes de gelo, pode ajudar a formar gelo em nuvens. Isto significa uma mudança na formação de granizo por exemplo. Quando existem muitos bioaerossóis com este papel, podem-se formar muitos granizos, mas são pequenos, pois a competição pela  disponível seria grande. Poucos nucleantes de gelo formam poucos granizos mas grandes. Os granizos pequenos derretem mais facilmente, podendo nem atingir o solo.  Pesquisas prévias indicam que os cafezais podem conter  bioaerossóis e este é o objetivo do projeto: achar estes agentes nucleantes de gelo. Se eles estão presentes no solo e na atmosfera e ajudam a formar granizos, quantifica-los e verificar o seu impacto nas tempestades que produzem granizo.


Trabalho feito a partir da Fazenda Cachoeira, aqui em Arceburgo dos amigos Pedro Leite da Silva Dias, Maria Assunção Faus da Silva Dias..


Fotos de minha autoria, aqui o cafezal da Fazenda Cachoeira.

Para saber mais sobre atividades da Fazenda Cacheira, Arceburgo/MG...


14 de jul de 2017 - Estação Meteorologica - Fazenda Cachoeira - Arceburgo/MG. Pedro Leite da Silva Dias. Maria Assunção Faus da Silva Dias. Registra as ...


21 de jul de 2017 - Sensor de descarga elétrica - Fazenda Cachoeira - Arceburgo/MG. Pedro Leite da Silva Dias. Maria Assunção Faus da Silva Dias


sexta-feira, 15 de março de 2019

Águia-pescadora-Pandion haliaetus (Linnaeus, 1758)- Escassa em Minas Gerais aparece em Arceburgo/MG.

Foi com muita alegria que fotografei esta linda ave hoje aqui no município. Contei com a ajuda do amigo Paulo Filho, que me ligava para ir até a fazenda, onde a ave estava capturando peixes, seu principal alimento.


Nos 853 municípios mineiros, no consta apenas 161 registros, os quais foram feitas em apenas 55 cidades.

Distribuição Geográfica

Originária da América do Norte, onde se reproduz, a espécie migra para a América do Sul durante o inverno, podendo ser encontrada até o Chile e Argentina. Há registros de sua ocorrência em vários estados do Brasil, como Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará.

Características

É uma grande ave de rapina que mede cerca de 55-58 centímetros de comprimento e pesa cerca de 990-1800 g (Macho) e (Fêmea) 1200-2050 g; sua envergadura é de 1,74 metros.
Fonte WikiAves

Com este novo registro Arceburgo/MG, conta agora com 263 espécies registradas, e o numero de família passa para 61, porque esta ave é da família Pandionidae.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Carpentária

Carpentaria acuminata (H.Wendl. & Drude) Becc

Sinonimia: Kentia acuminata H. Wendl. & Drude



Características gerais - palmeira solitária, elegante, 8-16 m de altura provida de palmito visível de cor verde acinzentado. Caule ereto e cilíndrico, anelado, acinzentado, de cerca de 14 cm cm de diâmetro. Folhas pinadas, fortemente arqueadas, longas, pendulas na extremidade, com pecíolo curto; pinas numerosas, verde-escuras na face de cima e e verde-azuladas na parte de baixo, compactamente distribuídas na raque, recurvadas em forma de V, largas e afuniladas em direção ao ápice, truncadas com vários recortes ou dentes. Inflorescências grandes, densas, ramificadas abaixo do palmito, formadas ao mesmo tempo com várias outras. Frutos ovoide-globosos, vermelhos, vistosos, com sementes elipsoides, que podem causar irritação a pele durante o manuseio.

Exigências ambientais -  palmeira tropical rústica e de muito rápido crescimento, é bem adaptada às nossas condições climáticas, tolerando inclusive o frio invernal dos subtrópicos. Adequada para cultivo a pleno sol, aceita trasplante de exemplares adultos.

Origem -Norte da Austrália, nas margens de rios e córregos em florestas inundáveis.

Utilidade - especie ainda pouco cultivada no pais, apesar de suas características ornamentais notáveis, representada principalmente pelo porte elegante e frutos vistosos.

 Até atingir  o porte adulto final, suas folhas são dispostas espaçadamente ao longo do tronco, vindo a formar vindo a formar a copa pequena com o palmito apenas quando atingir a altura máxima. Adequada para parques e jardins, isoladamente e em grupos.



Produção de mudas - frutificação abundante durante os meses de verão. Um quilo de frutos despolpados contém cerca de 1400 unidades. Multiplica-se por sementes que devem ser postas para germinar logo após a colheita de frutos. Germinam em cerca de 60 dias.



Citação - Palmeiras Brasileiras e Exóticas Cultivadas - Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza, Luiz Sérgio Coelho de Cerqueira, Judas Tadeu de Medeiros Costa, Evandro Ferreira.

Estes lindos exemplares da espécie, poderão ser vistos ao lado do Hospital.

PALMEIRAS DO BRASIL - NUMERO 5
PALMEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 2
PALMEIRAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2