quarta-feira, 29 de maio de 2019

Secretaria de Meio Ambiente de Arceburgo/MG - Educação ambiental - Parte 1 - Herbário das árvores brasileiras

Um dos focos maiores do nosso trabalho são as escolas, os alunos, a educação ambiental.
Onde fica nosso espaço de trabalho é um lugar que exploramos várias atividades. 
Plantas, jardins, flores...
Elas  atraem e alimentam abelhas, beija-flores, borboletas....
Por aqui iremos mostrar parte do nosso trabalho.
Escolhemos como numero um, o Herbário de árvores brasileiras.
Ele tem um leque muito grande de informações.
Temos de árvores nativas (existentes, introduzidas), exóticas, frutos. De folhas interessantes, quer seja pela cor, formato, curiosidades.
O herbário irá mostrar ainda: nome popular, nome cientifico, tipo da folha, origem, numero de árvores existentes.
Um fonte para estudos, pesquisas.


Um histórico muito interessante das árvores de Arceburgo/MG.


Planta numero um.
Este tipo de informação numérica, irá mostrar as[arvores existentes no município, brasileiras, exóticas, nativas ou introduzida.


Planta numero 75, já é um numero interessante de espécies que registramos.


Educação ambiental.




















segunda-feira, 27 de maio de 2019

Hamadryas februa

Hamadryas Februa


Família: Nymphalidae
Sub-família: Biblinidae
Planta hospedeira: Delachampia scandens

Biologia - Sua biologia se assemelha a de Hamadryas amphi-nome sendo de fácil criação e desenvolve-se bem em laboratório. Praticamente não existe problemas com parasitoides e doenças em lagartas coletadas no campo. O corpo da lagarta é provido de "espinhos" tornando sua aparência assustadora, mas na verdade é inofensiva.

Citação: Borboletas - Evoneo Berti Filho, João Angelo Cerignoni.

Identificação da espécie feita no Grupo Borboletas e Mariposa Neotropicais, com opinião de Aninha Queiroz e Gustavo de Mattos, Anderson Amaral Costa e Angélica Brückner

A foto foi feita por Daniela Cattani no espaço da Secretária de Meio Ambiente

BORBOLETAS/MARIPOSAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 20

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Águia-cinzenta

Urubitinga coronata




Status (MMA*)
vu  Vulnerável

Também é conhecida como águia-coroada, e antigamente seu nome científico era Harpyhaliaetus coronatus.


Rara, de ocorrência localizada em cerradão e cerrado, presente sobretudo em áreas de relevo mais acidentado, com vegetação preservada. Uma águia enorme. Adulto cinza-amarronzado, com crista arrepiada e e manto mais escuro; cauda curta preta com uma faixa branca e ponta clara. Em voo, o adulto tem asas cinzentas com pontas e bordo posterior pretos. Imaturo marrom por cima, com face e sobrancelhas  branco-sujas. Por baixo branco-sujo com estrias irregulares, às vezes mais escuro nas laterais do peito. Coxas marrom-escuras. Em voo, o imaturo tem asas bem claras por baixo, com ponta das penas e bordo posteriores pretos. O grande porte é suficiente para identificação. Compare com o gavião-preto adulto, mais escuro e sem crista, e com seu imaturo de coxas barradas e também sem crista; também com o imaturo da águia-chilena, quase tão grande, mais escuro e com marcações por baixo inclusive da asa.Pousa em geral em locais expostos, em geral em árvores, mas também cupinzeiros e até chão. Preda mamíferos terrestres e aves e tem hábitos pouco conhecidos. Grito potente um tanto agudo. Muito rara, ocorre em baixas densidades, tendo sofrido redução populacional por causa das ações humanas.
Provavelmente esta mais ameaçada que a legislação brasileira considera.


Citação: AVES DO BRASIL - Pantanal & Cerrado, John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Todor e Martha Argel.


Fotografamos esta ave, eu e a Cristina Rappa, na Fazenda Marimbondo, em 02/11/2017, pousadas em estrutura de uma rede elétrica.Eram dois.
Em 07.11.2017,voltei a fotografa-los, ai eu estava sozinho, em outro local, também eram dois. Gravei o canto. Fiquei sem saber se eram os mesmos vistos na Fazenda Marimbondo.


AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 30

quinta-feira, 16 de maio de 2019

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Louro-pardo

Cordia trichotoma (Vell.) Arráb. ex steud.


Família Boraginaceae

Nomes populares - louro-pardo, louro-batata, canela-batata, canela-batata, frei-jorge ou freijó (Nordeste), ajui, peterebi, cascudinho, louro-cabeludo, mutamba (BA), louro-mutamba, louro-amarelo, louro-do-sul, louro-da-serra


Caraterísticas morfológicas - Altura de 20-30 m, com tronco de 70-90 cm de diâmetro. Folhas simples, ásperas de 8-14 cm de comprimento.

Ocorrência - Ceará até o Rio Grande do Sul,nas florestas pluvial atlântica, semidecídua e no cerrado.


Madeira - Moderadamente pesada (densidade 0,78g/cm³) ,dura, fácil de trabalhar , podendo inclusive ser envergada, de boa durabilidade em ambientes secos  porém sensível ao apodrecimento quando exposta á umidade.


Utilidade - A madeira é amplamente empregada na confecção de mobiliário de luxo,para revestimentos decorativos, lambris,persianas, réguas, obtenção de laminas faqueadas para revestimentos de móveis ,para a confecção de pequenas embarcações, toneis ,caixilhos,etc. A arvore apresenta qualidades ornamentais e pode ser utilizada no paisagismo em geral.É ótima para reflorestamentos, heterogêneos destinados a recomposição de áreas degradadas de preservação permanente.

Informações ecológicas - Planta decídua, heliófita, seletiva xerófita, característica de formações mais abertas e secundárias das florestas pluvial e semidecídua. È pouco exigente em solos,exceto quando muito úmidos. É uma planta pioneira das mais comuns em qualquer capoeira em regeneração no sul do país, chegando mesmo a constituir-se em planta daninha ao longo de cercas. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis.

Fenologia - Floresce durante os meses de abril - julho ficando quase totalmente despida de sua folhagem, conferindo á planta grande beleza. Os frutos amadurecem nos meses de julho - setembro.


Obtenção de Sementes - Colher os frutos (inflorescências secas) diretamente da arvore quando iniciarem a queda espontânea e deixa-las ao sol para uma secagem leve, isso facilita a remoção dos pedúnculos e pétalas secas através do esfregaço manual. O cálice permanece aderente ao fruto, sendo praticamente impossível a retirada da verdadeira semente. Um quilograma do material assim preparado contém 35.200 unidades.


Produção de mudas - Os frutos com o cálice aderente devem ser postos para germinar em canteiros semi sombreados contendo substrato organo-argiloso até um prazo máximo de 5 meses após a colheita. A germinação é lenta (50 - 90 dias) , porém abundante. O desenvolvimento das plantas no campo é rápido, atingindo facilmente 3,5 m aos 2 anos.

Citação: Árvores Brasileiras - Harri Lorezenzi - Volume I

A identificação da espécie foi feita pelo amigo Antonio Carlos Scutti.

A árvore alimenta pássaros.
É ornamental.
É apícola.
A madeira  é interessante.

Fotos colhidas no Baracho.


ÁRVORES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 36

PLANTA APÍCOLA DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 11









terça-feira, 7 de maio de 2019

Sons que lembram instrumentos musicais da Cachoeirinha do córrego do Baracho - Arceburgo/MG.

Cachoeirinha do córrego do Baracho - Arceburgo/MG - video

Cachoeirinha do corrego do Baracho

A observação de aves é uma atividade de suma importância, sobre vários aspectos.
Um que posso citar é conhecer, divulgar, estudar os espaços que frequentamos.
Aqui poderia citar esta cachoeira, ou melhor cachoeirinha deste córrego. Estou chamando de cachoeira, pois para mim o é. E eu não sabia que córregos tinham cachoeiras!!!
E um fato que me chamou atenção foi que fiz estas fotos em setembro, época de seca, escassez de água. Os vídeos que fiz, e vou postar irão mostrar que estava com fartura de água. 


Este córrego nasce nas terras da Fazenda Santa Rita, e deságua no Rio Canoas, informações dadas pelo Thiago João.


Entorno da córrego, da cachoerinha.


Vista de longe a água caindo sobre as pedras.


A beleza natural, rustica, do entorno. Muitas pedras.



CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 20

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 15

CACHOEIRAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 3











quinta-feira, 2 de maio de 2019

Flores silvestres de Arceburgo/MG - Numero 1


Nas minhas andanças pelas matas da minha cidade, fazendo observação de aves, sempre me chama atenção as flores silvestres. Também por onde vou, quer seja do Parque Nacional da Serra da Canastra, Itatiaia...lá estão elas dando colorido e vida  na paisagem local. Interessante que muitas são rasteiras, dai a necessidade de se agachar como uma criança, ou ajoelhar, como se fosse uma reverencia a planta, a natureza, ao próprio Criador. Isto para entrar em contato com a planta, e consequentemente fotografar. Nesta ação vejo, sinto DEUS.
Dai resolvi escrever no Blog sobre elas, muitas sem a identificação, a espera que alguém que lendo estas postagens possa ajudar neste quesito, de falar algum detalhe sobre elas.



Aqui as folhas deste lindo arbusto, onde nasceu, entre outras plantas dando um colorido no verde da mata.




Pesquisa sobre flores silvestres da Lagoa da Jansen se torna livro


As flores silvestres são espécies das florestas tropicais, onde são abundantes e de grande importância ecológica. Entretanto, têm sido negligenciadas em estudos florísticos e fitossociológicos, como explica a pesquisadora e professora aposentada do Departamento de Biologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Antonia Lima Oliveira, em seu livro “Flores Silvestre da Lagoa da Jansen”.


Citação:

15 de ago de 2013 - As flores silvestres são espécies das florestas tropicais, onde são abundantes e de grande importância ecológica. ... “Algumas espécies ficaram sem as estruturas que possibilitassem sua identificação e estão representadas ...