sábado, 26 de novembro de 2011

Flor-de-são-miguel

Petrea subserrata

Trepadeira semi-lenhosa,nativa do Brasil, de 3-5 m de altura,com ramos reclinados, de florescimento vistoso. Folhas ásperas, coriáceas, simples, decíduas no inverno, de margens  serreadas.

Inflorescências com numerosas flores estreladas de cor azul-arroxeada, formadas no inverno e primavera. Ocorrem plantas de flores brancas divulgadas como variedade " alba". Confunde-se com  P. volubilis L.,que possui folhas menores e com margens lisas. Alguns autores a consideram como a mesma espécie.


É conduzida como planta trepadeira, com ramos volúveis amparados em suportes, revestindo grades, pérgolas, cercas e pórticos. Tolerante a climas frios, principalmente em regiões de altitude.

Multiplica-se facilmente por sementes e com maior dificuldade por estacas.
Cit.Plantas Orn. no Brasil- Lorenzi, Hermes Moreira.



Jardim dos Beija-flores - Planta numero 11

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Curiosidades Botânicas - 1

Gosto muito de polinização, enxertia, de colocar juntas plantas de cores diferentes, para ver como os agentes polinizadores trabalham.
No Parque Ambiental e na extensão do muro do campo da Associação Atlética Arceburguense, fiz isto com a Russélia - Russelia equisetiformis -


Foto que fiz no Parque Ambiental, onde as cores palha e vermelha foram colocadas juntas.Vejam o que aconteceu.
No muro do campo da A.A.A. plantamos , na sua extensão130 metros desta planta, totalizando 200 mudas.
Dentro de breve irá ao ar matéria recente, feita neste espaço por um emissora de TV. Aguardem...
Para saber mais sobre esta planta que atrai beija-flores procure no arquivo do nosso Blog.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Pôr do Sol

Sai para observar aves, com meu amigo Licinho.
Na volta passando perto da Fazenda do meu amigo Hildebrando Bicudo, aqui em Arceburgo-MG, deparei com estas imagens , que compartilho com vocês

As vezes no corre-corre do dia-a-dia, perdemos imagens que a Mãe Natureza nos proporciona.
Nascer e por do sol, fases da lua, chuva, estrelas, flores desabrochando, frutos amadurecendo...


São as pinturas que a mão do nosso Criador faz a cada segundo, mudando de tons, formas,  isto é DEUS.

sábado, 29 de outubro de 2011

Beija-flor-verde-do-peito-azul

Amazilia lactea

Distribuição geográfica:  Do Espírito Santo a São Paulo, inclusive Minas Gerais, sul da Bahia e alto Paraguaçu.
Características: Medidas: Comprimento 95mm. Asa 55. Cauda 33. Bico 18. Peso 4,2g. 14,5 x 9,0mm. temp. 41º C.
Dimorfismo sexual pouco diferenciado.
Habitat: Vive nas florestas, scrub e savanas das Províncias Central e Atlântica, onde visita todos os ecossistemas, e também nos jardins e pomares.
Migração: pequena migratória
Descrição: Lado dorsal com fronte, vértice e nuca, pardo--bronzeado escuro; verde pouco brilhante,  supracaudais verdes bronzeados claros, retrizes centrais cor mate-escuro bronzeado, as restantes enegrecidas, sem brilho e com extremidade mais clara e acinzentada. Lado ventral com mento, garganta e peito azul-violeta iridescente, barriga branca,  infracaudais,   brancas com disco central negro. Flancos esverdeados. Bico com maxila negra e mandíbula vermelha, tendo a ponta negra. Fêmea como macho, tendo a coloração mais pálida e menor brilho. Jovens, como a fêmea.
Comportamento: Nidificação, postura, incubação, cuidados com a prole a cargo da fêmea.
A incubação dos dois ovos é feita em 14 dias, e jovens nidícolas deixam o ninho em 22 dias de idade.
O banho é tomada em folhas úmidas de orvalho ou de chuva e em filetes de água dos córregos ou cascatinhas.
Cit. Aves do Brasil - Augusto Ruschi
Foto que fiz no Centro Ambiental, da ave pousada , no ramo da  Russélia. Limpando o bico após sugar o néctar.

Beija-flores de Arceburgo-MG - Número 7

sábado, 22 de outubro de 2011

Emu

Dromaius novaehollandiae

Alimentação - insetos, brotos, folhas e frutos.

Origem - Austrália

Ameaçado de extinção.
                                Foto que fiz no Bosque e ZOO, Fábio Barreto de Ribeirão Preto-SP

Ovo do Emu, do meu acervo, da Secretária de meio Ambiente. Doação do lindo ZOO de Bauru-SP.
Curiosidade desta espécie, é o macho que choca os ovos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Lixa , lixeira

Aloysia virgata

Árvore Apícola.

Características morfológicas - Altura de 4-6 m, com tronco de 15-25 cm de diâmetro. Folhas simples, extremamente ásperas, de 8-13 cm de comprimento por 5-7 cm de largura. Flores brancas plumosas.

Ocorrência -  Bahia, Espírito santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, nas formações secundárias das florestas semidecíduas(da bacia do Paraná e de altitude).

Utilidade  - A  madeira pode ser empregada para cabos e ferramentas, confecção de artefatos de madeira. As folhas foram usadas outrora para lixar madeira, e as flores são melíferas. Pode ser usada na arborização urbana. É de crescimento rápido.

Informações ecológicas - Planta decídua, heliófita, seletiva xerófita.


Fenologia - Floresce de agosto até inicio de novembro com a planta quase sem folhas.


Além de apícola, suas flores exalam um delicioso perfume



Fiz estas fotos hoje, no Centro Ambiental, num espaço que criamos das plantas apícolas, que já conta com mais de 50 espécies.

Ação em prol das abelhas.

Plantas apícolas - Numero 1

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Onça-Pintada

Panthera onca  (Linnaeus, 1758)

Nomes populares - Onça-pintada, onça, jaguar-canguçu, jaguaretê, canguçu.

O nome yaguar é palavra nativa norte-americana, que significa "matador" e onca (onça é corruptela do português) é um nome usado por nativos sul-americanos.

É o maior felino do continente americano, cujo peso varia de 61,0 a 158,0 kg. O comprimento total tem variação  de 188,2 a 207,2 cm, sendo os machos maiores que as femeas. Além disso indivíduos de áreas abertas parecem ser maiores do que aqueles que vivem em áreas de floresta, talvez em decorrência de maior abundancia de presas de grande porte.

A coloração é amarelada na cabeça, dorso, patas e cauda, e esbranquiçada no peito e ventre. A cabeça, pescoço epatas são revestidos por pintas pretas, nos ombros, costas e flancos as pintas formam rosetas com um ou mais pontos no seu interior.

Seu habitat básico inclui florestas, matas de galeria, cerrados, caatingas, pantanais, e em geral próximos às coleções de agua, pois durante as horas quentes do dia podem permanecer parcialmente submersos em córregos e lagoas. Os hábitos são solitários, predominantemente noturnos e terrestres, apesar de escalar árvores e nadar muito bem. Para marcação de seu território, utilizam sinais visuais (arranhados e fezes), olfativo (urina e fezes) e auditivos (esturros) (Eisenberg & Redford, 1999). Sua dieta é essencialmente carnívora, composta principalmente por vertebrados de médio e grande porte, como anta(tapirus terrestris), capivara(Hydrocherus hydrocheris), cateto(Pecari tajacu), queixada(Tayassu pecari)....gado em fazendas. 

Um jaguar seguido no Brasil arrastou um cateto parcialmente comido por 1 km, e na Costa Rica arrastou tartarugas marinhas com peso de até 200 kg para bem dentro da floresta.

Durante  caçadas noturnas algumas femeas monitoradas percorreram distancias de 3 a 4 km enquanto alguns machos moveram até 10 km por noite. No oeste do México um individuo percorreu 20 km em uma noite de caça.

Os machos e as femeas encontram-se apenas no período reprodutivo e o estro da femea da femea dura 6 a 17 dias, mas a copulação é rápida e frequente, até 100 vezes por dia. A gestação varia de 90 a 111 dias, com numero médio de dois filhotes. A mãe cuida do filhote até ele completar cerca de dois anos e neste período ensina a caçar e sobreviver.

Há muito registro de ataques a pessoas, e a maioria destes são especulativos, ocorrendo especialmente em situações de estresse pelo animal, como a defesa de filhotes e de presas abatidas, e durante as caçadas.
Citação - Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist



Fotos que fiz no Zoo Fábio Barreto em Ribeirão Preto-SP


Distribuição geográfica.
Sul do E.U.A. até Sul da América do Sul (exceto Chile e Uruguai)

Ameaçada de extinção.

sábado, 8 de outubro de 2011

Belezas Naturais de Arceburgo/MG - Parte I - Poço das Antas

Poço das Antas


Local  de mata preservada, aves, bichos, lindas árvores, rio. A água que faz seu percurso por entre enormes pedras, esculpidas,  pela força da água e pelo tempo.
Veja atentamente nas fotos estes desenhos feito pela Mãe Natureza.



Foto que fiz ontem ao cair da tarde, fui fotografar aves, o encanto e magia do lugar me inspiraram a postar esta matéria, para compartilhar com vocês. O que é belo tem que ser mostrado.

A água cristalina fazendo o seu percurso, o verde , a beleza da vegetação ao fundo, mais acima o morro.

Aqui barulho da água, inspira os pássaros a fazerem suas linda melodias. veja mais uma vez os sulcos nas pedras feitos pela água.

Belezas Naturais de Arceburgo - Número 1

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Chapéu-chinês-roxo

Holmskioldia tettensis

Verbenaceae

Árvore pequena ou arbusto grande de 4-6 m de altura, originária da Ásia, de tronco ereto com casca rugosa de superfície cinza-esverdeada, com estrias brancas longitudinais e cicatrizes nodosas, irregulares
Ramagem numerosa, fina, formando copa alongada
Floresce o ano todo.

Multiplicação -  multiplicas-se apenas vegetativamente, tanto por estacas como por alporques.

Uso - planta de grande beleza quando em flor, tem sido utilizada como arbusto podado, a meia sombra ou a sol pleno. É de crescimento lento.
A planta é muito visitada por Beija-flores e sebinhos.

Cit.Árvores Exóticas no Brasil - Harri  Lorenzi - Hermes M.de Souza - Mario Antonio Virmond Torres-Luis Benedito Bacher


Jardim dos Beija-flores - Planta numero 10

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pegadas de Dinossauros nas calçadas de Araraquara

ARARAQUARA - SP.  

 Já tinha visto uma reportagem sobre as pegadas de Dinossauros nas calçadas de Araraquara. 
Este final de semana passei em Araraquara-SP, na casa dos meus amigos Reinaldo e Mara Costa, e fui ver de perto estas pegadas.

Abaixo, foto que fiz das placas que ficam ao lado das pegadas, explicando sobre o assunto:


Cláudio Dias - Araraquara
"Muitos não sabem, mas as calçadas da área central de Araraquara, no interior de São Paulo, escondem evidências da existência de mamíferos e de outros dinossauros maiores do período jurássico e cretáceo no Brasil, há cerca de 140 milhões de anos. As pegadas podem ser facilmente encontradas em placas de arenito usadas nas calçadas da cidade."

Esta foto que fiz retrata bem sobre o assunto:

Morador de Araraquara, o professor e paleontólogo Marcelo Adorna Fernandes, do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), conta que as pegadas foram descobertas por acaso. De acordo com a história da paleontologia da região, em 1976, ao sofrer uma dor de dente, o padre italiano e paleontólogo Giuseppe Leonardi parou em Araraquara. Ao passear pela cidade, ele achou centenas de pegadas de dinossauros e se entusiasmou. "Ele descobriu essa abundante fauna fóssil", disse Adorna.
Pesquisa Google - Redação Terra




Outra foto que fiz nas calçadas abaixo.
Agradeço ao Daniel Costa pela paciência de nos acompanhar pelas ruas de Araraquara-SP.

  

Para saber mais sobre a presença dos Dinossauros na região, leia no Blog.
Pesquisar
Museu de Paleontologia de Monte Alto - SP.