sábado, 6 de outubro de 2012

Espaço Augusto Ruschi

Dia da Ave
05 de outubro de 2012

ÁREA VERDE = 14.600 M²

Em comemoração a esta data inauguramos o Espaço Augusto Ruschi, ao longo da rodovia BR 491, que liga Arceburgo-MG a Mococa-SP, ao lado da entrada da Fazenda Santa Rita da família do Sr. Márcio Meireles.
Era um local, com capins altos que todo ano, na época da seca, era alvo de queimadas.
Além de destruir todo tipo de vida ali existente, também deixam um cenário triste , para as pessoas que por ali transitavam.
Limpamos o local e fizemos. A área é de 14.600², onde plantamos 650 mudas de 20 espécies, que são fonte de alimento para os Beija-flores, porém, outras aves também virão, além de borboletas, abelhas, joaninha,etc.
Augusto Ruschi, homenagear quem tanto fez, principalmente para os beija-flores e pouco se fala dele.
Vou falar só um pouco sobre ele, faltaria espaço, para contar mais sobre esta figura tão importante.
Brasileiro, capixaba, patrono da Ecologia do Brasil.
Seus trabalhos estão ligados à fauna e à flora do Espirito Santo, principalmente,  com as aves e, em especial, os beija-flores, orquídeas e bromélias, descrevendo várias especies novas.
Foi sem dúvida o maior especialista mundial sobre beija-flores, deixando a mair obra escrita sobre eles.


 Momento de descerramento da placa, a esquerda um carro passando BR 491, a direita já se vêem as plantas, algumas já florescendo.


Placa  explicativa sobre o projeto.


Coincidências, em 2003  um amigo, sabendo que eu colecionava notas antigas, deu-me de presente algumas notas, e entre elas  esta que esta foto acima, que estampa Augusto Ruschi olhando uma orquídea.
No mesmo dia recebi da minha amiga Marilande Ruschi, esposa do  Augusto Ruschi, esta prancha com foto dele, ou seja material que foi usado para produzir a nota do antigo quinhentos  cruzados novos.

ÁREA VERDE 14.600 M²
650 PLANTAS.
20 ESPECIES.
RESUMO DAS PLANTAS
175 mini-flamboiã.
70 grevílea-anã
60 russélia
60 camarão-vermelho
55 eritrina-candelabro
45 justícia-amarela
35 caliandra
40 escova-de-garrafa
30 malvavisco
20 fruta-do-sabiá
20 odontonema
15 chapéu-de-napoleão
15 cambará
10 flor-de-são-joão
5 hibisco
1 pedilanto
1 ipê-amarelo
2 sininho

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jardineiro

Jardineiro - Individuo que trata de jardim ou sabe jardinagem.
Aurélio Buarque - Pequeno Dicionario da Língua Portuguesa.
Assim é definido, para aquele que prepara a terra, como ninguém.
Costumo dizer que o jardineiro, já faz o jardim só com o preparo da terra. Ali já tem formas, desenhos, vida.
Mãos calejados, sol, chuva, vento lá esta ele: preparando um cova, colocando o adubo, podando, e geralmente não aparece, ficam nos bastidores.
Aqui em Arceburgo, todos projetos meus, nos dias  de evento costumo leva-los. E os chamo  para ocuparem posição de destaque. Nesta sexta-feira, dia da ave estarei repetindo isto, no Espaço Augusto Ruschi, onde eles plantaram 650 plantas que atraem Beija-flores.

Licinho esta comigo há mais de cinco anos Nos projetos que fazemos, ele sempre leva sementes de flores no bolso. Me diz esta é para abelhas, aquele para o sabiá, outra para a borboleta, e por ai vai. Este tem o cheiro da terra.
No nosso espaço de plantas medicinais, pelo zelo, cuidado, do Licinho a Mirra ficou assim.

Baianinho, o jardineiro de Roberto Burle Marx, esta no sitio há mais de 40 anos. Tive a honra de tirar esta foto com ele. Tenho "inveja" dele, por ter estado, por perto do nosso patrimônio, Roberto Burle Marx.Quanto lição de vida, sabedoria ele viu ouviu do mestre. Muito além do jardim.
Foto feita no Sitio Roberto Burle Marx- Barra da Guaratiba-RJ
Quantos jardins, saíram de suas mãos.
Mas Burle Marx, ao deixar seu  sitio para a Humanidade entre suas exigencias, uma delas foi de que não se mexesse com o Baianinho. Ele deveria continuar trabalhando lá, e até hoje estaque o Baianinho, por ali ficasse.
 João Batista Pereira esta comigo em quase tudo que faço de Meio Ambiente.
Agora cuida do Parque Ambiental, cuida das plantas, dos patos, marrecos, tartarugas.
Uma vez eu estava plantando 100 arvores em uma Praça, o chão estava duro,seco.
Enquanto fui em uma fazenda atraz de um trator com o furador, e retornei ela já tinha feito com uma cavadeira quase todas covas. Veja a beleza do`Parque que ele cuida.
A mão de quem faz brotar flores. Flores e jardins que alegram e enfeitam mansões, palácios e até casebres.

Escolhi esta foto para simbolizar o meu respeito e apreço ao Jardineiro. Resgate.
Foto livro a Meditação andando - Thich Nhat Hanh.

 No exterior o Blog foi visto na Eslováquia.
No Brasil nas cidades de:Cubatão-SP, Formosa-GO, Gravataí-RS e e Itajubá-MG.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Bugio-preto

Amizade entre uma femea de Bugio e o Sr. EURÍPEDES BARBOSA DE MORAES – desperta atenção dos moradores de ITAPAGIPE-MG

Alouatta caraya

Gênero Alouatta Lacépède 1799

O gênero Alouatta, dentre os primatas neotropicais, é o que apresenta a mais ampla distribuição geográfica, ocorre desde o Estado de Vera Cruz, no México, at´o Sul da América do Sul, no Uruguai e Argentina, também ocorre na ilha de Trinidad e na porção pacifica do Andes, no Equador e Colômbia. Os representantes do gênero Alouatta, figuram entre os maiores primatas neotropicais, com seu peso variando de 4 a 7 kg, e sua altura varia de 30 a 75 cms., sendo que o comprimento da cauda pode chegar a 80 cm. Os machos são maiores que as femeas e apresentam uma pelagem mais densa, principalmente na região gular, onde se forma uma espessa barba.
Os "bugios" são bem são bem conhecidos das populações locais pelos gritos. Vocalizam geralmente envolvendo todo grupo, que pode ser ouvido em particular no inicio da manhã e são audivieis a distancias de 1 a 5 km de distancia.
Vivem em  floresta montanhosas úmidas ou vegetação mais aberta como caatinga, cerrado,  babaçual ou de araucária.
São essencialmente arborícolas, descendo ao chão raramente para beberem água.vivem em grupos de 4 a 8 indivíduos  podendo chegar a 15.
Eles gastam até 70% do seu dia deitados e sentados silenciosamente entre os galhos, digerindo folhas novas em fermentação.
Cit. Mamíferos do Brasil- Tomas Sigrist -


Foto do bugio  femea, o macho é preto, quando adultos.
Identificação feita por Luiz Pires, Presidente da SZB


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Jararaca

Bothrops moojeni

É conhecida por jararaca ou caiçaca
Trata-se de uma serpente venenosa de hábitos noturnos que se alimenta de rãs e roedores quando jovem e roedores quando adulta. Ocorre aproximadamente do centro do Estado de São Paulo até o Mato Grosso. Esta espécie é a principal causadora de acidentes ofídicos do centro oeste brasileiro. Seu veneno faz parte do "pool" do soro antibotrópico.
Cobras - Brasil: 40 especies são peçonhentas.
Menos de 20% das cobras conhecidas no País são peçonhentas.
As 40 especies, divididas em dois grupos - crotalíneos(Jararaca, Cascavel e Surucucu) e elapíneos (Coral verdadeira), fazem perto de 20 mil vitimas por ano.
Jararacas: São encontradas em todo o País e responsáveis por 88% dos acidentes registrados. Existem mais de 30 variedades, que apresentam diferentes cores e desenhos. Quando adulta seu tamanho varia de 40 centímetros a dois metros. Sua cauda é lisa. Outras denominações: caiçaca,jararacuçu cotiara, cruzeira, urutu, jararaca-do-rabo-branco, surucucurana.


Foto que fiz perto do Rio da Onça.

sábado, 22 de setembro de 2012

Reprodução do Beija-flor-verde-de-peito-azul

Amazilia lactea
(9,5 cm)

FAMÍLIA TROCHILIDAE
SUFAMILIA TROCHILINAE

Ordem Trochiliformes


Etimologia: Amazilia - homenagem a Amazili, heroína inca do romance francês Les Incas, ou la destruction de l' Empire du Pérou, 1777, de Jean François Marmontel; lactea - do latim lacteus = branco como leite, opaco (lac, lactis = leite). Cit Aves Brasileira Johan, Christian Dalgas Frisch.

Época de reprodução
 Nas aves esta ligada as estações do ano.
Tem a muda de penas, migração e a reprodução que todo ano se repete, e no Brasil  como em todo planeta, quer seja pelo aquecimento global e por condições momentâneas climáticas, isto pode ser variável. Uma seca que se prolonga as chuvas atrasadas , etc.

Área territorial e nidificação
Os beija-flores possuem uma área territorial individual muito muito grande, delimitada pela área de alimentação; mas a área de nidificação é mais restrita e esta contida dentro da área territorial. Cada femea procura sempre nidificar no mesmo local, chegando, em muitos casos, de algumas especies,  a efetuarem a superposição de novo ninho sobre o ultimo anterior. Existem casos de até quatro ninhos superpostos.
O abandono desta área preferida e escolhida se  da por acidente, seja pelo rompimento do ramo ou suporte de sustentação do ninho, ou ainda por perseguição de um predador, ou ainda serem perturbados por outro animal nas proximidades.


Esta especie pode ser observada visitando as flores de Ingazeiras, próximas aos rios e também no  Eucalyptus robusta, Genipa americana e Citrus sps., além de muitas outras.
Também é visto em pomares e área urbana (jardins).


Nidificação, postura, incubação, cuidados com a prole a cargo da fêmea. A parada nupcial, e a exibição da plumagem é a fase de maior galanteio, com a contração e soltura da parte iridescente da garganta, para ativar a mudança de nuance da coloração, bem como a abertura do bico que se faz por algumas vezes, ao mesmo tempo que abre a cauda e emite som rápido em trinado com certa melodia. O ninho é construído num ramo horizontal, a uma altura do solo que varia de um e meio a três metros.
A incubação dos dois ovos é feita em 14 dias e os jovens nidícolas deixam o ninho aos 22 dias de idade. Cit Aves do Brasil, Augusto Ruschi.


Fiz estas fotos na Praça do Sacaia, o Beija-flor construiu seu ninho numa altura de 2 metros do solo, na linda árvore Pau-de-rosas. Vejam a beleza do ninho. Os liquens e musgo além de dar sustentação ao ninho, também ajudam a torna-lo mais belo.
Nota: Enquanto estava terminado este texto, são 18,26 horas, chegou para cuidar do ninho a femea do Sabiá. Eles fizeram seu ninho em um vaso de cacto-macarrão na minha garagem. A femea já fez a postura de 1 ovo. Ao mesmo tempo uma borboleta olho-de-coruja, entrou e se instalou na minha sala, ao lado do lustre. Resta render-me ao Criador do Universo, e agradece-lo por proporcionar-me tudo isto.

Hoje o Blog no exterior foi visto na Áustria.
Aqui no Brasil nas cidades de: Anápolis-GO, Barroso-MG, Candelária-RS e Fortaleza-CE. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pombão

Patagioenas picazuro

34 cm

Outro nome popular: Asa-branca

FAMÍLIA COLUMBIDAE
Ordem Columbiformes
(Pombas, rolinhas e juritis)


Comum, de ocorrência ampla em áreas abertas, capoeiras, sedes de fazendas e cidades. Na região é a mais comum das pombas grandes e foi beneficiada pela expansão agropecuária. Olho laranja-avermelhado. Cor geral cinza-vinácea, nuca e dorso superior com fino escamado branco bem visível, barriga mais cinzenta; asa mais escura, com faixa branca mais visível, sobretudo em voo; cauda cinza azulada, mais escura na metade terminal. Compare com a pomba-galega, menor, sem branco na asa, sem escamado no pescoço. Muito gregaria; pode percorrer longas distancias entre os locais de pernoite e de alimentação, voando alto, com batidas de asa rápidas e decididas. Alimenta-se em geral no chão, sendo comum em pastos e plantações; pousa e aninha em arvores. A voz é um "hu-uu, hu-hu-huu, hu-hu-huu" lento, que começa com uma longa nota arrastada, caracteristica, e que pode ser intercalado com arrulhos graves(dados também sozinhos). Cit. Aves do Brasil- Pantanal & Cerrado, John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Todor e Martha Argel.


Ave de belo porte, elegante. Notei que ela gosta da fruta da jurubeba Instrui o pessoal que trabalha na minha equipe para não cortar os pés da jurubebas que nascem expontaneamente, deixando-as para ser mais uma fonte de alimento para esta especie.


Vejam a beleza deste bando em foto que fiz próximo a Mata Ciliar do Rio da Onça.
Parece que elas posaram para a foto.


A sequência de fotos acima, fiz aqui em Arceburgo-MG,  o video em São Carlos-SP.


Fiz esta este video, no Parque Ecológico de São Carlos-SP, com a colaboração da Bióloga e Pedagoga Ariane Leoni, que me facilitou acesso nas dependências deste lindo Parque.
Veja no video a beleza das escamas no dorso, o visual do bico e olhos , canto.
No exterior nosso blog foi visto em Luxemburgo.
No Brasil nas cidades de: Amargosa-BA, Arapongas-PR, Ararangua-SC e Araçatuba-SP. 

Aves de Arceburgo-MG - Numero 12

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

José Luiz Ortega Péres - "ORTEGA"


Fotos de Ademir Carosia, feitas na cidade de Arceburgo-MG, servem de inspiração para o pintor espanhol "Ortega".

José Luiz Ortega Pérez. “ORTEGA”, nascido em Burgos na Espanha em 28 de Abril de 1943, residiu no Caribe, retornou ao seu país e, desde 1962, reside no Brasil. Diplomado em curso superior de Artes Plásticas pelo “ Palácio Nacional de Bellas Artes ”, em Santo Domingo (onde funciona a " ESCUELA NACIONAL DE BELLAS ARTES ''nas materias, dibujo artistico, pintura, artes aplicadas y grabado.Fundada que foi pelo pintor burgalés JOSÉ VELA ZANETTI em 10 de julho de 1.943, e diretor geral da mesma à época da formação) e posteriormente, pós-graduado em Reprodução e Restauração de Obras de Arte na mesma instituição de ensino, chegou ao Brasil como retratista e, hoje, após mais de 30 premiações e inúmeras participações como jurado, dedica-se à Arte em full time , pintando constantemente e expondo as suas obras no Brasil e no Exterior.
   Fez curso de Desenho de Aperfeiçoamento na “ Escuela Municipal de Dibujo Artístico ” e de Pintura Artística na “ Escuela Sindical de Artes e Ofícios ”, ambos em Burgos, Espanha. com os professôres "Sr. RIGOBERTO GONZÁLEZ ALCE, Sr. CONSTANTINO CABEZON", respectivamente.
   Concluiu o Curso Técnico de Arquitetura Mobiliar e de Interiores pela “CEAC”, Barcelona-Burgos (Espanha).
   Lecionou Desenho de Perspectiva na “Escola Protec” em São Paulo, Arquitetura de Interiores na “Associação Sambernardense de Belas Artes”, em São Bernardo do Campo, São Paulo.
   Lecionou também Pintura Artística na área de Figura Humana e Retrato na “Escola de Artes Matisse”, em São Paulo e ministrou inúmeros seminários práticos de retrato, bem como workshops e palestras específicas.
   Atualmente, leciona Desenho e Pintura em seu Atelier em São Paulo, em domicílio e em diversas instituições.
   Promoveu e participou de dezenas de exposições e foi membro de júri em outras tantas. Detém ao todo vinte e nove premiações e seus trabalhos fazem parte do acervo do “Museu da Caixa Econômica Federal em Brasília”, do acervo do “Vacance Hotel” em Águas de Lindóia, da coleção particular do Comendador Piero Pollone – Santo André, e do Senhor Celso Maluhy em São Paulo e outras coleções além do Brasil em Espanha, Portugal e Chile. 
É catalogado na “Enciclopédia de Artes Júlio de Lousada” nos números quatro, cinco, seis, sete e oito – São Paulo, na “ Art Trade International Guide of Cotation ” – Porto (Portugal) e no “ Annuaire de L'art International ” – Paris (França) e outros. 

ORTEGA __
  PINTOR ARTISTICO ESPECIALIZADO EM FIGURA HUMANA E RETRATO, PÓS-GRADUADO EM REPRODUÇÃO E RESTAURAÇÃO DE OBRAS DE ARTE, FORMADO EM INTERIORES E DESENHO DE PERSPECTIVA.
   TRABALHOU COMO DESENHISTA DE PUBLICIDADE, ILUSTRADOR DE CAPAS DE DISCOS, CAPAS E INTERIORES DE LIVROS, DESENHISTA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS "HQ" E RESPECTIVAS CAPAS, DESENHISTA DE CARICATURAS "CARTOON", DESENHISTA DE ESTAMPARIA DE TECIDOS, PAPÉIS DE PAREDE, PROJETISTA E DESENHISTA DE MÓVEIS, INSTALAÇÕES, PLANTISTA E MODELISTA DE DECORAÇÃO DE INTERIORES, DESENHISTA - PERSPECTIViSTA DE ARQUITETURA CIVIL E MAQUETISTA DE CONSTRUÇÕES.


Foto que fiz na estrada da fazenda, do meu amigo Hildebrando Bicudo.

         
  Telas expostas em Arceburgo-MG, no Instituto Histórico.


Foto que fiz e está publicada com detalhes no meu Blog, em Retratos Rurais de Arceburgo-MG.


Para saber mais sobre o artista acesse: www.ortegaart.com

Nesta semana o Blog foi visto na Sérvia.
Algumas das cidades brasileiras onde o Blog foi visto esta semana: Machado-MG, Limeira-SP, Joinville-SC e Goiânia-GO.




segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Instituto Moreira Salles



O Instituto Moreira Salles é uma organização sem fins lucrativos fundada por Walther Moreira Salles em 1990. É administrada pela família Moreira Salles e tem por finalidade exclusiva a promoção e o desenvolvimento de programas culturais atuando principalmente em cinco áreas: fotografia, literatura, biblioteca, artes plásticas e música brasileira.
Parte dos acervos fotográficos, literários, musicais e de artes plásticas estão disponíveis para consulta no site da instituição [1], assim como em seus centros culturais, espalhados pelo Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo e Poços de Caldas), quatro Galerias (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre). Possuí ainda, Reservas Técnicas nas áreas de Fotográfica, Música, Biblioteca e Pinacoteca [2] - localizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de um canal de rádio na internet.[1]
Algumas características diferenciam o IMS de outras instituições culturais privadas do Brasil e do exterior. Uma delas diz respeito à sua forma direta de intervenção: contrapondo-se à prática do mecenato tradicional, a instituição prefere atuar fundamentalmente em iniciativas que ela própria concebe e executa. Outro fator que singulariza a atuação do Instituto Moreira Salles é a prioridade que ele confere a projetos de médio e longo prazos, o que significa escapar da fugacidade dos eventos, desenvolvendo programas regulares voltados para a formação e o aprimoramento do público.
Uma terceira característica do IMS decorre da circunstância de contar com centros culturais localizados em três estados brasileiros – um em São Paulo, dois em Minas Gerais (em Belo Horizonte e Poços de Caldas) e um no Rio de Janeiro, que abriga também a Reserva Técnica Fotográfica, Literária e Musical; o que lhe permite operar de maneira integrada.
Considerados em seu conjunto, o Instituto Moreira Salles é um dos maiores complexos privados dedicados à cultura e às artes no Brasil.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Código: SN126
Carmem Miranda, década de 1940
Fotografia: Jean Manzon / Acervo CEPAR Consultoria

Código: P004TF076622
Dia da inauguração (vista do palácio do Congresso Nacional), 1960
Crédito: Thomaz Farkas/ Acervo Instituto Moreira Salles 
Código: 010DFCA21008
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida em construção, ou Catedral de Brasília, em construção, c. 1959
Brasília, DF
Crédito: Marcel Gautherot/ Acervo Instituto Moreira Salles 
Código: P004TF076513
Dia da inauguração (presidente Juscelino Kubitschek), 1960
Crédito: Thomaz Farkas/ Acervo Instituto Moreira Salles

Conheço estes dois espaços. O de Poços de Caldas-Mg além de cultural , aconchegante, o bom café mineiro, complementa a visita. O do Rio de Janeiro a beleza do local, paisagismo, trabalhos de Roberto Burle Marx e me chamou atenção a sala do cinema, na lateral se avista belos jardins, e uma plantação de bambus.
Algumas das imagens da Exposição de O Cruzeiro e As Construções de Brasília.
Contei com a colaboração e gentileza da Nathalia Pazini, do IMS de São Paulo.

No Exterior nosso Blog foi visto, nesta semana, em Bangladesh.
No Brasil nas cidades de: Santo Angelo-RS,  Solanêa-PA, Santos-SP e São João Del Rei-MG.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Jardim Botanico Plantarum

 JARDIM BOTÂNICO PLANTARUM
NOSSO LEMA É “CONHECER PARA PRESERVAR”.

Situado na área urbana de Nova Odessa (Região Metropolitana de Campinas, a cerca de 120 km da Cidade de São Paulo – SP), o JARDIM BOTÂNICO PLANTARUM é um centro de referência em pesquisa e conservação da flora brasileira.
Foi idealizado a partir de 1990, por iniciativa do engenheiro agrônomo e botânico brasileiro Harri Lorenzi.
Com objetivo de contribuir para a conservação da flora brasileira, o pesquisador percorreu, por mais de 30 anos, a maior parte dos ecossistemas da América do Sul, em expedições científicas realizadas pelo Instituto Plantarum e parceiros, destinadas ao conhecimento e à conservação das plantas ameaçadas de extinção.
Como resultado de seu trabalho, publicou a quase totalidade dos livros sobre identificação de plantas em estilo popular no Brasil, e se sentiu motivado a apresentar ao público o acervo botânico vivo, fruto originado de sua pesquisa.
Em 1998, o Instituto Plantarum de Estudos da Flora adquiriu como sede, uma área de 10 hectares, anteriormente ocupada por uma fábrica de lançadeiras (peças feitas em madeira para uso na indústria têxtil). O terreno passou então a receber tratamento paisagístico e ambiental, sendo estruturado para o desenvolvimento das pesquisas científicas e para o cultivo sistemático das coleções botânicas em formação.
Em 2007, com um grupo inicial de 16 associados de diversas formações, foi fundado o Jardim Botânico Plantarum, que é uma organização não governamental, de caráter privado, sem fins lucrativos, cujos objetivos são o estudo e a preservação da biodiversidade vegetal brasileira e do meio ambiente, através de ações educacionais e de pesquisa.
Desde então o número de associados e apoiadores vem aumentando, e atualmente o Jardim Botânico Plantarum conta com mais de 50 associados, o que colabora para o desenvolvimento de diversos projetos, dentre os quais: conservação de espécies ameaçadas, intercâmbio de acervo vivo com outros jardins botânicos, publicação de artigos científicos, apoio técnico a entidades congêneres e o Programa de Educação Ambiental.
Atualmente o acervo botânico vivo é constituído por mais de 3500 espécies vegetais, predominantemente de plantas nativas do Brasil.
O Jardim Botânico Plantarum é reconhecido pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos e nossa atuação colabora para os objetivos da Estratégia Global para Conservação de Plantas.
Aberto ao público em 2011, o Jardim Botânico Plantarum está apto a estabelecer diversas parcerias com pessoas físicas, empresas, poder público e outras instituições
(JBP - Quem somos)


Vista parcial: a beleza dos lagos, muito verde, jardins bem desenhados.


'Ninfa' - Por: Mello Witkowski Pinto - Bronze - 2009
Planta aquática: Vitória-régia - Família Nympharaceae - Origem: Itacoatiara - AM


A água cristalina, carpas coloridas, uma  linda ponte.


Coleção de Cactos


Foto com Harri Lorenzi em 2004, antes de aqui se tornar o Jardim Botânico Plantarum de fato.
Com ele e com seus livros aprendi a amar mais as árvores. Se aqui em Arceburgo já temos em torno de 200 espécies de árvores nativas plantadas, algumas até nas calçadas da cidade, seus livros foram parte desta fonte de  inspiração


Nesta semana no exterior o Blog foi visto na Alemanha.

No Brasil  nas cidades de: Curitiba-PR, Cássia-MG, Caxias do Sul-RS e Espirito Santo do Pinhal-SP.

sábado, 25 de agosto de 2012

Girassol

Helianthus annuus

Família das compostas, de grande capitulo amarelo.
É uma planta anual da família das Asteraceae.

Origem
América do Norte,  Estados Unidos

CURIOSIDADES/HISTÓRIA
É um planta que fascina o ser humano, quer seja pela sua beleza, ou por buscar a luz solar, com mais expressividade do que outras plantas.
Inicialmente, os girassóis foram plantas  cultivada pelos povos indígenas para alimentação.
O Girassol recebe esse nome porque sua flor acompanha a trajetória do sol, do nascente ao poente.
Na Espanha, para se ter sorte são necessários onze girassóis.
Na Hungria, acredita-se que a semente do girassol cura infertilidade, e sementes colocadas na beira da janela, em uma casa onde exista uma mulher grávida, o filho será homem.
A flor pode ser considerada a planta-símbolo do Novo Milênio.
O girassol é um símbolo da páscoa, apesar de poucas pessoas saberem. Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É, porém, muito rico em conteúdo: assim como para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, segundo os cristãos, os seres humanos devem estar voltados para o Sol-Cristo garantindo a luz e a felicidade.

UTILIZAÇÃO
 Além de bonita, a planta é utilíssima, pois do girassol tudo é aproveitado.
Desde as sementes, as flores e os ramos.
Serve de alimento para de várias especies de aves.
Dos seus frutos, popularmente chamados sementes, é extraído o óleo de girassol que é comestível.
A sua flor é comercializada como flor de corte. Existem dois grupos de variedades importantes: uniflor com haste única e uma flor terminal; multiflor com flores menores que com ramos desde a base que são mais utilizadas na confecção de bouquet.
A semente do girassol tem sido utilizada no Brasil na produção de biodiesel.
Tem sido também uma boa alternativa para alimentação de gado, em substituição a outros grãos.
As suas folhas podem inibir o crescimento de plantas daninhas através do fenômeno alelopatia.

Nos últimos anos, o girassol ganhou destaque como planta ornamental. O desenvolvimento de variedades com tamanho reduzido - os mini-girassóis (Helianthus annus nanus) - permitiu que esta planta passasse a figurar em arranjos e decorações. Seu formato exótico e o tom amarelo-alaranjado intenso acrescentam vida e dinamismo aos ambientes. No jardim, os girassóis brilham majestosamente, exibindo sua intrigante rotação, sempre voltada para o sol. Trata-se de uma planta robusta e muito resistente, que produz flores na primavera e no verão, mas pode florescer o ano todo, especialmente sob temperaturas entre 18 e 30 graus C.

Fiz esta foto numa plantação a beira da rodovia, da cidade de Pirassununga-SP.


CULTIVO
O cultivo do girassol  é simples.
* O local deve ser bem ensolarado com, no mínimo, 4 horas de sol direto, todos os dias;
* Por ser uma planta anual, recomenda-se o replantio a cada ano;
* O solo ideal para o plantio deve ser composto de: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia, tudo bem incorporado;
* Recomenda-se regar sempre que o solo apresentar-se seco. Se a planta for cultivada em vaso, observar que a superfície do solo não deve apresentar-se totalmente seca;
* Adubações periódicas garantem uma planta saudável e floração abundante;
*Quanto às pragas e doenças, dificilmente o girassol apresenta problemas, mas recomenda-se a observação constante, pois a proximidade com outras plantas pode favorecer a transmissão. Em alguns casos pode ocorrer ataque de lagartas mas, se eliminadas logo no início do aparecimento, não causarão maiores problemas.



Fiz esta foto para retratar bem o Heliotropismo.




Em biologia, são os  movimentos de plantas ou animais sésseis, ou de alguns dos seus órgãos em direção a ao sol. O heliotropismo é um tipo de fototropismo, resposta de um organismo a uma fonte de luz.

Por que o girassol acompanha o movimento do Sol?

Todas as plantas, não apenas o girassol, se curvam de acordo com o movimento do sol, em maior ou em menor grau. Esse fenômeno é o conhecido heliotropismo. Não só os raios solares mas qualquer tipo de luz que incida sobre as plantas ativa um hormônio de crescimento chamado acido indolilacético (AIA), produzido pelas células jovens localizadas nas folhas .” Os raios do sol, ao incidirem lateralmente., iluminam um dos lados da planta com maior produção de AIA. Por isso um lado se desenvolverá mais. Tal crescimento desigual faz a planta pender para o lado contrario do sol. Com o movimento solar, é sempre a mesma face que permanece iluminada e o girassol o acompanha. Já a flor propriamente dita nada tem a ver com essa movimentação. Com o peso, ela se inclina para o lado que pender o caule”, explica o botânico Gilberto Kerdauy da Universidade de São Paulo. A noite, na ausência de luz para estimular o crescimento, a planta volta à sua posição normal.
(Super Interessante)



Foto que fiz no espaço da Secretaria de meio Ambiente


Foto que fiz no trevo de Arceburgo, do lado esquerdo, no sentido de quem vem de Guaxupé-MG/Monte Santo de Minas. Plantamos um maçico do Girassol-mexicano, ai um bando do Periquito-rei, fez a festa.

GIRASSOL NAS ARTES/CULTURA
Van Gogh pintou sete telas de girassóis quando de sua estadia na cidade de Arles, ao sul da França.

FILME
OS GIRASSÓIS DA RÚSSIA
Com um estilo próprio, o cineasta Vittorio de Sica, dirige este memorável filme que narra a saga de uma mulher apaixonada em busca do marido desaparecido no front durante a Segunda Guerra Mundial. De Sica (Duas Mulheres, de 1960) gosta de retratar os dramas da vida sem rodeios – não reveste a personagem daquele heroísmo que desperta no público a sensação de aparente imortalidade.

O drama é aberto com imagens de girassóis e ao som da marcante melodia de Henry Mancini, que propiciam um clima de renascimento e esperança, mesmo depois das cinzas da guerra e suas irrecuperáveis perdas. É neste ambiente que Giovanna (Sophia Loren – El Cid, de 1961) deixa a bela Itália e sai em busca de Antonio (Marcello Mastroianni), que, oficialmente, é dado como perdido (morto) nos campos da Rússia. Ela não cansa de repetir: “Ele está vivo.” E está. Na esperança de encontrá-lo, percorre belíssimas plantações de girassóis, que com suas flores amarelas cobrem o outrora campo de batalha, trazendo a superação da morte e unindo seres humanos
que no passado se digladiaram.
Nesta semana no Exterior nosso Blog foi visto em Hong Kong.
No Brasil cito algumas das queridas cidades: Altamira-PA, Apucarana-PR, Bauru-SP e Campinas-SP_.