segunda-feira, 22 de abril de 2013

Parque Ambiental Francisca Stochi

PARQUE AMBIENTAL
ARCEBURGO - MG

SÉRIE ÁREAS VERDES



Área do Parque 28.960,80 m²



Numa área onde no passado foi construído um açude muito bonito, onde se pescava , e pegava muitos peixes. Depois ficou muito tempo abandonado, mal usado, e era um local onde se acumulava lixo, alvo de vandalismo.
Neste espaço nasceu o Parque Ambiental, onde desenvolvemos além do projeto paisagístico, idéias ambientais, que são muito bem aceitas pelo comunidade local e por visitantes do Brasil e alguns do exterior. Idéias  pequenas, simples, mas que serve de amostra para serem aplicadas em cidades médias e grandes.

ANTES


ANTES



DEPOIS

Vista da parte alta


Dia-a-dia das aves


Pista para caminhada. A esquerda Jerivás já produzindo, a direita árvores.
Esta pista separa os dois lagos



Roda d'água, manjolinho, com água de nascente. quando criei isto pensei nas crianças, mas os adultos gostam também.



Espaço dos Cactos e Suculentas, tudo com placas. Educativo, ilustrativo, informativo.



Parque/jardim Infantil, crianças brincando

O que o Parque tem:
Área do Parque 28.960,80 m²
2 lindos lagos, 1 deles com ilha, com árvores plantas. Refugio de aves.
Pista para caminhada e pratica de ciclismo
Academia ao ar livre
Quadra 
Parque infantil de madeira autoclavada
Quiosqui
Fonte na entrada
Roda d'água, com monjolo, movimentado com água de nascente.
Gramado

1- Espaço Mata Atlântica
2- Coleção de Araças
3- Espaço abelhas indígenas sem ferrão - ASF -
4- Espaço plantas aquáticas
5- Espaço arvores regiões alagáveis
6- Espaço das roseiras
7- Jardim Beija-flores
8- Espaço da helicônias e bananeirinhas de jardim
9-  200 arvores de 115 especies diferentes, 95% brasileiras
10- Arvores em risco de extinção
11- Espaço dos cactos e suculentas
12- Espaço dos Jerivás
Tudo com placas, baneres, explicativos
Desenho de amarelinha , para as crianças na pista
Desenho de pegadas de animais na pista.
Marcação na pista da metragem para a caminhada

Arvores brasileiras em risco de extinção
Raridades
Já produzindo frutos
Amburana - amburana cearensis
Araçá-Açu - Psidium arboreum-1-
Araçá-boi  - Eugenia stipitata  -2-
Araçá-da praia - Pisidium litorale-3-
Araçá-do-cerrado - Pisidium sp -4-
Araçá-mangue - Psidium sp - 5-
Araçá-piranga - Eugenia leitoni -6-
Araçá-una - Psidium sp - 7 -
Bacupari-mirim - Rheedia brasiliensis
Guabiroba-branca - Campomanesia neriflora
Paineira-das-pedras - Ceiba erianthos
entre tantas



Cenas que me deixam envaidecido. Pela sua simplicidade, isto fiz em todos espaços públicos. Uma  ideia, simples, barata. Humana.


PRAÇAS E ÁREAS VERDES DE ARCEBURG0 - NUMERO 3


TOTAL DAS ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO

ANTERIOR........   394 MTS²
ESTA ÁREA... 28.960 MTS²
TOTAL........    29.294  MTS²


Esta semana o Blog no exterior foi visto em  Taiwan.
No Brasil nas cidades de: Jundiaí-SP, Itapiranga-SC, Caraguatatuba-SP, Itatiba-SP e Nerópolis-GO

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Revitalização do Jardim da Matriz de Arceburgo-MG.

Fizemos este serviço já algum tempo, mas dei manutenção até final de 2012.
O vandalismo era intenso, não tinha lixeiras, eram usados tambores de 200 litros, amarrados as arvores, no outro dia estavam de boca para baixo. era comum também sentar na parte alta do bancos com os pés no local de assento. Também se pintava o tronco das arvores bem como os postes de iluminação, com cal, banimos isto da cidade.
Colocamos plantas interessantes, fizemos campanha nas escolas, com as pessoas na praça, hoje o cenário é outra. 

ANTES - VANDALISMO -DESCASO -

DEPOIS - EDUCAÇÃO - LIMPEZA -
A reação das pessoas diante do que é limpo, belo, bem planejado, é totalmente diferente.
Para melhor.

ANTES
Tambor de 200 litros como lixeira, cada dia eles amanheciam em um lugar, derrubados por cachorros ou vândalos, lixo espalhado por toda praça. Sem gramado, as pessoas andam dentro dos canteiros. Tudo se pintava com cal, guias das sarjetas, postes, pedras, árvores, consegui banir isto de Arceburgo.

DEPOIS
Gramado verde, bem cuidado, postes de ferro fundido, combinando com o estilo da praça. Lixeirinhas modernas, pratica, de aço.
Árvores brasileiras deste canteiro: Oiti, Manacá-da-serra, Pau-Ferro, Suinã, Ipê-Rosa, Pau-Brasil, Pau-Jangada, Pau-mulato, Pau-de-viola.

ANTES
Hábito de sentar em cima do banco com os pés no local de assento.
Passamos a lavar os bancos periodicamente para estarem sempre limpos, e abordar as pessoas falando disto. Funciona até hoje.

DEPOIS
Vista do alto, a beleza do mosaico português, os desenhos, o verde em vários tons.

Fonte: Decorativa, o barulho das águas  o banho da aves, os cachorros de rua vem aqui matar a sede afinal de contas onde eles vão beber água

... Flamboaiã, exuberância de florada e banquete para os beija-flores.



Jardim nas alturas. Além de orquídeas nas árvores, também plantamos Pitaia para as aves, vejam o resultado.


Esta semana no exterior o blog foi visto na Holanda.

No Brasil na cidades de: Rancho Alegre-PR, Praia Grande-SP, Ouro Preto Doeste-RO, Mococa-SP e Manaus-AM

domingo, 31 de março de 2013

Pinguim-rei

Aptenodytes patagonicus


Foto gentilmente cedida para esta matéria por Cesar Santos, feita em Elephant Island, Antártica, em 16.01.2013.
Observação do autor: É lindo esse pinguim, e o tamanho impressiona. 

O pingüim-rei é uma ave sphenisciforme da família Spheniscidae.
Apresenta 2 subespécies:
  • Aptenodytes patagonicus patagonicus.
  • Aptenodytes patagonicus halli.

Características

85 a 95 cm; peso de 9 a 17 kg, sendo o macho um pouco maior que a fêmea. É o segundo maior pingüim, superado somente pelo Pinguim-imperador. Cabeça, face superior das asas e cauda pretas; dorso preto-acinzentado; grande mancha ouro-alaranjada em cada lado da região auricular, continuando como uma faixa até a região superior do peito, onde adquire uma coloração mais pálida. Partes inferiores brancas; partes inferiores das asas pretas ou brancas; bico preto com os dois terços proximais da mandíbula laranja-amarelada ou rosa-avermelhada; pés pretos. Os filhotes tem a coloração uniformemente marrom.

Alimentação

São ativos e rápidos para alcançar suas presas, o bico é robusto e comprido, adaptado a apanhar e reter crustáceos, moluscos, peixinhos, sépias e outros animais marinhos de pequeno porte, sua alimentação preferida.

Reprodução

Nidifica em colônias de numerosos indivíduos nas ilhas subantárticas. A fêmea põe apenas 1 ovo de cor branca entre novembro e abril, com um período de incubação de aproximadamente 55 dias. Macho e fêmea se revezam na incubação do ovo por um período de 6 a 18 dias cada um. Os filhotes são alimentados pelos pais que também se revezam ( 3 a 7 dias cada um ) para trazer o alimento. Nos primeiros 30 a 40 dias os filhotes ficam sobre os pés dos pais protegidos do frio. Após este período já desenvolveram plumagem suficiente para suportar o frio e se agrupam em creches, esperando pela comida trazida pelos pais. Os filhotes se tornam independentes com 13 a 16 meses. Após a reprodução dispersa-se pelos mares do sul.
Entre os casais de pingüins existe a fidelidade, e o divórcio acontece somente em 25% dos casos, a causa de tanta separação é devido à má reprodução.

Hábitos

Pelágico, vive nas águas geladas dos mares subantárticos

Distribuição Geográfica

VA( S ) ( Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos ). Encontrado nas águas geladas dos mares do sul e ilhas circumpolares. Raramente visita a costa continental da América do Sul. Muito raramente atinge a costa brasileira entre dezembro e janeiro, especialmente do Rio Grande do Sul e Santa Catarina até o estado da Rio de Janeiro.
  • Ssp. patagonicus: Nidifica nas ilhas Georgia do Sul e Falklands no sul do Atlântico.
  • Ssp. halli: Nidifica nas ilhas Kerguelen, Crozet, Prince Edward, Heard, e Macquarie.
Status de conservação: LC ( IUCN )

Referências

  • Sick, Helmut, Ornitologia Brasileira. Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1997.
  • Sigrist, Tomas, Guia de Campo Avisbrasilis, Avifauna Brasileira. Editora Avisbrasilis, Vinhedo, SP, 2009.

Classificação Científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Sphenisciformes
Família: Spheniscidae
 Bonaparte, 1831
Espécie: A. patagonicus
Nome Científico
Aptenodytes patagonicus
Miller, 1778
Nome em Inglês
King Penguin

Estado de Conservação
Pouco Preocupante
Citação: WIKIAVES.


Esta semana no exterior o Blog foi visto em Reunião.
No Brasil nas cidades de: Carambei-PR, Cachoeira de Macaco-RJ, Cotia-SP, Itapira-SP e Londrina-PR.



WA917121

sexta-feira, 22 de março de 2013

Jardins de Ademir Carosia

Mococa-SP - 2 -

Já disse anteriormente, que fazer um jardim, é igual compor uma canção.
Você tem que estar em  um dia legal, para criar.
Tem que entrar em sintonia com as plantas, e ir de encontro com o anseio daqueles que vão morar na casa.
Para que ali os moradores possam sentir a presença de DEUS.
E contemplar os novos habitantes do jardim: plantas, flores, aves, borboletas, abelhas,  joaninhas...
Quando entro em uma residência para fazer o jardim, faço uma oração, e quando termino faço, o mesmo ritual, pedindo ao Pai do Universo, para que ali seja um lugar de alegria e paz.

Vista parcial da residencia, calçadas ecológicas com grama esmeralda para infiltração das águas.
Seria uma ajuda ou quem sabe a solução para cidades com enchentes. Se todos fizessem é lógico.
Além da beleza, não é prazeroso contemplar uma calçada desta.
Também plantei buxinho, azaléias e as arvores foram os flamboianzinho, para os beija-flores e borboletas visitarem.

Ainda na calçada ecológica,o charme da azaleia rosa e brancas floridas.

O bambu Mossô, com o charme das suas curvas, para em esta de dentro da residencia na sala contemple este lindo visual, compondo com a leveza da linda luminária que a noite fica mais lindo ainda. Nos fundos a bambuza.

Na sala , ajudando a decorar acima da linda mesinha, pintura em óleo de Marília Fronja Carosia Aos fundos gramado, rede, visual que se tem da sala de estar.

Outra angulo de visão, a exuberância da Kaizuca.

Esta semana no exterior o Blog foi visto no Reino Unido.
No Brasil nas cidades de: Campo Mourão-PR, Garça-SP,Irati-PR, Jaboticatubas-MG e Natal-RN.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Condor andino

Vultur gryphus

Alimentação: Animais de pequeno e médio porte e também carniça, principalmente bovina.


Habitat: Cordilheira dos Andes, no passado em toda sua extensão, atualmente restrito aos extremos norte e sul.
Curiosidades: É maior ave voadora do mundo, e a que tem a terceira maior envergadura de asas com 3,2 m, perdendo somente para o Marabu e para o Albatroz-errante


EM EXTINÇÃO

Fiz estas fotos no O Parque Ecológico de São Carlos-SP. Dr. Antônio Teixeira Vianna, e contei com a colaboração da minha amiga Ariane Leoni. Bióloga e pedagoga,

Esta semana o Blog no exterior foi visto na Austrália.
No Brasil nas cidades de: Taquaritinga-SP, São Luiz do Maranhão-MA,  Viçosa-MG,Ribeirão Preto-SP e Ortigueira-PR

terça-feira, 5 de março de 2013

Moção de Reconhecimento da Câmara Municipal de Arceburgo

Foi com muita alegria, que recebi hoje, esta deferência  concedida pela Câmara Municipal de Arceburgo-MG. Para mim é uma honra receber tal reconhecimento por aqueles que representam a vontade da população, divido este estas menção com minha família  amigos, população de Arceburgo, e em especial os funcionários que trabalharam na minha área. Os de mãos calejadas e corpo calcinado pelo sol..
Agradecimento em especial ao Vereador que fez tal indicação. Meu amigo Matheus Ribeiro Donato e demais vereadores que firmaram tal proposito. Se a intenção foi deixar-me alegre, acertaram em cheio.
A minha intenção era fazer de Arceburgo uma Cidade-Jardim, posso não ter conseguido, porém, plantei a primeira flor deste jardim. Obrigado de coração.

Uma das raridades que plantei em Arceburgo, cidade-jardim.
Cidade dos pássaros
Cidade dos beija-Flores
Pau-de-rosas
Physocalymma scaberrimum
Em risco de extinção





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Beija-Flor-de-gravata-vermelha

Augastes lumachellus

Distribuição geográfica  Bahia e Minas Gerais, Serra do Sincorá na Chapada da Diamantina, Morro do Chapéu  Lençóis  Mucugê, Andaraí  Plantã e em Minas, Montes Claros e Grão Mongol, acima de 900 metros de altitude.

Características: Medidas: Comprimento 90 mm. Bico 22 mm. Asa 61. Cauda 31. Peso 4,8 g. Vibrações de asa 31. Dimensões e peso dos ovos: 14,5 X 10 e 0,65 g. Temperatura 42º. Dimorfismo sexual, bem diferenciado

Habitat: Cerrado de altitude e Scrub de Ravina.

Migração: Sedentária.

Descrição: Lado dorsal verde-cobre com as supracaudais verde  mais escuro, cabeça negro-mate com reflexos azul-púrpura que se estende até a nuca, a fronte verde-capim cintilante como a garganta e o mento, formando uma placa-oval, com bordos negros e prolongados para traz sobre o peito, por longas penas vermelho-fogo e violeta na base, como uma gravata saliente, uma macula branca de cada lado, alongada, peito e barriga verde-cobre. Retrizes vermelho-cobre brilhante, Inferiormente com sombreado negro; infracaudais como as retrizes, na base acinzentado claro. Fêmea e machos jovens dorsalmente verde-escuro enegrecido na cabeça: faixa peitoral esbranquiçada, infracaudais brancas com pequenos discos centrais cobre;  retrizes laterais com extremidades cinza-claro. Bico negro.


Biótipos para nidificação, canto, parada nupcial, descanso.
O ninho é totalmente construído de paina de Cactáceas  Bromeliáceas  Compostas ou Gramíneas  Externamente é compactamente ligado com nós líquenes presos as paredes, O período de nidificação vai de dezembro a fevereiro. O ninho é construído dentro da área de alimentação, ou pouco afastado, em encostas rochosas, em valões, para proteção dos ventos, ao aberto, sem qualquer tipo de cobertura para o ninho; vegetação herbácea. O banho sempre é realizado em locais de água corrente, em pequenas bacias de acumulação de mais ou menos um metro de diâmetro. O troquilídeo antes de banhar-se, sobrevoa esta bacia em voo de libração e depois de tomar todas precauções, lança-se à agua, deslizando com a cauda aberta em leque sobre a superfície como se estivesse patinando. Também da pequenas caídas, banha-se nas folhagens umedecidas pela chuva ou pelo orvalho e neblina.

Reconhecimento do seu habitat: Vive em biótipos de condições realmente tropicais, com fatores de seca que influem de maneira decisiva no desenvolvimento de plantas e animais, em locais de altitude compreendida entre 950 e 1600 metros, em regiões de solo pedregosos, semi-áridos, de vegetação xerofitia e sub-xerofitica predominante, em campo tipo Carrasco, no cume das serras, em comunidade Velloziaceas de grande e pequeno porte, representadas por mais de 15 especies, entremeadas por outras plantas. O seu voo de locomoção é muito rápido e veloz, com numero de vibrações das asas de 31 batidas por segundo.

Observações: Em cativeiro as fêmeas se tornam mais doceis do que os machos e consequentemente quando se esta por algum tempo no interior do viveiro, logo se aproximam em voo de libração, percorrem em frente ao rosto das pessoas, emitindo piados baixinhos, pio,pio,pio...e muitas vezes com o bico fica a repuxar os cabelos da testa. Não fazem migrações.
Citação: Augusto Ruschi-Aves do Brasil.

FAMILIA TROCHILIDAE
SUFAMILIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Augastes - do grego augasteira = que fornece luz(auga =raio de sol)
lumachellus - do italiano lumachella = especie de mármore concheado (lumaca = caracol), com reflexos avermelhados (referencia à mancha ou mácula cor de fogo na garganta desta ave).
Citação: Johan, Christian Dalgas Frisch- Aves Brasileiras.

MACHO - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Almir Almeida, foi feita em Lençóis-BA, em 24.02.2010.
É a foto da especie com melhor avaliação no WIKIAVES, 1310 pontos e recebeu 133 comentários.
Esta foto teve até o momento 15.998 visualizações.

E Deus viu que isto era bom. E os abençoou dizendo: Crescei e multiplicai-vos, e enchei as águas do mar; e as aves se multipliquem sobre a terra.Gênesis 1,22
Diante da beleza desta ave, quis fazer esta citação.

FÊMEA - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Claudio Humberto, foi feita em Palmeiras-BA, em 21.12.2010.
Esta foto esta no WIKIAVES, obteve 190 pontos, foi visualizada até o momento 1.258 vezes.

FILHOTE - NINHO
Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Guto Balieiro, foi feita em Palmeiras-BA, em 23,02.2012. esta foto esta no WIKIAVES,
Observação do autor: Um verdadeiro sobrevivente esse filhote, o ninho estava na beira da trilha e alem de enfrentar o vai e vem dos turistas ainda tem que suportar o escaldante sol do sertão da Bahia. 
Fiz a foto com o máximo cuidado, nossa responsabilidade com a natureza deve ser de preservar jamais de incomodar.


FÊMEA ALIMENTANDO FILHOTE

Esta foto foi gentilmente cedida, por Fernando Flores, para esta matéria.
A foto esta no WIKIAVES, e foi feita em Mucugê-BA.
Observação do autor: Foi um momento de muita sorte, ao insistir em fotografar o jovem filhote, der repente e surpreendentemente chega sua mãe e o alimente bem a frente da minha lente. Foi fantástico! 
Na companhia agradabilíssima da minha querida namorada Ana Teresa

MACHO - JOVEM

MACHO

MACHO
Estas 3 ultimas fotos, também foram gentilmente cedidas, por Almir Almeida, que é o autor da primeira linda foto
Fotos feitas no Morro do Pai Inácio, na Chapada Diamantina, município de Lençóis-BA.


BEIJA FLORES DO BRASIL - NUMERO 1

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Polinésia Francesa.
No Brasil nas cidade de: Gramado-RS, Florestópolis-PR, Alterosa-MG, Crateus-CE, Feira-Ba e Goianésia-GO.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Calicarpa

Callicarpa reevesii

Verbenaceae

Características gerais - árvore perenifólia, de 7-10 m de altura, originária da China, de tronco com casca pardo-clara, fissurada longitudinalmente com leve escamação. Ramagem longa, tomentosa quando nova e com pontuações lenticeladas, reclinada, formando copa arrendondada. Folhas simples, opostas, tomentosas, verde-escuri opacas, ovalado-lanceoladas com ápice agudo, de 6-12 cm de comprimento. 

Multiplicação - exclusivamente por sementes  as quais são produzidas em grande quantidade,  na região sudeste do Brasil onde a planta é mais cultivada.

Usos - a árvore possui atributos que a recomendam para uso paisagístico  sendo adequada para o plantio em parques e jardins tanto na forma isolada como formando grupos.


 Frutos numerosos, decorativos, pequenos, esféricos  branco-arroxeadas, suculentos, com sementes diminutas, esverdeadas.


Os frutos são muito apreciados por pássaros tornando a arvore as vezes expontânea, quando em condições são favoráveis.



 É ocasionalmente utilizadas com sucesso na arborização de ruas, principalmente pelo pequeno porte.
Aqui usei na arborização urbana de Arceburgo-MG



Planta apícola, a abelha faz a festa. Fiz estas fotos em ambiente urbano.


Inflorescências densas, globosas, axilares e terminais, muito ramificadas dicotomicamente, vistosas, com flores pequenas, roxas, formadas de fevereiro a abril.
Planta muito tolerante a condições adversas e rápido crescimento, pode ser cultivada virtualmente em todo o território brasileiro.
Citação - Árvores Exóticas no Brasil - Harri Lorenzi, Hermes M.de Souza, Mario A.V.Torres, Luis B .Bacher


Árvores de Arceburgo-MG - Número 14

Esta semana o Blog foi visto no exterior em Timor-Leste

No Brasil nas cidades de: Nossa Senhora do Socorro-SE, Petrópolis-RJ, Osasco-SP, Mutum-MG e Lages-SC

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Paloma de Farias Portela




O trabalho da ilustradora Paloma de Farias Portela, traduzem com tamanha perfeição, que é como se você estive vivendo o contexto, ou tivesse presenciado a cena, o momento.
Mãos que entram em sintonia, com a chegada de uma ave numa arvore, o desabrochar de uma flor, uma água que corre entre as pedras, abrindo caminho, assim poderia definir seu trabalho.
Tem gente que transforma os pinceis, lápis, em maquina fotográfica.
Fazer o que gosta. Isto faz a diferença.
Não conheço a Paloma, pessoalmente, mas seu trabalho fala por si.
Tem gente que passa ao largo, ao canto de pássaro, ao perfume de uma flor, ao orvalho deixadas nas plantas.
Alguns de seus trabalhos mostrados aqui, irão corroborar o que estou dizendo.



ARAÇARI-POCA





Paloma de Farias Portela, carioca, ilustradora e formada em de Letras pela USP.
A observação continua das aves e natureza,  fez dela uma artista com um olhar apurado, conseguindo captar cada detalhe, sutileza.
Olhar todos olham, mas poucos conseguem, entender a magia e colocar no papel, na tela, como se a própria natureza se transpusesse. Assim é ela.
Aos seis anos, junto com a família, trocou a Cidade Maravilhosa por Embu das Artes, pacata cidade da Grande São Paulo. Foram residir em uma chácara, o que contribuiu para maior aproximação da avifauna local, residindo até hoje na mesma região.
Aos dez anos iniciou seus trabalhos artísticos com a pintura em seda. Mais adiante, aos dezenove, conheceu a ilustração científica de aves, o que lhe permitiu hoje ilustrar estas belezas naturais, acrescentando à técnica da tinta em seda a do lápis de cor.
Há sete anos como desenhista autodidata tem participado como ilustradora em vários empreendimentos como Projeto Tangará, Placas de sinalização e proteção aos animais silvestres em parte da Avenida Sete de Setembro, em Embu das Artes, Agendas 21 em Embu e regiões próximas nos anos de 2005, 2006 e 2008, e outros.
Atualmente atua também na área de educação ambiental, safáris ecológicos e capacitação de guias e monitores ambientais, desenvolvendo seu potencial artístico em materiais e outros projetos.




MATA ATLÂNTICA
A foto abaixo abaixo, é a mesma de cima.
Apenas fiz a aproximação, para mostrar a riqueza dos detalhes e até onde vai a sensibilidade da artista. As folhas secas, manchadas das bromélias, o musgo, líquens  os pés da aves no tronco, etc.


CHOROZINHO-DE-BICO-COMPRIDO



SAÍRA-MILITAR E TILANDSIA STRICTA


UIRAPURU-VERDADEIRO


ZYGOPETALUM MAXILLARI



Para conhecer melhor, acompanhe suas exposições, tive o prazer de conhecer seu trabalho no AVISTARBRASIL2012, no Parque Villa-Lobos em São Paulo.

Esta semana no exterior, o Blog foi visto em Moldávia.
No Brasil em: Aracaju-SE, Cupira-PE, Guarulhos-SP, Ipojuca-PE, Jaconinia-BA  e Joaçaba-SC.