Pedra da Boca
Teófilo Otoni - Minas Gerais
Coordenadas Geográficas
S 17º 55' 6.53", W 41º 11' 20.49"
Bioma predominante mata atlântica
Saindo de Arceburgo-MG, rumo a Teixeira de Freitas na Bahia, me deparei com esta pedra, fiquei perplexo
O cavaleiro é uma pessoa muito simpatica, mora na casa ao lado da pedra.
Nesta casa mora o cavaleiro, a pedra ao fundo é outra, estão bem proximas.
Esta bem proxima da Pedra da Boca, porém é menor.
Aproximada.
Detalhes , com foto aproximada.
Fiz esta sequencia de fotos em 03/07/2013 as 11,17 horas.
A pedra da Boca ou pedra da Baleia pode ser vista no trajeto da BR-418, conhecida por estrada do Boi. O inselberg de aproximadamente 970
metros de altitude fica exatamente às margens dessa BR, dentro da propriedade rural do SrJ osé Rogério Dantas, na divisa dos municípios mineiros de Ataléia e Teófilo Otoni. A montanha recebeu esse nome devido a presença de uma grande fenda horizontal localizada em sua parede, semelhante à boca de uma grande baleia. A pedra da Boca, além de chamar a atenção de vários motoristas que circulam pela BR diariamente e turistas que avançam rumo às praias capixabas e baianas, sendo alvo de inúmeros cliques fotográficos, também já faz parte do roteiro de muitas equipes de escaladores de montanhas espalhados pelo Brasil, atraídas pela beleza natural e pela imponência da rocha.
mundodasmontanhas.blogspot.com -
Alguns afirmam que esse grande monólito tem o formato de uma baleia, sendo que a fenda frontal em formato de uma boca deu origem ao nome da pedra.
A boca na verdade, é o que restou de um grande desmoronamento, formando uma fenda horizontal em
forma de arco com cerca de 200m de extensão e um negativo de 20m de altura a 100m da base da pedra.
www.dzai.com.br/paredesdeminas/blog/cascagrossaclimb?tv_pos_id...
segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Abelha Mandaçaia
Melípona quadrifasciata
As abelhas fazem parte da engrenagem que mantém os ecossistemas, são polinizadoras que merecem atenção. Paralelamente ao aquecimento global decorrente das alterações ambientais causadas pela industrialização descontrolada e aumento da população humana na terra, desapareceram aceleradamente inúmeras espécies de abelhas e com elas as espécies vegetais dependentes da polinização cruzada.
Albert Einstein já alertava sobre o desaparecimento das abelhas e comentou ser este fato o ponto de partida para o Homem iniciar seriamente as atitudes para reverter os processos degradantes do Planeta.
As abelhas sociais nativas(Apidae) do Brasil são representadas por mais de 200 espécies de Meliponinae (KEER & MAULE, 1964), 7 espécies de mamangavas (Bombinae) (MOURE & SAKAGAMI, 1962) e muitas de Euglossini. Existem mais de 5.000 espécies de abelhas solitárias que realizam a mesma função polinizadora.
O interesse pela criação de abelhas é justificado pelo uso nutricional e terapêutico do:
-mel
-pólen
-cera
-própolis
geoprópolis
-apitoxina
-geléia real
O Brasil é 0 4° produtor mundial de mel
Sabemos que as Melíponas coletam barro misturando-o a resinas vegetais produzindo geoprópolis. O acumulo de geoprópolis nas frestas das colméias, p´rinciplamente entre a tampa e a caixa propriamente dita, aumenta o peso da colonia e isto não quer dizer que esteja com muitas abelhas ou reservas alimentares. O acréscimo de geoprópolis é muito influenciado pelo manejo inadequado do meliponicultor, principalmente quando a caixa é aberta com muita frequência. A cada abertura, novas frestas são formadas e as operárias depositam cada vez mais geoprópolis nessas frestas.
Sabemos que as Melíponas coletam barro misturando-o a resinas vegetais produzindo geoprópolis. O acumulo de geoprópolis nas frestas das colméias, p´rinciplamente entre a tampa e a caixa propriamente dita, aumenta o peso da colonia e isto não quer dizer que esteja com muitas abelhas ou reservas alimentares. O acréscimo de geoprópolis é muito influenciado pelo manejo inadequado do meliponicultor, principalmente quando a caixa é aberta com muita frequência. A cada abertura, novas frestas são formadas e as operárias depositam cada vez mais geoprópolis nessas frestas.
Em Ribeirão Preto-SP e regiões próximas, (caso de Arceburgo-MG) o autor recomenda a Melipona quadrifasciata, Melipona rufiventris e Scaptotrigona postica.
A única forma de coletar enxames de meliponíneos é colocar caixa-iscas preparadas com a cera dessas abelhas como atrativo em locais estratégicos onde existam enxames naturais fortes. De preferência deve-se utilizar a mesma cera da espécie que se deseja coletar. Isto facilita a atração das abelhas batedoras que procuram ocos para fundar seu novo ninho.
Há relatos mais antigos de populações indígenas que praticavam a meliponicultura e dividiam as colonias para formação de novas.
Há relatos mais antigos de populações indígenas que praticavam a meliponicultura e dividiam as colonias para formação de novas.
Arquitetura dos ninhos
Embora não possuam ferrão desenvolvido, os meliponíneos são capazes de defender sua colonia de forma passiva construindo seus ninhos em locais de difícil acesso. A entrada do ninho da maioria das especies é guardada por abelhas que atacam os inimigos que tentam entrar, chamadas abelhas guardas. O ninho apresenta uma entrada, que normalmente é caracteristica para cada espécie ou gênero. A esta segue um túnel construído de cerume, resina ou geoprópolis ( mistura de barro e resina), que vai até a região onde é armazenado o alimento, potes de pólen e néctar.
MORFOLOGIA EXTERNA E FISIOLOGIA DAS ABELHAS
O corpo das abelhas apresenta exoesqueleto de quitina com inúmeras articulações e coberto de minúsculos pêlos. ´é dividido em 3 partes: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça os órgãos de sentido: olfato, visão e audição. No tórax órgãos de locomoção: musculatura das asas e pernas. No abdômen, os órgãos respiratórios, reprodutores e aparelho digestivo.
Manutenção dos Espermatozóides na Espermateca
Uma rainha de abelhas, assim como em outros insetos sociais, pode sobreviver por até 7 anos com suas atividades fisiológicas normais. Põe ovos e mantém a colonia sempre populosa, pronta para sobreviver as intempéries ambientais e predadores. Como os acasalamentos ocorrem sempre em um só período, é necessário que haja um mecanismo de permanência dos espermatozóides vivos e aptos a fecundar os óvulos dentro da rainha. Durante a cópula o macho deixa seu pênis (capsula genital) e parte do intestino preso à "Bursa Copulatrix" da rainha, sendo que a ejaculação ocorre segundos depois. Minutos após a cópula, o macho morre e a rainha entra na colméia e ai permanece por longo período pondo ovos.
O corpo das abelhas apresenta exoesqueleto de quitina com inúmeras articulações e coberto de minúsculos pêlos. ´é dividido em 3 partes: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça os órgãos de sentido: olfato, visão e audição. No tórax órgãos de locomoção: musculatura das asas e pernas. No abdômen, os órgãos respiratórios, reprodutores e aparelho digestivo.
Manutenção dos Espermatozóides na Espermateca
Uma rainha de abelhas, assim como em outros insetos sociais, pode sobreviver por até 7 anos com suas atividades fisiológicas normais. Põe ovos e mantém a colonia sempre populosa, pronta para sobreviver as intempéries ambientais e predadores. Como os acasalamentos ocorrem sempre em um só período, é necessário que haja um mecanismo de permanência dos espermatozóides vivos e aptos a fecundar os óvulos dentro da rainha. Durante a cópula o macho deixa seu pênis (capsula genital) e parte do intestino preso à "Bursa Copulatrix" da rainha, sendo que a ejaculação ocorre segundos depois. Minutos após a cópula, o macho morre e a rainha entra na colméia e ai permanece por longo período pondo ovos.
Citação A Mandaçaia - Davi Said Aidar
Visão da abertura da caixa, potes de mel, polén, crias, resina.
O perfume que exala é uma delicia.
Aqui em Arceburgo-MG, como Secretário de Meio Ambiente, criei no Parque Ambiental um Espaço das Abelhas Indígenas sem ferrão. Também criei um Espaço de Plantas Apícolas de diversas espécies, espalhei pela arborização urbana, mata ciliar plantas apícolas.
Também tenho na minha casa uma coleção desta abelhas, como hobby preservacionista.
O perfume que exala é uma delicia.
Aqui em Arceburgo-MG, como Secretário de Meio Ambiente, criei no Parque Ambiental um Espaço das Abelhas Indígenas sem ferrão. Também criei um Espaço de Plantas Apícolas de diversas espécies, espalhei pela arborização urbana, mata ciliar plantas apícolas.
Também tenho na minha casa uma coleção desta abelhas, como hobby preservacionista.
Em conjunto com o professor Rubens Marcelo de Castro, da IFSULDEMINAS -Câmpus de Muzambinho-MG, mantemos um grupo de pessoas que doamos abelhas um para om outro, plantas apícolas, informações. Esta Mandaçaia da matéria foi um presente dele.
Abelhas de Arceburgo-MG - Número 2
Abelhas de Arceburgo-MG - Número 2
domingo, 23 de junho de 2013
Cachoeira Véu das Noivas
Poços de Caldas - Minas Gerais - Brasil
Pontos turísticos
Mostrando a Natureza, agua , verde.
Situada no Ribeirão das Antas, a cachoeira Véu das Noivas é formada por três quedas d’água, sendo que a principal possui 10 metros de altura por 15 metros de largura. As águas formam corredeiras e avançam em uma velocidade que encanta. Mata ciliar e rochas associam-se à paisagem. No local, há um trenzinho que realiza passeios nos limites do parque no qual é possível contemplar a beleza natural do local, composta por pinheiros, flores e plantas ornamentais. Além de feira de artesanato funciona no antigo restaurante. |
Estas duas fotos, eu as fiz em janeiro deste ano, período chuvoso.
Assista o vídeo para sentir a beleza do local.
CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 1
CACHOEIRAS DE POÇOS DE CALDAS/MG - NUMERO 1
CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 1
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Praças do "Sacaia"
PRAÇAS E AREAS VERDES DE ARCEBURGO - MINAS GERAIS
ÁREA VERDE DESTA PRAÇA 196 MTS²
ÁREA VERDE DESTA PRAÇA 196 MTS²
Dentro da mesma linha de pensamento, onde eram espaços abandonados, e por isto as pessoas depositam ai lixo, entulhos, resolvemos intervir.
Tivemos a intenção de fazer uma cidade limpa, bonita, e que cada Praça tivesse sempre uma planta diferente, algo para tornar o dia-a-dia das pessoas mais alegre, festivo.
Neste Praça como nas demais: calçada, bancos, abrigo de ônibus, lixeirinha, comedouro para os pássaros, gramado, postes para iluminação de ferro fundido, tudo de primeira.
As plantas escova-de-garrafa, hamélia, caliandra...pensando nos beija-flores.
Aqui também é um Jardim dos beija-flores.
Coloquei aqui uma árvore interessante, brasileira, em risco de extinção o Pau-de-rosas,
Physocalymma scaberrimum.
Plantamos o Pau-de-rosas para mostrar a beleza das flores desta árvore. Também colocamos
plantas para atrair os beija-flores. Ai o beija- flor-de-peito-azul, Amazilia lactea fez seu ninho. Na Natureza uma acao resulta em outra.
PRAÇAS E ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO - NUMERO 4
ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO
ANTERIOR.............. 28.294 MTS²
ESTA PRAÇA......... 196 MTS²
TOTAL................ 29.350 MTS²
ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO
ANTERIOR.............. 28.294 MTS²
ESTA PRAÇA......... 196 MTS²
TOTAL................ 29.350 MTS²
Esta semana no exterior o Blog foi visto em Belarus.
No Brasil nas cidades de:Araripina-PE, Itapetininga-SP, Jaú-SP, Marechal Cândido Rondon-PR
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Pau-mulato
Calycophyllum spruceanum (Benth.)Hook.f. ex K. Schum
Família Rubiaceae
Outros nomes populares: mulateiro, mulateiro-da-várzea, escorrega-macaco, pau-mulato-da-várzea e pau-marfim(PA)
Sinonima botânica - Eukylista spruceana Benth.
Caracteristicas morfólogicas - Altura de 20-30 m, com tronco retilíneo ramificado somente na ponta, de 30-40 cm de diâmetro. Folhas simples, glabras, de 9-17 cm de comprimento por 6-7 cm de largura.
Ocorrência - região Amazônica, na mata de várzea periodicamente inundada à margem dos rios.
Madeira - Moderadamente pesada (densidade 0,78 g/cm³), dura, compacta, fácil de trabalhar, bastante resistente a deterioração.
Utilidade - A madeira é empregada para marcenaria, confecção de esquadrias, cabos de ferramentas, artigos torneados, compensados, etc. A árvore é extremamente ornamental por seu tronco liso e muito decorativo. Pode ser empregada com sucesso no paisagismo, principalmente para formação de aléias e alamedas. Indicada também para plantio mistos em áreas ciliares degradadas.
Informações ecológicas - Planta perenifólia, heliófita ou esciófita, higrófita, caracteristica da mata de várzea permanentemente inundada da floresta pluvial amazônica. Pode ser encontrada tanto no interior da mata primária densa como em formações secundárias. Ocorre geralmente em agrupamentos quase homogêneos, de nominados de "capironais". Produz anualmente grande quantidade de sementes.
Fenologia - Floresce durante durante os meses junho-julho. A maturação dos frutos ocorre nos meses de outubro-novembro.
Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida leva-los ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. Como as sementes são muito pequenas, colocar os ramos frutíferos ao sol sobre lona plastica e cobertos por peneira fina para evitar que sejam levadas pelo vento. Um kg de sementes contém cerca de 6.666.000 unidades.
Produção de mudas - Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas, em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso; preparar um leito de semeadura bem uniforme com o substrato peneirado, cobrindo muito levemente com o mesmo material. Para evitar o deslocamento das minusculas sementes durante a irrigação, cobrir o canteiro com saco de estopa, retirando-o logo para iniciar a emergência (20-40 dias). A taxa de germinação é baixa, porém amplamente compensada pelo grande número de sementes por unidade de massa. Trasplantar as mudas para as embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm, as quais ficarão prontas para o plantio no local definitivo em 7-8 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é considerado moderado.
Citação - Árvores Brasileiras - Harri Lorenzi - Volume 01 -
Fiz esta foto deste exemplar que plantamos aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental Francisca Stochi, a beira do açude. Uni as duas fotos para mostrar a beleza e retidão do tronco. O pessoal rural costuma dizer que parece uma vela. também plantamos no Jardim da Matriz e na Mata Ciliar do Rio da Onça.




Fiz esta sequência de fotos no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro.
Estas duas ultimas fotos fiz no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Aléa plantada em 1932, 60 exemplares.
Arvores de Arceburgo-MG - Número 15
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Africa do Sul.
No Brasil nas cidades de: São Roque-ES, Penápolis-SP, Niterói-RJ e Morrinhos-GO.
Informações ecológicas - Planta perenifólia, heliófita ou esciófita, higrófita, caracteristica da mata de várzea permanentemente inundada da floresta pluvial amazônica. Pode ser encontrada tanto no interior da mata primária densa como em formações secundárias. Ocorre geralmente em agrupamentos quase homogêneos, de nominados de "capironais". Produz anualmente grande quantidade de sementes.
Fenologia - Floresce durante durante os meses junho-julho. A maturação dos frutos ocorre nos meses de outubro-novembro.
Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida leva-los ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. Como as sementes são muito pequenas, colocar os ramos frutíferos ao sol sobre lona plastica e cobertos por peneira fina para evitar que sejam levadas pelo vento. Um kg de sementes contém cerca de 6.666.000 unidades.
Produção de mudas - Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas, em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso; preparar um leito de semeadura bem uniforme com o substrato peneirado, cobrindo muito levemente com o mesmo material. Para evitar o deslocamento das minusculas sementes durante a irrigação, cobrir o canteiro com saco de estopa, retirando-o logo para iniciar a emergência (20-40 dias). A taxa de germinação é baixa, porém amplamente compensada pelo grande número de sementes por unidade de massa. Trasplantar as mudas para as embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm, as quais ficarão prontas para o plantio no local definitivo em 7-8 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é considerado moderado.
Citação - Árvores Brasileiras - Harri Lorenzi - Volume 01 -
Fiz esta foto deste exemplar que plantamos aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental Francisca Stochi, a beira do açude. Uni as duas fotos para mostrar a beleza e retidão do tronco. O pessoal rural costuma dizer que parece uma vela. também plantamos no Jardim da Matriz e na Mata Ciliar do Rio da Onça.




Fiz esta sequência de fotos no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro.
Estas duas ultimas fotos fiz no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Aléa plantada em 1932, 60 exemplares.
Arvores de Arceburgo-MG - Número 15
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Africa do Sul.
No Brasil nas cidades de: São Roque-ES, Penápolis-SP, Niterói-RJ e Morrinhos-GO.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Urubu-cabeça-preta
Coragyps atratus
( 56-63 cm)
Outros nomes populares: urubu-preto, urubu-comum, corvo, apitã e urubu-preto-comum.
Abundante, de ocorrência ampla, é frequente em qualquer ambiente aberto; é o urubu mais comum na proximidade humana (sobretudo em lixões), mas é escasso nas matas. Cabeças e pescoço nus, cinza-escuros. Plumagem negro-fosca. Em voo, asas largas e longas, , cauda curta,a base esbranquiçada das primárias forma uma mancha clara na asa, visível por baixo e por cima. Compare com o urubu-rei imaturo, bem maior manchado de branco sob as asas; também compare com o gavião-preto, de silhueta parecida,, mas as asas sem branco, com branco na cauda, e cabeça maior, emplumada e mais saliente. pernoita em grandes grupos, pousado em árvores. Em cidades aninha em alto de prédios. Alimenta-se de resto de carniça, mas pode capturar presas vivas. Ao contrário dos Cathartes, não tem olfato. Em voo, alterna voo batido com planeios, costuma subir, planando em círculos, nas correntes térmicas, até grande altura. Observe com atenção as "rodas" de urubus, em que pode haver outras aves de rapina.
Citação: Aves do Brasil-Pantanal & Cerrado- John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Todor e Martha Argel.
Foto que fiz de um ovo abandonado em um ninho. Muito bonito nas cores branco-azulado com manchas marrons
FAMILIA CICPNIIDAE
SUFAMILIA CATHARTINAE
Ordem Cixoniiformes {ex-Falconiformes}
Etimologia:
Coragyps - do grego korax = rapinar + gups = abutre.
atratus - do latim atratus = cobrir de preto, vestido de luto.
Citação:Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.
Foto que fiz do local de um ninho com 2 ovos, aqui fez seu ninho entre pedras muito grandes.
Foto que fiz do filhote, aqui o ninho foi feito no oco de uma árvore antiga, no chão
Esta sequência de fotos fiz aqui em Arceburgo-MG.
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Marcos, feita em 30.11.2012, Carlos Chagas-MG, Bioma predominante Mata Atlântica
Observação do autor: Já tinha fotografado esse urubu albino à uma distancia de uns 10 KM de onde moro;apareceu novamente no pomar de minha casa;foi uma surpresa!
AVES DE ARCEBURGO-MG - NÚMERO 14
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Croácia.
No Brasil nas cidades de: Palmeira-PR, Santa Rosa-RS, Taquari-RS e Poá-SP.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Johan Dalgas Frisch
100.000 visualizações do Blog
Neste momento que nosso Blog completa esta marca de 100.000 visualizações, minha gratidão a esta pessoa , que tanto faz pela nossas aves, e em especial aos nossos beija-flores.
Neste momento que nosso Blog completa esta marca de 100.000 visualizações, minha gratidão a esta pessoa , que tanto faz pela nossas aves, e em especial aos nossos beija-flores.
Dedicatória
Johan Dalgas Frisch
Falar de Dalgas seria necessário livros, documentários...deixo aqui minha singela homenagem, porque com ele aprendi quase tudo do que sei, e aplico em relação as aves. Conhecer, proteger, estudar. Costumo dizer que ele é meu padrinho, muito me incentivou, despertou através de seus emails, livros. As matérias feitas comigo aqui em Arceburgo-MG, em jornais,revistas, tvs, começaram com ele. Muito dos meus jardins tem o dedo dele, seus ensinamentos. Onde tiver uma ave alimentando, um beija-flor sugando o néctar de uma flor , lá ele estará.
Eu e o Dalgas, evento AvistarBrasil, Parque Villa-Lobos, São Paulo.
O Menino Sonhador
Era uma vez um menino que vivia de sonhar.
Ele tinha o gen do sonho na alma.
Seu bisavô, Enrico Mylius Dalgas, foi um sonhador:
plantou florestas na Dinamarca.
Seu pai, Svend, foi outro sonhador: desenhou a maioria das espécies de aves brasileiras.
E ele, aos cinco anos de idade, aprendeu a sonhar: assobiava os cantos das aves que viviam no jardim da suas casa.
Seus sonhos sempre tinham floresta no meio.
Ele sonhava com zumbido do vento, com o tilintar das folhas secas que caiam, com o som das cachoeiras e com a beleza das aves.
Cresceu sonhando com a natureza.
De tanto sonhar, aprendeu que cada floresta tinha um som diferente, porque tinhas ruídos diferentes, porque tinha cantos diferentes e porque tinha uma vida diferente, Ai resolveu cair na realidade e conhecer todas florestas brasileiras. Uma a uma.
Visitou a Mata Atlântica, os campos do Sul, a Caatinga, o Cerrado, os Pampas, o Pantanal e a Floresta Amazônica. Quanto mais se embrenhava na floresta, mais sonhos ele tinha.
Sonhos que viraram paixão.
Ai sua alma mudou para os campos e ele apaixonou de vez pelos pássaros, os habitantes mais alegres e mais charmosos das florestas.
Era uma vez um menino que sonhou a vida inteira e mesmo com mais de 75 anos ainda não acordou.
Sonha que os homens façam pelas aves o que fazem por si próprios.
Sonha que as cidades respeitem mais "estas jóias da natureza", dando-lhes maior proteção, comer e beber.
Sonha ainda, ainda, em viver eternamente apaixonado e que esta paixão escorra das páginas deste novo livro para dentro dos olhos, das mãos e da alma de cada dos habitantes desta bendita Terra que possui a maior biodiversidade do mundo.
Johan Dalgas Frisch deixa na sua história de menino-passarinho muitas mensagens.
A melhor delas: vida sem paixão é vida que se vai com a folha seca de uma árvore que cai. Vida com paixão é vida que se vive intensamente, prazerosamente e que deixa um rastro de luz para iluminar eternamente nossas pegadas.
Era uma vez um menino que vivia de sonhar e seus sonhos tinham sempre floresta, paixão e o cantar fantástico, doce e melodioso das aves brasileiras.
Silvestre Gorgulho é jornalista, ex-Secretário de Imprensa da Presidência, ex-Secretário de Comunicação do Distrito Federal, ex-Chefe do Departamento de Comunicação da Embrapa e fundador da Folha do Meio Ambiente.
Livro Aves Brasileiras Minha Paixão- Johan Dalgas Frisch
1930 - Nasce, em São Paulo, Johan Dalgas Frisch
1937 - Em um sitio pega uma juruviara morta por amigos e se condói do canto triste do companheiro da ave.
l946 - Ganha um exemplar do livro "Catálogo das Aves do Brasil" do ornitólogo Olivério Mário de Oliveira com dedicatória do autor.
l950 - Termina o colégio e, por falta de um curso superior de ornitologia, entra na Universidade Mackenzie para fazer engenharia industrial.
1955 - Dalgas se forma engenheiro industrial.
1956 - Consegue seu primeiro emprego na fabrica de Linhas Corrente.
1957 - Faz sua primeira viagem para conhecer aves do Pantanal.
1958 - Passa seis meses na Escócia fazendo estágio na sede da industria Linhas Corrente e aproveita para conhecer ornitólogos europeus.
1959 - Tem seu primeiro gravador a pilha e começa a gravar, amadoramente cantos de todas aves que encontra.
1959 - Conhece coletâneas de cantos de aves gravadas na Europa.
1959 - Volta ao Brasil e projeta o primeiro megafone de papelão para conseguir melhor gravação dos cantos das aves.
1960 - Projeta sua primeira parabólica que possibilita uma gravação de excelência. Faz sua segunda viagem ao Pantanal e realiza centenas de gravações de cantos de aves.
1961 - Conhece o comandante Omar Fontana, proprietário da Transbrasil, seu grande incentivador.
1962 - A imprensa anuncia a vinda ao Brasil do ornitólogo norte-americano C.H. Greenewaldt, que pretendia gravar os primeiros cantos de aves brasileiras.
1962 - Disposto a defender a primazia, Dalgas programa às pressa a primeira gravação do disco "Canto de Aves do Brasil", em LP de vinil 12 polegadas 33 rotações.
1962 - O Disco fica 18 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.
1962 - Em junho, o presidente João Goulart dá de presente ao presidente John Kennedy o disco de Dalgas.
1963 - Em novembro grava no Acre o canto do Uirapuru verdadeiro.
1963 - Dalgas lança seu segundo LP "Vozes da Amazônia" que inclui o canto do uirapuru.
1963 - Deixa a Linhas Corrente e cria sua própria empresa.
1964 - Em co-autoria com seu pai Svend, Dalgas lança o livro "Aves Brasileiras".
1964 - Lança com Vicente Leporace, Rubens Moraes Sarmento e Hebe Camargo a campanha para plantio de árvores frutíferas, a fim de atrair pássaros para a cidade de São Paulo.
1964 - Nasce seu filho Christian Dalgas Frisch.
1964 - Conhece Assis Chateaubriand e inicia luta para criação do Parque de Tumucumaque.
1966 - Dalgas consegue apoio da Inglaterra e da Holanda e do governador de Nova Iorque, Nelson Rockefeller, para criação do Parque de Tumucumaque.
1966 - O ministro da Agricultura, Ney Braga, apóia a criação do Tumucumaque..
1967 - Dalgas, Chateaubriand, Rogério Marinho, Amador Aguiar, Walter Moreira Salles e Omar Fontana criam a APVS - Associação para preservação da Vida Selvagem.
1968 - Morre Assis Chateaubriand e assume a presidência do APSV o banqueiro Amador Aguiar.
1968 - O presidente Costa e Silva assina decreto criando o Parque Nacuional Tumucumaque.
1969 - Morre seu pai, Svend Frisch.
1974 - É patrono do curso de Engenharia Civil da Universidade Mackenzie.
1976 - Projeta e constrói a estação de tratamento dre esgoto do Aeroporto Internacional de Guarulhos, a mais moderna do Brasil.
1981 - Lança a segunda edição do livro "Aves Brasileiras! com prefácio do comandanete Omar Fontana.
1984 - Utiliza o método de microetiquetação com tinta fluorescente para monitorar a rota da migração das andorinhas-azuis.
1992 - Dalgas recebe o título de Cidadão Honorário do Texas, por ter salvo e repatriado o falcão-peregrino.
1994 - Lança com o filho Christian o seu segundo livro, "Jardim dos Beija-flores" com prefácio do comandante Omar Fontana e de Lázaro de Melo Brandão.
2001 - Lança seu terceiro livro, " Os 12 cantos do Brasil".
2002 - O sonho de Dalgas se completa: Fernando Henrique Cardoso cria o Parque Nacional Montanhas de Tumucumaque, ao lado do Parque indígena de Tumucumauqe, maior área de preservação ambiental do mundo.
2002 - É assinado pelo presidente FHC o decreto que faz do sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) a Ave Nacional do Brasil.
2002 - lança seu quarto livro, "Cantos harmoniosos da América".
2005 - lança a terceira edição de "Aves Brasileiras" com prefácio de José Sarney e apresentação de Jens Olesen.
Aves Brasileiras - Mina Paixão - Johan Dalgas Frish
Material lançado por Dalgas , na minha casa, que guardo com carinho desde os tempos dos discos de vinil, livros, CD, relógio...
Esta semana no exterior o Blog foi visto no Canadá
No Brasil nas cidades de: Tres Rios-RJ, Sobral-CE, Penha-SC, Nova Friburgo-RJ e Mombuca-SP
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Preguiça-de-garganta-marrom
Bradypus variegatus Schinz, 1825
Outros nomes populares: Preguiça-comum, Preguiça-de-três-dedos.
Familia Bradypodidae
Gênero Bradypus Linnaeus, 1758
Possui colorido geral cinza claro com uma mascara facial bem caracteristica. A coloração pode variar para marrom clara com grandes manchas brancas na parte traseira, junto aos membros posteriores, e o pêlo é longo e grosso, exceto na face. O macho da espécie distingue-se da fêmea por uma mancha marrom-escura com estrias alaranjadas no centro das costas. As médias das medidas são 54 cm de comprimento de cabeça e corpo, 4,3 de comprimento de cauda e 4,03 kg de massa corporal.
Possui colorido geral cinza claro com uma mascara facial bem caracteristica. A coloração pode variar para marrom clara com grandes manchas brancas na parte traseira, junto aos membros posteriores, e o pêlo é longo e grosso, exceto na face. O macho da espécie distingue-se da fêmea por uma mancha marrom-escura com estrias alaranjadas no centro das costas. As médias das medidas são 54 cm de comprimento de cabeça e corpo, 4,3 de comprimento de cauda e 4,03 kg de massa corporal.
O nome deste gênero deriva do grego brados, que significa "lentidão" e podus que significa "pé" . As preguiças de três dedos são ativas tanto de dia como a noite. Elas são altamente especializadas no consumo das folhas das árvores, e o estomago é compartimentado para a fermentação prévia até a digestão final no intestinos. Preguiças de três dedos são caracterizadas por uma baixa taxa metabólica e uma baixa temperatura corporal central, aparentemente uma adaptação para alimentação nas folhas que são abundantes, mas tem um baixo teor de nutrientes. Preguiças tem uma outra caracteristica peculiar do esqueleto. Enquanto quase todos mamíferos consistentemente tem sete vertebras no pescoço, preguiças de três dedos tem oito ou nove. Em parte como resultado, as preguiças são capazes de girar a cabeça num angulo de 180°, uma habilidade notável para este mamífero.
Espécie mais comum e de maior distribuição geográfica, desde Honduras até a bacia Amazônica ao Sudeste do Brasil, passando por matas do Brasil Central e mata atlântica do Sudeste até o Estado do Pernambuco. No Nordeste, principalmente do litoral norte da Bahia até o Pernambuco, não é uma especie muito comum. Atualmente esta extinta na Argentina e ausente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Muito do que é conhecido do comportamento desta espécie na natureza vem de um extenso estudo realizado no Panamá. Bradypus variegatus é uma espécie solitária, florestal, com hábitos noturnos, diurnos e arborícolas. sua alimentação consiste principalmente de folhas, ramos tenros e brotos de árvores. Um individuo pode se alimentar de cerca de 40 árvores, mas passa a maior parte do tempo em apenas algumas.
Elas são muito vistas nas embaubas mas se alimentam também de outras árvores
Descem ao solo para defecar e urinar, de uma a duas vezes por semana, utilizando com frequência o mesmo local, onde ficam acumuladas suas fezes em formato de "bolinhas". São ativas cerca de 10 horas por dia e dão à luz um único filhote pesando 200-250 g. após um período de gestação de cerca de 6 meses. Gasta os 4 primeiros meses de vida agarrado a sua mãe, alimentando de tudo que ela come.
Longevidade potencial param esta espécie foi estimada de 20 a 30 anos.
Após cerca de seis meses, a mãe abruptamente abandona-o e se muda para uma outra parte do território.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist
Foto que fiz em Ubatuba-SP, Mata Atlântica, estava fazendo observação de aves, esta linda Preguiça apareceu. Fiquei mais de uma hora observando-a.
Foto que fiz aproximada, onde ficam a mostram seus 3 dedos. Ubatuba-SP, Mata Atlântica.
Agradeço meu amigo, Luiz Pires, Zootecnista, Diretor ZOO/BAURU, na identificação da espécie
Foto da Embaúba, Gênero Cecropia, as preguiças alimentam de brotos e folhas desta árvore. Fiz em foto aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental, onde plantei vários exemplares dela.
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Armenia.
No Brasil na cidades de: Casa Branca-SP, Indaiatuba-SP, Monte Santo de Minas-MG e Mesquita-RJ.
Longevidade potencial param esta espécie foi estimada de 20 a 30 anos.
Após cerca de seis meses, a mãe abruptamente abandona-o e se muda para uma outra parte do território.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist
Foto que fiz em Ubatuba-SP, Mata Atlântica, estava fazendo observação de aves, esta linda Preguiça apareceu. Fiquei mais de uma hora observando-a.
Foto que fiz aproximada, onde ficam a mostram seus 3 dedos. Ubatuba-SP, Mata Atlântica.
Agradeço meu amigo, Luiz Pires, Zootecnista, Diretor ZOO/BAURU, na identificação da espécie
Foto da Embaúba, Gênero Cecropia, as preguiças alimentam de brotos e folhas desta árvore. Fiz em foto aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental, onde plantei vários exemplares dela.
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Armenia.
No Brasil na cidades de: Casa Branca-SP, Indaiatuba-SP, Monte Santo de Minas-MG e Mesquita-RJ.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Palmeira-que-anda
Socratea exorrhiza (Mart.) H. Wendl.
Nomes populares: Palmeira-que-anda, paxiúba, paxiubinha, castiçal.
Local das fotos:
Sitio Roberto Burle Marx
Barra de Guaratiba
Rio de Janeiro-RJ.
Carateristicas gerais: Caule solitário, ereto, liso, de 10-20 m de altura e 10-18 cm de diâmetro, com palmito liso no topo e sustentado por cone de cerca de 25 raízes aéreas espinescentes e largamente espaçadas na base. Folhas pinadas, plumosas, em pequeno numero (cerca de 7 contemporâneas); bainha tubular de 1,0-1,5 m e pecíolo de 20-40 cm de comprimento; raque de 1,5-2,8 cm de comprimento; pinas em numero de 15-25 de cada lado da raque; assimétricas, cuneadas, as da porção mediana de 40-90 cm de comprimento, partidas até a base em vários segmentos de ponta pêndula. Inflorescencias interfoliares e eretas quando em botão, infrafoliares e pêndulas na floração, ramificadas com até 17 raquilas primárias de 30-40 cm de comprimento com 3-5 brácteas pedunculares de até 60 cm de comprimento. Flores unissexuais de ambos os sexos na mesma inflorescencia, dispostas em tríades, pares ou solitárias. Frutos em epicarpo que se parte irregularmente na maturação.
Habitat: Acre, Amapá, Amazonas, Para e Maranhão, na floresta periodicamente inundada e também em terra firme, sempre próximo de rios e córregos. também na América Central e norte e América do Sul.
Utilidade: Os caules são rachados e sua parte externa, na forma de pranchas, é largamente utilizadas em construções como assoalhos e paredes. A planta é muito ornamental e possui potencial para cultivo no paisagismo.
Produção de mudas: Frutificação abundante no inverno. Um kg de frutos contém cerca de 320 unidades, cujas sementes germinam em 4-6 meses.
Citação: Palmeiras Brasileiras e Exóticas cultivadas - Harri Lorenzi, Hermes M;de Souza, Luiz Sérgio C. de Cerqueira, Judas Tadeu de M.Costa e Evandro Ferreira
Fiz esta sequência de fotos no Sitio Roberto Burle Marx, Barra da Guaratiba, Rio de Janeiro-RJ. Vejam as raízes aéreas.
Copa da palmeira.
Frutos.
Fiz esta foto bem aproximada para mostrar as raízes aéreas. dai seu nome popular, Palmeira-que-anda. Algumas raízes secam outras nascem, e com o tempo ela muda de lugar.
Palmeiras do Brasil - Numero 2
Palmeiras do Rio de Janeiro - Numero 1
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Siproeta stelenes
Borboletas
"Malaquita"
Nome: Siproeta steles ( Linnaeus, 1758)
Familia: Nymphalidae
Sub-familia: Nymphalinae
Planta hospedeira: Ruelia sp.
Biologia: Um dos mais espetaculares espécimes de Nymphalidae, voa em seu esplendor em áreas abertas e ensolaradas nas matas, onde se alimenta de frutos fermentados e néctar e busca parceiros para o acasalamento. A postura é feita em brotações de plantas do gênero Ruelia e outras acantáceas. As lagartas são pretas com muitos espinhos. No decorrer do tempo, pode-se determinar a espécie pelos espinhos, que são pretos e com a base alaranjada em Siproeta stelenes, e pretos nas laterais e amarelos nas costas em Siproeta trayja. Essas espécies tem o hábito de se alimentar preferivelmente à noite, sendo difícil encontrá-las durante o dia na planta hospedeira.
Citação: Borboletas -m Evoneo Berti Filho, João Angelo Cerignoni.
Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie.
Fiz esta sequência de fotos aqui em Arceburgo-MG, na Fazenda Cachoeira.
Fui fotografar beija-flores, no meio do caminho, a beira de um açude, fiz estas fotos.
A primeira vez que fotografei esta espécie
Foto da lagarta do Blog do meu amigo João Angelo Cerignoni, para saber mais sobre borboletas acesse: http://borboletasbr.blogspot.com.br/search?q=siproeta
BORBOLETAS DE ARCEBURGO-MG - NÚMERO 6
Esta semana no exterior o Blog foi visto na Republica Dominicana.
No Brasil nas cidades de: Taperoá-PA, Sertãozinho-SP, Vinhedo-SP e Vitória-ES.
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