sábado, 24 de agosto de 2013

Cariota-de-espinho

Aiphanes aculeata Willd.


Série Jardim Botanico do Rio de Janeiro

Foto que fiz da Palmeira no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, aqui o Pintor-verdadeiro, Tangara fastuosa, alimenta com seu fruto.
Nota: . Esta ave é endêmica do Nordeste, e tem uma anilha, o que demonstra que ela foi solta ou escapou de algum criatório. Fiquei três dias no Jardim Botânico e só observei esta, sorte minha e dos amigos do Blog, já que ela aparece somente em alguns pontos do nordeste
Um nordestino ameaçado de extinção
O Pintor-verdadeiro, uma das mais belas aves da fauna do Nordeste, encontra-se na lista vermelha das aves ameaçadas de extinção.

Características gerais - caule simples, de até 10 m de altura e 6-10 cm de diâmetro, com muitos espinhos negros em toda sua extensão.  Folhas 10-15 por planta; pinas distribuídas irregularmente na raque formando aglomerados de 4 pinas distribuídas irregularmente na raque formando aglomerados de 4 pinas inseridas em planos diferentes. Inflorescencias interfoliares multirramosas; profilo de difícil visualização e bráctea peduncular coberta de espinhos. Frutos globosos, 1,5-2,0 cm de diâmetro, com epicarpo vermelho e mesocarpo alaranjado, bastante oleosos.


Toda esta sequência de fotos fiz no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Habitat - ocorre no Brasil apenas na parte ocidental do Estado do Acre, nas matas secas, em solos bem drenados.

Utilidade - bastante ornamental. Produz cachos de frutos muito vistosos. Na Colômbia encontram-se frutos nos mercados, devido a riqueza da polpa em caroteno. Esta é a única especie do gênero nativa e largamente cultivada no Brasil, principalmente pela exuberante coloração vermelha da sua infrutescência. Serve muito bem para parques de grandes dimensões e canteiros centrais de avenidas. Devido aos espinhos do caule a planta é bem protegida dos depredadores. Cultiva-se também em jardins residenciais. Quando adulta tolera períodos secos.



Produção de mudas - um kg de frutos contém 900 unidades; após despolpadas as sementes germinam com facilidade em 2 a 3 meses. Quando jovens seu desenvolvimento é melhor à sombra, tolerando o pleno sol quando adultas.
Citação: Palmeiras Brasileiras e Exóticas Cultivadas - Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza, Luiz Sérgio Coelho de Cerqueira, Judas Tadeu de Medeiros Costa e Evandro Ferreira

Agradeço a colaboração da minha amiga Rosy do Rio de Janeiro, na identificação da Palmeira, bem como nas fotos ai No jardim Botânico.

Palmeiras do Brasil - Número 3
Palmeiras do Rio de Janeiro - Numero 2



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Rhinella ornata

SAPOS

CÁSSIA DOS COQUEIROS - SP.

Basicamente é uma especie pequena de sapo, pertencente a familia Bufonidae.

antigamente era uma unica espécie distribuida em todo Brasil...
agora foram subdivididos em varias espécies separadas basicamente pela distribuição geográfica.
essa manchinha abaixo do olho e a distribuição sao caracteristicas da espécie.
vivem preferencialmente em mata e borda de mata.
se reproduzem em lagoas, poças e margens de lagos.
os girinos sao pretos e ficam agrupados.
Colaboração, texto e identificação da espécie
Felipe Bittioli R. Gomes
Biólogo, Mestre em Ecologia e Comportamento Animal, Doutorando
Programa de Pós-graduação em Ecologia - PPG-Eco
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Manaus - AM



Fiz esta sequencia de fotos na cidade de Cássia dos Coqueiros-SP


Fotografei o ambiente para traduzir o local onde vive a espécie, riacho para reprodução, ambiente de mata ciliar.


Vários angulos para mostrar sua beleza 


Esta semana no exterior o Blog foi visto na Costa Rica, China, Israel e Irlanda.
No Brasil nas cidades de: Taboão da Serra-SP, Uruçuca-Ba, Serra-SP E São Sebastião do Paraiso-MG.


BICHOS - NUMERO 7

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Cobra D'agua

Helicops sp.

Cobra não venenosa.
Alimenta-se de peixes e rãs.
Pode morder se ameaçada ou manipulada.


Fiz estas duas fotos aqui em Arceburgo-MG, perto do sitio dos meus primos João Barreto/Celi.
Ela estava atravessando a estrada. Parei o carro para fazer as fotos, e para que ela pudesse seguir seu trajeto. Perto do córrego do moinho, ambiente de mata ciliar.

Identificação do meu amigo
Marcelo Ribeiro Duarte
Laboratório de Coleções Zoológicas
Instituto Butantan
Av. Vital Brazil, 1500
São Paulo, SP - Brasil
CEP: 05503-900

BICHOS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 7
COBRAS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 3

Esta semana o Blog foi visto na Venezuela


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Pedra da Caveira

Araruna 
Paraíba



Foto e colaboração para esta matéria da minha amiga Amanda Paiva C. Damasceno, que é do Rio Grande do Norte. Ela tem um lindo Blog:http://simplicidadepenochao.blogspot.com.br//


Situada no Parque Ecológico Estadual da Pedra da Boca, vizinho ao Sítio Água Fria, no município de Araruna-PB, a Pedra da Caveira faz parte de um complexo rochoso de composição granítica porfirítica, possuindo vestígios de gnaisses e quartzitos apresentando umas faces arredondadas, assim como as demais rochas do parque.
Assim como muitas pedras famosas no parque ecológico, a Pedra da Caveira chama atenção, por seus formatos distintos, que impressionam  quem a vê. Porém esta denominação “Pedra da Caveira” é recente, antes moradores de Araruna e arredores a conheciam por “Pedra do Anselmo”, pois, havia um senhor chamado Anselmo, morador da Água Fria, que praticamente morava na rocha.
Contam os habitantes do povoado local, incluído na área do parque ecológico, que o Senhor Anselmo passou quase que toda sua vida subsistindo nas proximidades da rocha, se alimentando, dormindo e tendo praticamente todas as suas atividades normais nela, como se fosse sua verdadeira casa. Mesmo após a morte deste homem já bem idoso, tendo mais menos uns 80 anos de idade, o local já estava batizado empiricamente pelas pessoas como “A Pedra do Anselmo”.
Com a criação do Parque Estadual da Pedra da Boca no ano 2000, e o incremento da atividade turística na região e o falecimento do Anselmo que os visitantes novos não conheceram, a rocha teve sua denominação praticamente rebatizada, pois realmente aparenta aos que tem imaginação, características que se aproximam a uma face humana, com boca, olhos e nariz, mais precisamente a um crânio. Esta rocha que é uma das mais famosas do Parque, de Araruna e por não dizer da Paraíba, fica lado a lado com a majestosa Pedra da Boca que empresta o nome ao Parque.
Embora o Senhor Anselmo já tenha falecido, e a rocha seja conhecida por outro nome, é impossível aos habitantes do local não associá-lo a rocha, mesmo depois de sua morte, alguns chegam até a dizer que a rocha possuí a face do Anselmo, e que sua alma circunda a Pedra da Caveira, assombrando quem se aproxima de seu lugar preferido no mundo, onde lá morava, lá pensava, lá sonhava. 
Wellington Rafael

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Pedra da Boca - Teófilo Otoni - Minas Gerais -

Pedra da Boca
Teófilo Otoni - Minas Gerais

Coordenadas Geográficas
S 17º 55' 6.53", W 41º 11' 20.49"
Bioma predominante mata atlântica

Saindo de Arceburgo-MG, rumo a Teixeira de Freitas na Bahia, me deparei com esta pedra, fiquei perplexo


O cavaleiro é uma pessoa muito simpatica, mora na casa ao lado da pedra.
Nesta casa mora o cavaleiro, a pedra ao fundo é outra, estão bem proximas.

Esta bem proxima da Pedra da Boca, porém é menor.

Aproximada.

Detalhes , com foto aproximada.
Fiz esta sequencia de fotos em 03/07/2013 as 11,17 horas.


A pedra da Boca ou pedra da Baleia pode ser vista no trajeto da BR-418, conhecida por estrada do Boi. O inselberg de aproximadamente 970 
metros de altitude fica exatamente às margens dessa BR, dentro da propriedade rural do SrJ osé Rogério Dantas, na divisa dos municípios mineiros de Ataléia e Teófilo Otoni. A montanha recebeu esse nome devido a presença de uma grande fenda horizontal localizada em sua parede, semelhante à boca de uma grande baleia. A pedra da Boca, além de chamar a atenção de vários motoristas que circulam pela BR diariamente e turistas que avançam rumo às praias capixabas e baianas, sendo alvo de inúmeros cliques fotográficos, também já faz parte do roteiro de muitas equipes de escaladores de montanhas espalhados pelo Brasil, atraídas pela beleza natural e pela imponência da rocha. 
mundodasmontanhas.blogspot.com -



Alguns afirmam que esse grande monólito tem o formato de uma baleia, sendo que a fenda frontal em formato de uma boca deu origem ao nome da pedra.
A boca na verdade, é o que restou de um grande desmoronamento, formando uma fenda horizontal em 
forma de arco com cerca de 200m de extensão e um negativo de 20m de altura a 100m da base da pedra.
www.dzai.com.br/paredesdeminas/blog/cascagrossaclimb?tv_pos_id...

terça-feira, 16 de julho de 2013

Abelha Mandaçaia

Melípona quadrifasciata

As abelhas fazem parte da engrenagem que mantém os ecossistemas, são polinizadoras que merecem atenção. Paralelamente ao aquecimento global decorrente das alterações ambientais causadas pela industrialização descontrolada e aumento da população humana na terra, desapareceram aceleradamente inúmeras espécies de abelhas e com elas as espécies vegetais dependentes da polinização cruzada.
Albert Einstein já alertava sobre o desaparecimento das abelhas e comentou ser este fato o ponto de partida para o Homem iniciar seriamente as atitudes para reverter os processos degradantes do Planeta.

As abelhas sociais nativas(Apidae) do Brasil são representadas por mais de 200 espécies de Meliponinae (KEER & MAULE, 1964), 7 espécies de mamangavas (Bombinae) (MOURE & SAKAGAMI, 1962) e muitas de Euglossini. Existem mais de 5.000 espécies de abelhas solitárias que realizam a mesma função polinizadora. 



Entrada da colméia, o barro

O interesse pela criação de abelhas é justificado pelo uso nutricional e terapêutico do:
-mel
-pólen
-cera
-própolis
geoprópolis
-apitoxina
-geléia real

O Brasil é 0 4° produtor mundial de mel

Sabemos que as Melíponas coletam barro misturando-o a resinas vegetais produzindo geoprópolis. O acumulo de geoprópolis nas frestas das colméias, p´rinciplamente entre a tampa e a caixa propriamente dita, aumenta o peso da colonia e isto não quer dizer que esteja com muitas abelhas ou reservas alimentares. O acréscimo de geoprópolis é muito influenciado pelo manejo inadequado do meliponicultor, principalmente quando a caixa é aberta com muita frequência. A cada abertura, novas frestas são formadas e as operárias depositam cada vez mais geoprópolis nessas frestas.

Em Ribeirão Preto-SP e regiões próximas, (caso de Arceburgo-MG) o autor recomenda a Melipona quadrifasciata, Melipona rufiventris e Scaptotrigona postica.

A única forma de coletar enxames de meliponíneos é colocar caixa-iscas preparadas com a cera dessas abelhas como atrativo em locais estratégicos onde existam enxames naturais fortes. De preferência deve-se utilizar a mesma cera da espécie que se deseja coletar. Isto facilita a atração das abelhas batedoras que procuram ocos para fundar seu novo ninho.
Há relatos mais antigos de populações indígenas que praticavam a meliponicultura e dividiam as colonias para  formação de novas.

Arquitetura dos ninhos
Embora não possuam ferrão desenvolvido, os meliponíneos são capazes de defender sua colonia de forma passiva construindo seus ninhos em locais de difícil acesso. A entrada do ninho da maioria das especies é guardada por abelhas que atacam os inimigos que tentam entrar, chamadas abelhas guardas. O ninho apresenta uma entrada, que normalmente é caracteristica para cada espécie ou gênero. A esta segue um túnel construído de cerume, resina ou geoprópolis ( mistura de barro e resina), que vai até a região onde é armazenado o alimento, potes de pólen e néctar.

MORFOLOGIA EXTERNA E FISIOLOGIA DAS ABELHAS
O corpo das abelhas apresenta exoesqueleto de quitina com inúmeras articulações e coberto de minúsculos pêlos. ´é dividido em 3 partes: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça os órgãos de sentido: olfato, visão e audição. No tórax órgãos de locomoção: musculatura das asas e pernas. No abdômen, os órgãos respiratórios, reprodutores e aparelho digestivo.

Manutenção dos Espermatozóides na Espermateca
Uma rainha de abelhas, assim como em outros insetos sociais, pode sobreviver por até 7 anos com suas atividades fisiológicas normais.  Põe ovos e mantém a colonia sempre populosa, pronta para sobreviver as intempéries ambientais e predadores. Como os acasalamentos ocorrem sempre em um só período, é necessário que haja um mecanismo de permanência dos espermatozóides vivos e aptos a fecundar os óvulos dentro da rainha. Durante a cópula o macho deixa seu pênis (capsula genital) e parte do intestino preso à  "Bursa Copulatrix" da rainha, sendo que a ejaculação ocorre segundos depois. Minutos após a cópula, o macho morre e a rainha entra na colméia e ai permanece por longo período pondo ovos.
Citação A Mandaçaia - Davi Said Aidar

Visão da abertura da caixa, potes de mel, polén, crias, resina.
O perfume que exala é uma delicia.

Aqui em Arceburgo-MG, como Secretário de Meio Ambiente, criei no Parque Ambiental um Espaço das Abelhas Indígenas sem ferrão. Também criei um Espaço de Plantas Apícolas de diversas espécies, espalhei pela arborização urbana, mata ciliar plantas apícolas.
Também tenho na minha casa uma coleção desta abelhas, como hobby preservacionista.
Em conjunto com  o professor Rubens Marcelo de Castro, da IFSULDEMINAS -Câmpus de Muzambinho-MG, mantemos um grupo de pessoas que doamos abelhas um para om outro, plantas apícolas, informações. Esta Mandaçaia da matéria foi um presente dele.

Abelhas de Arceburgo-MG - Número 2


domingo, 23 de junho de 2013

Cachoeira Véu das Noivas

Poços de Caldas - Minas Gerais - Brasil

Pontos turísticos

Mostrando a Natureza, agua , verde.

Situada no Ribeirão das Antas, a cachoeira Véu das Noivas é formada por três quedas d’água, sendo que a principal possui 10 metros de altura por 15 metros de largura. As águas formam corredeiras e avançam em uma velocidade que encanta. Mata ciliar e rochas associam-se à paisagem. No local, há um trenzinho que realiza passeios nos limites do parque no qual é possível contemplar a beleza natural do local, composta por pinheiros, flores e plantas ornamentais. Além de feira de artesanato funciona no antigo restaurante.



Estas duas fotos, eu as fiz em janeiro deste ano, período chuvoso.


Assista o vídeo para sentir a beleza do local.



CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 1
CACHOEIRAS DE POÇOS DE CALDAS/MG - NUMERO 1
CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 1







quarta-feira, 19 de junho de 2013

Praças do "Sacaia"

PRAÇAS E AREAS VERDES DE ARCEBURGO - MINAS GERAIS

ÁREA VERDE DESTA PRAÇA 196 MTS²


Dentro da mesma linha de pensamento, onde eram espaços abandonados, e por isto as pessoas depositam ai lixo, entulhos, resolvemos intervir.
Tivemos a intenção de fazer uma cidade limpa, bonita, e que cada Praça tivesse sempre uma planta diferente, algo para tornar o dia-a-dia das pessoas mais alegre, festivo.
Neste Praça como nas demais: calçada, bancos, abrigo de ônibus, lixeirinha, comedouro para os pássaros, gramado, postes para iluminação de ferro fundido, tudo de primeira.
As plantas escova-de-garrafa, hamélia, caliandra...pensando nos beija-flores.
Aqui também é um Jardim dos beija-flores.
Coloquei aqui uma árvore interessante, brasileira, em risco de extinção o Pau-de-rosas, 

Physocalymma scaberrimum.








Florada do  Pau-de-rosas, Physocalymma scaberrimum., que plantamos aqui

Plantamos o Pau-de-rosas para mostrar a beleza das flores desta árvore. Também colocamos 
plantas para atrair os beija-flores. Ai o beija- flor-de-peito-azul, Amazilia lactea fez seu ninho. Na Natureza uma acao resulta em outra.

PRAÇAS E ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO - NUMERO 4


ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO
ANTERIOR.............. 28.294 MTS²
ESTA PRAÇA.........       196 MTS²
TOTAL................      29.350 MTS²


Esta semana no exterior o Blog foi visto em Belarus.
No Brasil nas cidades de:Araripina-PE, Itapetininga-SP, Jaú-SP, Marechal Cândido Rondon-PR

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pau-mulato

Calycophyllum spruceanum (Benth.)Hook.f. ex K. Schum

Família Rubiaceae

Outros nomes populares: mulateiro, mulateiro-da-várzea, escorrega-macaco, pau-mulato-da-várzea e pau-marfim(PA)

Sinonima botânica - Eukylista spruceana Benth.

Caracteristicas morfólogicas - Altura de 20-30 m, com tronco retilíneo ramificado somente na ponta, de 30-40 cm de diâmetro. Folhas simples, glabras, de 9-17 cm de comprimento por 6-7 cm de largura.

Ocorrência - região Amazônica, na mata de várzea periodicamente inundada à margem dos rios.

Madeira - Moderadamente pesada (densidade 0,78 g/cm³), dura, compacta, fácil de trabalhar, bastante resistente a deterioração.

Utilidade - A madeira é empregada para marcenaria, confecção de esquadrias, cabos de ferramentas, artigos torneados, compensados, etc. A árvore é extremamente ornamental por seu tronco liso e muito decorativo. Pode ser empregada com sucesso no paisagismo,  principalmente para formação de aléias e alamedas. Indicada também para plantio mistos em áreas ciliares degradadas.

Informações ecológicas - Planta perenifólia, heliófita ou esciófita, higrófita, caracteristica da mata de várzea permanentemente inundada da floresta pluvial amazônica. Pode ser encontrada tanto no interior da mata primária densa como em formações secundárias. Ocorre geralmente em agrupamentos quase homogêneos, de nominados de "capironais". Produz anualmente grande quantidade de sementes.

Fenologia - Floresce durante durante os meses junho-julho. A maturação dos frutos ocorre nos meses de outubro-novembro.

Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida leva-los ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. Como as sementes são muito pequenas, colocar os ramos frutíferos ao sol sobre  lona plastica  e cobertos por peneira fina para evitar que sejam levadas pelo vento. Um kg de sementes contém cerca de 6.666.000 unidades.

Produção de mudas -  Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas, em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso; preparar um leito de semeadura bem uniforme com o substrato peneirado, cobrindo muito levemente com o mesmo material. Para evitar o deslocamento das minusculas sementes durante a irrigação, cobrir o canteiro com saco de estopa, retirando-o logo para iniciar a emergência (20-40 dias). A taxa de germinação é baixa, porém amplamente compensada pelo grande número de sementes por unidade de massa. Trasplantar as mudas para as embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm, as quais ficarão prontas para o plantio no local definitivo em 7-8 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é considerado moderado.
Citação - Árvores Brasileiras - Harri Lorenzi - Volume 01 -

Fiz esta foto deste exemplar que plantamos aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental Francisca Stochi, a beira do açude. Uni as duas fotos para mostrar a beleza e retidão do tronco. O pessoal rural costuma dizer que parece uma vela.  também plantamos no Jardim da Matriz e na Mata Ciliar do Rio da Onça.








Fiz esta sequência de fotos no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro.


Estas duas ultimas fotos fiz no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Aléa plantada em 1932, 60 exemplares.

Arvores de Arceburgo-MG - Número 15

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Africa do Sul.
No Brasil nas cidades de: São Roque-ES, Penápolis-SP, Niterói-RJ e Morrinhos-GO.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Urubu-cabeça-preta

Coragyps atratus
( 56-63 cm)

Outros nomes populares: urubu-preto, urubu-comum, corvo, apitã e urubu-preto-comum.

Abundante, de ocorrência ampla, é frequente em qualquer ambiente aberto; é o urubu mais comum na proximidade humana (sobretudo em lixões), mas é escasso nas matas. Cabeças e pescoço nus, cinza-escuros. Plumagem negro-fosca. Em voo, asas largas e longas, , cauda curta,a base esbranquiçada das primárias forma uma mancha clara na asa, visível por baixo e por cima. Compare com o urubu-rei imaturo, bem maior manchado de branco sob as asas; também compare com o gavião-preto, de silhueta parecida,, mas as asas sem branco, com branco na cauda, e cabeça maior, emplumada e mais saliente. pernoita em grandes grupos, pousado em árvores. Em cidades aninha em alto de prédios. Alimenta-se de resto de carniça, mas pode capturar presas vivas. Ao contrário dos Cathartes, não tem olfato. Em voo, alterna voo batido com planeios, costuma subir, planando em círculos, nas correntes térmicas, até grande altura. Observe com atenção as "rodas" de urubus, em que pode haver outras aves de rapina.
Citação: Aves do Brasil-Pantanal & Cerrado- John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Todor e Martha Argel.

Foto que fiz de um ovo abandonado em um ninho. Muito bonito nas cores branco-azulado com manchas marrons

FAMILIA CICPNIIDAE
SUFAMILIA CATHARTINAE

Ordem Cixoniiformes {ex-Falconiformes}

Etimologia:
Coragyps - do grego korax = rapinar + gups = abutre.
atratus - do latim atratus = cobrir de preto, vestido de luto.
Citação:Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.

Foto que fiz do local de um ninho com 2 ovos, aqui fez seu ninho entre pedras muito grandes.

Foto que fiz do filhote, aqui o ninho foi feito no oco de uma árvore antiga, no chão

Esta sequência de fotos fiz aqui em Arceburgo-MG.

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Marcos, feita em 30.11.2012, Carlos Chagas-MG, Bioma predominante Mata Atlântica
Observação do autor: Já tinha fotografado esse urubu albino à uma distancia de uns 10 KM de onde moro;apareceu novamente no pomar de minha casa;foi uma surpresa!

AVES DE ARCEBURGO-MG - NÚMERO 14

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Croácia.
No Brasil nas cidades de: Palmeira-PR, Santa Rosa-RS, Taquari-RS e Poá-SP.