quarta-feira, 18 de março de 2015
Pássaro em uma cachoeira o incrível mergulhador (Fossekall)
Pássaro em uma cachoeira
o incrível mergulhador (Fossekall)
Urubu-rei
Sarcoramphus papa (Linnaeus, 1758)
O urubu-rei é uma ave cathartiforme da família Cathartidae.
Seu nome científico significa: do (grego) sarx = carne; e rhamphos = bico; e do (latim)papa = Papa, maior, maioral. = Papa dos Abutres com carúncula no bico.
Habitante de zonas tropicais a semi-tropicais,desde o México à República da Argentina, e em todo o Brasil, onde, pela sua característica saprófaga, sua caça é proibida, pois é considerada uma ave importante na limpeza do meio ambiente, quando muitos animais são exterminados por doença, o urubu ajuda a controlar a epidemia comendo os animais mortos e agonizantes. Também é conhecido como corvo-branco, urubu-real, urubu-branco, urubutinga, urubu-rubixá, urubu-preto-e-branco e iriburubixá.
O nome genérico “Sarcoramphus” significa “bico com carne”, devido à presença de apêndices ou crestas carnosas no mesmo; e o específico “papa”, cujo significado latino original é “bispo”, é uma referência ao papel hieráquico que o povo lhe atribui, de ser o primeiro a abordar uma carcaça, o que parece se dever ao poder de seu bico, capaz de romper couros mais resistentes, abrindo caminho para as outras espécies se servirem depois.
Características - possui uma envergadura que varia de 170 a 198 cm e peso que oscila de 3 a 5 kg, medindo cerca de 85 cm de comprimento. Tem cabeça e pescoço nus, pintados de vermelho, amarelo e alaranjado, a parte superior do corpo amarelo-clara, esbranquiçada, asas e cauda pretas, o lado inferior branco, com plumagem branca e negra.
Alimentação - Sua dieta é estritamente carnívora, mas nunca se alimenta de animais vivos, salvo se estiver faminto e a presa estiver agonizando. Como consumidores de carne em putrefação desempenham importante papel saneador, eliminando matérias orgânicas em decomposição. São imunes, aparentemente, ao botulismo. O suco gástrico dos urubus é bioquimicamente tão ativo que neutraliza as toxinas cadavéricas e bactérias, eliminando perigos posteriores de infecção. Quando são alimentados em cativeiro com carne fresca, são limpos e sem mau cheiro. Assim que avista uma carcaça, mergulha rapidamente em direção ao solo e pousa nas proximidades. Por mais fome que tenha, espera cautelosamente durante uma hora. Então, convencido de que não há nenhum perigo, come até mal poder se mover. De barriga cheia, exala um cheiro forte, repugnante. E é exatamente durante a alimentação que ele, normalmente de hábitos solitários, é visto com outras aves de rapina, principalmente urubu-de-cabeça-preta (que mantêm distância respeitosa). Aparentemente, espera que os outros urubus encontrem a carniça através do cheiro ou da visão. Quando as espécies menores estão pousando para alimentar-se, esse comportamento denuncia a presença de carniça e o urubu-rei aproveita-se disso para chegar à fonte de alimentação. Em geral, um ou dois adultos, eventualmente algumas aves juvenis, estão em uma carniça. Isso parece indicar a existência de território, onde as aves adultas evitam a presença de outros urubus-rei. Em algumas carcaças grandes, é possível se observar mais adultos. Mesmo com outros da sua espécie, só se encontra nestas ocasiões ou, claro, em época reprodutiva.
Reprodução - Na estação de reprodução que vai de julho a dezembro, o macho corteja a fêmea empoleirado ou no solo, abre e fecha as asas e exibe a vértice vivamente colorido, abaixando a cabeça. O casal escolhe um local sem muito capricho, no chão da mata ou no meio de pedras, ou em morros. No último caso simplesmente aproveita um ninho já existente, para fazer a postura dos ovos que são em número de 1 a 2, mas com cobertura vegetal densa. A incubação é longa durando de 53 a 58 dias. Enquanto a fêmea choca os ovos, o macho sai a procura de alimento para ambos. O casal pode se revezar na incubação. Quando o filhote está nascendo, a fêmea ajuda a tirar a casca do ovo delicadamente, e quando finalmente o animal sai do ovo possui uma fina penugem branca, mantida nas primeiras semanas de vida, e com o passar dos dias seu aspecto lembra uma bola de algodão. Logo é alimentado pelos pais com regurgito. Atinge a maturidade sexual aos 3 anos, quando já pode apresentam coloração típica.
Predadores - Na natureza tem poucos predadores naturais, mas, devido à baixa reprodutividade da espécie e à degradação do seu habitat, é uma espécie cada vez mais rara de se observar.
Hábitos - Ave diurna, pousa nas árvores mais altas da mata, onde costuma dormir. Passa a noite empoleirada em um galho, sempre no mesmo lugar. O urubu-rei levanta voo quando o sol nasce e plana acima do topo das árvores. Circula bem alto. Locomove-se no solo a custa de longos pulos elásticos as pernas são relativamente longas. Para a termorregulação abre as asas e defeca sobre as pernas.
É visto normalmente voando bastante alto, sozinho ou aos pares, raramente em grupos de vários indivíduos. É visto com outros urubus na alimentação, onde tem hábito solidário. Quando estão com a cabeça abaixada e um pouco inclinada estão desconfiados e observam algo com atenção. Esta mesma posição da cabeça abaixada e um pouco inclinada é usada, pelo macho no cortejo do acasalamento. Quando incomodados vomitam e sopram fortemente para afastar um intruso, característica também feita pelos filhotes, quando o intruso se aproxima o urubu-rei defende-se com as garras e, principalmente, com seu poderoso bico.
Distribuição Geográfica - Possui uma distribuição abrangente, que vai de toda a América Latina até ao sul do México. Habita florestas, mas principalmente áreas de Cerrado. Embora presente em todo o Brasil, é mais comum nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Encontrado também do México à Colômbia, Bolívia, Peru, norte da Argentina e Uruguai. Habita regiões de florestas com clareiras (campos, pastagens) distantes de centros urbanos, nunca é encontrado em regiões desérticas.
Referências -
- Carvalho Filho, E.P.M., G. Zorzin, and G.V. Specht. 2004. Breeding biology of King Vulture in southeastern Brazil. Ornitologia Neotropical 15: 219-224.S.O.S. Falconiformes
- CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.
Wiki Aves
Nota: As fotos foram feitas por mim, no Parque Ecológico de São Carlos-SP com a colaboração da Bióloga e Pedagoga Ariane Leoni, que me facilitou acesso nas dependências deste lindo Parque. Fiz as fotos junto com os tratadores dentro do espaço, tomando todos cuidados para não estressar as aves.
AVES -NUMERO 19
sábado, 14 de março de 2015
Cereja-do-rio-grande
Eugenia involucrata DC.
Fotos de minha autoria, realizadas aqui em Arceburgo-MG. Fizemos uso desta planta na Arborização Urbana, no Parque Ambiental e no Bosque dos Pássaros.
Familia Myrtaceae
Nomes populares - cerejeira, cerejeira-do-mato, cereja, araçazeiro, cerejeira-da-terra, cereja-do-rio-grande.
Caracteristicas morfologigas - Altura de 5-8 m (10-15 na mata), dotada de copa arredondada.Tronco ereto e mais ou menos cilíndrico de 30-40 cm de diâmetro, com casca lisa e descamante.Folhas simples, glabras, de 5-9 cm de comprimento. Flores solitárias, axilares, longo-pedunculadas, de cor branca. Fruta drupa, piriforme, glabra e brilhante. coroada pelo cálice persistente, de cor vermelha ou vinácea-escura, com polpa carnosa, adocicada e comestível, contendo 1-3 sementes.
Ocorrência - Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, principalmente na floresta semidecídua de altitude.
Madeira - Moderadamente pesada, compacta, elástica, muito resistente, de boa durabilidade natural.
Utilidade - A madeira é empregada para confecção de cabos de machado e outras ferramentas agrícolas e, para lenha e carvão. A árvore é extremamente ornamental e pode ser utilizada no paisagismo, principalmente na arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas. Seus frutos são comestíveis e muito saborosos, aproveitados para confecção de doces, geleias, licores e também para consumo in natura. É amplamente cultivada em pomares domésticos de toda região sul do país. São avidamente consumidos pela avifauna.
Informações ecológicas - Planta decídua, heliófita, seletiva higrofita, caracteristicas das florestas semidecíduas. Pode também ser encontrada em menor frequência na mata pluvial atlântica e na mata de pinhais. Ocorre sempre em baixíssima frequência, principalmente em associações secundárias.
Fenologia - Floresce durante os meses de setembro-novembro junto com o surgimento de nova folhagem. Os frutos amadurecem em outubro-dezembro.
Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda expontanea , ou recolhe-las no chão após a queda. Em seguida despolpa-los manualmente em agua corrente dentro de uma peneira. Após separação das sementes deixar secar a sombra. Um quilo de sementes contem cerca de 7.500 unidades.


Produção de mudas - Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas em canteiros ou diretamente em recipientes individuais contendo substrato organo-argiloso e, mantidos em ambientes semi-sombreados; cobri-los com uma leve camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 30-40 dias e a germinação é alta. O desenvolvimento das plantas no campo é lento.
Citação - Árvores Brasileiras - Volume 1 - Harri Lorenzi
Fotos de minha autoria, realizadas aqui em Arceburgo-MG. Fizemos uso desta planta na Arborização Urbana, no Parque Ambiental e no Bosque dos Pássaros.
Arvores de Arceburgo - Numero 19
Frutas de Arceburgo - Numero 6
Plantas Apícolas de Arceburgo - Numero 6
quarta-feira, 11 de março de 2015
Poema de Maria Aparecida Gonçalves
Recebo o carinho das pessoas, para com meu trabalho, do Brasil afora, e alguns até do exterior, onde o Blog é visto.
Mas o carinho de Maria Aparecida Gonçalves, de Ji-Paraná-RO, é impar.
Ela comenta quase todas postagens, sempre coerente, e carinhosa, para com nossos escritos. Nada mais justo do que homenagea-la, postando aqui o lindo Poema que me fez.
Nós mineiros que tanto amamos os versos, "causos", poesia, rimas...
Muito obrigado, de coração, pela linda homenagem.
A D E M I R •. • ° C A R O S I A
Peço neste momento permissão pra falar
Milhares de pessoas não param de elogiar
Ele Plantou arvores e flores para embelezar
Em sua cidade fez de tudo para transformar
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Milhares de pessoas não param de elogiar
Ele Plantou arvores e flores para embelezar
Em sua cidade fez de tudo para transformar
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Em suas mãos havia grande possibilidade
De transformar cada canto da cidade
Trabalhou com amor e intensidade
Até os americanos veio por curiosidade
De transformar cada canto da cidade
Trabalhou com amor e intensidade
Até os americanos veio por curiosidade
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A imprensa fez uma grande reportagem
Deste homem simples e de coragem
Ele repassa toda sua aprendizagem
Que beleza ficou cada paisagem
Deste homem simples e de coragem
Ele repassa toda sua aprendizagem
Que beleza ficou cada paisagem
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Cada projeto destacou a preservação
Um deles foi o de polinização
Incentivou com amor e educação
Com muito esforço e determinação
Um deles foi o de polinização
Incentivou com amor e educação
Com muito esforço e determinação
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Sempre focado na preservação ambiental
Reflorestou cada rio e manancial
Todos deveriam fazer isso afinal
Observem como ficou a lateral do hospital
Reflorestou cada rio e manancial
Todos deveriam fazer isso afinal
Observem como ficou a lateral do hospital
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Seu trabalho é de um artista
Ele vai além de ambientalista
Expõe suas idéias de paisagista
para atrair o beija-flor ametista
Ele vai além de ambientalista
Expõe suas idéias de paisagista
para atrair o beija-flor ametista
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Nas áreas verdes tem a palmeira jerivá
Entre outros a fruta do sabiá
No Poço das Antas a bromélia gravatá
Dentro do parque o imponente jequitibá
Entre outros a fruta do sabiá
No Poço das Antas a bromélia gravatá
Dentro do parque o imponente jequitibá
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100 pés de ipês ao longo da Rodovia
Quem passar vai notar que antes não havia
Lucio Moret me disse que já previa
Atrairá pássaros que aqui não vivia
Quem passar vai notar que antes não havia
Lucio Moret me disse que já previa
Atrairá pássaros que aqui não vivia
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Nunca vi tantos pássaros assim
Sobrevoando em cada jardim
Escolheram as flores do jasmim
Que alegria pra você e pra mim
Sobrevoando em cada jardim
Escolheram as flores do jasmim
Que alegria pra você e pra mim
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Um dia o povo irá reconhecer
Que seu trabalho contribui para chover
Quem viver terá que aprender
Faça sua parte para não padecer
Que seu trabalho contribui para chover
Quem viver terá que aprender
Faça sua parte para não padecer
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Ademir, que seus sonhos tornem realidade
Agora e sempre por toda sua mocidade
Você demonstrou amor e responsabilidade
Que seus exemplos sirvam para qualquer idade
Agora e sempre por toda sua mocidade
Você demonstrou amor e responsabilidade
Que seus exemplos sirvam para qualquer idade
sexta-feira, 6 de março de 2015
Fogo-apagou
Columbina squammata (Lesson, 1831)
20,5 cm
20,5 cm
Razoavelmente comum, de ampla ocorrência em áreas abertas, como pastos e plantações, e perto de casas; prefere lugar com terra nua. As vezes incluída no gênero Columbina. Cauda longa. Pardo-cinzenta por cima e branco por baixo, toda escamada com preto. Na asa, penas de voo com extenso ferrugíneo (visível em voo); penas externas da cauda pretas com orla branca. Única rolinha escamada. Em casal ou bandinhos, anda pelo chão de cauda erguida; às vezes com a rolinha-picuí.
Faz ninho de gravetos em formato de xícara, normalmente a 1 ou 2 metros de altura, às vezes também no chão. Põe 2 ovos brancos.
Ao voar, suas asas produzem o som de um chocalho (daí seu nome popular, rolinha-cascavel). Mesmo nas hora mais quentes, repete o canto monótono que parece dizer "fogo-pagou, fogo-pagou...".
Citação: Aves do Brasil - Pantanal & Cerrado - John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Tudor, Martha Argel.
FAMILIA COLUMBIDAE
Ordem Columbiformes
Etimologia: Columbina - do latim columbinus = relativo às pombas (columba = pomba ou pombo)
squammata - do latim squamatus = escamado, com escamas (squama = escama).
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frish.
As fotos aqui postadas da ave sozinha,são de minha autoria, feitas aqui em Arceburgo-MG; a da fêmea com filhote são uma cortesia do meu amigo Ednei F.Faria da Copasa-MG.
Na música popular, deu nome à composição de Sá e Guarabyra Fogo Pagô, que traz os versos:
Fogo pagô que encantou
Levou embora
Ai, teus murmúrios na memória…
Foi cantada também por Luiz Gonzaga.
Wikiaves
AVES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 19
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Poços Jorrantes de Cristino Castro-PI
ÁGUA JORRA DOS SUBTERRÂNEOS DO PIAUÍ
A maior riqueza dessa região não aparece na superfície. Ela está escondida debaixo da terra. O Vale do Gurguéia guarda a maior reserva de água subterrânea do Nordeste. É a terceira maior do país, um mar de água doce. Os moradores da região costumam dizer que basta cavar um buraco pra encontrar água. Onde tem água, tem vida, trabalho e prosperidade.Até parece miragem. Em pleno semiárido nordestino, onde a maior parte da população sofre com a estiagem, a água brota da terra com tanta força que chega a atingir 20 metros de altura. A água sai do poço quentinha, a 36°C.
Citação:Globo Repórter


PIAUÍ - POÇOS JORRANTES DESPERDIÇAM ÁGUA HÁ MAIS DE 35 ANOS
Belezas naturais ficam em Cristino Castro e Alvorada do Gurguéia, mas não têm aproveitamento
É em meio a um cenário seco, ríspido, onde milhares de pessoas passam necessidades com a falta de água que se concentra uma das maiores belezas do estado: os poços jorrantes de Cristino Castro e Alvorada do Gurguéia.
E a beleza seria maior se não fosse o contraste que faz tanta água, desperdiçada, com a escassez do líquido na região.
A reportagem do 180graus esteve na cidade de Alvorada do Gurguéia mais precisamente no poço Violeta, uma das grandes atrações do município, que atrai vários turistas ao local.
Nos momentos de maior pressão da água, ele chega a jorrar até 60 metros de altura.
O poço fica numa propriedade privada. O proprietário, aproveita a beleza natural para faturar. Cobra a entrada na piscina, que foi feita usando a água do poço e oferece almoço e lanche em um restaurante.
Ao longo dos anos, os poços jorrantes já foram alvos de muitas denúncias e cobranças junto ao governo do estado, mas ainda não foi feito nenhum projeto para a utilização da água.
Os moradores da região afirmam que com um pouco de estrutura do governo, daria para fazer muitas coisas, como por exemplo, o cultivo de legumes e frutas, por meio de hortas. Para eles, é mais que chegada a hora da execução de um projeto que viabilize a utilização da água que jorra dos poços.
Em toda a região do Gurguéia são 400 poços, que há mais de 35 anos jorram água todos os dias sem parar. Alguns até têm controle de vazão, mas a maioria não tem, derramam água sem nenhum aproveitamento econômico.
As fotos abaixo, mostram a riqueza de água que é desperdiçada, que vai embora sem que seja aproveitada.
www.diassislira.com.br/.../piaui-pocos-jorrantes-desperdicam-agua.html
Agradeço a minha amiga, Simonny Ribeiro, professora, e que mora na cidade de São Francisco do Piauí-PI, ela falou-me sobre este lugar; até então nunca tinha visto falar. Agradeço também pelas fotos. Compartilho com os leitores do Blog. É uma beleza natural, ao mesmo tempo deveria criar-se uma infra-estrutura de reaproveitamento e ou canalização desta água.quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Cobra de vidro
Ophiodes sp
Parece uma cobra, mas não é. Um animal muito bonito veja na sequência das fotos de minha autoria.
COORDENADAS GEOGRÁFICAS DO LOCAL DA FOTO
S 21º 20' 6.18", W 46º 54' 40.91"
BIOMA DE ARCEBURGO-MG: MATA ATLÂNTICA
Parece uma cobra, mas não é. Um animal muito bonito veja na sequência das fotos de minha autoria.
COORDENADAS GEOGRÁFICAS DO LOCAL DA FOTO
S 21º 20' 6.18", W 46º 54' 40.91"
BIOMA DE ARCEBURGO-MG: MATA ATLÂNTICA
Lagartinho ápodo (sem membros) Ophiodes sp. Trata-se de um lagarto que se alimenta de insetos e faz autotomia (como as lagartixas que desprendem a cauda quando ameaçada). Não oferece nenhum risco ao homem ou aos animais domésticos.
Identificação e texto.
Marcelo Ribeiro Duarte
Laboratório de Coleções Zoológicas
Instituto Butantan
Av. Vital Brazil, 1500
São Paulo, SP - Brasil
CEP: 05503-900
Fone: (11) 2627-9873
BICHOS DE ARCEBURGO - NUMERO 11
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Girafa
Giraffa camelopardalis
Série Zoológico de São Paulo
Série Zoológico de São Paulo
Mamífero terrestre mais alto do mundo, machos atingem 5,3 m de altura, fêmeas 4,3 m de altura.
Atingem velocidade de até 56 km/h.
O coração de uma girafa me 60 cm e pode pesar cerca de 12 Kg.
Seus inimigos naturais, além do homem, são o crocodilo e, principalmente, o leão.
Embora tenha um pescoço muito longo, possuem 7 vértebras cervicais, o mesmo número de vértebras que os outros mamíferos, inclusive o homem.
As girafas possuem visão aguçada e estão entre os mamíferos mais vigilantes do planeta.
As manchas em sua pele variam de individuo para individuo, como se fosse impressões digitais.
São herbívoras, e adoram comer as folhas da acácia, uma espécie de árvore com muitos espinhos.
Por possuírem língua e lábios muitos grossos, não se ferem ao alimentar-se.
Habitam sul e leste da Africa e a maior população esta na Tanzânia e áreas adjacentes.
Citação: texto colhido em placa explicativa, ao lado do espaço do animal.
Fotos de minha autoria, feitas em 2012.
BICHOS - NUMERO 13
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Aechmea distichantha
Bromélia Gravatá
Família bromeliáceas
Bromélias de Arceburgo - MG.
Plantas que atraem Beija-flores
O Blog além do Brasil, já foi visto em 100 países.
Família bromeliáceas
Bromélias de Arceburgo - MG.
Plantas que atraem Beija-flores
Suas folhas são verde-acinzentadas, com espinhos agressivos nas bordas. A inflorescência é robusta, ornamental, durável e constituída por pequenas flores azuladas.
É cultivada em vasos ou compondo conjuntos, a sol pleno.
É uma herbácea perene, que mede até 1 m de altura, contando com a inflorescência é nativa de Bolívia, Argentina e Sul do Brasil, de clima subtropical, tolerante ao clima tropical de altitude. Deve ser cultivada em solo arenoso e regado quando estiver seco.
Identificação/texto Valerio Romahn/Revista Natureza
Sequência de fotos de minha autoria, feitas no Poço das Antas.
Poço das Antas local onde se encontra várias bromélias desta nossa postagem. Ambiente de mata ciliar protegida, animais, orquídeas, um lugar mágico. Já escrevi no Blog sobre este local.
Bromélias de Arceburgo-MG - Numero 3
Plantas que atraem Beija-flores - 18
O Blog além do Brasil, já foi visto em 100 países.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Florestas por que precisamos delas
Cristina Rappa
Livro Educativo
Livro Educativo
Livro
Editora Melhoramentos
Depois do sucesso do livro infantil, Topetinho Magnifico. Que trata do trafico de animais, e fala sobre o beija-flor, em risco de extinção, agora a escritora, retorna com este precioso trabalho.
Florestas, por que precisamos delas, aborda vários aspectos ligados a Natureza.
O livro é inteligente, pratico, voltado para adolescentes, mas confesso que os adultos, assim como eu, também irão aprecia-lo.
O livro é inteligente, pratico, voltado para adolescentes, mas confesso que os adultos, assim como eu, também irão aprecia-lo.
O livro tem as ilustrações, inteligentes, diferentes de Edu A. Engel
Livro discute preservação das florestas
Direcionado ao público juvenil, Florestas – Por que precisamos delas leva o leitor a refletir sobre temas como o novo Código Florestal brasileiro e a relação entre produção de alimentos, fibras e energia e a conservação das matas e da biodiversidade
Como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar as florestas? Vamos ter de abrir mão de alguma coisa?
Partindo destas questões, a jornalista Cristina Rappa, especializada em agricultura e ciências e editora doSou Agro, acaba de lançar pela Editora Melhoramentos seu segundo livro – Florestas – Por que precisamos delas.
Direcionado ao público juvenil (adolescentes de 14 a 16 anos), a obra tem a proposta de discutir a importância da preservação das florestas para proteger nossa biodiversidade e também falar sobre os prejuízos causados pelo desmatamento, como os problemas climáticos. Enfatiza, ainda, questões como a necessidade de proteger a natureza aliada ao desenvolvimento e ao aumento do consumo, além de abordar o novo Código Florestal.
“A publicação leva o leitor a refletir sobre esses temas e a pensar como ele, que mesmo sendo um cidadão urbano, pode contribuir, nas suas opções de consumo, com a conservação das nossas florestas”, diz a autora. “O público a que o livro se destina costuma ser bastante questionador e as escolas têm sido cada vez mais demandadas a discutir questões ambientais e produção econômica”, completa.
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