sábado, 19 de setembro de 2015

Abelha Mandaguari-Scaptotrigona postica- Arceburgo-MG.


Publicado em 19 de set de 2015
Fiz este vídeo agora 8,30 horas, dia 19 de setembro. Minhas duas jabuticabeiras explodindo sua florada, perfume delicioso no ar. E como o vídeo mostra o vai e vem das abelhinhas na coleta do pólen. Que coisa linda, o contraste da cor negra delas, com o branco do pólen. Prenúncio da primavera, vida que se renova.




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cachoeira Casca DÁnta parte baixa

Situada no Parque Nacional da Serra da Canastra.
São Roque de Minas - Minas Gerais - Brasil -



  • Basicamente os roteiros da parte alta e parte baixa da Serra da Canastra se confudem, já que o ponto principal das duas partes  é a Cachoeira Casca d’Anta; na parte baixa você vai apreciar sua queda d’água e na parte alta, você poderá se banhar em suas águas. Para curtir tudo isso com calma, a recomendação é guardar um dia para cada roteiro e foi o que fizemos 


Fotos de minha autoria.



Serra da Canastra – parte baixa

A sugestão desse roteiro pela parte baixa da Canastra foi do Vicente, proprietário da pousada Fazendinha da Canastra, e de onde iniciamos nosso percurso… Seguimos tudo a risca, e como fomos pra lá na época de seca (metade de abril a metade de outubro), deu para fazer tudo de carro (no nosso caso, um Livina) – aconselho sempre antes de arriscar o carro, perguntar sobre as condições da estrada para o pessoal da pousada… assim evita-se surpresas desagradáveis, pois aquilo alagado, deve ser complicado para carro comum.
Nossa primeira parada, foi alguns kilometros da Fazendinha, a foto abaixo mostra um pouquinho do visual!!! Não tem erro, quando ver essa placa, pare o carro e apreciei, lá de cima já é possível ver o Rio São Francisco e a Chapada da Serra da Canastra… um cenário lindo! Só hoje percebo o quanto as chapadas são presentes na geografia brasileira, seja ela pequena, grande ou famosa, basta olhar as paisagens para logo ver uma! Muito especial e comprova o quanto nossa geografia é antiga.
Citação: por  

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 5

CACHOEIRA DE SÃO ROQUE DE MINAS/MG-NÚMER0 3

CACHOEIRAS DA SERRA DA CANASTRA 3

CACHOEIRAS DO BRASIL              - NUMERO 5










quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Chapéu-de-panamá

Carludovica palmata Ruiz & Pav.

SÉRIE   SITIO ROBERTO BURLE MARX
BARRA DA GUARATIBA
RIO DE JANEIRO - RJ - BRASIL




 Foto feita em 2012, No Sitio Burle Marx, Guaratiba, Rio de Janeirop.

Sin.: Ludovia palmata (Ruiiz & Pav.) Pers., Salmia palmata (Ruiz & Pav.) Wild.

Angiospermae - Cyclanthaceae

Nomes populares - bombonassa, chapéu-de-panamá, chapéu-panamá.

Herbácea acaule, ereta, entouceirada, originária da Colômbia, Peru e Equador, de 0,9-1,8 m de altura, de folhagem ornamental. Folhas numerosas, em forma de leque como a das palmeiras, com 3-5 divisões, formadas a partir da base.

Flores reunidas em espádice cilíndrico protegido por espata, sem importância ornamental, resultando em frutos suculentos vermelhos e ornamentais. 

Cultivada a meia-sombra ou a pleno sol, em vasos para interiores, e principalmente como planta isolada ou em grupos, em canteiros de terra rica em matéria orgânica, permeável e sempre úmida. Das fibras das folhas são fabricados os famosos chapéus "panamá". 



Planta tropical, não tolera frio.

Multiplica-se por sementes e principalmente por divisão da planta.

Citação: As plantas tropicais de Roberto Burle Marx - Harri Lorenzi, Luiz Emygdio de Mello Filho. 

Agradeço a bióloga Suzana Bezerra, do Sitio Roberto Burle Marx, na ajuda desta postagem






domingo, 6 de setembro de 2015

Bugio-preto

Alouatta caraya (Humboldt 1812)


Gênero Alouatta Lacépède 1799

O gênero Alouatta, dentre os primatas neotropicais, é o que apresenta mais ampla distribuição geográfica, ocorrendo deste o Estado de Vera Cruz, no México, até o sul da América do Sul,no Uruguai e Argentina, também ocorre na ilha de Trinidad, e na porção pacifica dos Andes, no Equador e Colômbia (Gregorin, et al.  Rei, Perachi & Andrade, 2008). Os representantes do gênero Alouatta figuram entre os maiores primatas neotropicais, com seu peso variando de 4 a 7 kg.Os machos são maiores que as fêmeas e apresentam uma pelagem densa, principalmente na região gular, onde se forma uma espessa barba.


Os "bugios" são bem conhecidos das populações locais pelos gritos. Vocalizam geralmente envolvendo todo grupo, que pode ser ouvido em particular no inicio da manhã e são audíveis a distancia de 1 a 5 km de distancia.
Sua altura varia de 30 a 75 cm, sendo que o comprimento da cauda pode chegar a 80 cm. 
São essencialmente arborícolas, descendo ao chão raramente para beberem agua. Vivem em grupos com tamanho variável de 4 a 8 indivíduos, podendo chegar a 15 indivíduos.


Eles gastam até 70% do seu dia deitados e sentados silenciosamente entre os galhos, digerindo folhas novas em fermentação. Os machos adultos, muitas vezes, são solitários. Os bugios tem geralmente territórios muito pequenos, de 5 ha até 45 ha, dependendo o tipo de habitat.
As fêmeas tem gestação de um único filhote por vez em intervalos que podem variar de espécie para espécie. A média de gestação é de 191 dias.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist

Identificação da espécie feita pelo amigo
Luiz Pires, Zootecnista, Diretor do Zoo/Bauru/SP. Presidente da SZB.

Fotos realizadas no Campus da USP, de Ribeirão Preto-SP, perto da criação de abelhas indígenas-ASF, do amigo Professor Spencer.
Trata-se da  Fêmea de Bugio ( Alouatta caraya)

BICHOS - NUMERO 14





quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Codorna-amarela

Nothura maculosa 

Nesta semana eu estava fotografando as abelhas -ASF-, em uma Sibipiruna, em frente a Casa do Criador. Eis que aparece o amigo Dito Alves, com uma ave perguntando se era uma codorna domestica ou silvestre. Foi unanimidade entre os presentes que era silvestre. Esta ave caiu no quintal da casa dele, a noite. Dai verificamos que ela estava bem, fomos devolve-la a natureza, nas proximidades donde foi encontrada. Esta codorna esta bem rara, e ainda não fotografei-a , nem tenho visto na natureza.


 A beleza desta ave de frente.


Vista de lado , linda coloração.



Momento em que devolvemos ela para a natureza. Ela deu um piado, um voo rasante, e se foi. Que bom.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Manga

Mangifera indica L.



Angiospermae - Anacardiaceae

Caracteristicas - a mangueira é uma frutífera exótica, originária da Índia e Burma, onde foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século XVI e hoje uma das mais cultivadas nas regiões tropicais do país, havendo quase uma centena  de cultivares ou formas em cultivo. É uma árvore frondosa e perinifolia, de 8-18 m de altura, podendo chegar a 40 m quando não enxertada como sucede na arborização urbana de Belém - PA. Folhas aromáticas, subcoriáceas, de 12-38 cm de comprimento. Flores masculinas e andróginas na mesma inflorescência, formadas no inverno. Fruto do tipo drupa, de peso variável de menos de 100 g a mais de 1 kg, amadurecendo de novembro a fevereiro; polpa suculenta e variavelmente fibrosa, de sabor doce-acidulada.


Utilidades - os frutos são consumidos in natura, podendo, serem industrializados.


O jeito gostoso de chupar uma manga. Se lambuzando todo, igual meu afilhado Kainã esta fazendo, na cozinha de minha casa.


Multiplicação - propaga-se por sementes, mas deve ser feita enxertia.

Citação - FRUTAS BRASILEIRAS e Exóticas Cultivadas(de consumo in natura)
Harri Lorenzi, Luis Bacher, Marco Lacerda, Sergio Sartori.


Crônica
No livro da citação, a manga que postei aqui é tratada de "Espada", nós aqui conhecemos como manga comum.
Esta fruta juntamente com jabuticaba, goiaba, marcou minha infância, e de meus amigos.
Nesta época (inverno) elas estão com flores, no final do ano elas se enchem de frutos.
Como me lembro das chuvas neste período, eu ficava debaixo da mangueira esperando que o vento derrubasse aquelas mangas que ficavam lá no alto e eram as "foguinhas", este o nome que dávamos a elas, as mais madurinhas.
Recordo da boca toda lambuzada, e os fiapos de manga nos dentes.
Ainda hoje repito o ritual e vou para as roças,chupar mangas la debaixo da mangueira.
Gosto de sentir o sabor de todas, comer as verdes com sal, as meia maduras, as bem maduras. A mangueira que visito todo ano é do Tonho Miguel, minhas filhas, quando pequenas, enquanto apanhávamos as mangas, brincavam nos galhos mais baixos dela.
Vem na memória os doces que minha mãe fazia de manga verde, da manga "Espada", que delicia, meio azedinho...saudades.
Aqui em Arceburgo-MG, tem um local conhecido por "100 mangueiras", onde alguém no passado plantou 100, isto mesmo. Que alma generosa, quem fez este plantio. Quantas crianças se deliciaram destes frutos, aves...
A mangueira é um planta exótica, mas esta tão inserida no nosso dia-a-dia, que parece ser nativa, bem brasileira.
 
Árvores de Arceburgo - Numero 20

Frutas de Arceburgo - Numero 8 

Planta apícola - Numero 7
Em geral, as abelhas não visitam a flor da mangueira para a coleta do néctar e do pólen. No entanto, do fruto maduro que cai ao chão e se arrebenta elas normalmente colhem o exsudado para levar para a colmeia e elaborar o mel. Contudo, a origem da cor da cera do favo está associada ao tipo de pólen que a abelha coleta em floradas apícolas, podendo gerar tons mais claros.

CONSULTOR: ADEMILSON ESPENCER EGEA SOARES, professor do departamento de genética da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP (Universidade de São Paulo), Av. Bandeirantes, 3900, CEP 14049-900, Ribeirão Preto (SP), tel. (16) 3602-3155, http://www.fmrp.usp.br/   

domingo, 16 de agosto de 2015

Mapeamento das Abelhas Indígenas sem ferrão de Arceburgo-MG - Ponto 2 -

Colégio Arceburguense
Ponto Número 2
Rua Presidente Vargas


Mandaguari
(Scaptotrigona postica)

 Este enxame esta instalado, em uma árvore  Sibipiruna, na arborização urbana, na calçada do Colégio Arceburguense, na rua Presidente Vargas, há uma altura de 3 metros do solo. É uma árvore alta,adulta com mais ou menos 30 anos. As abelhas se instalaram em várias árvores destas na cidade,pena que estão sendo cortadas.

Coordenadas geográficas do lugar.

S 21º 21' 54.54", W 46º 56' 26.30"
Bioma: Mata Atlântica


Local onde estão  instaladas, observem duas entradas. Aqui são dois enxames.


Já tinha pensando em fazer isto quando estava a frente da Secretaria de Meio Ambiente. Inicio agora mais um trabalho voluntário meu, em prol da Natureza. Mapeamento das abelhas indígenas sem ferrão na Natureza. Este trabalho que servirá para estudos do alunos de Arceburgo-MG, para o Estado de Minas Gerais e para o Brasil, num todo.
Já faço isto com Beija-flores, aves em geral, árvores, flores, borboletas, bromélias...além de publicar no Blog, também estão nas redes sociais.

Agradeço ao Felipe Tirelli, e ao Grupo MELIPONICULTURA- ABELHAS SEM FERRÃO, na identificação da espécie.

Agora em Arceburgo-MG, já são dois pontos e duas espécies, porém são três enxames, já que nesta árvore tem dois.


Ação em prol das abelhas
Voluntariado


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Caburé ( Glaucidium brasilianum) cantando em Arceburgo-MG.





Caburé
Glaucidium brasilianum 
 
 Fiz este vídeo ontem em uma fazenda de amigos, aqui. Me disseram que ele canta de noite e de dia.. Que canta a noite inteira, e que faz uns 10 anos que ouvem ele...será o mesmo?

AVES DE ARCEBURGO-MG



domingo, 9 de agosto de 2015

Cachoeira dos Escravos

São Sebastião do Paraíso - Minas Gerais
Estância Lobo da Montanha.


Tive o prazer de conhecer esta linda cachoeira,agora no final das férias de julho. Como era fim de temporada, não tinha ninguém. Descanso dos funcionários e da proprietária Rute, que me tratou com muita atenção, peculiaridade de nós mineiros, uai. Após caminhar por uma linda trilha, de mato bem preservado, pisando nas folhas secas...até lembrei da musica do Padre Zezinho, Quietude que diz:
Foi quando as folhas farfalham numa algazarra sem par, foi quando as aves a tagarelar
vão procurar seu abrigo.
Foi quando a tarde se esconde
lá no outro lado do mar,
que eu comecei, de repente, a chorar,
e me tornei Teu amigo.


dai cheguei a esta cachoeira, ela não é grande não, mas um lugar mágico, com fartura de agua, nesta época, sem chuvas. Pássaros, bromélias, paredão rochoso, um lugar encantador. 



Pude ouvir o barulho das aguas...


A beleza das bromélias, da vegetação, longe do barulho das cidades.


CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 4

CACHOEIRAS DE S.S.DO PARAÍSO - NUMERO 1

CACHOEIRAS DO BRASIL -NUMERO 4