segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Jandaia-de-testa-vermelha


Aratinga auricapillus

29 cm

Espécie endêmica (ocorre apenas no Brasil)

PAPAGAIOS, ARARAS E PERIQUITOS
Psitacídeos - Aves coloridas, de bico curto muito curvo e pés hábeis. Porte variável, cauda curta ou longa. Ruidosas e sociáveis, a maioria aninha em ocos de árvores. Silenciam quando pousam e podem ser detectadas pela  "chuva" de restos que cai ao comerem frutos e sementes.

 
Rara ou escassa, de ocorrência localizada, em matas e cerradão, no SE da região. Cor geral verde, anel orbital cinza, vermelho em redor do olho e na testa, amarelo na coroa. Coberteiras das primárias azuis; barriga com extensão variável de vermelho.  Coberteiras inferiores da asa vermelhas, penas de voo e face inferior da cauda enegrecidas. Compare com a jandaia-verdadeira (sem sobreposição de distribuição), com mais amarelo e laranja na cabeça, pescoço e  por baixo; também com o periquito-rei, de ambiente mais árido e aberto, colorido menos intenso, garganta e papo amarronzados. Parece preferir áreas mais úmidas; de resto, comportamento como da jandaia-verdadeira. Em declínio por causa do desmatamento. As vezes alimenta-se com o periquitão-maracanã, mas parece não voar juntos. Voz aguda, igual a jandaia-verdadeira.
Citação: Gwynne, John A., Ridgely, Robert S., Tudor, Guy & Argel, Martha (2010)
Aves do Brasil. Vol. 1. Pantanal & Cerrado.
Editora Horizonte

Conforme informação na pagina do Wiliaves, consta que esta ave é quase ameaçada.

















AVES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 21

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Murucututu-de-barriga-amarela, ave rara/escassa em Minas Gerais, é fotografada em Arceburgo-MG.

Pulsatrix koeniswaldiana (Bertoni & Bertoni, 1901) 



No Wikeaves consta 91 registros desta ave, em Minas Gerais.
E destes 91 registros, alguns foram feitos mais de uma vez na mesma cidade, portanto, o Murucututu foi fotografado até o momento em 38 cidades mineiras.
Minas Gerais tem 853 municípios.

Isto demonstra que a ave é rara ou escassa no Estado Mineiro, ou também pela dificuldade de avistá-la, e consequentemente fazer a foto.
Ontem tive o prazer de fazer o primeiro registro dela para nossa cidade, feito na companhia dos queridos amigos Cristina RappaAline Patricia HorikawaGerson S Horikawa.


Momento que os observadores de aves, meus amigos  Cristina RappaAline Patricia HorikawaGerson S Horikawa, registravam a ave, vejam a concentração, e êxtase deles.

Cidades mineiras onde foi registrado
Arceburgo
Tombos
Caratinga
Caputira
piranga
Reduto
Extrema
Dores de Guanhães
Descoberto
Carmésia
Santo Antônio da Grama
Alto Caparaó
Carangola
Itueta
Guanhães
Marliéria
Iapu
Viçosa
Guaranésia
Antônio Dias
Carlos Chagas
Juiz de Fora
Fervedouro
Ipatinga
Umburatiba
Divino
Morro do Pilar
Aimorés
Guaxupé
Simonésia
Jacutinga
Matozinhos
Recreio
Itamonte
Teófilo Otoni
Espera Feliz
Cataguases
Umburatiba

AVES DE ARCEBURGO-MG

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Superlua e eclipse total

Eclipse da Superlua

Finalmente chegou o dia! Neste domingo teremos a segunda Superlua, das três que acontecem no ano, mas que vem com um bônus: será dia de eclipse lunar também! Desta vez o Brasil estará em situação privilegiada para acompanhar o evento, que também deve ser visto na costa oeste da África e Europa, mas também na costa leste dos EUA, mesmo que parcialmente.

E o papo é o seguinte:

O que tem de especial em um eclipse com uma Superlua?

Não é muito comum acontecer os dois eventos ao mesmo tempo. A Superlua se dá quando a Lua atinge a fase de cheia a menos de 24 horas do seu ponto mais próximo da Terra em sua órbita, ponto esse conhecido como perigeu. Esse ano nós já tivemos uma Superlua em agosto, teremos outra agora em setembro e finalmente a última em outubro. Ainda que na prática seja muito difícil de ver diferenças entre as três, a melhor delas é sem dúvida a de domingo agora, dia 27.

Quando a Lua Cheia ocorre no perigeu, ela surge com o tamanho aparente maior, até 14% e até 30% mais brilhante. Esse tamanho mais avantajado é pouco notado quando ela está alta no céu, pois falta alguma coisa perto da Lua para comparar, mas quando ela surge no horizonte, parece bem maior que normalmente estamos acostumados a ver. Ela fica mais brilhante também, o que dá para notar, mesmo dentro de cidades grandes, mas que chega a impressionar se estivermos em um local escuro.

Aí tem um eclipse nessa Lua do Perigeu (o nome oficial da Superlua) e fica tudo de bom! Quando a Lua mergulhar na sombra da Terra, veremos um contraste entre as fases brilhante e escura ainda maior que o normal, bombando os efeitos do eclipse. A última vez que um eclipse aconteceu numa Superlua foi há mais de 30 anos e a próxima só deve acontecer daqui a 17 anos.

O quê eu preciso para ver o eclipse?

Duas coisas: céu limpo e horizonte aberto! Esse é um dos eventos astronômicos em que não é preciso nenhum tipo de equipamento, basta que o céu esteja limpo e que você consiga ver a Lua no céu. Claro que a festa fica ainda melhor se houver uma luneta ou telescópio disponível. Nesse caso dá para ver a sombra da Terra percorrendo a superfície lunar, cobrindo as crateras, vales e montanhas conforme a Lua e a Terra se movimentam. Se você for que nem eu que gosta de ficar horas contemplando o céu, sugiro usar uma cadeira de praia ou espreguiçadeira para fiar mais confortável.


 
Qual o horário do eclipse?

O eclipse lunar total, como é esse caso, é composto de duas fases: a penumbral e a umbral. A sombra da Terra tem um halo externo mais tênue, a penumbra, e uma parte bem mais escura ao centro, a umbra. Como o eclipse é total, a Lua vai mergulhar totalmente em ambas durante seu trajeto no céu.

Durante a fase penumbral, a Lua escurece um pouco e às vezes até passa despercebido de tão sutil. Apenas observadores mais atentos conseguem distinguir o começo dessa fase, quando a borda da Lua toca a penumbra da Terra (evento chamado de P1 às 21:11), mas conforme ela vai se deslocando sobre ela, o escurecimento fica mais evidente.

A segunda fase é a umbral. Aí sim fica evidente que a Lua está sendo coberta pela sombra densa da Terra. Quando há o primeiro toque da borda da superfície lunar com a umbra (evento chamado de U1, às 22:07), parece que ela perdeu um pedaço de tão escuro que fica e conforme a sombra avança, o pedaço aumenta junto. Quando a Lua estiver completamente coberta pela umbra, começando a fase de totalidade no instante U2 (23:11) vai ficar bem evidente a mudança de sua cor, pois ela deve ficar um tanto mais alaranjada.

A segunda Super Lua do ano será vista neste domingo (27)Mesmo quando a Lua está mergulhada na umbra da Terra, um pouco da luz do Sol consegue atingi-la, após atravessar a atmosfera da Terra. O efeito de mudança da cor tem a ver com o estado da atmosfera terrestre. A luz, ao atravessa-la, vai ser influenciada por tudo que ela contém. Logo de cara, a pouca luz que chega na Lua vai ser um pouco alaranjada, simplesmente por que a parte azul dela é muito espalhada pela nossa atmosfera. Por isso o céu é azul. Mas se ela estiver carregada com particulados como poeira e, principalmente, cinzas vulcânicas, esse efeito é acentuado e praticamente apenas luz vermelha vai atingir a Lua. Recentemente tivemos duas erupções vulcânicas intensas que lançaram cinzas na alta atmosfera. Nessa região de altitude elevada, as cinzas podem circular por anos antes de caírem de volta ao solo, de modo 
 que espera-se que esse efeito de avermelhar a Lua seja bem destacado nesse eclipse.



A fase da totalidade dura até o momento em que a Lua começa a sair da umbra (instante U3, 00:23 de segunda feira 28) e volta a mergulhar na penumbra. Essa fase deve durar um pouco mais do que 1 hora e 10 minutos e durante esse tempo a Lua deverá estar mais obscurecida e avermelhada, dependendo da situação da atmosfera terrestre.


Existe uma escala proposta pelo astrônomo francês Andrés-Louis Danjon para quantificar o grau de escuridão que a Lua atinge nesses momentos de eclipse total. A escala de Danjon varia de 0 (muito escuro, quase invisível) até 4 (muito claro, cor alaranjada). Essa escala é bastante arbitrária, mas ela ajuda a revelar o grau de sujeira suspensa na atmosfera de acordo com o brilho e a cor da Lua.

Finalmente o eclipse termina quando a Lua toda sair da penumbra (P4), que deve acontecer às 02:22 da madrugada de segunda feira. Se você não pode se dar ao luxo de ficar acordado até duas da matina em plena segunda feira braba, tente ao menos ver a Lua atingir o ápice do eclipse, que deve ocorrer entre os pontos U2 e U3 e dura pouco mais do que uma hora.

Para organizar melhor as ideias, tem esse esquema do eclipse com muitos dados sobre todo o evento. O que mais interessa é a tabela com os horários de entrada e saída da sobra da Terra, sempre na hora oficial de Brasília.

Por quê algumas pessoas estão chamando o eclipse de “Lua sangrenta”?

Porque o mundo está recheado de pessoas bestas, se quer saber mesmo. Eu já falei sobre essa história de Lua sangrenta nesse post e cada vez mais acho que esse termo deve ser evitado!

E se chover?

Aí o jeito é acompanhar o eclipse na internet. Vário sites vão fazer transmissão ao vivo do evento, um deles é esse da famosa revista Sky & Telescope. A transmissão começa às 22 horas do dia 27/09.

Um outro fato curioso desse eclipse, em especial para os fãs de Neil Young como eu, é que ele deve ocorrer justo na famosa “Harvest Moon”, ou Lua da Colheita. Muito antes da luz elétrica, a Lua Cheia que ocorria próximo ao equinócio que marca o fim do verão no norte era usada para dar mais algumas horas de luz após o Sol se por, com isso, a colheita não seria interrompida tão cedo. Fica aí uma dica de trilha sonora para o evento!

Então neste domingo temos um encontro marcado com a Lua, a Terra e o Sol, que alinhados vão nos oferecer um belo espetáculo.
Citação: G1  
Quinta-feira, 24/09/2015, às 07:58, por Cássio Barbosa  
Cássio Barbosa é doutor e pós-doutor em astronomia. Sempre comprometido com ensino e divulgação, neste espaço traz as últimas novidades dos céus de maneira descomplicada e descontraída. 

Sequencia de fotos realizadas no meu quintal, aqui em Arceburgo-MG, iniciando as 11,15 horas

sábado, 26 de setembro de 2015

Pavão

Pavo cristatus

 
O pavão (Pavo cristatus) é uma ave de grande porte, da Ordem Galliformes, pertencente à família Phasianidae. Seus “parentes” mais próximos são os Faisões.


Essas aves têm origem na Ásia (Paquistão, Sri Lanka e Índia), sendo que na Índia já foram considerados animais sagrados. Pode chegar a mais de 2 metros de comprimento (incluindo a cauda) e 80 cm de altura. Pesa aproximadamente 4 kg. Os machos são maiores e mais vistosos que as fêmeas.

 
A beleza das penas e a exuberância das cores na cauda do pavão fazem com que essa ave seja considerada uma ave ornamental. Tornou-se, inclusive, símbolo de status, pois costuma ser encontrado em jardins de mansões espalhadas pelo mundo, além de ser encontrado por parques no mundo todo. As cores verde, dourada e azul, em diversas tonalidades são as cores naturais das penas da cauda do pavão. Os pavões de plumagem preta, branca ou púrpura, são resultados de seleção artificial.

 
Para voar, o pavão precisa correr uma determinada distância, sendo que seu vôo é muito desajeitado e ruidoso.
Alimentam-se de frutas, sementes, folhas, pétalas, insetos e pequenos mamíferos e répteis. Costumam se alimentar duas vezes ao dia: pela manhã e pela noite.
Os pavões passam a noite no topo das árvores, e quando ameaçados, é para as árvores que eles fogem. Ao cair da noite, costumam gritar, sendo que na época do acasalamento, seus gritos noturnos se tornam extremamente desagradáveis.
São aves territorialistas, ou seja, não aceitam a presença de outros animais, sobretudo se forem machos da mesma espécie. Nesse caso, o pavão macho que teve seu território invadido por outro macho, briguento por natureza, luta com o adversário até que o estranho saia de sua área. Quando perde, o pavão se retira do território que até então era seu, e sai em busca de outro território. Quando irritados, destroem arbustos e flores.
O acasalamento dos pavões não passa despercebido a quem esteja pelos arredores de seu território. Isso ocorre por que durante a época do acasalamento, essas aves gritam durante o dia e a noite. Cada macho acasala com várias fêmeas. O ritual do acasalamento é marcado principalmente pela forma como o macho corteja a fêmea. Ele abre a cauda que fica com a forma de um leque, enquanto cada fêmea começa a fazer seu ninho na parte mais alta do território. Consumado o fato, a fêmea põe entre 4 e 7 ovos, que são chocados por aproximadamente 28 dias.
Um pavão pode viver cerca de 30 anos. 
Citação: Thais Pacievitch


Sequência de, fotos realizadas aqui em Arceburgo-MG,na Fazenda São Paulo, dos amigos José Pedro Cattani/Adriana. Este Pavão é chamado carinhosamente de Diolí.








 

sábado, 19 de setembro de 2015

Abelha Mandaguari-Scaptotrigona postica- Arceburgo-MG.


Publicado em 19 de set de 2015
Fiz este vídeo agora 8,30 horas, dia 19 de setembro. Minhas duas jabuticabeiras explodindo sua florada, perfume delicioso no ar. E como o vídeo mostra o vai e vem das abelhinhas na coleta do pólen. Que coisa linda, o contraste da cor negra delas, com o branco do pólen. Prenúncio da primavera, vida que se renova.




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cachoeira Casca DÁnta parte baixa

Situada no Parque Nacional da Serra da Canastra.
São Roque de Minas - Minas Gerais - Brasil -



  • Basicamente os roteiros da parte alta e parte baixa da Serra da Canastra se confudem, já que o ponto principal das duas partes  é a Cachoeira Casca d’Anta; na parte baixa você vai apreciar sua queda d’água e na parte alta, você poderá se banhar em suas águas. Para curtir tudo isso com calma, a recomendação é guardar um dia para cada roteiro e foi o que fizemos 


Fotos de minha autoria.



Serra da Canastra – parte baixa

A sugestão desse roteiro pela parte baixa da Canastra foi do Vicente, proprietário da pousada Fazendinha da Canastra, e de onde iniciamos nosso percurso… Seguimos tudo a risca, e como fomos pra lá na época de seca (metade de abril a metade de outubro), deu para fazer tudo de carro (no nosso caso, um Livina) – aconselho sempre antes de arriscar o carro, perguntar sobre as condições da estrada para o pessoal da pousada… assim evita-se surpresas desagradáveis, pois aquilo alagado, deve ser complicado para carro comum.
Nossa primeira parada, foi alguns kilometros da Fazendinha, a foto abaixo mostra um pouquinho do visual!!! Não tem erro, quando ver essa placa, pare o carro e apreciei, lá de cima já é possível ver o Rio São Francisco e a Chapada da Serra da Canastra… um cenário lindo! Só hoje percebo o quanto as chapadas são presentes na geografia brasileira, seja ela pequena, grande ou famosa, basta olhar as paisagens para logo ver uma! Muito especial e comprova o quanto nossa geografia é antiga.
Citação: por  

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 5

CACHOEIRA DE SÃO ROQUE DE MINAS/MG-NÚMER0 3

CACHOEIRAS DA SERRA DA CANASTRA 3

CACHOEIRAS DO BRASIL              - NUMERO 5










quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Chapéu-de-panamá

Carludovica palmata Ruiz & Pav.

SÉRIE   SITIO ROBERTO BURLE MARX
BARRA DA GUARATIBA
RIO DE JANEIRO - RJ - BRASIL




 Foto feita em 2012, No Sitio Burle Marx, Guaratiba, Rio de Janeirop.

Sin.: Ludovia palmata (Ruiiz & Pav.) Pers., Salmia palmata (Ruiz & Pav.) Wild.

Angiospermae - Cyclanthaceae

Nomes populares - bombonassa, chapéu-de-panamá, chapéu-panamá.

Herbácea acaule, ereta, entouceirada, originária da Colômbia, Peru e Equador, de 0,9-1,8 m de altura, de folhagem ornamental. Folhas numerosas, em forma de leque como a das palmeiras, com 3-5 divisões, formadas a partir da base.

Flores reunidas em espádice cilíndrico protegido por espata, sem importância ornamental, resultando em frutos suculentos vermelhos e ornamentais. 

Cultivada a meia-sombra ou a pleno sol, em vasos para interiores, e principalmente como planta isolada ou em grupos, em canteiros de terra rica em matéria orgânica, permeável e sempre úmida. Das fibras das folhas são fabricados os famosos chapéus "panamá". 



Planta tropical, não tolera frio.

Multiplica-se por sementes e principalmente por divisão da planta.

Citação: As plantas tropicais de Roberto Burle Marx - Harri Lorenzi, Luiz Emygdio de Mello Filho. 

Agradeço a bióloga Suzana Bezerra, do Sitio Roberto Burle Marx, na ajuda desta postagem






domingo, 6 de setembro de 2015

Bugio-preto

Alouatta caraya (Humboldt 1812)


Gênero Alouatta Lacépède 1799

O gênero Alouatta, dentre os primatas neotropicais, é o que apresenta mais ampla distribuição geográfica, ocorrendo deste o Estado de Vera Cruz, no México, até o sul da América do Sul,no Uruguai e Argentina, também ocorre na ilha de Trinidad, e na porção pacifica dos Andes, no Equador e Colômbia (Gregorin, et al.  Rei, Perachi & Andrade, 2008). Os representantes do gênero Alouatta figuram entre os maiores primatas neotropicais, com seu peso variando de 4 a 7 kg.Os machos são maiores que as fêmeas e apresentam uma pelagem densa, principalmente na região gular, onde se forma uma espessa barba.


Os "bugios" são bem conhecidos das populações locais pelos gritos. Vocalizam geralmente envolvendo todo grupo, que pode ser ouvido em particular no inicio da manhã e são audíveis a distancia de 1 a 5 km de distancia.
Sua altura varia de 30 a 75 cm, sendo que o comprimento da cauda pode chegar a 80 cm. 
São essencialmente arborícolas, descendo ao chão raramente para beberem agua. Vivem em grupos com tamanho variável de 4 a 8 indivíduos, podendo chegar a 15 indivíduos.


Eles gastam até 70% do seu dia deitados e sentados silenciosamente entre os galhos, digerindo folhas novas em fermentação. Os machos adultos, muitas vezes, são solitários. Os bugios tem geralmente territórios muito pequenos, de 5 ha até 45 ha, dependendo o tipo de habitat.
As fêmeas tem gestação de um único filhote por vez em intervalos que podem variar de espécie para espécie. A média de gestação é de 191 dias.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist

Identificação da espécie feita pelo amigo
Luiz Pires, Zootecnista, Diretor do Zoo/Bauru/SP. Presidente da SZB.

Fotos realizadas no Campus da USP, de Ribeirão Preto-SP, perto da criação de abelhas indígenas-ASF, do amigo Professor Spencer.
Trata-se da  Fêmea de Bugio ( Alouatta caraya)

BICHOS - NUMERO 14





quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Codorna-amarela

Nothura maculosa 

Nesta semana eu estava fotografando as abelhas -ASF-, em uma Sibipiruna, em frente a Casa do Criador. Eis que aparece o amigo Dito Alves, com uma ave perguntando se era uma codorna domestica ou silvestre. Foi unanimidade entre os presentes que era silvestre. Esta ave caiu no quintal da casa dele, a noite. Dai verificamos que ela estava bem, fomos devolve-la a natureza, nas proximidades donde foi encontrada. Esta codorna esta bem rara, e ainda não fotografei-a , nem tenho visto na natureza.


 A beleza desta ave de frente.


Vista de lado , linda coloração.



Momento em que devolvemos ela para a natureza. Ela deu um piado, um voo rasante, e se foi. Que bom.