segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Tempo de vida das Borboletas


Foto que fiz aqui em Arceburgo/MG, em espaço que criamos para as Borboletas.
Borboleta Monarca ( Danaus prelixippus) citada no texto abaixo.

A vida média da maioria delas é de duas a três semanas; algumas vivem poucos dias; outras, por várias semanas, podem viver 30, 60, 90 dias e até seis meses, nove meses e até mais. As borboletas Monarcas, que migram do Canadá para o México e Caribe, atravessando todo território dos Estados Unidos, por mais de 4/5.000 quilômetros, fugindo do inverno, chegam a viver até nove meses. O extraordinário é que as gerações seguintes, que voltam ao território de origem - sem saber o caminho - o fazem mais lentamente, vivendo apenas três meses;as gerações netas, por algum sinal genético, desconhecido e misterioso, voltam a aumentar a expectativa de vida para nove meses!!!
Citação - Criação de Borboletas - Osmar Salles de Figueiredo - CPT - Viçosa/MG.

BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Palmito Tuzino - Parte 2

Quando estivemos a frente da Secretaria de Meio Ambiente de Arceburgo/MG, distribuímos a produtores rurais, 500 mudas do Palmito Tuzino. Também plantamos no Parque Ambiente e Jardim da Matriz.


Sitio Guaritá
Arceburgo/MG
Propriedade de Pedro Andrade Quintiliano.
Na companhia do amigo Antonio Villas Boas Quntiliano.



Passados alguns anos visitei um destes produtores rurais. Para minha alegria pude constatar , conforme mostra foto, o palmito bem cuidado e no ponto de corte.

PALMITO TUZINO
Durante oito anos, Tuzino aguardou que através do trabalho de polinização das flores pelas abelhas, ocorresse naturalmente o casamento que imaginou ao plantar uma muda de juçara ao lado de uma de açaí.
"Queria chegar a um palmito economicamente viável, justamente para proteger as palmeiras nativas da extinção", conta. Para ele, o surgimento do híbrido foi um "milagre" atribuído ao delicado trabalho das abelhas: "A flor fêmea do açaí recebe o pólen do juçara e ocorre a hibridação natural."
A nova palmeira cresce mais e em menor tempo do que as naturais, perfilha como o açaí - ou seja nascem diversos troncos - e tem o sabor e a cremosidade do juçara.
Além disso, suas fibras são flexíveis e ótimas para confecção de artesanato, enquanto as do juçara e açaí quebram facilmente.
Com a utilização deste Híbrido, o Juçara e o Açaí ficam protegidos lá na mata.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Abelhas das Orquídeas


Euglossinae (abelhas das orquídeas) - abelhas solitárias
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a grande maioria das abelhas não vive em sociedade ou em colônias com rainha e operárias. A maioria das espécies de abelhas é solitária, isto é, vivem sozinhas. Cada fêmea, individualmente constrói e cuida do seu próprio ninho. A fêmea morre antes de sua cria nascer. Ou seja, não há contato entre as gerações. Desta maneira, o modo de vida de uma abelha solitária é bastante diferente do que conhecemos para aquelas abelhas que vivem em colmeia.
Citação: Abelhas do Brasil, Christiano Figueira.


As abelhas das orquídeas: biologia e importância ecológica


As abelhas das orquídeas pertencem a tribo Euglossini e chamam a atenção pela coloração iridescente que pode variar entre verde, azul, roxo, vermelho e até o tradicional preto com a amarelo. São abelhas solitárias, ágeis e robustas com tamanho médio variando de 9 a 28 mm. Elas ocorrem somente na região neotropical e o Brasil é o país que apresenta a maior riqueza em espécies. Já foram descritas mais de 230 espécies distribuídas em cinco gêneros (Eufriesea, Euglossa, Eulaema, Exaerete e Aglae).

Os Euglossini são importantes polinizadores das florestas neotropicais (Ex: Floresta Amazônica) devido a sua capacidade de voar por longas distâncias (superiores a 23Km) forrageando em flores de mais de 200 gêneros de angiospermas. Essas abelhas se alimentam de néctar e apresentam glossas (=língua) longas, que os permite explorar flores tubulares não acessíveis a outros grupos de abelhas. As fêmeas também coletam pólen, misturado ao néctar e servido como alimento para as larvas, além de coletar resinas para a construção de células de cria e dos ninhos.

Machos de Euglossini exibem um comportamento característico de coletar substâncias aromáticas em fontes florais e não florais (fungos, madeira, frutos, fezes), principalmente em orquídeas sendo que muitas delas são polinizadas exclusivamente por eles. O motivo desse comportamento ainda é desconhecido. A explicação mais aceita é de que as fragrâncias provavelmente sirvam como indicador da qualidade genotípica e fenotípica dos machos para as fêmeas. A partir da descoberta desse comportamento, os pesquisadores passaram a utilizar substâncias puras sintetizadas em laboratório idêntica as das flores para atrair os machos, o que permitiu que muitas espécies raras fossem amostradas.

As alterações ambientais, como a fragmentação florestal podem afetar a abundância e a composição das espécies de abelhas das orquídeas e por isso, elas são consideradas como bioindicadoras da qualidade do ambiente natural. A extinção dessas abelhas nativas poderia comprometer a reprodução de diversas angiospermas e consequentemente o funcionamento íntegro dos ecossistemas neotropicais.
CreativeCommons
Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 



Agradeço ao amigos do Portal ABENA - Abelhas nativas - do facebook

-identificação da especie, Cappas Insectozoo .

-Tribo Euglossini. Os machos são atraídos pelo perfume floral das orquídeas, a hipótese é de que ele coletam esses cheiros afim de realizar leque de cheiros, mistura de cheiros que vão atrair as fêmeas. Pelo fato dos machos serem facilmente atraídos por perfumes florais , eles podem ser vistos muitas vezes em amontoados. São abelhas solitárias, ou seja não fazem colmeia, fêmeas encontram os machos acasalam e constroem o ninhos e poe os ovos. Depois morrem sem ter contato com as crias em fase adulta. Machos se alimentam de néctar e coletam cheiro, já as fêmeas consomem néctar e um pouco de pólen, e coletam pólen, resina, serragem para construir ninhos .
 Ficam grandes aglomerações em antúrios. É uma coisa bem bonita.

- também gostam de antúrios.




Fotos feitas no meu quintal, da abelha visitando a florada da Dicorisandra (dichorisandra thyrsiflora)

ABELHAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 4




domingo, 14 de fevereiro de 2016

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo-MG - Ponto 3 -

Estrada Rural do Baracho
Num arvoreta perto do moerão da cerca
Num altura de mais ou menos 2 metros do solo


Coordenas geográficas do local
S 21º 19' 22.44", W 46º 54' 58.47"


A espécie localizada aqui é a:
Abelha boca de sapo

Partamona helleri



N o ponto n.1 a espécie avistada foi a
Borá
(Tetragona clavipes)

No ponto n. 2 a espécie avistada foi a
Mandaguari
(Scaptotrigona postica)


Portanto agora já são 3 espécies identificadas na natureza, porém são 4 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.


Ação em prol das abelhas
Voluntariado








sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sons da Natureza - Água de riacho

Sons da Natureza
Água de riacho
Sitio do meu amigo Rogerinho (Banzé), que esta situado na divisa de Arceburgo e Monte Santo de Minas/MG.
Som relaxante, pequenos cursos de água que formam grandes rios. Há de se preservar lugares iguais a estes.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Callicore hydaspes

Nymphalidae, Biblidinae



 Callicore hydaspes. Espécie exclusiva do dossel. Conhecida popularmente com borboleta 8D, por causa dos desenhos na asa inferior. Tamanho da asa = 2,0cm



Borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce/MG André Roberto Melo Silva, Marco Paulo Macedo Guimarães, Raphael Fraga Vitalino, Ângelo Schifini Bagni, Yuri Elias Martins, Aldecéia Maria Cordeiro, Evandro Gama de Oliveira ...

Borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce/MG André Roberto Melo Silva1 , Marco Paulo Macedo Guimarães2 , Raphael Fraga Vitalino3 , Ângelo Schifini Bagni2 , Yuri Elias Martins4 , Aldecéia Maria Cordeiro5 , Evandro Gama de Oliveira6 . Resumo A Mata Atlântica, mesmo reduzida a 8% do seu tamanho original, guarda uma imensa riqueza de espécies sendo parte dela ainda desconhecida. A contínua e acelerada perda de habitats naturais e a degradação ambiental decorrente das ações humanas tornam o monitoramento dessa biodiversidade e da qualidade do meio um trabalho de suma importância nos dias de hoje. Alguns grupos como borboletas são especialmente úteis no monitoramento ambiental. O presente trabalho teve como objetivo conhecer as borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce. O estudo foi realizado durante um ano em duas áreas de 1km2 . Em cada área foram instaladas 16 armadilhas, no sub-bosque e dossel, e estas armadilhas foram monitoradas durante cinco dias consecutivos uma vez em cada mês. Foi coletado um total de 83 espécies de borboletas. Destas, quatro foram consideradas raras. Portanto, ainda é necessário um maior número de estudos com as borboletas dentro do parque. Palavras chave: Agrias claudina, borboletas frugívoras, dossel, Mata Atlântica, Rio Doce. 


APRESENTAÇÃO
 Minas Gerais são muitas no afirmar do médico, escritor e embaixador Guimarães Rosa. Assim, do semiárido do Norte de Minas às oliveiras que vicejam no Sul de Minas, do Oeste que abriga a Mata Atlântica, ainda exuberante, às planícies do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, a natureza, que levou milhões de anos entre mudanças e adaptações, se revela fecunda e desafiadora nos 586.000 Km² do vasto território mineiro povoado pela complexa e sinérgica biodiversidade. E o homem, enquanto agregado à sociedade, é parte indissociável dessa diversidade de formas e espécies que habitam os ecossistemas terrestres, aquáticos e oceânicos, não se esquecendo dos pássaros e borboletas, seres alados, nos seus caminhos e vôos intrigantes e recorrentes nos céus desse planeta Terra num espetáculo de vida e cores. Os seres vivos também são indicadores de sustentabilidade dos recursos naturais. Pesquisar para conhecer, conhecer para mudar, mudar para avançar solidários no vigir do século XXI e consolidar, num vasto universo de demandas socioeconômicas e ambientais, o desenvolvimento sustentável de Minas Gerais harmonicamente com o solo, a água, a fauna e a flora. O boletim técnico MG. Biota, em mais uma edição cumpre, no que lhe compete, sua missão científica e tecnológica promovendo o conhecimento e agregando pesquisadores, cientistas, estudiosos e ambientalistas, que convergem igualmente, por seus talentos multidisciplinares, para democratizar o acesso à informação e compartilhando ciência e inovação tecnológica. Preservar a natureza é preservar a vida.
José Carlos Carvalho
Engenheiro Florestal

INSTITUTO ESTA DUAL DE FL0RESTAS — MG DIRETORIA DE BIODIVERSIDADE GERÊNCIA DE PROJETOS E PESQUISAS
MG.BIOTA Belo Horizonte v.3, n.4 out./nov. 2010
MG.BIOTA



Fiz esta sequencia de fotos; na Fazenda Cachoeira, em Arceburgo/MG. Nota-se que a borboleta esta pousada em cima do estrume de gado; Perguntei ao amigo João Angelo Cerignoni, da Esalq o que ela estava fazendo, ele deu a seguinte explicação:

-Se estão em frutos fermentados, são machos e fêmeas se alimentando, se estão em estrume, beira de rios, os cimentos frescos, são machos extraindo minerais para se maturarem sexualmente.

-os chamados PANÁPANÁS, são ajuntamentos de MACHOS atraídos por minerais que ao ingerirem os ajudam a se tornarem maduros sexualmente



Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie.

 Se quiser saber mais sobre outras Borboletas, entre no Blog, do lado direito na parte de cima, clique em pesquisar e digite:
Borboleta estaladeira 
Siproeta stelenes 
Hugo Eiras Furquim Werneck 
Atyria dichroides 
Jardim das Borboletas 
Borboletas 
Junonia evarete 
Danaus plexippus...
 
Borboletas de Arceburgo - Numero 9

domingo, 24 de janeiro de 2016

Cachoeira do Itambé

Cássia dos Coqueiros/SP.
Coordenadas geográficas
S 21º 17' 41.46", W 47º 08' 49.69"
Bioma Predominante: Mata Atlântica



É um dos pontos turísticos que a cidade tem a oferecer aos seus visitantes. Com  84 metros de altura, cravada em um vale com fauna e flora diversificada. Para os que querem se aventurar no pé da Cachoeira de Itambé, uma trilha com um declive acentuado, onde os visitantes contam apenas com cordas que servem de corrimão. São cerca de 100 m de descida, apesar da dificuldade, a Cachoeira de Itambé, é um ótimo local para se conhecer com a família e se aventurar com os amigos. Trilha difícil.

Cássia dos Coqueiros/SP simpática cidadezinha perdida no norte de São Paulo, além dessa cachoeira, tem mais uma, logo na entrada da cidade: bem pequena, mas com um excelente banho. 


Fiz estas fotos em 11.10.2015, ainda não tinha começado por aqui o período chuvoso, agora com as chuvas em boa quantidade, ela já esta mais volumosa
Para saber mais sobre Cachoeiras, entre no Blog, do lado direito em pesquisar.
Digite:
Cachoeira Véu das noivas
Cachoeira dos Escravos.
Cachoeira do Jota
Belezas de Poços de Caldas/MG, Serra da Canastra,São Sebastião do Paraíso/MG...


Macacos perto da descida da trilha.

CACHOEIRAS DO BRASIL      - NUMERO 6

CACHOEIRAS DE CÁSSIA DOS COQUEIROS/SP - NUMERO 1

CACHOEIRA DE SÃO PAULO - NUMERO 1





domingo, 17 de janeiro de 2016

Bacuri

Scheelea phalerata  (Mart. ex Spreng.) Burret

Nomes populares: acuri, bacuri, uricuri



Fiz estas fotos em Bonito/MS
Coordenadas geográficas
S 20º 50' 31.57", W 56º 35' 21.96"

Características gerais - caule solitário, de 5-10 m de altura e 60-75 cm de diâmetro, revestido até pouco abaixo da metade com bases foliares persistentes das folhas já caídas. Folhas pinadas, plumosas, numerosas, de mais de 6 m de comprimento; bainha de cerca de 60 cm de comprimento e pecíolo de cerca de 40 cm; raque de 3,0-4,6 m de comprimento; pinas em numero de 120-150 pares, as da porção mediana distribuídas irregularmente em grupos de 2-4 e dispostas em vários planos, de 80-90 cm de comprimento e 2,5-3,0 cm de largura. Inflorescências estaminadas e andróginas na mesma planta. Flores estaminadas distribuídas em duas ou quatro fileiras ao longo de um só lado das raquilas, sépalas com 0,5-1,0 mm de comprimento, pétalas carnosas angulares ou convexas, 0,8-1,0 mm de largura, com 6 estames; flores pistiladas de cerca de 2 cm de comprimento, com ovário de 1,5 cm de comprimento com 4 estigmas. Frutos de 5-6 cm de comprimento; endocarpo duro, com a maioria de feixes de fibras inconspícuos, contendo 2-4 lóculos, cada um com uma semente.

Habitat - comum no planalto central, no Acre, Pará, até São Paulo e Pantanal Matogrossense 


formando os famosos "acurizais". Prefere áreas abertas, sendo considerada padrão de terra boa.

Utilidade - usa-se as folhas para a cobertura de casebres. Em alguns estados amazônicos o endocarpo é fonte de carvão, sendo o mesocarpo comestível. A planta possui potencial para cultivo em paisagismo.

Produção de mudas - frutifica durante o verão; os frutos desprovidos de sua polpa pesam cerca de 25 g cada. A germinação é lenta. Para acelera-la, abre-se o endocarpo duro com cuidado extraindo-se a amêndoa, neste caso a emergência ocorre em poucos dias.

Citação: Palmeiras  Brasileiras e Exóticas Cultivadas - Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza, Luiz Sérgio Coelho de Cerqueira, Judas Tadeu de Medeiros Costa, Evandro Ferrreira.

Palmeiras do Brasil - Numero 4
Palmeiras de Bonito/MS - Numero 1

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Aquário de Bonito/MS

O primeiro aquário do Mato Grosso do Sul

Parte 1


Uma atividade única com o objetivo de apresentar a grande variedade de espécies de peixes de Bonito e Pantanal,com mais de 3 mil peixes em uma estrutura com 32 tanques totalizando mais de 200 mil litros de água.

Além de ser uma programação urbana e educativa é possível interagir com arraias no tanque sensorial.

Veja de perto o maior bagre do Brasil o Jaú, Piranhas, Pintados Albinos, Peixe-cobra, Peixe-cachorro e muito mais...



Cara-açu
Astronotus crassipinnis



É um acará muito comercializado em lojas de aquário por sua beleza e inteligencia, no Pantanal podem ser encontrados em famílias de até 10 ou mais indivíduos em corichos com bastante vegetação de águas mais acida, peixe agressivo, sociável com outros peixes menores, mas porém muito doceis permitindo uma interação maior com seu dono.
Tamanho máximo: 30 cm
Região: Pantanal.


Nesta foto que fiz nota-se ele interagindo com um visitante.

Agradecimentos pela atenção ao Roni (monitor) , e ao Rafael (Recepcionista).            

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Casal de Arara-vermelha-grande (Ara chloropterus Gray, 1859), Bonito/MS

Arara-vermelha-grande

Ara chloropterus
Gray, 1859

Classificação cientifica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Familia: Psottacidae
Rafinesque, 1815



Ao entardecer em Bonito/MS, tive a felicidade de registrar, este lindo casal