quarta-feira, 9 de março de 2016

Tempo de vida de plantas e animais

Dados referentes a média máxima de idade

VÁRIAS HORAS
Algumas bactérias
20 minutos

Algumas espécies de fungos
18 horas

VÁRIOS DIAS
Ipomeia
1 dia

Cogumelo
5 dias

VÁRIAS SEMANAS
Mosca-das-frutas
2 semanas

Borboleta saltadora pequena
3 semanas

VÁRIOS MESES
Carpa fooprint
8 meses

Percevejo
6 meses

1-5 ANOS
papoula comum
1 ano
Borboleta rainha
1-2 anos

5-15 ANOS
Estrela-do-mar-comum
6 anos
Formiga rainha
15 anos

15-30 ANOS
Morcego
25 anos

30-45 ANOS
Besouro
35 anos

45-60 ANOS
Baleia azul

60-80 ANOS
Elefante 75 anos

80-100 ANOS
Orca 90 anos

100-1.000 ANOS
Jabuti 100 anos
Pinho-de-ponderosa 700 anos

MAIS DE 1.000 ANOS
Carvalho-inglês 1.500anos

Teixo 3.500 anos

Sequoia-gigante 6.000 anos

Arbusto de creosoto 11.000 anos

Citação -Enciclopédia Ilustrada do Estudante - Globo - Tre - Zoo - ìndice








domingo, 28 de fevereiro de 2016

Pau-Brasil - Parte 1 - Flor

Formação da flor


Em sua época reprodutiva, que na região sudeste ocorre geralmente em meados de setembro,uma árvore  de pau-brasil cobre-se de flores, num grande espetáculo de cor e perfume.. Assim, a aparência das árvores,de copas verdes, que se confundia com a das suas vizinhas na mata, passa a se destacar na paisagem formando manchas verde-amarelas, fazendo jus à sua fama de simbolo nacional. A época do florescimento é bastante breve e as árvores completamente floridas podem ser apreciadas por apenas alguns dias.

As pistas ambientais que indicam ao pau-brasil o momento do florescimento ainda são largamente desconhecidas. No entanto, como ocorre com outras árvores,especula-se que o florescimento do pau-brasil seja induzido por variações no numero de horas de luz do dia e da temperatura que as árvores experimentam no decorrer das estações.No entanto sabe-se que este estimulo indutivo ambiental não possui qualquer um efeito em se tratando de plântulas jovens que,mesmo em condições favoráveis, geralmente só florescerão após ultrapassarem ao menos sua primeira década de idade.


As flores do pau-brasil estão organizadas em conjuntos, ou inflorescências , que possuem  cerca de 10 a 20 centímetros de comprimento e contém algumas dezenas de flores muitos perfumadas. A inflorescência ainda imatura possui a  aparência de um cacho cônico contendo botões que se assemelham a pequeninas esferas marrons de superfície aveludada. A medida que se desenvolvem, os botões florais vão ficando esverdeados e a sépala abaxial (a que fica mais voltada para baixo), é mais proeminente, recobrindo quase todo botão floral. As flores abrem-se em sequencia continua, sendo que as primeiras flores a se abrirem  são as que se formam primeiro e que, portanto, se encontram mais a base da inflorescência. Ainda há flores se abrindo quando os primeiros frutos começam a se formar.


As flores abertas são amarelas com manchas vermelhas em uma de suas cinco pétalas. Acredita-se que esta mancha vermelha, que se encontra na pétala adaxial (a que fica virada para cima) seja parte de parte de um sistema  de sinalização para os insetos polinizadores, indicando a posição do centro da flor. Este sistema de sinalização garante que tanto o inseto encontre sua recompensa, quanto que a flor possa dispersar seus grãos de pólen a ser fecundada...
Citação - PAU-BRASIL da semente à madeira - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria de Meio Ambiente - Instituto de Botânica.

Fiz estas fotos em 22.09.2015, na Unesp de Jaboticabal/SP.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Encontro

Icterus cayanensis

21 cm

( Icterídeos)


Comum, de forma localizada, em cerradão, borda de mata, e áreas abertas com arvores. No Pantanal (A), preto com dragona castanha no ombro.
No restante da região (B), dragona mais alaranjadas e coxas amarelas. Não há espécies parecidas na região, mas pode ser difícil de ver a dragona castanha com luz ruim. Em geral sozinho ou em casal; aves não reprodutoras podem formar bandos, com até 20 ou mais indivíduos. Visita com regularidade árvores floridas e às vezes aparecem em comedouros com frutas em sedes de fazendas. Ágil, costuma agitar a cauda um tanto longa. O Canto é série agradável de notas e frases assobiadas, separadas por intervalos: "suit...piir...piur...piir...piuir...kri...wrrt..." ou "purit...skiir...ti-pur-tuí-tuí...." pode imitar outras aves.
Citação: Gwynne, John A., Ridgely, Robert S., Tudor, Guy & Argel, Martha (2010)
Aves do Brasil. Vol. 1. Pantanal & Cerrado.
Editora Horizonte.


Vejam a obra de arte que é este ninho. Foi feito na parte debaixo da folha da bananeira.

Outros nomes populares - Rouxinol-de-encontro-amarelo, inhapim.

FAMILIA FRINGILLIDAE
SUFAMILIA EMBERIZINAE

Subordem Passeri [=Oscines]

Ordem Passeriformes
TRIBO ICTERINI

Etimologia -
Icterus - do grego ikteros = pássaro amarelo, possivelmente um rouxinol-dourado, que  se acreditava tivesse o poder de curar icterícia, bastando para isso vê-lo.
cayanensis - de Caiena, na Guiana Francesa ( América do  Sul).
Citação - Aves Brasileiras e Plantas que as atraem - Johan Dalgas Frisch, Christian Dalgas Frisch.


A parte de cima da folha da bananeira, onde a ave teceu o ninho.

Hábitos

Comum nos ambientes florestados, também utiliza-se de capões de cerradão e árvores ou arbustos isolados próximos à mata. Vive solitário, aos pares e, eventualmente, em bandos, às vezes junto a bandos mistos. Nas manhãs frias, gosta de pousar em galhos expostos para tomar sol nas primeiras horas do dia. Uma característica que vem sendo constantemente observada, é que esta ave tem o costume de usar sua inteligência, quando uma ave maior que ela está se alimentando de um fruto, ele imita sons de aves predadoras para o fim de afugentar as aves e alimentar sua prole com o fruto conquistado.

Referências


Aqui ave esta sugando o néctar da eritrina-candelabro

AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 22

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Reciclagem do oleo de cozinha usado em Arceburgo/MG

Reciclagem de óleo de cozinha em Arceburgo - Minas Gerais


Quando era Secretário de Meio Ambiente, adquirimos algumas bombonas de plastico, e colocamos nos bares, restaurantes, escolas, para coletar o óleo de cozinha usado. Com esta simples ação, conseguimos fazer que parasse de jogar este produto na pia,  conseguimos fazer com que o óleo de cozinha usado, que antes era jogado quase todo na água ou no solo, se tornasse fonte de renda.
Fiz estas fotos do casal, trocam o óleo de cozinha por produtos de limpeza. Gerando fonte de renda e tirando da nossas águas tão escassas quase que todo óleo, que antes era jogado ali. O casal é de Mococa-SP, quando ouço o som da camionete deles, na cidade com um chamado educativo, com musica do Guilherme Arantes, Planeta Agua. Me encho de alegria e agradeço mais uma vez a Deus, por ter me iluminado para ideia simples, mas com um alcance social e ambiental, tão grandes


Tempo de vida das Borboletas


Foto que fiz aqui em Arceburgo/MG, em espaço que criamos para as Borboletas.
Borboleta Monarca ( Danaus prelixippus) citada no texto abaixo.

A vida média da maioria delas é de duas a três semanas; algumas vivem poucos dias; outras, por várias semanas, podem viver 30, 60, 90 dias e até seis meses, nove meses e até mais. As borboletas Monarcas, que migram do Canadá para o México e Caribe, atravessando todo território dos Estados Unidos, por mais de 4/5.000 quilômetros, fugindo do inverno, chegam a viver até nove meses. O extraordinário é que as gerações seguintes, que voltam ao território de origem - sem saber o caminho - o fazem mais lentamente, vivendo apenas três meses;as gerações netas, por algum sinal genético, desconhecido e misterioso, voltam a aumentar a expectativa de vida para nove meses!!!
Citação - Criação de Borboletas - Osmar Salles de Figueiredo - CPT - Viçosa/MG.

BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Palmito Tuzino - Parte 2

Quando estivemos a frente da Secretaria de Meio Ambiente de Arceburgo/MG, distribuímos a produtores rurais, 500 mudas do Palmito Tuzino. Também plantamos no Parque Ambiente e Jardim da Matriz.


Sitio Guaritá
Arceburgo/MG
Propriedade de Pedro Andrade Quintiliano.
Na companhia do amigo Antonio Villas Boas Quntiliano.



Passados alguns anos visitei um destes produtores rurais. Para minha alegria pude constatar , conforme mostra foto, o palmito bem cuidado e no ponto de corte.

PALMITO TUZINO
Durante oito anos, Tuzino aguardou que através do trabalho de polinização das flores pelas abelhas, ocorresse naturalmente o casamento que imaginou ao plantar uma muda de juçara ao lado de uma de açaí.
"Queria chegar a um palmito economicamente viável, justamente para proteger as palmeiras nativas da extinção", conta. Para ele, o surgimento do híbrido foi um "milagre" atribuído ao delicado trabalho das abelhas: "A flor fêmea do açaí recebe o pólen do juçara e ocorre a hibridação natural."
A nova palmeira cresce mais e em menor tempo do que as naturais, perfilha como o açaí - ou seja nascem diversos troncos - e tem o sabor e a cremosidade do juçara.
Além disso, suas fibras são flexíveis e ótimas para confecção de artesanato, enquanto as do juçara e açaí quebram facilmente.
Com a utilização deste Híbrido, o Juçara e o Açaí ficam protegidos lá na mata.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Abelhas das Orquídeas


Euglossinae (abelhas das orquídeas) - abelhas solitárias
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a grande maioria das abelhas não vive em sociedade ou em colônias com rainha e operárias. A maioria das espécies de abelhas é solitária, isto é, vivem sozinhas. Cada fêmea, individualmente constrói e cuida do seu próprio ninho. A fêmea morre antes de sua cria nascer. Ou seja, não há contato entre as gerações. Desta maneira, o modo de vida de uma abelha solitária é bastante diferente do que conhecemos para aquelas abelhas que vivem em colmeia.
Citação: Abelhas do Brasil, Christiano Figueira.


As abelhas das orquídeas: biologia e importância ecológica


As abelhas das orquídeas pertencem a tribo Euglossini e chamam a atenção pela coloração iridescente que pode variar entre verde, azul, roxo, vermelho e até o tradicional preto com a amarelo. São abelhas solitárias, ágeis e robustas com tamanho médio variando de 9 a 28 mm. Elas ocorrem somente na região neotropical e o Brasil é o país que apresenta a maior riqueza em espécies. Já foram descritas mais de 230 espécies distribuídas em cinco gêneros (Eufriesea, Euglossa, Eulaema, Exaerete e Aglae).

Os Euglossini são importantes polinizadores das florestas neotropicais (Ex: Floresta Amazônica) devido a sua capacidade de voar por longas distâncias (superiores a 23Km) forrageando em flores de mais de 200 gêneros de angiospermas. Essas abelhas se alimentam de néctar e apresentam glossas (=língua) longas, que os permite explorar flores tubulares não acessíveis a outros grupos de abelhas. As fêmeas também coletam pólen, misturado ao néctar e servido como alimento para as larvas, além de coletar resinas para a construção de células de cria e dos ninhos.

Machos de Euglossini exibem um comportamento característico de coletar substâncias aromáticas em fontes florais e não florais (fungos, madeira, frutos, fezes), principalmente em orquídeas sendo que muitas delas são polinizadas exclusivamente por eles. O motivo desse comportamento ainda é desconhecido. A explicação mais aceita é de que as fragrâncias provavelmente sirvam como indicador da qualidade genotípica e fenotípica dos machos para as fêmeas. A partir da descoberta desse comportamento, os pesquisadores passaram a utilizar substâncias puras sintetizadas em laboratório idêntica as das flores para atrair os machos, o que permitiu que muitas espécies raras fossem amostradas.

As alterações ambientais, como a fragmentação florestal podem afetar a abundância e a composição das espécies de abelhas das orquídeas e por isso, elas são consideradas como bioindicadoras da qualidade do ambiente natural. A extinção dessas abelhas nativas poderia comprometer a reprodução de diversas angiospermas e consequentemente o funcionamento íntegro dos ecossistemas neotropicais.
CreativeCommons
Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 



Agradeço ao amigos do Portal ABENA - Abelhas nativas - do facebook

-identificação da especie, Cappas Insectozoo .

-Tribo Euglossini. Os machos são atraídos pelo perfume floral das orquídeas, a hipótese é de que ele coletam esses cheiros afim de realizar leque de cheiros, mistura de cheiros que vão atrair as fêmeas. Pelo fato dos machos serem facilmente atraídos por perfumes florais , eles podem ser vistos muitas vezes em amontoados. São abelhas solitárias, ou seja não fazem colmeia, fêmeas encontram os machos acasalam e constroem o ninhos e poe os ovos. Depois morrem sem ter contato com as crias em fase adulta. Machos se alimentam de néctar e coletam cheiro, já as fêmeas consomem néctar e um pouco de pólen, e coletam pólen, resina, serragem para construir ninhos .
 Ficam grandes aglomerações em antúrios. É uma coisa bem bonita.

- também gostam de antúrios.




Fotos feitas no meu quintal, da abelha visitando a florada da Dicorisandra (dichorisandra thyrsiflora)

ABELHAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 4




domingo, 14 de fevereiro de 2016

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo-MG - Ponto 3 -

Estrada Rural do Baracho
Num arvoreta perto do moerão da cerca
Num altura de mais ou menos 2 metros do solo


Coordenas geográficas do local
S 21º 19' 22.44", W 46º 54' 58.47"


A espécie localizada aqui é a:
Abelha boca de sapo

Partamona helleri



N o ponto n.1 a espécie avistada foi a
Borá
(Tetragona clavipes)

No ponto n. 2 a espécie avistada foi a
Mandaguari
(Scaptotrigona postica)


Portanto agora já são 3 espécies identificadas na natureza, porém são 4 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.


Ação em prol das abelhas
Voluntariado








sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sons da Natureza - Água de riacho

Sons da Natureza
Água de riacho
Sitio do meu amigo Rogerinho (Banzé), que esta situado na divisa de Arceburgo e Monte Santo de Minas/MG.
Som relaxante, pequenos cursos de água que formam grandes rios. Há de se preservar lugares iguais a estes.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Callicore hydaspes

Nymphalidae, Biblidinae



 Callicore hydaspes. Espécie exclusiva do dossel. Conhecida popularmente com borboleta 8D, por causa dos desenhos na asa inferior. Tamanho da asa = 2,0cm



Borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce/MG André Roberto Melo Silva, Marco Paulo Macedo Guimarães, Raphael Fraga Vitalino, Ângelo Schifini Bagni, Yuri Elias Martins, Aldecéia Maria Cordeiro, Evandro Gama de Oliveira ...

Borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce/MG André Roberto Melo Silva1 , Marco Paulo Macedo Guimarães2 , Raphael Fraga Vitalino3 , Ângelo Schifini Bagni2 , Yuri Elias Martins4 , Aldecéia Maria Cordeiro5 , Evandro Gama de Oliveira6 . Resumo A Mata Atlântica, mesmo reduzida a 8% do seu tamanho original, guarda uma imensa riqueza de espécies sendo parte dela ainda desconhecida. A contínua e acelerada perda de habitats naturais e a degradação ambiental decorrente das ações humanas tornam o monitoramento dessa biodiversidade e da qualidade do meio um trabalho de suma importância nos dias de hoje. Alguns grupos como borboletas são especialmente úteis no monitoramento ambiental. O presente trabalho teve como objetivo conhecer as borboletas frugívoras do Parque Estadual do Rio Doce. O estudo foi realizado durante um ano em duas áreas de 1km2 . Em cada área foram instaladas 16 armadilhas, no sub-bosque e dossel, e estas armadilhas foram monitoradas durante cinco dias consecutivos uma vez em cada mês. Foi coletado um total de 83 espécies de borboletas. Destas, quatro foram consideradas raras. Portanto, ainda é necessário um maior número de estudos com as borboletas dentro do parque. Palavras chave: Agrias claudina, borboletas frugívoras, dossel, Mata Atlântica, Rio Doce. 


APRESENTAÇÃO
 Minas Gerais são muitas no afirmar do médico, escritor e embaixador Guimarães Rosa. Assim, do semiárido do Norte de Minas às oliveiras que vicejam no Sul de Minas, do Oeste que abriga a Mata Atlântica, ainda exuberante, às planícies do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, a natureza, que levou milhões de anos entre mudanças e adaptações, se revela fecunda e desafiadora nos 586.000 Km² do vasto território mineiro povoado pela complexa e sinérgica biodiversidade. E o homem, enquanto agregado à sociedade, é parte indissociável dessa diversidade de formas e espécies que habitam os ecossistemas terrestres, aquáticos e oceânicos, não se esquecendo dos pássaros e borboletas, seres alados, nos seus caminhos e vôos intrigantes e recorrentes nos céus desse planeta Terra num espetáculo de vida e cores. Os seres vivos também são indicadores de sustentabilidade dos recursos naturais. Pesquisar para conhecer, conhecer para mudar, mudar para avançar solidários no vigir do século XXI e consolidar, num vasto universo de demandas socioeconômicas e ambientais, o desenvolvimento sustentável de Minas Gerais harmonicamente com o solo, a água, a fauna e a flora. O boletim técnico MG. Biota, em mais uma edição cumpre, no que lhe compete, sua missão científica e tecnológica promovendo o conhecimento e agregando pesquisadores, cientistas, estudiosos e ambientalistas, que convergem igualmente, por seus talentos multidisciplinares, para democratizar o acesso à informação e compartilhando ciência e inovação tecnológica. Preservar a natureza é preservar a vida.
José Carlos Carvalho
Engenheiro Florestal

INSTITUTO ESTA DUAL DE FL0RESTAS — MG DIRETORIA DE BIODIVERSIDADE GERÊNCIA DE PROJETOS E PESQUISAS
MG.BIOTA Belo Horizonte v.3, n.4 out./nov. 2010
MG.BIOTA



Fiz esta sequencia de fotos; na Fazenda Cachoeira, em Arceburgo/MG. Nota-se que a borboleta esta pousada em cima do estrume de gado; Perguntei ao amigo João Angelo Cerignoni, da Esalq o que ela estava fazendo, ele deu a seguinte explicação:

-Se estão em frutos fermentados, são machos e fêmeas se alimentando, se estão em estrume, beira de rios, os cimentos frescos, são machos extraindo minerais para se maturarem sexualmente.

-os chamados PANÁPANÁS, são ajuntamentos de MACHOS atraídos por minerais que ao ingerirem os ajudam a se tornarem maduros sexualmente



Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie.

 Se quiser saber mais sobre outras Borboletas, entre no Blog, do lado direito na parte de cima, clique em pesquisar e digite:
Borboleta estaladeira 
Siproeta stelenes 
Hugo Eiras Furquim Werneck 
Atyria dichroides 
Jardim das Borboletas 
Borboletas 
Junonia evarete 
Danaus plexippus...
 
Borboletas de Arceburgo - Numero 9