domingo, 20 de março de 2016

Biblis hyperia

Biblis Hyperia (Cramer, 1779)

Quando fiz esta foto,notei que elas pareciam se alimentar deste fruto. percebe-se uma parte já comida.

Família: Nymphalidae
Subfamília: Biblidinae
Identificação: Upperside é marrom-escura; hindwing tem uma banda submarginal vermelha e uma borda externa recortado.

Uma foto aproximada da planta que elas estavam visitando.

Período de asa: 2 - 3 polegadas (5,1 - 7,6 cm).
História de Vida: Os ovos são colocados individualmente ou em pequenos grupos sobre rebentos de plantas hospedeiras jovens. Lagartas fazer uma vara com pelotas de estrume e seda.

Foto em outro angulo, parecem sugar o fruto.

Flight: Fevereiro e Julho de novembro no sul do Texas, de março a novembro, no México e na América Central.
Anfitriões de Caterpillar: Noseburn (Tragia Volubilis) na família spurge (Euphorbiaceae).
Food Adulto: frutas Rotting e outros recursos não florais.
Habitat: florestas subtropicais Abertas.
Gama: Paraguai norte através da América Central para o México e as Índias Ocidentais. residente periódica na parte inferior do vale do Rio Grande, Texas; desvia a região central do Texas.


Conservação: Não é necessário para rara perdida.
NCGR: G4 - Aparentemente garantir globalmente, embora possa ser bastante raro em partes de sua escala, especialmente na periferia.
Gestão de Necessidades: Nenhum relatado.
Taxonomia Notas:
Fonte:
http://www.butterfliesandmoths.org/species/biblis-hyperia

Biblis hyperia - Butterflies and Moths of North America ...

www.butterfliesandmoths.org/species/biblis-hyperia

Identificação da especie por João Angelo Cerignoni - Tecnico do Departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq/USP - Piracicaba-SP
Autor do livro Borboletas.


BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 10






quarta-feira, 16 de março de 2016

Bandeirinha

Discosura longicaudus

MACHO - ADULTO - COSTAS -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Vila de Balbina - Presidente Figueiredo-AM , em 19.03.2006. É a segunda foto mais bem avaliada do WIKIAVES.

Observação do autor: Taí um registro que fiquei muuuuito feliz em fazer. É um beija-flor extremamente delicado, ainda mais com esse detalhe das raquetes na cauda. Desconfio que ele aparece todo ano durante a floração de uma espécie de árvore ( não sei o nome ) e some a maior parte do ano, sabe Deus pra onde.

Gênero DISCOSURA Bonaparte.

Outros nomes populares: Besourinho-de-raquete,  Pavãozinho e Coqueta-cola-raqueta.

Distribuição geográfica: Venezuela, Guianas, Brasil.Na Venezuela no Território Amazonas. Nas Guianas, nas serras do Roraima e Tumucumaque. No Brasil: Amapá, serra do Navio, Pará, Amazonas, Maranhão, Piaui, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espirito Santo.

Caracteristicas; medidas: Comprimento do macho 100 mm. Bico 12 mm. Asa 46. Cauda do macho 53. Peso 3,7 g. Femea:  78 mm. 12 mm. 3,0 g. Vibrações de asas 40 p.s.  Dimensões e peso dos ovos: 13 X 8,5 mm. 0,37 g. Temperatura 41 C. Dimorfismo sexual, muito diferenciado.

Habitat: Floresta virgem das províncias: Hiléia, central e Atlântica; scrub e  savana.

Migração: Pequena Migratória.

Descrição: lado dorsal verde-bronzeado com uma cinta transversal uropigiana esbranquiçada; fronte, ápice e nuca verde-capim-brilhante; retrizes violeta-enegrecido, em parte com bordos cinza ou esbranquiçados, as exteriores com alargamento em forma de raquete na extremidade. Lado ventral com mento e garganta verde-capim-brilhante, seguido no peito por uma faixa e outras laranja-iridescentes, além de outras prateadas e abdômen castanho-escuro e negro; flancos verde-dourado; tufos tibiais esbranquiçados. Infra-caudais acinzentados com disco enegrecido. Bico reto pequeno e negro. Fêmea menor que o macho. Lado dorsal bronze-esverdeado, com cinta uropigiana branca.. Cauda curta, cinza-escuro com negro-avermelhado e branco na extremidade. Lado ventral com mento e garganta negros; lado da garganta branco; peito esverdeado; abdômen cinza-escuro. Jovens, como a fêmea.

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.

Esta espécie nidifica num ramo horizontal, a média altura, 3 a 6 metros do solo. Seu ninho é feito de paina de várias plantas, com Typpha, sementes de bromeliáceas, gramíneas, fibras sedosas de asclépias, chorísia, etc., tendo afixado nas paredes externas alguns pequenos líquenes de coloração acinzentada. Só a femea cuida do ninho da incubação. que é de 13-14 dias, e os jovens deixam o ninho com 20-22 dias. O banho é nesta espécie idêntico ao das espécies Lophornis, ,nas folhas umedecidas pela chuva, neblina ou orvalho, e sua hora preferida é pela manhã, ao despertar e a tarde, após as 15,00 horas. Sempre escolhe um pouso para a higiene da plumagem e também para o banho de sol, que é rico de movimentos, com o abrir da cauda e o erguer da cabeça para que os raios de sol filtrem sua plumagem e assim atinjam a pele. Fica no poleiro de descanso, às vezes, por mais de uma hora e dai saindo para alimentar, etc. Esse poleiro fica em um ramo delgado muito alto, às vezes no alto da copa de árvores, a mais de 30 metros. O dormir é também no emaranhado de ramos e folhagens, bem protegido. a parada nupcial se assemelha bastante a das espécies do gênero Lophornis.  As fases de apresentação de exibição da plumagem são as de maior importância para o acasalamento. A fêmea pousada, em seu local preferido, na área territorial, não muito longe do local exato onde construirá o ninho, recebe o galanteio do macho, que em vôo de libração se apresenta,  erguendo e abaixando a cauda, com caídas e vôos cegos, parando e circundando a fêmea com vôo calmo e compassado, e cantando ti, ti, ti, ti... Por alguns minutos repete esta cena e em seguida inicia a exibição da plumagem, fazendo movimentos guturais e apresentando a faixa reluzente avermelhada-escura e a cauda em constante abrir de leque e fechar, com ráquis mais escurecido, e ainda rep, rep, rep... que produz com asas e cauda, conseguindo finalmente conquistá-la.

Reconhecimento em seu habitat: Quando pousado, este beija-flor sempre se coloca no topo dos arbustos ou das árvores. Sua cauda, com retrizes exteriores que tem na extremidade dilatadas em formato de raquete, logo o faz distinguir de todas as outras espécies de beija-flores. A fêmea se parece mais com o macho jovem, pois, só as máculas laterais esbranquiçadas, que descem pela parte lateral, entre o negro do centro e o verde, e as retrizes maculadas do pardo e branco, a distinguem das fêmeas do Gênero Lophornis, porque pelo tamanho, se vista de longe não aparenta ser maior que aquelas, ainda mais que possui no dorso também a faixa branca transversal.

Observações: As flores preferidas por esta especie, entre as observadas destaco: Anacardium occidentale, Leonitis petaefolia, Leonurus sibiricus... É hoje uma especie rara, apesar de sua grande área de dispersão, mas com a derrubada de grandes floresta, onde tem seu habitat preferido a tornará cada vez mais ameaçada de extinção, pois ali tem seus principais biótopos. Para dormir a posição da cauda é como nas espécies do gênero Lophornis, coloca-se obliquamente para a frente.

CITAÇÃO: AUGUSTO RUSCHI - AVES DO BRASIL.


MACHO - ADULTO - ALIMENTANDO
Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria, por Marlos Menêzes, feita no Parque Dois Irmãos em Recife-PE, no dia 03.02.2012. Esta foto é a terceira mais bem avaliada do WIKEAVES.

Observação do autor: Foto para registro. Bichinho um pouco difícil. Aparece pouco(quando aparece) e quase sempre longe ou bem alto. Paciência, ainda consigo foto melhor dele.

MACHO - ADULTO - FRENTE -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Vila de Balbina - Presidente Figueiredo-AM , em 19.03.2006. É a quarta foto mais bem avaliada do WIKIAVES.

Observação do autor: Estou enviando mais uma foto, em outro ângulo, onde aparece melhor as raquetes da cauda.

FÊMEA - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Eduardo Pio Carvalho, foi feita em 05.02.2011, em Porto Seguro-BA.

FÊMEA -ADULTO - ALIMENTANDO

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita em Manaus-AM, no dia 06.11.2010.

Observação do autor: Beija-flor bem complicado de ver. Só tinha registro em Balbina, cerca de 130 Km a nordeste deste local.

Discosura - do grego diskos = lâmina, folha, placa + oura = rabo, cauda ( referencia às penas na cauda desta ave, que são terminadas em forma de uma pá oval ou raquete).

Longicaudus - do latim longus = longo, grande + cauda = rabo, cauda.

FAMILIA TROCHILIDADE

SUBFAMILIA TROCHILINAE

ORDEM TROCHILIFORMES.

CITAÇÃO:  AVES BRASILEIRAS - JOHAN, CHRISTIAN DALGAS FRISCH.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 6

terça-feira, 15 de março de 2016

Topetinho-vermelho


Lophornis magnificus (7,0 cm)



                                                                       MACHO-ADULTO


Imagem gentilmente cedida por Jefferson Silva, feita em Itatiaia-RJ, publicada no Wikiaves.

Nomes populares - Topetinho-magnifico, Beija-flor-de-topete

Distribuição geográfica - Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Piauí, Para, Amapá, Ceara, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espirito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, no Brasil e San Miguel, na Bolívia.

Carateristicas: Medidas: 70mm. Bico 10mm. Asa 40, Cauda 29. peso 1,2 a 1,8g.  Vibrações de asa 58 macho e 52 femea Dimensões e peso dos ovos: 12 x 8 mm. 0,32 g. temperatura 39,5 C. Dimorfismo sexual, muito diferenciado.

Habitat: Mata virgem, mata secundaria, scrub e cerrado.

Migração: migratória .

Descrição:  Lado dorsal bronzeado-escuro; cinta uropipiana branca; fronte verde-brilhante, retrizes centrais bronzeadas, as demais vermelho-vermelho-castanho, às vezes com margens mais escuras; topete vermelho-vivo; topetes laterais laterais do pescoço em leque, brancos com a extremidade das penas truncadas, tendo a parte apical-cintilante. lado ventral com mento gargante verde-brilhante, abdômen cinza-enegrecido, lavado de verde; crisso com tufos cinza-claro; infracaudais, vermelho-castanho. Bico todo vermelho com ápice sépia.
Fêmea sem topetes; fronte canela-claro como o mento e  a garganta; esta com algo de  branco e cinta uropigiana esbranquiçada. Flancos cinza com algo de verde; infracaudais. castanho-claro. Retrizes centrais  castanho-dourado, as restantes, na base canela-claro, seguid\ de faixa negra e ápice vermelho-canela. Bico avermelhado menos intenso que o macho. Jovens, como a femea.

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.
As espécies do gênero Lophornis fixam o ninho sobre um ramo.Assim sua base se assenta com segurança. Sempre em formato de tigela ou taça, é feito com material  macilento tendo as paredes externamente ornamentados com pequeno líquenes esverdeados e esbranquiçados ou acinzentados. Todo material é fixado com teia de aranha ou de insetos prosídeos. So a fêmea cuida da sua construção, incubação da prole. A incubação leva 12 a 13 dias e os jovens deixam o ninho com 20 dias de idade.O ninho esta a uma altura que vai de 1 a 5 metros do solo. O banho  se da em folhas umedecidas pela chuva ou orvalho, geralmente nas primeiras horas, ao clarear do dia. Também fazem a higiene da plumagem logo em seguida. O canto limita-se a um piado rápido e continuado, repetido continuamente por mais de 20 a 30 vezes com o monossílabo ti-ti-ti-ti-ti-ti-ti... tanto em alarme como em pouso. Só é audível até 10 metros de distancia. O mesmo canto possuem as fêmeas. Costumam cantar enquanto dormem. O descanso é sempre no mesmo lugar em um ramo bem esguio e bastante alto, as vezes a mais de 15 metros do solo, onde pode permanecer por mais de meia hora. Para dormir se abrigam em um ramo delgado protegido entre a folhagem, a cauda retraída para baixo da região abdominal, e não como no pouso normal, em que ela permanece no sentido da linha dorsal. A parada nupcial constitui-se de bailados acrobáticos, em que, às vezes, a própria fêmea participa rodopiando; os dois se elevam a mais de trinta metros de altura, do ponto que a fêmea deixou o pouso, no momento em que o macho se apresentava fazendo a exibição da plumagem. Após regressarem, agora já para outro ponto de pouso, o macho se aproxima e chega mesmo a tocar com o bico a face da fêmea  dos dois lados puxando delicadamente as plumas, em vaivém, para frente e para trás, bem próximo, com os leques laterais para a frente e com o topete eriçado, quase unindo a ponta do seu bico ao da fêmea, que já esta imóvel e as asas produzindo um estalido ensurdecido, acompanhado de um trep-tre-trep do bico. Finalmente passa a atender ao chamado da fêmea, com a posição especial que torna seu corpo. Ainda na fase de apresentação, o macho sobrevoa o ponto onde a femea esta pousada, com uma cadencia lenta, em rotação, para em seguida sair rápido e voltar em vôo pique, como se fosse atingi-la. Mas antes, um metro ou dois da mesma, produz um estalido de asa, com um forte rréep, indo em curva elipsoidal até 10 metros mais a frente, para voltar com a mesma cena, por 5 e até dez vezes. Enfim retorna às cenas de galanteio da fase de exibição de plumagem já descrita. As máculas do mento e garganta, verde-iridescente e os tufos formados pelos leques laterais do pescoço e o topete, nessa fase estão sempre em movimento. A liberação dessa tendência, através desses estímulos  é instintiva e obedece ao desenvolvimento e maturação sexual, graças à função do complexo endocrinológico.

Reconhecimento do habitat: O voo, graças ao ruido produzido pelas vibrações de asas, lembram uma abelha mangangá, o seu piado tipico e ainda sua silhueta, com topete,  distinguem o macho ao passo que a femea não possui topete.

Observações; É uma especie sem agressividade, mas não teme as outras de maior porte. Luta pela área de alimentação contra os invasores da mesma especie e não contra outras especies. Suas flores preferidas são geralmente as de pequeno porte
Cit. Augusto Ruschi-  Aves do Brasil

Familia Trochilidae
Sufamilia Trochilinae
Ordem  Trochiliformes

Lophornis - do grego lophos = crista + ornis = pássaro
magnificus - do latim magnificus = magnifico, esplendido, grandioso, maravilhoso.
Citação:Aves brasileiras, Johan, Christian Dalgas Frisch

FÊMEA-ADULTO

Foto gentilmente cedida por Christiane Cato, para esta matéria.
Foto feita no Hotel Ypê -Parque Nacional de Itatiaia-RJ, em 30.10.2010.


Fotos gentilmente cedidas por Jarbas Mattos.

Jarbas Mattos até o espreguiçar dele é bonito.


Agora para o outro lado.


Agora pela direita.

Esta foto foi gentilmente cedida pelo amigo, Justiniano Magnago, do wikiaves.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 4

segunda-feira, 14 de março de 2016

Fabíola Campos

Artista Plástica



As pessoas que visitaram a ultima edição deste evento realizado em São Paulo, nas dependências do Butantan, tiveram o prazer de contemplar alguns dos trabalhos desta artista.


Avistar 2015






sábado, 12 de março de 2016

Sapo cururu

Rhinella icterica



Anfíbios - Sapo

Classe: Amphibia
Subclasse: Lissamphibia
Ordem: Anura
Subordem: Neobatrachia
Superfamília: Hyloidea (=Bufonoidea)
Família: Bufonidae

TAMANHO13 cm (macho); 15 cm (fêmea)

OCORRÊNCIARegiões sul e sudeste do Brasil.

ESTRATÉGIA DE REPRODUÇÃODesova em lagoas temporárias e permanentes. Os ovos ficam protegidos num cordão de gel com alguns metros de comprimento que é enrolado na vegetação aquática.

Esta espécie de sapo é muito comum de ser encontrado em áreas habitadas por causa da fartura de comida proporcionada pela iluminação (lâmpadas dos postes e das casas) que atraem uma grande quantidade de insetos. É um bicho muito útil ao homem porque ele controla a população de insetos e lesmas, pragas da agricultura. Um único sapo adulto pode devorar 10 mil insetos em 3 meses.


Até ratos pequenos fazem parte de seu cardápio. Vem desaparecendo em muitos lugares por causa da poluição e drenagem das lagoas, locais onde ele procria. As fêmeas, que são maiores que os machos (como ocorre para a maioria das espécies de anfíbios), atingem o tamanho de 15 cm. Em Massaranduba (SC), um menino encontrou no quintal da casa dele um exemplar macho medindo 23 cm. É o maior já encontrado até hoje desta espécie.
Citação:Instituto rã-bugio para conservação da biodiversidade.



Colaboração, texto e identificação da espécie
Felipe Bittioli R. Gomes
Biólogo, Mestre em Ecologia e Comportamento Animal, Doutorando
Programa de Pós-graduação em Ecologia - PPG-Eco
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Manaus - AM

Importância para o meio ambiente
Os anfíbios, assim como todos os outros seres vivos, são parte integrante da natureza, sendo importante elo na grande teia alimentar de nossos ecossistemas. Seus ovos e girinos servem de alimento a peixes, aves e a uma infinidade de outros aquáticos. Os jovens e adultos entram na composição da dieta de muitas cobras, lagartos, aves, mamíferos, peixes e outros anfíbios.
Citação: Animais venenosos - Revista do Instituto Butantan

BICHOS DE ARCEBURGO/MG -  NUMERO 12

ANFÍBIOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 1

quarta-feira, 9 de março de 2016

Tempo de vida de plantas e animais

Dados referentes a média máxima de idade

VÁRIAS HORAS
Algumas bactérias
20 minutos

Algumas espécies de fungos
18 horas

VÁRIOS DIAS
Ipomeia
1 dia

Cogumelo
5 dias

VÁRIAS SEMANAS
Mosca-das-frutas
2 semanas

Borboleta saltadora pequena
3 semanas

VÁRIOS MESES
Carpa fooprint
8 meses

Percevejo
6 meses

1-5 ANOS
papoula comum
1 ano
Borboleta rainha
1-2 anos

5-15 ANOS
Estrela-do-mar-comum
6 anos
Formiga rainha
15 anos

15-30 ANOS
Morcego
25 anos

30-45 ANOS
Besouro
35 anos

45-60 ANOS
Baleia azul

60-80 ANOS
Elefante 75 anos

80-100 ANOS
Orca 90 anos

100-1.000 ANOS
Jabuti 100 anos
Pinho-de-ponderosa 700 anos

MAIS DE 1.000 ANOS
Carvalho-inglês 1.500anos

Teixo 3.500 anos

Sequoia-gigante 6.000 anos

Arbusto de creosoto 11.000 anos

Citação -Enciclopédia Ilustrada do Estudante - Globo - Tre - Zoo - ìndice








domingo, 28 de fevereiro de 2016

Pau-Brasil - Parte 1 - Flor

Formação da flor


Em sua época reprodutiva, que na região sudeste ocorre geralmente em meados de setembro,uma árvore  de pau-brasil cobre-se de flores, num grande espetáculo de cor e perfume.. Assim, a aparência das árvores,de copas verdes, que se confundia com a das suas vizinhas na mata, passa a se destacar na paisagem formando manchas verde-amarelas, fazendo jus à sua fama de simbolo nacional. A época do florescimento é bastante breve e as árvores completamente floridas podem ser apreciadas por apenas alguns dias.

As pistas ambientais que indicam ao pau-brasil o momento do florescimento ainda são largamente desconhecidas. No entanto, como ocorre com outras árvores,especula-se que o florescimento do pau-brasil seja induzido por variações no numero de horas de luz do dia e da temperatura que as árvores experimentam no decorrer das estações.No entanto sabe-se que este estimulo indutivo ambiental não possui qualquer um efeito em se tratando de plântulas jovens que,mesmo em condições favoráveis, geralmente só florescerão após ultrapassarem ao menos sua primeira década de idade.


As flores do pau-brasil estão organizadas em conjuntos, ou inflorescências , que possuem  cerca de 10 a 20 centímetros de comprimento e contém algumas dezenas de flores muitos perfumadas. A inflorescência ainda imatura possui a  aparência de um cacho cônico contendo botões que se assemelham a pequeninas esferas marrons de superfície aveludada. A medida que se desenvolvem, os botões florais vão ficando esverdeados e a sépala abaxial (a que fica mais voltada para baixo), é mais proeminente, recobrindo quase todo botão floral. As flores abrem-se em sequencia continua, sendo que as primeiras flores a se abrirem  são as que se formam primeiro e que, portanto, se encontram mais a base da inflorescência. Ainda há flores se abrindo quando os primeiros frutos começam a se formar.


As flores abertas são amarelas com manchas vermelhas em uma de suas cinco pétalas. Acredita-se que esta mancha vermelha, que se encontra na pétala adaxial (a que fica virada para cima) seja parte de parte de um sistema  de sinalização para os insetos polinizadores, indicando a posição do centro da flor. Este sistema de sinalização garante que tanto o inseto encontre sua recompensa, quanto que a flor possa dispersar seus grãos de pólen a ser fecundada...
Citação - PAU-BRASIL da semente à madeira - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria de Meio Ambiente - Instituto de Botânica.

Fiz estas fotos em 22.09.2015, na Unesp de Jaboticabal/SP.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Encontro

Icterus cayanensis

21 cm

( Icterídeos)


Comum, de forma localizada, em cerradão, borda de mata, e áreas abertas com arvores. No Pantanal (A), preto com dragona castanha no ombro.
No restante da região (B), dragona mais alaranjadas e coxas amarelas. Não há espécies parecidas na região, mas pode ser difícil de ver a dragona castanha com luz ruim. Em geral sozinho ou em casal; aves não reprodutoras podem formar bandos, com até 20 ou mais indivíduos. Visita com regularidade árvores floridas e às vezes aparecem em comedouros com frutas em sedes de fazendas. Ágil, costuma agitar a cauda um tanto longa. O Canto é série agradável de notas e frases assobiadas, separadas por intervalos: "suit...piir...piur...piir...piuir...kri...wrrt..." ou "purit...skiir...ti-pur-tuí-tuí...." pode imitar outras aves.
Citação: Gwynne, John A., Ridgely, Robert S., Tudor, Guy & Argel, Martha (2010)
Aves do Brasil. Vol. 1. Pantanal & Cerrado.
Editora Horizonte.


Vejam a obra de arte que é este ninho. Foi feito na parte debaixo da folha da bananeira.

Outros nomes populares - Rouxinol-de-encontro-amarelo, inhapim.

FAMILIA FRINGILLIDAE
SUFAMILIA EMBERIZINAE

Subordem Passeri [=Oscines]

Ordem Passeriformes
TRIBO ICTERINI

Etimologia -
Icterus - do grego ikteros = pássaro amarelo, possivelmente um rouxinol-dourado, que  se acreditava tivesse o poder de curar icterícia, bastando para isso vê-lo.
cayanensis - de Caiena, na Guiana Francesa ( América do  Sul).
Citação - Aves Brasileiras e Plantas que as atraem - Johan Dalgas Frisch, Christian Dalgas Frisch.


A parte de cima da folha da bananeira, onde a ave teceu o ninho.

Hábitos

Comum nos ambientes florestados, também utiliza-se de capões de cerradão e árvores ou arbustos isolados próximos à mata. Vive solitário, aos pares e, eventualmente, em bandos, às vezes junto a bandos mistos. Nas manhãs frias, gosta de pousar em galhos expostos para tomar sol nas primeiras horas do dia. Uma característica que vem sendo constantemente observada, é que esta ave tem o costume de usar sua inteligência, quando uma ave maior que ela está se alimentando de um fruto, ele imita sons de aves predadoras para o fim de afugentar as aves e alimentar sua prole com o fruto conquistado.

Referências


Aqui ave esta sugando o néctar da eritrina-candelabro

AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 22

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Reciclagem do oleo de cozinha usado em Arceburgo/MG

Reciclagem de óleo de cozinha em Arceburgo - Minas Gerais


Quando era Secretário de Meio Ambiente, adquirimos algumas bombonas de plastico, e colocamos nos bares, restaurantes, escolas, para coletar o óleo de cozinha usado. Com esta simples ação, conseguimos fazer que parasse de jogar este produto na pia,  conseguimos fazer com que o óleo de cozinha usado, que antes era jogado quase todo na água ou no solo, se tornasse fonte de renda.
Fiz estas fotos do casal, trocam o óleo de cozinha por produtos de limpeza. Gerando fonte de renda e tirando da nossas águas tão escassas quase que todo óleo, que antes era jogado ali. O casal é de Mococa-SP, quando ouço o som da camionete deles, na cidade com um chamado educativo, com musica do Guilherme Arantes, Planeta Agua. Me encho de alegria e agradeço mais uma vez a Deus, por ter me iluminado para ideia simples, mas com um alcance social e ambiental, tão grandes


Tempo de vida das Borboletas


Foto que fiz aqui em Arceburgo/MG, em espaço que criamos para as Borboletas.
Borboleta Monarca ( Danaus prelixippus) citada no texto abaixo.

A vida média da maioria delas é de duas a três semanas; algumas vivem poucos dias; outras, por várias semanas, podem viver 30, 60, 90 dias e até seis meses, nove meses e até mais. As borboletas Monarcas, que migram do Canadá para o México e Caribe, atravessando todo território dos Estados Unidos, por mais de 4/5.000 quilômetros, fugindo do inverno, chegam a viver até nove meses. O extraordinário é que as gerações seguintes, que voltam ao território de origem - sem saber o caminho - o fazem mais lentamente, vivendo apenas três meses;as gerações netas, por algum sinal genético, desconhecido e misterioso, voltam a aumentar a expectativa de vida para nove meses!!!
Citação - Criação de Borboletas - Osmar Salles de Figueiredo - CPT - Viçosa/MG.

BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG