sábado, 15 de janeiro de 2022

Borboletas de Arceburgo-MG - 60 espécies identificadas por Ademir Carosia

São as 60 espécies que levantei no município e que publiquei aqui no meu Blog. Porém há outras a serem publicadas e este numero de espécies irá beirar 100.
É a grandeza da biodiversidade de Artceburgo-MG.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Ademir Carosia no programa Terra da Gente da Globo.

Eu no programa "Você no Terra da Gente" da Rede Globo.
Mostra meu trabalho de divulgação e preservação do beija-flores em Arceburgo-MG.
Trabalho este que desenvolvi como Secretário de Meio Ambiente da cidade.
Esta matéria teve uma ótima repercussão, sendo repisada por duas vezes. Portanto ela foi ao ar da emissora por 3 vezes.



Continuo a desenvolver este trabalho, como voluntário, usando meu tempo e, meu carro. Atendendo pessoas na minha casa, na internet. São pessoas da minha cidade e do Brasil afora.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

AERIA OLENA

Animalia / Arthropoda / Insecta / Lepidoptera / Nymphalidae / Aeria / olena

Espécie identificada pelo ornitólogo Carlos Otávio Gussoni.


BORBOLETAS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 59

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

LANÇAMENTO Livro Jardim dos Beija Flores de Ademir Carosia em Arceburg...

Lançamento do meu primeiro livro
É um livro infanto-juvenil intitulado "No Jardim dos Beija-flores",
O evento foi realizado no Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo-MG.
A matéria teve a reportagem especial da TVD direta de Mococa-SP elaborada com maestria de Cida Cilli.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Cycloneda sanguinea


Joaninha, Cycloneda sanguinea (Linnaeus, 1763) (Coleoptera: Coccinelidae)
Essa espécie de joaninha é muito conhecida por ser um inseto de coloração vermelha, sem manchas nos élitros dos adultos. No entanto, apresenta duas manchas negras sobre a área clara da cabeça, dando um aspecto de dois olhos grandes. A fêmea coloca seus ovos na planta hospedeira, em grupo, contendo cada um cerca de 20 ovos. Os ovos são de coloração amarelada. O inseto passa por quatro estádios ninfais. Findo o período de larva que dura cerca de oito dias, a larva se transforma em pupa e logo a seguir, em um novo adulto. O ciclo de larva a adulto é em torno de 15 dias. Tanto a larva quanto o adulto são predadores de vários insetos pragas, notadamente pulgões.

CITAÇÃO: 
Joaninha, Cycloneda sanguinea (Linnaeus, 1763) (Coleoptera: Coccinelidae) ... Essa espécie de joaninha é muito conhecida por ser um inseto de coloração vermelha, ..

http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/inimigos-naturais/preadores-joaninhas/joaninha-cycloneda-sanguinea-linnaeus-1763-coleoptera-coccinelidae




Identificação sugerida por 
Fabiana Lazzerini da Fonseca
do Grupo Insetos do Brasil.
Fotografei a espécie no jardim da minha casa.

JOANINHAS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 2

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Grumixama

Eugenia brasiliensis Lam.

Familia Myrtaceae

Nomes populares - grumixama, grumixameira, grumixaba, cumbixaba, ibaporoiti

Características morfológicas - Altura de 10-15 m, dotada de copa mais ou menos piramidal. Tronco curto e cilíndrico de 25-40 cm de diâmetro. Folhas simples, coriáceas, glabras em ambas as faces, brilhantes de 6-9 cm de comprimento. Flores axilares, solitárias, longo-pedunculadas, de cor branca. Fruto drupa globosa, coroada pela sépalas persistentes, glabras, de cor preta ou amarela.

Ocorrência - Sul da Bahia até Santa Catarina na mata pluvial atlântica.

Madeira - Moderadamente pesada (densidade 0,71 g/cm³) dura, tecido compacto, com fibras entrecruzadas, pouco elástica, muito quebradiça e fácil de trabalhar, de média resistência ao apodrecimento.

Utilidade - A madeira é própria para obras de torno, marcenaria comum, carpintaria, para forros e caixotaria. A árvore possui ótimas características para o paisagismo, principalmente pelo seu pequeno porte e forma estreita de copa. É particularmente recomendada para arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas. Se único inconveniente é a sujeira causada pela queda dos frutos. É bastante cultivada para produção de frutos, que são saborosos e consumidos principalmente ao natural. Existem variedades de frutos amarelos e pretos.

Os frutos também são consumidos avidamente por pássaros, o que a torna componente indispensável nos reflorestamentos heterogenêos destinados a preservação.

Informações ecológicas - Planta perenifólia, heliófita e seletiva higrófita, característica e exclusiva da mata pluvial atlântica, onde é bastante rara. Ocorre em associações primárias de planícies aluviais e encostas suaves. A regeneração natural é bastante limitada.

Fenologia - Floresce a partir do final do mês de setembro, prolongando até novembro. Os frutos amadurecem em novembro-dezembro.

Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea, ou recolhe-los no chão após a queda. Em seguida deixa-los amontoados em sacos plásticos durante alguns até a decomposição parcial da polpa para facilitar a remoção das sementes através de lavagem em água corrente. Um kg de sementes contém aproximadamente 3.500 unidades.

Produção de mudas - Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas, em canteiros ou diretamente em recipientes individuais contendo substrato organo-argiloso e, mantidos em ambientes semi-sombreado; cobri-los com leve camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 30-60 dias e, a germinação é baixa. Transplantar as mudas dos canteiros para as embalagens individuais quando atingirem 4-6 cm. O desenvolvimento das mudas, bem como das plantas no campo é lento.

Citação: Árvores brasileiras - Harri Lorenzi - Volume 1

Introduzi esta planta em Arceburgo-MG, você poderá conhece-la, e se deliciar com seus frutos, nas ruas da cidade ou no Parque ambiental. Tem os frutos nas cores amarelo e preto.

ÁRVORES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 51

FRUTAS DE ARCEBURGO-MG- NUMERO 18


domingo, 26 de dezembro de 2021

Formiga-feiticeira (Vespa)


Formiga-feiticeira ou formiga-de-veludo é um pequeno inseto, com quase uma polegada, que recebe este nome por conta das pequenas estruturas com aspecto aveludado que cobrem quase todo o seu corpo. O visual pode até enganar, mas, apesar de parecerem formigas, elas são vespas.

Essa espécie também ocorre no Brasil, além de grande parte delas viverem principalmente nas regiões áridas do Sul e Oeste da América do Norte. A semelhança visual se dá ao fato de as vespas fêmeas não terem asas, diferentemente dos machos e, assim, apresentarem uma aparência semelhante à das formigas.

Com uma família grande, de mais de duzentos gêneros, acredita-se que existam 4200 espécies parentes dessa vespa. Ainda assim, algumas dessas espécies podem sofrer dificuldades para se relacionar com um par reprodutivo compatível e gerar novos membros.

Os obstáculos estão associados às diferenças físicas entre os sexos, que não se limitam somente na presença ou ausência de asas. Os gêneros apresentam padrões de cor diferentes, tamanho distintos e, além disso, os machos costumam ser mais pesados do que as fêmeas.

Algumas estruturas físicas dessa espécie, porém, podem facilitar a vida na natureza. Enquanto são raros os organismos que podem escapar completamente da predação, o comportamento defensivo e o risco que podem gerar nos predadores fazem com que essa pequena aveludada tenha os impactos, em grande parte, ainda desconhecidos.

A eficiência em se proteger da ação de predadores é associada a um conjunto de atributos, incluindo a coloração e uma estrutura de corpo muito dura, que impede o sucesso no ataque das espécies cuja dieta se deriva de invertebrados.

Quando em situação de perigo, elas ainda conseguem contrair o abdômen e emitir um som de forma a anunciar outra ação importante: a da picada poderosa, intensa e muito dolorida. O próprio visual da vespa já anuncia o “estrago” que pode causar em quem se aproxima dela. As pequenas marcas amarelas, laranjas ou a presença de listras pretas são avisos deixados nas colorações dos animais sobre o risco que o contato pode oferecer.

Alguns estudos indicam que uma espécie de formiga-de-veludo produza uma picada mais dolorida que a de 58 espécies de vespas e abelhas, em um índice de dor humana. Por conta disso, também é importante saber com qual inseto está lidando. Uma forma de distinguir visualmente vespas de formigas é observar que ela não tem pequenos segmentos de abdômen, uma espécie de cintura e as formigas costumam possuir entre uma ou duas dessas estruturas.

9 de jul. de 2019 — Formiga-feiticeira ou formiga-de-veludo é um pequeno inseto, ... A semelhança visual se dá ao fato de as vespas fêmeas não terem asas, 

Identificação deita por Fabrício Magalhães, do Grupo Formigas do Brasil.
Não se trata de uma formiga, mas sim uma vespa. Especificamente, é uma vespa fêmea da família Mutillidae (formiga feiticeira)


VESPAS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 4


sábado, 18 de dezembro de 2021

Marpesia petreus


MARPESIA PETREUS - (Cramer, 1776) .

Características: É uma borboleta neotropical da família dos Ninfalídeos (Nymphalidae). Difere das outras espécies do seu género por apresentar asas mais estreitas, de coloração castanho-alaranjado vivo, com três listras negras paralelas que se prolongam até ás asas posteriores, onde terminam em longas e finas caudas negras. A face inferior tem o aspecto típico de folha seca com reflexos violáceos. Ambos os sexos são idênticos. A sua envergadura varia entre os 7 e os 8,5 cm de comprimento.

Habitat: Habita as florestas tropicais e subtropicais, bem como áreas de vegetação menos densa como margens de rios, trilhos florestais, parques e jardins urbanos, em altitudes que podem chegar aos 1500 metros. Desde o Sul dos Estados Unidos, até á América Central e do Sul. . Período de voo: Pode ser vista durante quase todo o ano em climas tropicais. No entanto, em climas mais temperados como nos E.U.A, é mais comum vê-la nos meses de Maio a Julho.

Alimentação: As lagartas nos primeiros instares de vida são de cor acastanhada brilhante. Depois, á medida que vão crescendo vão desenvolvendo dois longos e finos filamentos de cor negra em forma de antenas sobre a cabeça, e mais quatro em forma de espinhos pontiagudos sobre o dorso. A sua coloração final passa depois para o laranja, com manchas negras e brancas em formato triangular sobre o dorso. Alimenta-se de Ficus carica, Ficus pumila, e Ficus citrifolia. Na fase da metamorfose prende-se á planta hospedeira de cabeça para baixo, fixando-se a uma espécie de "gancho" de seda que tece.

Observação importante: Tem por hábito juntar-se em pequenos grupos junto ás margens dos rios ou bancos de areia, para absorver a humidade mineralizada aí existente. Existem cerca de 17 subespécies pertencentes ao género Marpesia.

Citação: MARPESIA PETREUS - (Cramer, 1776) - JÓIAS DA NATUREZA

10 de jan. de 2016 — . Habitat: Habita as florestas tropicais e subtropicais, bem como áreas de vegetação menos densa como margens de rios, trilhos florestais, ...

http://joias-da-natureza.blogspot.com/2016/01/marpesia-petreus-cramer-1776.html


  • Espécie identificada por Elizeu Eduardo Czekalski no Grupo Borboletas e Mariposas Neotropicais.
  • Também opiniões importantes e oportunas dos membros do Grupo, Miguel Stefanelli E Eneas Vasconcelos Gomes Juni
  • Elizeu Eduardo Czekalski
    Marpesia petreus
    3
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    • Responder
    • 23 h




  • Miguel Stefanelli
    Eita Marpesia que é maravilhosa!
    1
    • Amei
    • Responder
    • 21 h



BORBOLETAS DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 58