segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Bananeira-ornamental

 Musa ornata Roxb.



Sin.: Musa violascens Ridl.

Angiospermae - Familia Musaceae


bananeira-ornamental





Arbusto ereto, de textura semi-herbácea, rizomatoso, entouceirado, originário da Málaga, com 2-3 m de altura, de folhagem e florescimento ornamentais. Há a variedade hortícola "Royal", de inflorescência mais destacada, também apresentada neste livro.

Inflorescências longas, eretas, com brácteas em forma de concha, róseas, vistosas, com flores amareladas, formadas na primavera-verão. Frutos desenvolvidos somente na base do cacho.


Cultivado isoladamente ou em grupos formando conjuntos, em terra fértil, a pleno sol. Também utilizada como flor de corte. É sensível a geadas e a ação dos ventos fortes que descaracterizam a arquitetura foliar. 

Multiplica-se facilmente pelas mudas surgidas por brotações de rizomas.

Citação -PLANTAS ORNAMENTAIS NO BRASIL - Harri Lorenzi e Hermes Moreira de Souza.



JARDIM DOS BEIJA-FLORES - NUMERO 31

PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 20




terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Libélula Gênero Perithemis



A  ordem Odonata engloba insetos popularmente conhecidos como libélulas e donzelinhas, com aproximadamente 5.600 especies, distribuídas em trés subordens, Anisozygoptera (restrita a região asiática), Anisoptera e Zygoptera, sendo 2.586 espécies pertencentes à subordem Zygoptera e 2.812 à subordem Anisopetra (MACHADO et al., 2008).


Estes insetos apresentam desenvolvimento hemimetábolo, com ninfas aquáticas e os adultos aéreos (COSTA et alL., 2012), sendo predadores eficientes em ambas as fases de desenvolvimento, alimentando de protozoários, pequenos crustáceos, nematoides, larvas de outros insetos como Dipetera, Ephemeroptera, Plecoptera, Tricoptera e outros Odonatas, assim como girinos e alevinos, caracterizando-os como grandes reguladores da cadeia alimentar (COSTA, 2012)

Citação:Michelle Sérvulo Amorin, Marcos Magalhães de Souza, Caio Silva dos Anjos.
Revista MG.BIOTA - v. 11 N.1 - Abril/Junho 2018.


Identificação da espécie feita por  Marcos Magalhães de Souza Instituto Federal do Sul de Minas - professor doutor adjunto do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

Para saber mais sobre libélulas aqui no Blog acesse:


21 de mai de 2018 - Ordem Odotonata: libélulas. Esses insetos compreendem 5500 espécies descritas, com cerca de metade deste numero pertencente à ...

INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 7

LIBÉLULAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2








domingo, 6 de janeiro de 2019

Parque Itatiaia - dez 2018 - por Ademir Carosia

Primeiro Parque Nacional do Brasil.
Agradeço ao Rogério Rossi e minha filha Mariana Carosia, por este lindo video. Video este que retrata toda beleza e magia deste lugar encantador.
Mata preservada, lindas aves, cachoeiras, flores, montanhas...















terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Cachoeira Véu de Noiva


Parque Nacional do Itatiaia
Itatiaia/RJ.


Para chegar até a cachoeira é uma subida de 400 ms, no meio da mata atlântica, preservada.

O acesso é difícil, mas o cenário é lindo, muito verde, aves, flores.

São 40 m de queda d'água, um dos cartões postais do Parque. A queda é formada pelo Rio Maromba


A distância de São Paulo/SP para Itatiaia é de 260 km.

A distância do Rio de Janeiro para Itatiaia é de 180 km.

A distância de Arceburgo/MG para Itatiaia é de 495 km


Por ano passa por ali 60.000 turistas, do Brasil e várias partes do mundo. Pude ver argentinos, japoneses, americanos...


A cachoeira fica dentro do parque nacional de Itatiaia, chegando na portaria ainda tem mais 9km de subida com a maior parte asfaltada.

As trilhas para chegar até as cachoeiras são bem sinalizadas. É uma caminhada cheia de subidas e pedras mas a vista que se tem durante o caminho e chegando a Cachoeira é maravilhosa! O Parque é muito bem cuidado.

CACHOEIRAS DO BRASIL - NÚMERO 18

CACHOEIRAS DO RIO DE JANEIRO - NÚMERO 1

CACHOEIRAS DE ITATIAIA - NÚMERO 1



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Praça da Avenida Aniceto Caldas



PRAÇAS E ARES VERDES DE ARCEBURGO/MG


ANTES

DEPOIS

ANTES


DEPOIS

ÁREA VERDE DESTE PROJETO 115 m²

TOTAL DAS ÁREAS VERDES

Anterior.........55.127 m²
Este projeto...   115  m²
TOTAL... m²  55.242 m²

PRAÇAS/ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 18

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Arnica

Solidago chilensis Meyen



Nomes populares
Erva-lanceta, arnica, arnica-brasileira, arnica-do-campo, espiga-de-ouro, lanceta, sapé-macho, vara-de-foguete

Sinônimos

Solidago linearifolia DC.

Solidago linearifolia var. brachypoda Speg.

Solidago microglossa DC.,

Solidago microglossa var. linearifolia (DC.) Baker.

Família

Asteraceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.


Descrição
Planta perene, rizomatosa, com 1-1,70 cm de altura. Caule ereto, delgado, simples, glabro, densamente folioso até a inflorescência. Folhas alternas, inteiras, linear-lanceoladas, com 4-8 cm de comprimento e 0,5-0,8 cm de largura. Capítulos radiados, numerosos, dispostos em panículas com ramos secundários curvados. Invólucro campanulado; brácteas involucrais linear-lanceoladas, glabras. Flores amarelo-douradas, dimorfas: as marginais curtamente liguladas; as do disco tubulosas; papus branco. Cipsela com 1 mm, 8-costada; papus 3-3,7 mm, cerdas capilares.

Característica
As características que a diferem dos outros gêneros da tribo são as folhas elípticas, capítulos em panículas, ramos secundários curvados, e flores marginais liguladas, amarelas.

Floração / frutificação

Floresce no verão e outono, com predominância em março e abril.

Dispersão

Anemocórica

Habitat

Planta ruderal, ocorrendo em áreas de campo e vassoural, além de beira de estradas e terrenos baldios. Ocorre na Caatinga, Cerrado, Pampa e Mata Atlântica.

Distribuição geográfica

Ocorre em toda a América do Sul.

No Brasil, é encontrada no Nordeste (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul(Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (TELES, 2010).

Etimologia

O nome do gênero significa “o que é firme”.

Propriedades

Fitoquímica


Fitoterapia
É planta medicinal, sendo chamada de arnica-brasileira por possuir quase as mesmas propriedades da Arnica montana européia. É utilizada na medicina popular como adstringente, oftálmica(broto), diurética(folha, flor), mucilaginosa, vulneraria, estomáquica, sedativa, antiespasmódica, anti-hemorrágica, anti-reumática, béquica, cicatrizante, odontálgica e no tratamento de contusões, traumatismos, feridas, varizes, frieiras, pruridos, paralisia, fraqueza das articulações, tosse convulsiva e derrame interno de sangue. Externamente, o macerado da planta toda em aguardente é usado contra dores musculares, batidas, contusões, edemas, machucaduras, picadas de insetos e infecções. É uma das 71 plantas medicinais listadas pelo Ministério da Saúde como de interesse do SUS, e o uso recomendado é contra contusões.

Fitoeconomia

É planta melífera, Antigamente as folhas eram utilizadas como enchimento de travesseiros.

Injúria

É erva invasora muito comum nos campos, pastagens., beira de estradas e terrenos baldios.

Comentários

Bibliografia

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.

DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.

FERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci. Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.

LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.

MENTZ, L. A.; LUTZEMBERGER, L. C.; SCHENKEL, E. P. Da Flora Medicinal do Rio Grande do Sul: Notas Sobre a Obra de D’ÁVILA (1910). Caderno de Farmácia, v. 13, n. 1, p.25-48, 1997. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar/v13n1/pdf/CdF_v13_n1_p25_48_1997.pdf>.

NOELLI, F. S. Múltiplos Usos de Espécies Vegetais Pela Farmacologia Guarani Através de Informações Históricas. Universidade Estadual de Feira de Santana. Diálogos, DHI/UEM, 02: 177-199, Bahia, 1998. Disponível em: <http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/Revista%20Dialogos/DI%C1LOGOS10.doc>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

PLANTAS MEDICINAIS. CD-ROM, versão 1.0. PROMED – Projeto de Plantas Medicinais. EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior. Itajaí, Santa Catarina. 2001.

POTT, A.; POTT, V. J.; SOBRINHO, A. A. Plantas Úteis à Sobrevivência no Pantanal. IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Corumbá, MS, 2004. 16p. Disponível em: <http://www.cpap.embrapa.br/agencia/simpan/sumario/palestras/ArnildoPott.PDF>.

SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.

TELES, A.M., Borges, R.A.X. 2010. Solidago in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005503).

Erva-lanceta, arnica, arnica-brasileira, arnica-do-campo, espiga-de-ouro, lanceta, sapé-macho, vara-de-foguete. Nome científico. Solidago chilensis Meyen.

PLANTAS MEDICINAIS  ARCEBURGO/MG - NUMERO 8


PLANTAS APICOLAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 10

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Parereca martelo

Hypsiboas faber


Cientificamente conhecido como Hypsiboas faber, o sapo-martelo possui esse nome devido a seu coaxar, que lembra um martelo batendo contra lata (Clique aqui para ouvir o canto do sapo-martelo). Contudo, a espécie é uma perereca da família Hylidae, a qual inclui mais de 850 espécies no mundo, caracterizadas por geralmente apresentarem discos adesivos nas pontas dos dedos.

Hypsiboas faber é uma espécie de grande porte, cujos machos possuem de 8,5 a 9,5 cm e as fêmeas atingem de 9,0 a 10,0 cm. Distribui-se do nordeste ao sul do Brasil, principalmente ao longo da Mata Atlântica, também ocorrendo na Argentina e Paraguai.

Hábitos, alimentação e reprodução

Hypsiboas faber tem hábitos noturnos e se alimenta principalmente de pequenos invertebrados, embora também possa comer pequenos anfíbios. Devido à pele altamente permeável e à exposição a ambientes aquáticos e terrestres nos diferentes estágios do ciclo de vida, a grande maioria dos anfíbios possui seu período de atividade geralmente restrito à estação chuvosa. Logo, é durante a época das chuvas que o sapo-martelo pode ser facilmente observado vocalizando ou “cantando”, às margens de lagoas e açudes, tanto em áreas abertas como em fragmentos de mata.

Nestes locais os machos geralmente constroem ninhos, moldando o barro e a vegetação no formato de uma pequena piscina ou panela, onde coaxam para atrair parceiras. A fêmea chega ao macho, guiada por seus sinais sonoros e visuais, e faz uma inspeção. Se a piscina construída não possuir as características exigidas pela fêmea, ela abandona o macho sem se reproduzir. Por outro lado, caso a piscina construída lhe agrade, a fêmea toca o macho, que realiza o abraço nupcial (amplexo). Ao final do cortejo, ocorre a oviposição no interior do ninho, quando macho e fêmea liberam na água os seus gametas, que ao se unirem, darão origem aos ovos. Como este processo ocorre fora do corpo da fêmea, é denominado fecundação externa.

O macho se mantém próximo à piscina num comportamento denominado cuidado parental, e pode permanecer por alguns dias protegendo os ovos de predadores e outros machos.São depositados em média de 3.000 a 4.000 ovos pequenos e negros. Deles eclodirão os girinos, que após o alagamento do ninho devido às chuvas, passam a viver no fundo de corpos d'água, alimentando-se de matéria em suspensão, detritos e organismos em decomposição.

No verão seguinte, os girinos tornam-se maiores e passam por uma metamorfose, quando nascem os membros e a cauda começa a reduzir até desaparecer. Durante esse estágio os filhotes também são conhecidos como imagos.

Além de coaxar dentro da piscina, os machos podem vocalizar na vegetação que circunda poças e lagoas, assim como dentro d'água em locais rasos. Porém a oviposição ocorrerá sempre dentro das piscinas. Eles também são territorialistas, realizando disputas corporais quando um macho invade o território de outro. Devido a isso, em inglês, algumas espécies do gênero Hypsiboas (incluindo o sapo-martelo) são conhecidas popularmente como gladiator frogs (rãs-gladiadoras).

Após o período reprodutivo, com a chegada da estação mais seca e com menos chuvas, os sapos-martelo procuram abrigo em ambientes de mata.


Vocalizações

O repertório dos coaxos de Hypsiboas faber é muito bem documentado. Além do canto de anúncio, utilizado para atrair a fêmea, existem cantos territoriais, os quais são emitidos por um macho com intuito de afastar outro macho que tenha invadido seu território. Outro canto que geralmente podemos ouvir é o chamado canto agonístico, caracterizado por coaxos altos, emitidos em resposta à perturbação ou contra predadores em potencial. A função mais provável do canto agonístico é amedrontar (ou surpreender) predadores, ou até mesmo atrair um segundo predador, que capture aquele que tenta devorar o sapo-martelo!

O sapo-martelo em Minas Gerais e em Viçosa

Também conhecida como sapo-marteleiro, sapo-ferreiro e bate-lata, Hypsiboas faber é uma espécie comum na Mata Atlântica de Minas Gerais, e não se encontra inserida em nenhuma categoria de ameaça de extinção.

Em Viçosa, o sapo-martelo é facilmente encontrado entre os meses de setembro a março, quando se reproduz na região. O canto de anúncio dos machos pode ser ouvido à noite em diversos locais, como a Mata do Paraíso, o Horto Botânico da UFV e a Mata da Biologia, além de brejos e cursos d'água na área urbana, como o ribeirão São Bartolomeu.

Apesar de não estar ameaçado de extinção, devemos destacar a importância do sapo-martelo, assim como outras espécies de anfíbios na manutenção da biodiversidade. O uso de agrotóxicos, e mesmo outros poluentes, assim como o desmatamento em locais onde vive o sapo-martelo e tantos outros sapos, rãs e pererecas, pode extingui-los localmente. Com isso pode haver um grande aumento de mosquitos, pragas de plantações e vetores de doenças, assim como a falta de alimento para outros animais maiores, já que os anfíbios podem servir de presas para ele. Se não preservarmos os anfíbios como o sapo-martelo, a natureza estará em desequilíbrio.

Referências Bibliográficas

DAYRELL, J. S. Distribuição sazonal e espacial de anfíbios anuros no município de Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Monografia (Bacharelado em Ciências Biológicas). Universidade Federal de Viçosa, 2007, 39 p.

DAYRELL, J. S. Estrutura da comunidade de anfíbios em poças temporárias em um fragmento de Mata Atlântica de Minas Gerais. Dissertação (Mestrado em Biologia Animal). Universidade Federal de Viçosa, 2009, 55 p.

DUELMANN, W. E.; TRUEB, L. Biology of amphibians. 2 ed. Baltimore and London: Johns Hopkins University Press. 1994, 670 p.

HEYER, R. W.; RAND, A. S.; CRUZ, C. A. G.; PEIXOTO, O. L.; NELSON, C. E. Frogs of Boracéia - Online Audio Supplement. Disponível em: <http://vertebrates.si.edu/herps/frogs_boraceia/>. Acesso em 15 de mai. 2009.

FEIO, R. N.; BRAGA, U. M. L.; WIEDERHECKER, H.; SANTOS, P. S. Anfíbios do Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais. 1. ed. Viçosa: Imprensa Universitária UFV, v. 1, 1998, 32 p.

FEIO, R. N.; SANTOS, P. S.; CASSINI, C. S.; DAYRELL, J. S.; OLIVEIRA, E. F. Anfíbios da Serra do Brigadeiro-MG. MG.Biota. v. 1, n. 1, p 04-31, 2008.

MARTINS, M.; HADDAD, C. F. B. Vocalizations and reproductive behaviour in the smith frog, Hyla faber Wied (Amphibia: Hylidae). Amphibia-Reptilia, v. 9, p. 49-60, 1988.

POMBAL JR., J. P.; GORDO, M. Anfíbios anuros da Juréia. In: MARQUES, O. A. V.; DULEBA, W. (Org.). Estação Ecológica Juréia-Itatins: Ambiente Físico, Flora e Fauna. Ribeirão Preto: Holos, 2004, p. 243-256.

SAZIMA, I. Distress call in newly metamorphosed smith frog, Hyla faber Wied. Herpetologica, v. 31, p. 471-472, 1975.

Citação:
Diego J. Santana
Biólogo (CRBio 70099-04 P) e Mestrando em Biologia Animal
Museu de Zoologia João Moojen
15 de mai de 2009 - Cientificamente conhecido como Hypsiboas faber, o sapo-martelo ... Contudo, a espécie é uma perereca da família Hylidae, a qual inclui mais ...

Identificação da espécie
Prof. Dr. Felipe Bittioli R. Gomes
Universidade Federal do Pará - Campus Altamira

As fotos foram feitas 20.09.2018, na fazenda Itaguassu, aqui em Arceburgo/MG. A Perereca estava alojada num cipreste, contei com a ajuda do amigo Marcelo que mora lá. 

BICHOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 33

ANFÍBIOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 5

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Orquidário de Otávio Dal Rio Junior - Mococa/SP - Parte 2

Conheci esta pessoa incrível, em um Workshop, que ele ministrou na Floricultura Exótica na cidade de Mococa/SP. Professor aposentado nos transmitiu muito sobre as orquídeas, dai resolvi conhecer este espaço que fica nos fundos da sua residencia.


Sua coleção conta com aproximadamente 2.000 plantas.


Todos os domingos na parte da manhã, sua casa fica repleta de amigos. Alguns veem só para conversar, outros em busca de informações. A todos atende com maior atenção, passando seus conhecimentos adquiridos ao longo do tempo.


As mais antigas estão com ele a mais de 40 anos.


Um lugar de paz, contemplação.


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Planta coelhinho

Ruttya fruticosa



 A rara planta

Se existe uma família de plantas que eu particularmente admiro, essa família chama-se Acanthaceae. Abriga cerca de 200 gêneros e perto de 3000 espécies, fora as variedades. É planta que não acaba mais! É onde fazem parte os famosos “camarões”. No Brasil, são nativos 40 gêneros e um pouco mais de 500 espécies. Cerca de 20 gêneros foram introduzidos. Vários são velhos conhecidos, como a ‘crossandra, a ‘barléria’, e a ‘asystasia’. 
Mas, o que poucos sabiam e que nem os livros mais recentes publicaram, entre as Acantáceas introduzidas está a “planta coelhinho”- a Ruttya fruticosa.
Trata-se de um arbusto de 2 a 3 m de altura, com flores meio bizarras mas, ao mesmo tempo extremamente curiosas e encantadoras.



Flores da Ruttya fruticosa: duas pétalas que lembram um coelho.

Quando vi esse arbusto de longe, pela primeira vez, achei que havia uma certa desproporção entre o tamanho da planta e o tamanho da flor. Ou seja: flores pequenas, tipo “esporas” em um arbusto grande. Quando a vi de perto, suas flores me lembravam as orelhas de uma lebrezinha. 
Como cada um pode dar o nome popular, à planta, que quiser, a chamei de coelhinho. Assim mesmo, no diminutivo (sem conotação afeminada) pois as flores são pequenas. Não se trata de nenhum defeito estético pois seus ramos se enchem dessas flores, formando um espetáculo à parte. 
A Ruttya fruticosa permite podas e reage bem a elas. Isso permite dizer, que ela serve também para formar cercas vivas ou maciços (canteiros) grandes fechados. Mas, para não perder o show, é claro que a poda deverá ser feita depois da florada ou seja: no outono, onde sua produção diminui.
Pode ser usada em qualquer tipo de jardim, principalmente em locais onde tenham bancos para sentar. 
Para quem não gostou das flores deste arbusto, tem uma chance muito grande de se presentear com outro espetáculo: a visita dos colibris e beija-flores. Suas flores produzem um vasto alimento e são da cor que os beija-flores adoram.


CARACTERÍSTICAS DA ESPÉCIE:

-Nome científico: Ruttya fruticosa
-Nome popular: Rútia, planta coelhinho, e o nome que vocês inventarem.
-Origem: África do Sul
- Família: Acanthaceae
-Porte: De 2 a 3 metros de altura e diâmetro.
-Florescimento: Primavera e verão.
-Frutos: Cápsulas alongadas como se fossem vagens. 
-Folhas: Simples, lanceoladas e perenes.
-Ambiente: Para praças, parques, jardins residenciais, em lugares de contemplação.
-Clima: Aprecia clima quente e sol pleno. 
-Solo: Mais para arenoso do que para argiloso. PH entre 6.1 a 6.5 e com bastante matéria orgânica. 
-Crescimento: Rápido.
-Podas: Após o florescimento pode ser podada para encorpar e dar mais flores
-Reprodução: Normalmente por estacas de caule, em estufas.


Ruttya fruticosa – a rara planta. Por Gustaaf Winters. Voltar. Se existe uma família de plantas que eu particularmente admiro, essa família chama-se ...


JARDIM DOS BEIJA-FLORES - PLANTA NUMERO  30

PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 19

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Argolas que prendiam os cavalos na cidade de Arceburgo/MG.

Cronicas

Em um lugar do passado...

Estes dias conversando com meu amigo Pedro Cattani Neto, sobre fatos do passado, lembramos da época em que haviam muitos cavalos na cidade, e quase nenhum automóvel.
Quase todo estabelecimento comercial, publico, ou até alguma residencia, tinham estas argolas , que eram fixadas no meio fio, perto das sarjetas,
Sai pela cidade fotografando as que restaram.


Aqui ainda restou uma argola, neste casa funcionou a antiga Coletoria da cidade.


Lembranças.


Casa do Sr. Waldomiro Modesto, sentido que vai para Monte Santo de Minas/MG.


A foto retrata o mesmo local da casa postada acima, da casa do Sr. Waldomiro Modesto.
A foto é do amigo Pedro Cattani Neto, que narrou como se deu:
Funcionava aqui o Bar Toca da Onça, que era,  do seu pai o saudoso Cyro Cattani, mais ou menos em 1978, mostra alguns cavaleiros que ali paravam no bar, e amarravam seus cavalos nas argolas citadas.



Consegui retratar estas duas, deve haver mais algumas na cidade. Para contar um pouco da história, do tempo que a cidade tinha mais cavalos que carros, com certeza.



Amostra da peça, no Instituto Histórico de Arceburgo/MG, que o amigo e historiador Sander Rogério Ribeiro-Pereira nos mostrou.