sábado, 18 de fevereiro de 2017

Methona themisto

Familia: Nymphalidae
Sub-familia: Ithomiinae
Planta hospedeira - Brunfelsia hopeana



Biologia - Vulgarmente conhecida como lagarta-do-manacá. Adultos de voo leve e constante visitam a planta hospedeira, o manacá-de-jardim, onde as fêmeas colocam seus ovos isoladamente em brotações ou folhas jovens. As lagartas são pretas,com manchas amarelas translucidas, e após a ultima troca de pele abandonam a planta hospedeira, procurando um lugar para pupar. Trata-se de um inseto bastante comum.
Citação: Borboletas, Evoneo Berti Filho, João Angelo Cerignoni.


Fotos feitas no projeto Borboleta aqui de Arceburgo/MG, planta da arborização urbana.



Planta hospedeira 
Nome Popular: Manacá-de-cheiro...
Brunfelsia hopeana.
Arbusto nativo do Brasil, de 2-3 m de altura.




BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 12






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Beija-flor-azul-de-rabo-branco

Florisuga mellivora Linnaeus, 1758

Gênero FLORISUGA

Outros nomes locais: Beija-flor-branco-e-azul e Beija-flor-branco.

Distribuição geográfica: América tropical cisandina, desde o sul do México até o leste do Peru, o norte da Bolívia e toda hiléia. No Brasil todos os estados abrangidos pela Amazônia.

Caracteristicas: Comprimento 110 mm. Asa 70. Cauda 38. Bico 20. Peso 6,5 g. Vibr. Asa 30 p.s. Peso e medida dos ovos: 0,57 g. 15,6 X 8,6. Femea muito diferente do macho.

Habitat: Floresta amazônica.

Migração: Pequena migratória.

Descrição: Cabeça azul; dorso verde, mácula branca na nuca; cauda branca, com estreita faixa preta terminal em todas as retrizes, com exceção do par central, que é verde azulado; bico preto; garganta azul, peito e flancos verdes, resto do abdômen branco puro, inclusive as infracaudais. 

Fêmea dorsalmente verde; ventralmente verde enegrecido, pintado de branco; barriga no meio, branca. 



FÊMEA -ADULTO - VEJA DESCRIÇÃO ACIMA -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita na Estrada da Morena, Balbina, Presidente Figueiredo-AM, feita em 04.08.2002. É bem dificl conseguir fotos de fêmea desta espécie, esta é uma das poucas que tem no WIKIAVES.
Observação do autor: Talvez por não ser tão vistosa quanto o macho, mas é bem mais difícil conseguir fotos da fêmea nesta sp.

Os jovens tem no dorso e dos lados da gargantas faixas marrom-canela.


MACHO - JOVEM - VER DESCRIÇÃO ACIMA -

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Clovis Pagotto, feita em Alta Floresta-MT, em 19.07.2012
Observação do autor: Viagem sensacional na companhia de Luiz Rondini e Bradley Davis.

Biótopos para nidificação, banho, canto,descanso, parada nupcial e dormir.
O ninho desta espécie é o terceiro tipo, primeiro subtipo, da Classificação A. Ruschi, sendo fixado na face dorsal e central do limbo foliar.

Fotos que fiz do livro de Ausguto Ruschi, Aves Brasileiras. No WIKIAVES não tem fotos nem de ninhos e filhotes. Interessante também o local que esta easpecie faz seu ninho

A folha suporte é plana e horizontal, a uma altura variável de um a cinco metros de altura do solo. É todo tecido de material macio, com paina de bombacácea, de sementes de bromeliáceas, Typha etc. e mede 5,5 cm de diâmetro, por 3 cm de altura, e 3,5 de diâmetro na camara oológica e 1,5 cm de profundidade. A coloração do material usado é creme, e é fixado com secreção da fêmea e alguma teia de aranha ou de insetos, Phorideos. A incubação é feita em 14-15 dias, e os jovens deixam o ninho entre 20-22 dias. Os jovens ainda no ninho, já trazem, nos primeiros dias, ou seja, com 13 dias de idade, algo da sua coloração, branco e azul; antes ou seja, nos primeiros dias de 4 a 11, trazem uma penugem abundante, de cor creme muito alta, que fazem camuflagem com o ninho; tanto o macho como a fêmea tem coloração azul e branca, com os lados do pescoço cor canela. Após a muda ou seja após um ano, o macho conserva a cor que tinha desde jovem tornando-se mais intensa; a fêmea adquire então sua cor bem diferenciada da do macho. Assim, enquanto na grande maioria das espécies, sempre os jovens trazem plumagem semelhante ao da fêmea, em Florisuga mellivora, se dá o contrario. A parada nupcial é bem expressiva, pois o ataque do macho, quando em perseguição da fêmea, é de uma agressividade violentíssima, chegando em voo macio, e sobrevoando a fêmea a uma altura de um metro ou pouco mais, fazendo círculos , fixando o olhar para baixo onde ela se encontra pousada, mirando-a atentamente; ele se volta em voo piquê, completamente vertical, rápido lhe desfere um violento golpe com o bico, mas não chega atingi-la porque lhe escapa; outras vezes esse golpe é dado proximo a ela e assim volta ao ponto de partida e investe novamente, para depois segui-la em voo que empreende para ir a outro pouso; ali, às vezes o macho se põe ao lado, cerca de um metro, e então efetua o movimento de abrir e fechar de asas, que é também acompanhado igualmente pela fêmea. E com esses movimentos emite sons muito altos e agudíssimos com se fosse sss, sss repetidos muitas vezes. O banho é tomado em locais de respingos de cascatinhas e vários indivíduos machos e fêmeas se dirigem ao mesmo tempo a essa plataforma, parecendo fazer fila, para banhar-se, e no local onde a agua se precipita, na pequena poça, então fazem o mergulho; isso repetem por várias vezes seguem ao pouso onde realizam a higiene da plumagem. O local para   canto é em pouso por vezes em pleno sol, e ali emitem seu canto de pouca sonoridade, mas seguidos de piados e assovios agudíssimos e talves alguns parecendo ultra-sons, pois a garganta exibe movimento das penas guturais, como acontece com todas especies que emitem sons. Nesse mesmo pouso tomam banho de sol, exibem a pele de certas partes do corpo, eriçando as penas do dorso e mesmo do pescoço, para a penetração dos raios solares; a elevação da cabeça verticalmente, com o bico em prumo e voltando-o após alguns minutos para o outro lado, abrindo a cauda em leque e cerrando os olhos. Para dormir,  escolhem local abrigado e seguro; o bico fica um pouco elevado, em obliquo, acima do pouso normal, retraindo a cabeça junto ao pescoço e com as penas dorsais eriçadas para a penetração da umidade e dar maior contato da pele com o ar, que lhe dá com a falta de luz, imediato estado de condição para dormir e depois passar ao estado de torpor. As flores preferidas são a especies das famílias leguminosas, voquisiaceas, marantáceas, acantáceas, combretáceas, rubiáceas, musáceas, proteáceas, bombacáceas, bromeliáceas e outras. O reconhecimento desta espécie é bem fácil, tanto ao voo, como em pouso, pois o macho, por sua cauda branca e a coloração azul, é inconfundível e a fêmea, ainda pela coloração, que logo notada, pelo pardacento e mesclado pintalgo de negro e branco, além de parar no ar, tanto o macho como a fêmea, os torna distintos.
Citação: Aves do Brasil  - Augusto Ruschi-


FAMILIA TROCHILIDAE
SUBFAMILIA TROCHILINAE

Ordem Trochiliformes

Etimologia: 
Florisuga - do latim flos = flor + sugere = sugar, puxar, embeber, chupar.
mellivora  - do latim mel = mel + vorus = alimento, comida, comer
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.


MACHO - ADULTO

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Anselmo dAffonseca, feita no Lago do Rio Uatumã, Presidente Figueiredo-AM, em 17.02.2007. É a segunda foto mais bem avaliada do WIKIAVES.
Observação do autor: Ele estava se alimentando destas flores de uma espécie de erva-de-passarinho, eu acho. No meio do lago. Estávamos com um pouco de pressa e não deu pra tirar uma foto boa. Eu os vi em três ou quatro locais, parecendo serem comuns na área. Acho que dá pra ver mais ou menos as características do bicho.

MACHO - JOVEM - A BELEZA COM  ASAS ABERTAS

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Anselmo dAffonseca, feita Cachoeira Porteira - Estrada de Balbina -  Presidente Figueiredo-AM, em 10.11.2012.
Observação do autor: Pelo menos 5 espécies de beija-flores (sem falar nos thraupis e outras sp) estavam se alimentando nas flores dessa árvore de cerca de 4 m, em solo arenoso e pedregoso, típico das campinas da região. Um verdadeiro festival, apesar da luz difícil e os bichos um pouco ariscos. Com a amiga Eleonora e meu filho Gabriel.

MACHO - ADULTO - A BELEZA COM CAUDA ABERTA EM LEQUE.
Foto gentilmente cedida para esta matéria por, Felipe Bittioli R.Gomes, feita na BR-174, Manaus-AM, em 26.07.2011

MACHO - ADULTO - LINDA FOTO - ALIMENTANDO - CAÇANDO -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Guedes, na RPPN Gleba Cristalino, Alta Floresta-MT, em 02.05.2013.
Observação do autor: Tive enormes alegrias nesta viagem, mas esta foto foi de emocionar, já na máquina deu para ver que o inseto que ia ser comido havia saído na foto, fiquei olhando a tela por um bom tempo, feliz. 
Com Patricia, minha mulher e guiados por mestre Endrigo e Francisco, guia do Cristalino.



Beija-flores do Brasil - Número 16

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Influência das relações C / P e C / N e caracterização microbiana na produção de hidrogênio e etanol em um reator anaeróbio de leito fluidizado

The aim of this study was to evaluate the influence of C/P and C/N ratios on the production of hydrogen and ethanol in four anaerobic fluidized bed reactors: R1 (C/N = 100), R2 (C/N = 150), R3 (C/N = 200), and R4 (C/N = 250). The hydraulic retention time (HRT) was maintained at 2 h, and the C/P rati...
SCIENCEDIRECT.COM

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Strelítzia-de-lança

Strelitzia juncea Link.


Angiospermae - Familia Musaceae

Outros nomes populares - Flor-da-rainha-de-lança , ave-do-paraíso.

Herbácea rizomatosa, ereta, entouceirada, acaule, florífera, originária da Africa do Sul, de 1,5-1,8 m de altura. Não possui folhas, as quais são substituídas por numerosas hastes cilíndricas, carnosas, pontiagudas, rijas, lembrando lanças. É considerada por alguns botânicos uma variedade de S. parvifolia Dry.


Inflorescências muito duráveis, eretas, longas,com flores alaranjadas, que se abrem dentro de uma espata em forma de barco, com antera e estigma azuis, formadas no decorrer do ano todo, principalmente no verão.

Cultivada como plantada isolada, em conjuntos ou renques, a pleno sol. Também utilizada com planta de corte. É muito visitada por beija-flor.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira em qualquer época do ano.

Citação - Plantas Ornamentais no Brasil - Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza.


PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 8

JARDIM DOS BEIJA=FLORES - NUMERO 24


Nota do Blog - Esta planta da foto encontra-se no nosso Parque Ambiental, e foi doada pela Maria do Carmo esposa do Élcio Carvalho Musarra.
Não é um planta que vejo com facilidade por onde passo. Só conheço esta e uma outra em jardim residencia de Mococa/SP, perto da igreja Matriz da cidade.
O belo formato da planta lembram a Ave-do Paraíso.


     







quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Estatística do beija-flor-vermelho no WikiAves

São informações do WikiAves, o numero de fotos/registros não significam numero de cidades. As vezes são feitos mais de um registro na mesma cidade.
Por exemplo os 55 registros de Minas Gerais foram feitas apenaz 27 cidades, dos 853 municípios mineiros.


Fiz estas duas fotos em 21 e 22.11.2016, é um macho, jovem.

Amazonas.....................2
Pará........................... .10
Mato Grosso............... 19
São Paulo.................... .7............5 em Ubatuba e 2 em Jaguariúna
Minas Gerais............. .55............2 em Arceburgo.
Bahia.........................405
Rondônia..................... .0
Paraná...........................0
Rio de Janeiro.............. 9
Roraima.......................33
Rio Grande do Sul........ 0
Tocantins................. ....52
Espírito Santo..............95
Santa Catarina..............0
Maranhão....................24
Amapá....................... ...5
Acre.......................... ... 1
Goiás.......................... 15
Mato Grosso do Sul...  .7
Pernambuco...............79
Piaui............................25
Distrito Federal...........60
Alagoas.......................47
Ceará........................166
Paraíba.......................23
Rio Grande do Norte..30
Sergipe.......................12
Total....................   1.181

Arceburgo/MG..........2



terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Beija-flor-de-bochecha-azul

Heliothryx auritus 
Gmelin, 1788

FÊMEA/FILHOTE/NINHO
Foto de minha autoria, feita aqui em Arceburgo-MG.

Gênero HELIOTHRYX Boie

Outros nomes populares: Beija-flor-verde-branco-bico-de-sabre, beija-flor-verde-branco-de-orelha-preta, beija-flor-fada.

Distribuição geográfica: Colômbia, Venezuela, Guianas, Equador,Peru e Brasil Amazônico, nas margens do Solimões e Amazonas, incluindo boliviana amazônica.

Caracteristicas: Comprimento 105 mm. Asa 61. Cauda 48. Bico 20. Fêmea: Comprimento 120. Peso 6,3 g. temp. 42ºC. Peso e medida dos ovos:0,60. 15 X 9,6. Fêmea bem diferenciada.

Habitat: Floresta amazônica, visitando as abertas limítrofes e scrubs

Migração: Pequena migratória

Descrição: Lado dorsal verde-ouro brilhante, no vértice e lados da garganta a partir da base da mandíbula; loros e coberteiras da orelha, negro com mácula pós-auricular azul brilhante. Lado ventral e retrizes branco-puro, exceto o par central e subcentral negras; bico negro em forma de sabre. Fêmea, com verde-cintilante  dos lado da garganta, sem azul pós auricular, tendo manchas pequenas escuras na garganta e peito; cauda mais longa, tendo as retrizes centrais com 74 mm; retrizes laterais, com barra preta transversal perto da base. Macho jovens, semelhantes às fêmeas.


Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.

O ninho é fixado em ramo horizontal a uma altura do solo que varia de 3 a 30 metros de altura, em árvores, e muito difícil de ser encontrado, salvo quando se acompanha a fêmea em busca de material, constituído de painas de bombacáceas, bromeliáceas, Typhaceal. A incubação se faz em 15 dias e os jovens deixam o ninho com 22 dias de idade. A parada nupcial tem seu apogeu na fase de exibição da plumagem, pois os tufos do pescoço são colocados para a frente, enquanto a cauda aberta durante o voo de libração diante da fêmea é enriquecido com seu canto monossilábico e repetido continuamente, dizendo trix, trix, trix, trix, subindo e descendo em voo, para depois seguirem ambos em ascensão até 20 metros ou mais de altura, para retornarem ao local onde a fêmea faz o pouso e o macho continua suas exibições. O banho é sempre tomado em poça de remanso de em córrego ou rio, como outros o fazem sobrevoando o local exato para o mergulho, seguindo ao pouso para higiene da plumagem. É espécie muito belicosa, não havendo nunca dois machos numa mesma árvore para alimentar-se sem que haja luta. O banho de sol, o descanso e o dormir são idênticos aos demais beija-flores de porte regular e grande. As flores preferidas são das famílias: bromeliáceas, voquisiáceas, passifloráceas, leguminosas, bignoniáceas, rutáceas e outras. O reconhecimento em seu habitat é facilitado pelo voo de libração, pelo canto e pelo abrir e fechar constante da cauda.


Reconhecimento em seu habitat: Quando pousado em seu habitat e que é percebido, logo inicia seu piado tliiii, tliiii, tliiii, tliiii, e sua cauda faz um movimento rápido para frente e para traz, repetido por muitas vezes; seu bico longo e reto e sua cor bem distinta o caracteriza; a fêmea é do mesmo aspecto, com mesmo canto e também faz movimentos de cauda, porém tem coloração esbranquiçada, no peito e abdômen, sem iridescência alguma ventralmente, sempre é acinzentada.

Observações: É espécie belicosa entre indivíduos da mesma espécie, porém dócil para com as demais de sua área e território. As suas flores preferidas são as representantes das famílias: voquisiáceas, liliáceas, bignoniáceas, lorantáceas, leguminosas, Zingiberáceas, bromeliáceas, lobeliáceas, verbenáceas, acantáceas, canáceas, cactáceas, crassuláceas e euforbiáceas. Esta especie como todas desse gênero, possui uma particularidade que lhe é exclusiva, entre os demais representantes de toda a família Trochilidae; é relacionada com a muda, pois só as espécies desse gênero tem a fase neutra, na qual o macho adulto ao realizar a muda pós-nupcial perde a plumagem iridescente de todo o corpo, inclusive as máculas cefálica e gutural, e fica com a plumagem inteiramente como a da fêmea adulta; depois disso e fora da época da muda nupcial, veste-se novamente com a plumagem iridescente. Como os demais beija-flores cuja plumagem do macho é iridescente e também possui dimorfismo sexual bem diferenciado, na ocasião da muda, o que ocorre para todos os Troquilídeos, uma aves por ano, perdem a plumagem, mas a nova plumagem que a substitui é sempre iridescente igual a perdida. Seu reconhecimento no habitat é como a especie precedecente.
Citação; Aves do Brasil - Augusto Ruschi.

Familia Trochilidade
Subfamilia Trochilinae
Ordem Trochiliformes

Etimologia:
Heliothryx - do grego helios = sol + thrix = cabelo, pêlo.
aurita - do latim auritus = com orelhas (auris = orelha, ouvido).
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Chrisitian Dalgas Frisch.

MACHO - ADULTO - VOANDO
Esta foto foi gentilmente cedida para esta matéria por Lindolfo Souto, feita em Serrinha do rio azeite, Itariri-SP, em 05.05.2012. É a foto mais bem avaliada da especie no WIKIAVES, com 2076 visualizações.
Observação do autor: Em homenagem aos amigos Almir Almeida e Flavio Guglielmino (grandes parceiros). Realmente Almir voce veio só pra fotografar esse bicho, e ele merece é muito lindo. Detalhe para a parte branca do rabo que parece se mover independente.


                                                  MACHO - ADULTO - POUSADO
Outra foto de Lindolfo Souto, feita no mesmo lugar da foto acima, só que em 20.04.2012, também é uma das mais bem avaliadas da especie no WIKIAVES.

                                             FÊMEA - ADULTO - POUSADA -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Barbosa, feita em Cachoeira Três Bacias, Itatiaia-RJ, em 06.06.2010.

                                                           FÊMEA - NINHO - FILHOTES
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Betoramos, feita na Cascata das Antas, Poços de Caldas-MG, em 06.01.2009. Vejam a beleza deste ninho, é uma obra de arte, e Cascata das Antas é um lugar lindo.

                                                  FÊMEA - VOANDO -ALIMENTANDO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Guedes, feita na trilha da Mata, Pacaraima-RR, em 18.11.2012. Linda foto a ave se mostrou toda e sua beleza ficou a mostra, deslumbrante.

BEIJA-FLORES DO BRASIL - NÚMERO 15

BEIJA-FLORES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 9

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Abricó-de-praia

Mimusops commersonii (G.Don) Engl.


Sin.: Imbricaria commersonii G.Don, Imbricaria coriacea A. DC., Mimusops coriacea (A. DC.) Miq.

Angiospermae - Sapotaceae



Características - o abricoteiro-da-praia é uma frutífera subtropical originária de Madagascar e amplamente cultivada na arborização urbana de cidades litorâneas, ocasionalmente em pomares domésticos nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil. É uma árvore perenifólia  lactescente, de 7-10 m de altura muito tolerante a solos salinos. Folhas coriáceas, glabras, de cor verde mais clara na face inferior, de 5-15 cm de comprimento, com pecíolo de cerca de 3 cm. Flores solitárias ou agrupadas em 2-4 em fascículos axilares, formadas de julho a setembro. Os frutos são bagas globosas, de casca lisa, com polpa cremosa e doce, com 1-2 sementes; maturação no verão.


Utilidades - os frutos são consumidos exclusivamente in natura (frescos) e pouco apreciados.

Multiplicação - propaga-se por sementes.


Citação - Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas ( de consumo in natura) - Harri Lorenzi , Luis Bacher, Marco Lacerda, Sergio Sartori.


Nota do Blog - Conheci esta árvore em Ubatuba/SP, na Praia de Santa Rita. Descansei sob a sombra dela e alimentei dos seus frutos, e gostei. Utilizei ela na arborização urbana, e no Parque Ambiental.

 Arborização urbana de Arceburgo/MG. Árvore com frutos.

Árvores de Arceburgo/MG - Numero 24

Frutas  de  Arceburgo/MG - Numero  9

Espécie introduzida.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Avenida Doutor Afonso Celso Patelli.

Praças/Áreas Verdes de Arceburgo/MG.

Área verde deste projeto 9.330 m²


Linda avenida de Arceburgo, local escolhido por muitos para caminhada. Como uma das laterais é margeada por um córrego, plantamos neste espaço árvores de mata ciliar. Na frente diversas outras árvores, que alimentam aves, e fornecem néctar para os beija-flores. Portanto aqui também é um ponto de observação de beija-flores, um jardim dos beija-flores.
Além de Palmeiras Washingtonia, com lindo gramado, banco, mesas para convivência


Frente da avenida.


Para os beija-flores lá estão: Grevílea-anã, duranta, mini flamboaiã,, Ipês, Mulungu, malvavisco, caliandra...enquanto fazia estas fotos, além do 

beija-flor-de-orelha-violeta (Colibri serrirostris) 

 da foto, outras dois de especeis diferentes também estavam lá.

Para as aves em geral: Calicarpa, aroeira salsa...

Para consumo humano: Pitanga, cabeludinha...


Mata Ciliar:Sangra-d'Água, Ingá...

Ornamentais: Palmeira Washingtonia, Algodão de praia.


Num dos espaços da avenida plantamos 50 jerivás, que além da beleza, já estão produzindo frutos. Tucanos, abelhas e outro bichos se beneficiam com a versatilidade desta palmeira brasileira.

Coqueiro-jerivá atrai: Arara, mutum, jacu, tucano, saíra, sabiá, sanhaço, jandaia...


ÁREA VERDE ANTERIOR.............. 44.588 m²

ÁREA VERDE DESTE PROJETO.... 9.330 m²

TOTAL....................................      53.918 m² 

PRAÇAS E ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO/MG - NÚMERO 14

sábado, 14 de janeiro de 2017

Abelha mirim

Plebeia droryana (Friese, 1900)


Nome popular : MIRIM
Taxonomia

· Hymenoptera
. Apoidea
. Apidae
· Meliponini
Nome científico: Plebeia droryana (Friese, 1900)
Nome popular: Mirim (Nogueira-Neto, 1970).

Distribuição geográfica
Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo (Silveira et al., 2002).

Referência
Silveira et al., 2002. Abelhas Brasileiras. Belo Horizonte.
Ecologia
Abelhas sociais, inteiramente mansas, cujos ninhos são encontrados em diversos lugares, sendo que utilizam desde árvores até barrancos, desde que os ocos sejam de tamanho apropriado e não aquecidos pelo sol em demasia. A entrada do ninho é feita com própolis e é geralmente curta no exterior do ninho, não sendo fechada à noite. Os favos de cria são horizontais ou helicoidais e ocorrem células reais. O invólucro está presente nos favos de cria e é construído com cerume (Nogueira-Neto, 1970). As colônias podem ser constituídas por 2.000 a 3.000 abelhas (Lindauer & Kerr, 1960). A construção dos favos de cria é suspensa no inverno ou em uma parte dele no Estado de São Paulo (Nogueira-Neto, 1970). Nesta espécie, ocorrem machos normais e gigantes, ambos são tratados da mesma maneira pelas operárias (Cortopassi-Laurino, 1978).

Referências
Cortopassi-Laurino, M. Contribuição para o conhecimento dos machos de Plebeia droryana Friese (Apidae, Meliponinae). Dissertação, IB-USP, 1978.
Nogueira-Neto. A criação de abelhas indígenas sem ferrão. Tecnapis. 1970.
Lindauer, M, Kerr, WE. Communication between the workers of stingless bees. Bee World 41: 29-41 & 65-71.1960.
Citação:Plebeia droryana - USP
www.ib.usp.br/beesp/plebeia_droryana.htm
Plebeia droryana (Friese, 1900). Nome popular : MIRIM. Taxonomia. · Hymenoptera . Apoidea . Apidae · Meliponini Nome científico: Plebeia droryana (Friese, ...


 Frequentemente há duas entradas no mesmo pito, uma menor e circular, logo acima da entrada principal, e outra, que fica abaixo, com formato de fenda, que possibilita a passagem de 3 abelhas por vez, o que facilita a sua identificação

Paulo Sirks Vou na mirim droryana...
Ângelo E. Maciel Droryana com certeza. Se tu colocares o dedo perto da entrada, elas começam a andar na tua mão de curiosidade.
Júlia Galheigo Plebeia droryana (veja o douradinho em volta do dorso dela), pela carinha e mais veja as duas entradinhas dela.


Citação: Agradeço os amigos acima descritos, do Grupo MELIPONICULTURA- ABELHAS SEM FERRÃO, pela ajuda na identificação da espécie.

Abelha nativa de Arceburgo.

O prédio onde esta instalada a Secretaria de Meio ambiente foi construído com blocos de cimento. Com um prego fiz vários furos em pontos diferentes, e coloquei um pouco de cera alveolada, dai este enxame se alojou num destes pontos. Vários outros enxames também se alojaram, de outras espécies.Também acredito que tenha mais desta mesma citada aqui.


ABELHAS DE ARCEBURGO - NUMERO 5