sexta-feira, 20 de julho de 2018

Miltonia flavescens



Miltonia é um gênero botânico da família Orchidaceae, proposto em 1837 pelo botânico inglês John Lindley (1799 – 1865). Este nome é uma homenagem a outro inglês, o orquidófilo Charles Wentworth-Fitzwilliam (1786–1857), 5º Conde de Fitzwilliam e Visconde de Milton.

Acredito ser um dos gêneros com flores mais lindas que existe e, com certeza, trata-se do gênero mais brasileiro de todos. É composto por 21 espécies, todas originárias do Brasil.
Até pouco tempo atrás, o gênero Miltonia era bem maior, quando englobava as espécies de clima mais frio, originárias das zonas elevadas dos Andes da Colômbia, Panamá e Equador, e que hoje pertencem ao gênero Miltoniopsis.
Pelas semelhanças morfológicas, atualmente taxonomistas debatem se devem juntar o gênero Miltonia ao gênero Oncidium. Isto não acaba nunca!!!
As Miltonias são plantas de crescimento simpodial e hábito epífita, que formam grandes touceiras, chegando a  cobrir troncos e ramos inteiros de árvores, com largas superfícies. São encontradas na Mata Atlântica desde o sul da Bahia até Santa Catarina, em lugares bem ventilados e protegidos da incidência direta dos raios solares, e onde recebem em abundância de umidade durante a noite.
Elas ocupam áreas principalmente entre o nível do mar e 1500 metros de altitude. No entanto, a maioria das espécies são mais frequentemente encontradas entre 600 e 900 metros.
Pela beleza das flores e facilidade de cultivo, a Miltonia tem sido muito empregada para a geração de híbridos com bom resultado comercial. Assim, cada vez é mais comum encontrar as seguintes plantas em orquidários e lojas do ramo:
Miltassia (Miltonia x Brassia)
Miltonidium (Miltonia x Oncidium)
Odontonia (Miltonia x Odontoglossum)
Milmitonia (Miltonia x Miltoniopsis)
Milpasia (Miltonia x Aspasia)
Milpilia (Miltonia x Trichopilia)
Miltada (Miltonia x Ada)
Miltarettia (Miltonia x Comparettia)
Miltonioda (Miltonia x Cochlioda)
Rodritonia (Miltonia x Rodriguezia)
Miltistonia (Miltonia x Baptistonia)
 Além de tantos outros híbridos gerados utilizando 3 ou mais gêneros diferentes:
Agora a planta do dia, a espetacular Miltonia flavescens.
O nome da espécie, flavescens, deriva do latim e significa “amarelada”, em relação à cor de suas flores.
Esta espécie é natural da Mata Atlântica do sudeste e sul do Brasil, e pode ser encontrada vegetando em florestas úmidas e bem iluminadas, localizadas em regiões de clima tropical e subtropical, sempre em altitudes entre o nível do mar e 1200 metros, embora sua preferência seja pela região serrana, a 800 metros de altitude.


Anteriormente foi classificada como Cyrtochilum flavescens; Cyrtochilum stellatum; Irenea flavescens; Miltonia flavescens var. grandiflora; Miltonia flavescens var. stellata; Miltonia flavescens var. typica; Miltonia loddigesii; Miltonia stellata; Oncidium flavescens e Oncidium stellatum.
É comum ver árvores tomadas por enormes touceiras desta planta. Uma visão fantástica! Principalmente se tivermos a sorte de vê-la florida. E isto se deve a sua enorme capacidade de multiplicação. Diferente do habitual, cada pseudobulbo desta espécie gera dois novos pseudobulbos a cada ano. Apenas destes novos bulbos surgirão inflorescências. Os antigos ficam sendo uma reserva de nutrientes.
Apresentam rizoma vigoroso, rasteiro e racemoso, com raízes velamentosas. Os pseudobulbos são elípticos, compridos, achatados e bifoliados, suportando folhas finas e coriáceas de aproximadamente 30 cm de comprimento. A inflorescência nasce da base do rizoma e pode passar de meio metro de comprimento, suportando normalmente entre 6 e 12 flores de 6cm de diâmetro, e com formato de estrela.
A variedade estrellensis, muito comum no norte do Paraná, lança flores maiores que chegam a 8cm de diâmetro.

Estas flores são lindas e suavemente perfumadas. Pétalas e sépalas de cor amarelo pálido, e labelo branco com delicados tracejados em púrpura.
Planta muito fácil de cultivar. Seguem algumas dicas:
De preferência cultive a Miltonia flavescens em cascas ou troncos de árvore.
Pode também ser cultivado em vasos de plástico ou caixetas de madeira, utilizando o uso de um substrato confeccionado com partes iguais de casca de pinus, esfagno e carvão vegetal.
Cuidado com a drenagem. Não deixe acumular água no fundo do vaso.
Sugiro ainda um cultivo com 50% de sombreamento e temperaturas entre 5 e 35 graus.
Floresce entre o final da primavera e o início do verão, e sua floração dura entre 20 e 30 dias.
Acredito ser um dos gêneros com flores mais lindas que existe e, com certeza, trata-se do gênero mais brasileiro de todos. É composto por 21 espécies, todas originárias do Brasil.


Citação: Miltonia flavescens | Orquídeas Encanto e paixão

https://orquideasjph.wordpress.com/2017/01/30/miltonia-flavescens/
1.     30 de jan de 2017 - Miltonia é um gênero botânico da família Orchidaceae, proposto em 1837 pelo botânico inglês John Lindley (1799 – 1865). Este nome é uma ...



Identificação feita pelo amigo o orquidófilo  Felipe Ferlin de Mococa/SP.


ORQUÍDEAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 3

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Sapatinho-de-judia

Thunbergia mysorensis (Wight) T. Anderson ex Bedd.



Sin.: Hexacentris mysorensis Wight
Angiospermae - Familia acanthaceae

Trepadeira semi-lenhosa, vigorosa, flor´fera, originária da Índia, de folhagem persistente e ornamental;




Inflorescências longas, pendentes, com numerosas flores amarelas, formadas na primavera e verão. Ocorre também a variedade hortícola "Lutea" de flores totalmente amarelas. Suas flores são frequentemente visitadas por beija-flores.



Cultivada a pleno sol ou meia sombra, em caramanchões e pérgolas altas para que os cachos  possam ficar livres e dependurados. O florescimento é mais intenso quando cultivada a pleno sol. Não tolera temperaturas baixas baixas, sendo portanto mais indicada para regiões tropicais.

Multiplica-se facilmente por estacas, principalmente  quando cortadas após o florescimento.

Citação: Plantas Ornamentais no Brasil - Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza.



Imagens colhidas na residencia do simpático casal Jamilzinho/Julia.


JARDIM DOS BEIJA-FLORES - NUMERO 28

PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 14

TREPADEIRAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2




quarta-feira, 11 de julho de 2018

Gavião-peneira

Nome científico: Elanus leucurus.



Escasso, mas de ocorrência ampla e sempre fácil de detectar, em áreas abertas. Em geral abaixo de 1200 m de altitude, mas chega a 1700 m. Parece mais numeroso em áreas alteradas, como pastos, plantações, beiras de estradas e até descampados em cidades; expandiu-se junto com a atividade agropecuária. Olho vermelho, pernas amarelas. Adulto com cabeça, pescoço e partes inferiores brancos, preto diante do olho; costas e asa cinza-claras com mancha negra no "ombro"; cauda branca, longa, levemente furcada. Em voo, asas longas e afiadas; branco por baixo da asa, com primárias orladas de preto e mancha alar preta. Jovem com olho alaranjado, estrias marrons na coroa e nuca, costas marrons, cauda cinza-clara. Elegante, inconfundível; cinzento, mais florestal e de comportamento de caça distinto, também como o quiriquiri, mitas vezes juntos, mas com colorido bem diferente. Pousa em locais abertos, caçando sobretudo de manhã cedo e no fim da tarde. Voo fácil e gracioso, com batidas amplas de asa; quando plana, mantém as asas num V bem aberto, acima do corpo. Ao caçar, paira no lugar batendo as asas ("peneirando", daí o nome popular) e com o corpo em ângulo com a horizontal, e desce ao solo para capturar roedores. Silencioso.

CITAÇÃO: AVES DO BRASIL - MATA ATLÂNTICA DO SUDESTE - ROBERT S. RIDGELY - JOHN A. GWYNNE - GUY TUDOR - MARTHA ARGEL.



AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 26

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Caju

Nome científico: Anacardium occidentale 
Nomes populares: cajueiro, acajaíba, acaju, acajuíba, caju-manso, caju-banana, caju-manteiga, caju-da-praia, caju-de-casa.


Características morfológicas: altura de 5-10 m, com tronco tortuoso de 25-40 cm de diâmetro; em solos argilosos de boa fertilidade pode atingir até 20 m de altura. Folhas glabras, de cor rósea quando jovens, de 8-14 cm de comprimento por 6-8 cm de largura. Flores vináceas, dispostas em panículas terminais. O pedúnculo super desenvolvido e suculento é geralmente confundido com o fruto, quando na verdade a castanha afixada àquele, é o verdadeiro fruto.

Ocorrência: Campos e dunas da costa norte do país, principalmente nos estados do Piauí e Maranhão.


Madeira: Leve (densidade 0,42 g/cm³), forte e de longa durabilidade.

Utilidade: A madeira é apropriada para construção civil, serviços de torno, carpintaria e marcenaria, confecção de cabos de ferramentas agrícolas, cepas de tamanco e caixotaria. A árvore é muito cultivada em quase todo o país e no exterior para a obtenção de seu pseudofruto (caju) e de sua castanha; os frutos são muito consumidos em todo o país, e a castanha é bastante popular e exportada para quase todo mundo. Os frutos ou pedúnculos podem ser consumidos in natura, na forma de suco e de doces caseiros. O suco de seu fruto é industrializado e altamente apreciado em todo o país. A casca da castanha fornece um óleo industrial. É planta indispensável nos pomares caseiros da costa litorânea. As flores são melíferas.


Informações ecológicas: Planta decídua, heliófita e espontânea em muitas regiões da costa norte e nordeste do país, onde forma pequena árvore. Cresce normalmente em quase todos os solos secos, entretanto dificilmente produz frutos em solos argilosos. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis, prontamente disseminadas pela fauna.

Fenologia: Floresce a partir do mês de junho, prolongando-se até novembro. Os frutos amadurecem nos meses de setembro até janeiro.

Obtenção de sementes: Os frutos completos (pedúnculo e castanha) devem ser colhidos diretamente da árvore, separando-se a castanha (verdadeiro fruto) da parte suculenta (pseudofruto). A castanha assim preparada está pronta para ser semeada. Um quilograma desse material contem 240 unidades.



Produção de mudas: As sementes (castanhas com casca) possuem baixa germinação quando semeadas diretamente; devem ser tratadas para eliminar os inibidores de germinação; isso pode ser obtido deixando-as em repouso dentro da água durante 48 horas, porém trocando-se a água a cada 8 horas. Semeá-las em seguida diretamente em embalagens individuais contendo subtrato arenoso enriquecido de matéria orgânica. A emergência demora 10-20 dias e a germinação geralmente é alta. Manter as mudas a pleno sol até que alcancem mais de 30 cm, quando estarão prontas para o plantio no local definitivo. O desenvolvimento das plantas no campo é lento.


Fotos colhidas nos dois exemplares que plantamos no Parque ambiental e Bosque dos pássaros.

CITAÇÃO: ÁRVORES BRASILEIRAS - MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO E CULTIVO DE PLANTAS ARBÓREAS NATIVAS DO BRASIL - VOL. 1. - HARRI LORENZI.


ARVORES DE ARCEBURGO/MG -  NUMERO 32

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo/MG - Ponto numero 12

Fz - Mro - BG

Mombucão

cephalotrigona capitata



Enxame alojado no pé de uma árvore viva, entre o solo e as raízes.


Tronco da árvore, nota-se um buraco abaixo donde surgem as abelhas entre a terra e raízes.






No ponto numero 1 
Borá
Tetragona clavipes


No ponto numero 2 
Mandaguari
Scaptotrigona postica

No ponto numero 3 
Abelha boca de sapo

Partamona helleri



No ponto numero 4 
Tubuna
Scaptotrigona bipunctata

No ponto numero 5

Borá
Tetragona clavipes

No Ponto numero 6
Tubuna;
Scaptotrigona bipunctata

No Ponto numero 7
Jataí

Tetragonisca angustula

No Ponto numero 8

Tuiuva, tujuba


 Melipona mondury, Smith,. 1863



No Ponto numero 9
Caga-fogo, Tataira
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) 

No Ponto numero 10
Guaxupé
Trigona hyalinata 

No Ponto numero 11
Jataí
Tetragonisca angustula

No Ponto numero 12
Mombucão

cephalotrigona capitata


Portanto agora já são 9 espécies identificadas na natureza, porém são 13 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.

Resumo das espécies:
Borá.......................2.
Mandaguari............2.
Tubuna.................. 2.
Boca-de-sapo........1.
Jatai.......................2.

Tuiuva, tujuba.....,,,1.


Caga-fogo............  1.

Guaxupé.............   1.
Mombucão..........   1.

Total.................... 13

Ação em prol das Abelhas.

Voluntariado.

Educação Ambiental

Conhecer para proteger


Identificação: Agradeço a ajuda do Felipe Tirelli, do Blog:
http://abelhadeouro.blogspot.com/2011/03/mombucao-cephalotrigona-capitata.html?m=1
e ao
Rubens Marcelo de Castro    Doutorando em Ciência Animal e graduando  Apicultura e Meliponicultura IFSuldeminas Câmpus Muzambinho/MG.
na identificação da espécie.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Bico-reto-cinzento

Heliomaster longirostris   Audebert e Viellot, 1801.


Outros nomes populares - Estrela-de-longo-bico-reto, Bico-reto-de-gola.

MACHO - ADULTO
Foto gentilmente cedida, para esta postagem, por João Quental, feita em 28,06.2014, feita em Carretera a Manu, Peru. É uma das fotos mais bem avaliadas da espécie no Wikiaves,
com 156.55 pontos, e já foi visualizada 688 vezes

Genero HELIOMASTER Bonaparte

Heliomaster Bonaparte, 1850, ConspAv., 1 pág.70, Tipo Ornismya angelae Lesson Trochilus furcifer Shaw.

por ulter. design., Bonaparte, 1850, Acad, Sci. Paris, 30, pag. 382.


Bico longo, delgado e reto, cerca de duas vezes o comprimento da cabeça. Asas estreitas, alcançando o final do par de retrizes subcentrais. Cauda profundamente furcada, retrizes estreitas, par mediano curto e laterais gradualmente maiores, o ultimo bem maior ainda. Sexo diferentes.

Distribuição geográfica: Equador, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia, Guianas e Brasil Amazônico, inclusive Maranhão, Mato Grosso, Goiás e Amapá.

Caracteristicas: Comprimento 120 mm. Asa 50. Cauda 35. Bico 31. Temp. 41°C. Peso 5,2 g. Vib. asa 33 p.s.. Peso e medida dos ovos: 0,61 g. 15 x 9 . Dimorfismo sexual diferenciado.

Habitat: Floresta, scrub, cerrados e campos arborizados.

Migração: Grande migratória.

Descrição: Lado dorsal verde-claro mais avermelhado para o dorso alto. Fronte e vértice com uma placa de penas escamiformes azul-esverdeado cintilante; lado ventral cinza passando a branco no meio do abdômen, sobretudo na base; mento negro; garganta com grande mácula vermelho-violácea brilhante; no mento e garganta com uma linha subocular que vem da comissura e vai além do nível do olho; flancos verdes-cobreados; infracaudais verdes-enegrecidos com bordos brancos. Retrizes externas dorsalmente negros passando para base cobre com ponta branca; as subexternas só com aponta branca. Fêmea de cor mais pálida, mento e garganta brancos, salpicado de negro, tendo raras penas vermelhas isoladas na garganta, sem macula na cabeça.

FÊMEA
Foto gentilmente cedida para esta postagem, por Fernão Prado, feita Fazenda Anacã, no município de Alta Floresta-MT, Bioma predominante Amazônia.

Observação do autor: Registro feito na Fazenda Anacã, onde em breve inauguraremos uma pousada. Agro-ecoturismo com foco na observação das aves da Amazônia meridional. 

Guiado pelo amigo e guia Bradley Davis.


Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.

O ninho é do terceiro tipo da Classificação de A. Ruschi, geralmente fixo num ramo horizontal a uma altura de 2 a 6 metros do solo. A incubação é feita de 14-15 dias e os jovens deixam o ninho com 20 dias de idade. A parada nupcial é semelhante a da espécie Heliomaster squamosos, bem como o banho, o banho de sol, descanso e dormir. O canto é muito pobre de silabas, porém o piado é muito sonoro, alto e tem certa melodia de tristeza. Sempre que pousa faz movimento de cauda para frente e para traz com velocidade e repetidamente. As flores preferidas são das famílias: Zingiberáceas, bromeliáceas, voquisiáceas, leguminosas, lorantáceas, rubiáceas, verbenáceas, passifloráceas e outras. O seu reconhecimento no habitat é facilitado pelo se longo bico reto e pouso com a cauda em movimento.
Citação - Aves do Brasil - Beija Flores - Volume V - Augusto Ruschi .

                                                       MACHO - JOVEM

Foto gentilmente cedida para esta postagem, por Wanieulli Pascoal Lopes Nascimento, feita em Araguaína - TO


FAMILIA TROCHILIDAE
SUBFAMILIA TROCHILINAE
Ordem trochiliformes

Etimologia:
Heliomaster - do grego helios = Sol + master = pesquisador, examinador.
longirostris - do latim longus = longo, comprido + rostris = bico.
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch



BEIJA-FLORES DO BRASIL - NUMERO 28

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cogumelos de Arceburgo/MG - Numero 1

Interior da Mata, sombreado, úmido.


Comentário feito no grupos do Facebook, Cogumelos do Brasil.



Susanne e outras 4 pessoas gerenciam os membros e publicações do grupo Cogumelos do Brasil.
 Possibly Lepiota sp. (the rusty coloured mushroom in the front) . In the background there are one or two Xylaria species ( black club shaped fungi and white coral shaped fungi)

Possivelmente causado SP. (o cogumelo de cor enferrujada na frente). No fundo há uma ou duas espécies xylaria (fungos em forma de clube negro e fungos em forma de coral branco)




quarta-feira, 27 de junho de 2018

Lasaia agesilas

Lasaia agesilas (Latreille 1809) Riodinidae Riodininae.


Borboletas da Amazônia e Andes
Safira Brilhante
Lasaia agesilas  LATREILLE, 1809
Família - RIODINIDAE
subfamília - RIODININAE
Tribo - RIODININI
Introdução
O gênero Lasaia contém 14 espécies, todas encontradas exclusivamente nos neotrópicos. São pequenas borboletas, com uma média de 30 mm de envergadura. Os machos possuem escamas das asas extremamente refletivas, brilhando em turquesa metálica, azul ou cinza acinzentado de acordo com as espécies. As fêmeas raramente são vistas. Eles são geralmente uma cor marrom terra maçante. Ambos os sexos têm um padrão similar de manchas pretas.
Nenhuma fotografia pode fazer justiça ao intenso e deslumbrante azul das agesilas , que é tão hipnotizante e brilhante como o de qualquer borboleta Morpho . As marcas pretas variam em tamanho, e em alguns exemplos são muito reduzidas para que o inseto se aproxime kennethi na aparência. As partes inferiores, no entanto, são completamente diferentes - ageilas é marmoreada em cinza e branco, e marcada com manchas pretas semelhantes às da parte superior. A parte inferior do kennethi no entanto, é cinza-prateado, com veias negras e uma extensa área de marrom escuro que obscurece as marcas na metade basal dos forewings.
Lasaia agesilas ocorre do México ao Paraguai.

Habitats
Esta espécie é encontrada em habitats de floresta tropical e floresta tropical em altitudes entre 200 a 1500 m.
Ciclo da vida
Os ovos são achatados e se assemelham a um par de tortas empilhadas. Não tenho outras informações sobre o ciclo de vida. A planta de alimento da Lasaia sula relacionada é Albizia (Fabaceae), então é provável que outras espécies de Lasaia se alimentem de plantas relacionadas.
Comportamento adulto
As fêmeas raramente são vistas, mas os machos são comumente encontrados em um e dois ao absorver a umidade rica em minerais de bancos de areia, chafurdados ou trilhas florestais iluminadas pelo sol. Eles só são ativos em clima quente e ensolarado. O voo de todas as espécies de Lasaia é errático, muito rápido e próximo do solo, com uma tendência a flutuar constantemente de um ponto para outro.
As borboletas são fortemente atraídas pelo suor humano. Descobri que, ao tentar fotografá-los, insistem repetidamente em pousar na minha testa. Esfolá-los não tem absolutamente nenhum efeito - eles apenas voam para trás. Em uma ocasião, diverti meus colegas ao fazer com que três dessas borboletas cintilantes absorvessem simultaneamente o suor da minha testa.
www.learnaboutbutterflies.com/Amazon%20-%20Lasaia%20agesi...
Traduzir esta página
Butterflies of the Amazon and Andes. Glittering Sapphire. Lasaia agesilas LATREILLE1809. Family -RIODINIDAE. subfamily - RIODININAE. Tribe - RIODININI.



Identificação da espécie feita pelo autor do livro Borboletas João Angelo Cerignoni

P.S. Todas fotos de borboletas que aparecem no Blog são de minha autoria. Estas fotos, a maioria foram colhidas em projetos urbanos voltados para conhecimento e preservação das Borboletas. Outros animais também se beneficiam destes projetos.

BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 17

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cachoeira da Serra

Cajuru/SP.


..Cajuru/SP, esta a 72 km de Arceburgo/MG, e a a 78 km de Ribeirão Preto/SP.


Rio Cubatão que faz brotar esta linda cachoeira,


Vista lateral.


Mata ciliar preservada, muito verde.

CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 16

CACHOEIRA DO ESTADO DE S.PAULO - NUMERO 3

CACHOEIRAS DE CAJURU/SP - NUMERO 2