segunda-feira, 20 de março de 2017

Bico-virado-carijó Xenops rutilans Temminck, 1821, primeiro registro para Santa Rita do Passa Quatro/SP

Bico-virado-carijó
Xenops rutilans Temminck, 1821


Primeiro registro da espécie, no WikiAves, que consegui no Parque Estadual de Vassununga, no projeto vempassarinharSP.

domingo, 19 de março de 2017

Hibridação do Picumnus cirratus e Picumnus albosquamatus


Macho
Hibrido


pica-pau-anão-barrado 
Picumnus cirratus

pica-pau-anão-escamado
Picumnus albosquamatus

Hibridação destas duas espécies

Tem a parte de cima da barriga escamada, e  a parte de baixo barrada.
Estas informações foram dadas por Carlos Otávio Araujo Gussoni (Área de vida e biologia reprodutiva da maria-da-restinga. (Phylloscartes kronei) (Aves, Tyrannidae)) durante o evento vempassarinharSP, no Parque Estadual de Vassununga, de Santa Rita do Passa Quatro/SP, em 18/março/2017.



pica-pau-anão-barrado 
Picumnus cirratus

pica-pau-anão-escamado
Picumnus albosquamatus


CURIOSIDADES SOBRE AVES - NUMERO 1









terça-feira, 14 de março de 2017

Idalus daga


Idalus daga (Dognin, 1891)

(Erebidae,Arctiinae)


Foto feita pela amiga Karla Kuba em sua residencia, aqui em Arceburgo/MG.

Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie, 

INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 3

terça-feira, 7 de março de 2017

Lofantera-da-amazônia

Lophantera lactescens Ducke

Nomes populares - Lofantera-da-amazônia. chuva-de-ouro.


Características morfológicas - Altura de 10-20 m, com tronco de 30-40 cm de diâmetro. Folhas simples, membranáceas, lactescentes quando jovens, glabras, de 16-22 cm de comprimento por 8-11 cm de largura. Inflorescência em racemos terminais pendentes.
Ocorrência - Região Amazônica, na mata da várzea alta.
Madeira - Moderadamente pesada, compacta, medianamente dura, moderadamente resistente ao ataque de organismos xilófagos.


Utilidade - A madeira é empregada para construção civil, como vigas, caibros, forros, para marcenaria e carpintaria leve. A árvore em flor é um belo espetáculo, tornando-a extremamente atraente para o paisagismo. Felizmente já começando a ser bastante difundida no sudeste do país, onde é empregada principalmente para a arborização urbana. Pode também ser empregada para plantios em áreas degradadas destinadas a preservação.
Informações ecológicas - Planta semidecídua, heliófita ou esciófita, seletiva higrófita, característica da floresta pluvial equatorial da região Amazônica. Apresenta dispersão bastante restrita, tendo sido encontrada até o momento apenas no baixo Tapajós, em matas de várzea alta. Ocorre tanto no interior da mata primária densa como em formações secundárias. Produz boa quantidade de semente férteis. 
Fenologia - Floresce durante os meses de fevereiro-maio. A maturação  dos frutos verifica-se em setembro-outubro.


Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para uma rápida secagem; como cada fruto é composto de três a quatro partes, separar manualmente os componentes. As partes componentes dos frutos assim obtidas podem ser diretamente utilizadas para semeadura, uma vez que a retirada da semente verdadeira é praticamente impossível. Um Kg das partes componentes dos frutos contém aproximadamente 85.000 unidades.


Produção de mudas - Colocar as sementes (partes componentes dos frutos) para germinação, logo que colhidas e sem nenhum tratamento, diretamente em recipientes individuais contendo substrato organo-arenoso e, mantidos em ambiente sombreado (mudas sensíveis ao transplante); cobri-las com uma leve camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 30-50 dias e, a taxa de germinação é baixa. O desenvolvimento das mudas é lento demorando mais de 7 meses para atingirem o porte adequado para serem plantadas no local definitivo. O desenvolvimento das plantas no campo é moderado, alcançando 2,3 m aos 2 anos. 

Citação:  Árvores Brasileiras, Volume 1 - Harri Lorenzi

Árvore introduzida no Espaço Amazônia que criamos às margens do Rio da Onça, de onde foram colhidas estas imagens.


ÁRVORES DE ARCEBURGO/MG - NÚMERO 25














sábado, 4 de março de 2017

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo/MG - Ponto numero 6

Tubuna
Scaptotrigona bipunctata


Ponto 6 
C. R.


Identificação com ajuda dos amigos da ABENA - Abelhas Nativas.
DescurtirResponder311 h
Wilhans HP Tbm digo Tubuna!
DescurtirResponder411 h
Sidcley Sidi Tubuna com certeza.
DescurtirResponder211 h

DescurtirResponder18 h


Esta colmeia esta instalada neste mulungu, vivo, numa altura aproximada de 4 m do solo. Nota-se que o Mulungu tem dois galhos, do lado esquerdo está a Tubuna, do lado direito tem uma Uruçu, que estamos identificando a espécie.


No ponto numero 1 
Borá
Tetragona clavipes

No ponto numero 2 
Mandaguari
Scaptotrigona postica


No ponto numero 3 
Abelha boca de sapo

Partamona helleri


No ponto numero 4 
Tubuna
Scaptotrigona bipunctata

No ponto numero 5
Borá
Tetragona clavipes

Ponto 6
Tubuna
Scaptotrigona bipunctata

Portanto agora já são 4 espécies identificadas na natureza, porém são 7 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.

Resumo das espécies:
Borá.......................2.
Mandaguari............2.
Tubuna...................2.
Boca-de-sapo........1.
Total.......................7.

Ação em prol das Abelhas.

Voluntariado.

Educação Ambiental

Conhecer para proteger.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Soldadinho

Membracis foliata ( Linnaeus)




Cigarrinha (soldadinho), Membracis foliata (Linnaeus) (Hemiptera: Membracidae: Membracinae), encontrada em amendoeira-da-praia (Terminalia catappa L.; Combretaceae), no Tamar, Praia do Forte, Mata de São João, Bahia, set 2013.

As larvas atacam também a graviola e outras frutas, como a atemóia e a fruta-do-conde. O adulto foi visto também sobre pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.) próximo ao local.

O seu corpo lembra um capacete, por isso o seu apelido de "Soldadinho". No entanto, a cabeça do indivíduo fica na parte traseira do "capacete".

A identificação foi por fotos, com o auxílio do Biól. M.Sc. Vinícius Alves Ferreira (vinicius.ferreira@agronomicabr.com.br), Analista de Acarologia e Entomologia, Agronômica - Laboratório de Diagnóstico Fitossanitário e Consultoria.

Citação/Fonte:


Membracis foliata em Terminalia catappa - AgriPorticus fotos e ...

www.agronomicabr.com.br/agriporticus/detalhe.aspx?id=205
25 de set de 2013 - br /> Cigarrinha (soldadinho), <em>Membracis foliata</em> (Linnaeus) (HemipteraMembracidaeMembracinae), encontrada em .

Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie.


INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 2




sábado, 18 de fevereiro de 2017

Methona themisto

Familia: Nymphalidae
Sub-familia: Ithomiinae
Planta hospedeira - Brunfelsia hopeana



Biologia - Vulgarmente conhecida como lagarta-do-manacá. Adultos de voo leve e constante visitam a planta hospedeira, o manacá-de-jardim, onde as fêmeas colocam seus ovos isoladamente em brotações ou folhas jovens. As lagartas são pretas,com manchas amarelas translucidas, e após a ultima troca de pele abandonam a planta hospedeira, procurando um lugar para pupar. Trata-se de um inseto bastante comum.
Citação: Borboletas, Evoneo Berti Filho, João Angelo Cerignoni.


Fotos feitas no projeto Borboleta aqui de Arceburgo/MG, planta da arborização urbana.



Planta hospedeira 
Nome Popular: Manacá-de-cheiro...
Brunfelsia hopeana.
Arbusto nativo do Brasil, de 2-3 m de altura.




BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 12






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Beija-flor-azul-de-rabo-branco

Florisuga mellivora Linnaeus, 1758

Gênero FLORISUGA

Outros nomes locais: Beija-flor-branco-e-azul e Beija-flor-branco.

Distribuição geográfica: América tropical cisandina, desde o sul do México até o leste do Peru, o norte da Bolívia e toda hiléia. No Brasil todos os estados abrangidos pela Amazônia.

Caracteristicas: Comprimento 110 mm. Asa 70. Cauda 38. Bico 20. Peso 6,5 g. Vibr. Asa 30 p.s. Peso e medida dos ovos: 0,57 g. 15,6 X 8,6. Femea muito diferente do macho.

Habitat: Floresta amazônica.

Migração: Pequena migratória.

Descrição: Cabeça azul; dorso verde, mácula branca na nuca; cauda branca, com estreita faixa preta terminal em todas as retrizes, com exceção do par central, que é verde azulado; bico preto; garganta azul, peito e flancos verdes, resto do abdômen branco puro, inclusive as infracaudais. 

Fêmea dorsalmente verde; ventralmente verde enegrecido, pintado de branco; barriga no meio, branca. 



FÊMEA -ADULTO - VEJA DESCRIÇÃO ACIMA -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Robson Czaban, feita na Estrada da Morena, Balbina, Presidente Figueiredo-AM, feita em 04.08.2002. É bem dificl conseguir fotos de fêmea desta espécie, esta é uma das poucas que tem no WIKIAVES.
Observação do autor: Talvez por não ser tão vistosa quanto o macho, mas é bem mais difícil conseguir fotos da fêmea nesta sp.

Os jovens tem no dorso e dos lados da gargantas faixas marrom-canela.


MACHO - JOVEM - VER DESCRIÇÃO ACIMA -

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Clovis Pagotto, feita em Alta Floresta-MT, em 19.07.2012
Observação do autor: Viagem sensacional na companhia de Luiz Rondini e Bradley Davis.

Biótopos para nidificação, banho, canto,descanso, parada nupcial e dormir.
O ninho desta espécie é o terceiro tipo, primeiro subtipo, da Classificação A. Ruschi, sendo fixado na face dorsal e central do limbo foliar.

Fotos que fiz do livro de Ausguto Ruschi, Aves Brasileiras. No WIKIAVES não tem fotos nem de ninhos e filhotes. Interessante também o local que esta easpecie faz seu ninho

A folha suporte é plana e horizontal, a uma altura variável de um a cinco metros de altura do solo. É todo tecido de material macio, com paina de bombacácea, de sementes de bromeliáceas, Typha etc. e mede 5,5 cm de diâmetro, por 3 cm de altura, e 3,5 de diâmetro na camara oológica e 1,5 cm de profundidade. A coloração do material usado é creme, e é fixado com secreção da fêmea e alguma teia de aranha ou de insetos, Phorideos. A incubação é feita em 14-15 dias, e os jovens deixam o ninho entre 20-22 dias. Os jovens ainda no ninho, já trazem, nos primeiros dias, ou seja, com 13 dias de idade, algo da sua coloração, branco e azul; antes ou seja, nos primeiros dias de 4 a 11, trazem uma penugem abundante, de cor creme muito alta, que fazem camuflagem com o ninho; tanto o macho como a fêmea tem coloração azul e branca, com os lados do pescoço cor canela. Após a muda ou seja após um ano, o macho conserva a cor que tinha desde jovem tornando-se mais intensa; a fêmea adquire então sua cor bem diferenciada da do macho. Assim, enquanto na grande maioria das espécies, sempre os jovens trazem plumagem semelhante ao da fêmea, em Florisuga mellivora, se dá o contrario. A parada nupcial é bem expressiva, pois o ataque do macho, quando em perseguição da fêmea, é de uma agressividade violentíssima, chegando em voo macio, e sobrevoando a fêmea a uma altura de um metro ou pouco mais, fazendo círculos , fixando o olhar para baixo onde ela se encontra pousada, mirando-a atentamente; ele se volta em voo piquê, completamente vertical, rápido lhe desfere um violento golpe com o bico, mas não chega atingi-la porque lhe escapa; outras vezes esse golpe é dado proximo a ela e assim volta ao ponto de partida e investe novamente, para depois segui-la em voo que empreende para ir a outro pouso; ali, às vezes o macho se põe ao lado, cerca de um metro, e então efetua o movimento de abrir e fechar de asas, que é também acompanhado igualmente pela fêmea. E com esses movimentos emite sons muito altos e agudíssimos com se fosse sss, sss repetidos muitas vezes. O banho é tomado em locais de respingos de cascatinhas e vários indivíduos machos e fêmeas se dirigem ao mesmo tempo a essa plataforma, parecendo fazer fila, para banhar-se, e no local onde a agua se precipita, na pequena poça, então fazem o mergulho; isso repetem por várias vezes seguem ao pouso onde realizam a higiene da plumagem. O local para   canto é em pouso por vezes em pleno sol, e ali emitem seu canto de pouca sonoridade, mas seguidos de piados e assovios agudíssimos e talves alguns parecendo ultra-sons, pois a garganta exibe movimento das penas guturais, como acontece com todas especies que emitem sons. Nesse mesmo pouso tomam banho de sol, exibem a pele de certas partes do corpo, eriçando as penas do dorso e mesmo do pescoço, para a penetração dos raios solares; a elevação da cabeça verticalmente, com o bico em prumo e voltando-o após alguns minutos para o outro lado, abrindo a cauda em leque e cerrando os olhos. Para dormir,  escolhem local abrigado e seguro; o bico fica um pouco elevado, em obliquo, acima do pouso normal, retraindo a cabeça junto ao pescoço e com as penas dorsais eriçadas para a penetração da umidade e dar maior contato da pele com o ar, que lhe dá com a falta de luz, imediato estado de condição para dormir e depois passar ao estado de torpor. As flores preferidas são a especies das famílias leguminosas, voquisiaceas, marantáceas, acantáceas, combretáceas, rubiáceas, musáceas, proteáceas, bombacáceas, bromeliáceas e outras. O reconhecimento desta espécie é bem fácil, tanto ao voo, como em pouso, pois o macho, por sua cauda branca e a coloração azul, é inconfundível e a fêmea, ainda pela coloração, que logo notada, pelo pardacento e mesclado pintalgo de negro e branco, além de parar no ar, tanto o macho como a fêmea, os torna distintos.
Citação: Aves do Brasil  - Augusto Ruschi-


FAMILIA TROCHILIDAE
SUBFAMILIA TROCHILINAE

Ordem Trochiliformes

Etimologia: 
Florisuga - do latim flos = flor + sugere = sugar, puxar, embeber, chupar.
mellivora  - do latim mel = mel + vorus = alimento, comida, comer
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.


MACHO - ADULTO

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Anselmo dAffonseca, feita no Lago do Rio Uatumã, Presidente Figueiredo-AM, em 17.02.2007. É a segunda foto mais bem avaliada do WIKIAVES.
Observação do autor: Ele estava se alimentando destas flores de uma espécie de erva-de-passarinho, eu acho. No meio do lago. Estávamos com um pouco de pressa e não deu pra tirar uma foto boa. Eu os vi em três ou quatro locais, parecendo serem comuns na área. Acho que dá pra ver mais ou menos as características do bicho.

MACHO - JOVEM - A BELEZA COM  ASAS ABERTAS

Foto gentilmente cedida para esta matéria, por Anselmo dAffonseca, feita Cachoeira Porteira - Estrada de Balbina -  Presidente Figueiredo-AM, em 10.11.2012.
Observação do autor: Pelo menos 5 espécies de beija-flores (sem falar nos thraupis e outras sp) estavam se alimentando nas flores dessa árvore de cerca de 4 m, em solo arenoso e pedregoso, típico das campinas da região. Um verdadeiro festival, apesar da luz difícil e os bichos um pouco ariscos. Com a amiga Eleonora e meu filho Gabriel.

MACHO - ADULTO - A BELEZA COM CAUDA ABERTA EM LEQUE.
Foto gentilmente cedida para esta matéria por, Felipe Bittioli R.Gomes, feita na BR-174, Manaus-AM, em 26.07.2011

MACHO - ADULTO - LINDA FOTO - ALIMENTANDO - CAÇANDO -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Guedes, na RPPN Gleba Cristalino, Alta Floresta-MT, em 02.05.2013.
Observação do autor: Tive enormes alegrias nesta viagem, mas esta foto foi de emocionar, já na máquina deu para ver que o inseto que ia ser comido havia saído na foto, fiquei olhando a tela por um bom tempo, feliz. 
Com Patricia, minha mulher e guiados por mestre Endrigo e Francisco, guia do Cristalino.



Beija-flores do Brasil - Número 16

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Influência das relações C / P e C / N e caracterização microbiana na produção de hidrogênio e etanol em um reator anaeróbio de leito fluidizado

The aim of this study was to evaluate the influence of C/P and C/N ratios on the production of hydrogen and ethanol in four anaerobic fluidized bed reactors: R1 (C/N = 100), R2 (C/N = 150), R3 (C/N = 200), and R4 (C/N = 250). The hydraulic retention time (HRT) was maintained at 2 h, and the C/P rati...
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