quarta-feira, 26 de abril de 2017

Colméia de abelhas mirim-preguia ( Friesella schrottkyi) com 22 anos.

Mirim-preguia ( Friesella schrottkyi)
Sabemos que as abelhas -ASF- tipo a mirim-preguiça vivem em média 45 dias, e a rainha até 2 anos.
Em maio de 1995 ganhei do amigo Miguel de Milagres/MG, esta colmeia que até hoje esta comigo, e ostenta a plaquinha indicando quando ele presenteou-me. Por isto digo que elas tem 22 anos.


Beleza do interior da colmeia, os favos de cria.


Amigo que muito me ensina sobre abelhas, natureza, a vida...aquele ele em minha casa com o presente, abrimos para fazer esta foto e mostrar.


A abelha rainha, quanto mistério, magia, exemplo de comando, organização.


Não me canso de olhar a disposição. Mel, pólen, crias...


Local que encontra na varanda de minha casa. Numa altura de 2 m do solo. No entorno, flores, água pura, ar puro, tudo com com fartura. Amém.
Com alegria que faço esta postagem.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Beija-flor-rubi

Clytolaema rubricauda

Gênero CLYTOLAEMA Gould.

MACHO - ADULTO -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Daniel Mello, feita no Hotel do Ypê, Itatiaia-RJ, em 16.10.2010.

Quero agradecer imensamente aos amigos que estavam conosco em Itatiaia: Luiz Ribenboim, Márcia Carvalho, Rodolfo Eller, Ricardo Gentil e José Luiz Santos, pela agradável companhia num dos melhores lugares que já visitei! Não vejo a hora de voltar lá... em breve mais fotos! Um abração pessoal! 

Observação do autor: Tirei várias fotos deste beija-flor e resolvi começar postando este close! 

Outros nomes populares: garganta-rubi, estrela-vermelha-da-mata.

Distribuição geográfica: Brasil (Goiás, Minas Gerais, Espirito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Caracteristicas: Medidas: Comprimento 120 mm. Bico 18 mm. Asa 75. Cauda 48. Peso 6,8 g. Vibrações de asa 28 p.s. Temperatura 42,2ºC. Peso e medidas dos ovos: 16,2 x 10 mm. 0,74g. Dimorfismo sexual muito diferenciado.

Habitat: Mata e scrub das Províncias Atlântica e Central.

Migração: Pequena migratória.

Descrição: Lado dorsal: fronte, vértice e dorso alto, verde-brilhante, tendo uma faixa estreita verde-esmeralda mais iridescente, que se destaca da base do bico até o vértice; restante dorsal, inclusive supracaudais e retrizes centrais, cobre-brilhante, retrizes restantes pouco maiores, de cor marrom com bordas cobre-metalizado; mácula pós-ocular branca. 
Lado ventral: mento escuro, garganta com mácula arredondada vermelho-rubi, restante do corpo, verde-esmeralda cintilante, sendo mais intenso o verde da barriga; crisso com tufos esbranquiçados e plumosos; infracaudais marrons com uma faixa subterminal verde bronzeada e bordas cinza-pardacento. Bico reto e negro. Fêmea: lado dorsal verde-capim, com fronte e vértice pouco mais escuro; retrizes como no macho. Lado ventral de cor amarela-avermelhada, inclusive infracaudais; mácula pós-ocular branca. Jovens, como a fêmea.

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.
O ninho desta espécie é suspenso em um ramo quase horizontal a uma altura que varia de 3,5 a 10 metros de altura do solo. É confeccionado de material macilento construído de paina de Typha, chorísia, gramíneas, bromeliáceas, asclépias, etc. as paredes externas são forradas de líquenes de vários tamanhos de coloração verde-acinzentado. É um ninho do terceiro tipo da Classificação de A.Ruschi. Só a fêmea trabalha na sua confecção, na incubação dos ovos e nos cuidados com a prole. O período de incubação é de 15 dias e os jovens deixam o ninho aos 25 dias de idade. O banho desta espécie é tomado nas cascatas ou jatos e respingos das mesmas. Para tanto, podem pousar sobre a rocha onde os respingos caem ou vão diretamente em voo ao jato de água. Assim repetem por várias vezes, para buscarem em seguida um pouso para higiene de plumagem. O descanso é sempre em um ramo à sombra e lá também preferem ficar para o canto. Este é muito sonoro e alto com uma frase repetida por centenas vezes: tirri.tirri.tirri...., que pode ser em compassos diferentes, binários ou ternários. O banho de sol é idêntico ao das demais espécies já descritas, pois o pouso em ponto ensolarado e os movimentos regulares e da cauda distendida, eriçando as penas das partes que deseja expor aos raios solares, fazem tomar as atitudes mais interessantes. O dormir é também na floresta virgem, em local muito abrigado entre a ramagem e a folhagens. A parada nupcial é também distinta em todas suas fases, mas justamente a apresentação e exibição da plumagem e seu paroxismo vem definir, como sempre foi acontecer, pela conquista da eleita. Esse galanteio em Clytolaema rubricauda é feito em voo de libração em frente à fêmea, que esta pousada em um ramo em local de sombra. É então que ainda se torna mais reluzente e iridescente  a plumagem das máculas guturais e cefálica que o macho lhe exige, para o que baixa e eleva a cabeça. Em seu voo de arranques faz vibrar as asas em ritmos diversos, ora com maior rapidez e violência, ora com ritmo diminuído, fazendo cair o numero de vibrações, parecendo mesmo que vai parar a vibração. É notório que os beija-flores sempre estão com as asas em vibração quando realizam o voo, pois não podem planar senão por muito tempo, o que acontece com muitas outras aves. Nessa apresentação e exibição de plumagem, é acompanhada do canto já referido, ele passa em círculos pela fêmea, que as vezes se vira para o lado oposto no próprio poleiro, a fim de observar o eleito, e este, sempre com rápido abrir e fechar de cauda, e por vezes mantendo-a distendida em leque, faz um vôo apenas 50º  de circulo e muda um pouco o canto, já agora com tri-tri-tri-ip, ip, ip até que a fêmea tome a posição desejada da conquista.

Reconhecimento em seu habitat. Com o canto que possui, muito especial e diferente de todas as demais espécies, e o seu colorido bem pronunciado, tendo seu bronze-dourado inclusive a cauda e a mácula rubi-intenso da garganta e uma outra em forma de cunha verde-reluzente intenso na fronte, e a fêmea de cor totalmente canela pela frente e de todo corpo e dorsalmente verde-dourado capim, torna-se bem conhecida. Entre as flores que preferem podem-se assinalar Helicteris brevispera, Dombeya wallichii, Citrus sinensis brasilensis e outras espécies do mesmo gênero, Eucalyptus robustus, inga edulis, e outras espécies do mesmo gênero, Genipa americana, Musa paradisíaca e outras espécies do mesmo gênero, ainda certas espécies das famílias rubiáceas, leguminosas, bombacáceas, begnoniáceas, malváceas, zingiberáceas e bromeliáceas, como sendo as principais, pois ainda muitas outras se encontram entre suas preferidas

Observações:  Trata-se de uma espécie altamente belicosa, pois ataca todas as espécies que se avizinham do seu território, seja em pouso ou área de alimentação. Quando em sua área de nidificação, ao contrário do que acontece com outras especies que se limitam a emitir um som de alerta, quando o intruso se acha próximo, com Clytolaema a agressão é instantânea e de grande potencia. Sempre que esta especie parte para o ataque, seu vôo é muito veloz e continuado, levando o inimigo para muito longe, e quando o atinge, consegue por vezes agarrá-lo com suas fortes unhas e o segura levando-o para o solo e ali domina sua presa sob fortes bicadas, que se tornam fatais em muitos casos. Nessa agressão o macho ou a a fêmea seguem o intruso, emitindo o som de duas palavras distintas: it,tich, it, tich,  it tich, durante o tempo da perseguição e, e uma vez o inimigo agarrado ou se lhe consegue escapar, tudo acaba e regressa ao seu pouso anterior.
Citação - Aves do Brasil - Volume V - Augusto Ruschi

FÊMEA - ADULTO -
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Elisa Torricelli, feita na Pousada 3 Pinheiros, Campos do Jordão-SP, em 28.05.2010.
Observação do autor: Outra ação = se esbaldando de néctar da flor de cerejeira que o peito está todo 
"nectado". 
Fiz este registro na agradável cia de Dina Bessa.


FÊMEA - ADULTO -BRIGANDO -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Fernando Briggemann, feita em Rancho Queimado-SC, em 28.06.2009.

MACHO - CAUDA EM LEQUE -

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Luiz Damasceno, feita na Reserva Guainumbi, São Luiz do Paraitinga-SP, em 22.07.2012.
Observação do autor: Na excelente companhia de Jarbas Mattos, Junior Girotto, Deusdete Pinho, Ubaldo filho, Mario Martins e Demis Bucci no comando.


MACHO - ADULTO - IRIDESCÊNCIA -GARGANTA E FRONTE - MICÇÃO
Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Guedes, feita na Reserva Guianumbi, São Luis do Paraitinga-SP em 08.07.2012.


Observação do autor: Eu queria registrar o momento em que ele acendia as duas luzes, o rubi na garganta e este lindo verde na testa que eu não sabia ser tão intenso e bonito. Fiz dezenas de fotos enquanto ele guardava o bebedor, afastando os intrusos e voltando ao mesmo poleiro. E não é que, ao ver as fotos na tela grande, descobri que havia registrado também o rápido e exato momento da micção?? Uma bela surpresa que divido com vcs.

Familia Trochilidae
Subfamilia Trochilinae
Ordem Trochiliformes

Etimologia
Clytolaema - do grego klutos = esplendido, bonito, belo + laimos = garganta, goela.
rubricauda - do latim ruber = vermelho + cauda = rabo, cauda.
Citação - Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.



Beija-Flores do Brasil - Numero 17

domingo, 23 de abril de 2017

Cachoeira do Zé Carlinho - Delfinópolis/MG - Serra da Canastra


Cachoeira linda, um poço grande que da para se banhar, tem uma bela praia.
esta localizada há distancia de 26 kms do entro de Delfinopolis/MG, esta situada no Bairro da Gurita, antes de se chegar nela tem uma boa caminhada, no meio de muito verde, e gado.



Mata preservada, muito verde no entorno.


Para chegar até ela da para ir de carro comum, chega-se até uma casa, onde serve refeições, onde tem  um alambique artesanal. Depois tem boa caminhada, passando por duas pinguelas, ou poder ser feito por veiculo 4x4.


Cachoeiras do Brasil             -      Numero 10
Cachoeira de Minas Gerais   -       Numero 8
Cachoeira de Delfinópolis/MG -    Numero 2

domingo, 16 de abril de 2017

Beija-flor-dourado (Hylocharis chrysura), ave rara/escasa em Minas Gerais aparece pelo segundo ano consecutivo no quintal da casa de Ademir Carosia.


No ano passado esta aves tão rara/escassa em Minas Gerais visitou meu quintal no mês de abril. Fotografei-a em 04 e 15.04.2016.
Os números no WikiAves naquela época constava o seguinte:

Somente 6 registros dele nos 853 municípios do nosso Estado de Minas Gerais.
Cidades onde ele foi visto.
Lagoa Formosa ............2.
Carmo do Paranaíba.. . 2.
União de Minas.......... .1.
Guaranésia............... ..1.
Nota-se que el foi registrado em 4 cidades mineiras. Agora com Arceburgo/MG,  vai para 5 .

Passado exatamente um ano ela retorna. Fotografei ontem e hoje , respectivamente 15 e 16.04.2017.
Os números do WikiAves constam agora o seguinte:
Lagoa Formosa ............ 2.
Carmo do Paranaíba.. . 2.
União de Minas.......... ..1.
Guaranésia............... .. 1.
Arceburgo...................  3.
Uberaba......................  2.
Itapagipe....................   1.
Total ,.......................   12.

Neste intervalo de um ano ele foi visto em apenas duas cidades.


Nesta foto fica evidente toda beleza da ave, tom dourado.


Sons aparecem no WikiAves somente 3, e agora com o nosso de Arceburgo vai para 4.

União de Minas.
João Pinheiro.
Vazante.
Arceburgo.

Ele visita várias flores no meu quintal, porém, parece ter uma preferencia para a 

Odontonema - Odontonema strictum 










Beija-flor-dourado (Hylocharis chrysura), ave rara/escasa em Minas Gerais aparece pelo segundo ano consecutivo no quintal da casa de Ademir Carosia.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Chocão-carijó (Hypoedaleus guttatus) (Vieillot, 1816) , ave rara/escassa em Minas Gerais é fotografada em Arceburgo/MG.

Saímos hoje eu e a amiga Cristina Rappa, para observar aves. Nosso foco era a Juruva-verde (Baryphththengus ruficapillus), depois de mais de três horas de busca em vão resolvemos voltar dai deparamos no alto das árvores com esta linda ave.

No WikiAves consta em Minas Gerais com apenas 10 registros em duas cidades.
6 registros em Santa Maria do Salto.
4 registros em Jacutinga.

Agora são 12 registros um meu e outro da Cristina Rappa, feitos aqui em Arceburgo/MG.

Neste momento nossa cidade tem 227 especies registradas, e esta classificada na 66ª posição, nos 853 municípios mineiros.


Foto da amiga Cristina Rappa.


Foto minha, não tão nítida, servindo para registro da espécie.


AVES DE ARCEBURGO/MG.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo/MG - Ponto numero 7

Jataí
Tetragonisca angustula

Ponto 7 
P.B.



Alojada em uma figueira no Barracão da Prefeitura.


A linda e frondosa figueira onde a Jatai esta instalada.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Som trovoada (Drymophila ferruginea) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

Primeiro registro do canto da ave, para Santa Rita do Passa Quatro/SP, realizado durante o evento

#vempassarinharSP - Parque Estadual Vassununga


Som trovoada (Drymophila ferruginea) por Ademir Carosia | Wiki Aves - A Enciclopédia das Aves do Brasil

Mariposa-beija-flor

Aellopos titan

Conhecidas como Mariposa-beija-flor (Macroglossum stellatarum), estes insetos recebem este nome pela característica incomum de semelhança com beija-flores. Além da aparência, os animais são chamados assim por se alimentarem do néctar de flores da mesma forma que um beija-flor.

De acordo com o portal Butterfly Conservation, endêmicas do Sul da Europa, norte da África e Ásia, estas mariposas possuem corpo aerodinâmico, asas dianteiras longas e asas traseiras pequenas. Já foram encontradas também em algumas regiões do Brasil.

Chamadas internacionalmente de Hummingbird hawk moth, esses animais chamam a atenção pelo mimetismo, uma habilidade que consiste na presença de características que confundem determinado animal com outro grupo de organismos.

Em 2010, pesquisadores do Instituto Rã-bugio, em Santa Catarina, flagraram o animal em uma reserva ambiental no Brasil. “É uma estratégia para confundir os predadores, as aves principalmente. Observe que tem até uma cauda para se parecer mais ainda com um beija-flor. As fotos foram tiradas com uma câmera em alta velocidade (para “congelar” o movimento), mas ela vibra as asas quase com a mesma frequência do beija-flor”, diz uma nota no site da instituição.

Citação/Fonte:

A incrível mariposa-beija-flor - topbiologia.com

topbiologia.com › Canais › Animais
3 de mar de 2014 - mariposa-beija-flor é um inseto que ficou conhecido por imitar beija-flores. O animal vibra as asas como estes pássaros e ainda se alimenta ...


Visitando a flor do Cambará (lantana camara), no Parque ambiental.



Pertence à família Sphingidae. Ocorre da América do Norte à América do Sul.


Aqui a Mariposa-beija-flor visita a flor do Flamboianzinho amarelo ( Caesalpinia pulcherrima), na calçada de minha casa.

Colaboração, informações, identificação da espécie feitas pelo amigo Abrão Gomes

INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 4