sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alunos da Rede Escolar visitam nossos projetos

Visita dos alunos do Centro Educacional CORY

Com objetivo de realizarem um levantamento das espécies vegetais existentes no local, tivemos o prazer de receber os alunos do G9 (5. ano do Ensino Fundamental I) acompanhados pela professora Rosângela Dias.
A Escola tem como Coordenadora Pedagógica Ioni Peixoto Barreto, e como Diretora Pedagógica Luan Borges de Paula.


Professora Rosângela Dias e seus alunos durante a visita ao Parque Ambiental.

Eu e os alunos da Cory, no entorno do Parque Ambiental, no Espaço das Caliandras.
 Os beija-flores aparecerem para nossa alegria. 


Relatório de visita feitos por alunos.
 
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Visita dos alunos da Rede Municipal a Secretaria de Meio Ambiente

Acompanhados das professoras Fabiana, Kátia, Roseli e Rosangela alunos do 5. ano do Colégio Municipal Arceburguense, visitaram nossa Secretaria, foi um prazer recebe-los
A Escola tem como Supervisora Pedagógica Margareth Anacleto e Diretora Maria Inês Peres.

Este chumaço com algodão pendurado do lado direito, é o que aparece na foto da materia ninhos para beija-flores.
 É aqui dentro que o beija flor branco de rabo acanelado entrou para coletar material para fazer seu ninho.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Retratos Rurais de Arceburgo-MG.

Eu estava indo na estrada rural que liga Arceburgo a Milagres, quando na curva da estrada, eu avistei uma  carroça com um casal de amigos.
Eram eles; Vicente Afonso(Vicente Carroceiro)e Astrogilda Silveira Afonso,que tem um sitio no Município de Monte Santo de Minas-MG, denominada Sitio Macaúbas, onde criam umas vacas, galinhas, porcos.
Costumam cortar capim napier pelas estradas para tratar do gado.
Estão sempre juntinhos, como nesta foto, foi assim  também os vi na  procissão de Sexta feira Santa
Ele é sogro do  Chefe de Praças e Logradouros,da Prefeitura Municipal de Arceburgo-MG João Carlos Nunes, pai do nosso amigo Vicentinho, Joel, Neuza, Ana, Nilza, Iolanda, Rosana e Marli.


 A carroça surge lá curva da estrada.
Aqui a foto aproximada que fiz, que riqueza de detalhes.

Numero 1.

domingo, 15 de abril de 2012

Guará

Eudocimus ruber (58 cm)

Outros nomes populares
Guará-vermelho
Guará-piranga

Família Thereskiornithidae
Ordem Ciconiiformes
Os componentes deste grupo possuem hábitos gregários, procriando em colônias. Ao voar, mantém o pescoço esticado, como os jaburus e cabeças-secas. Seus bicos, longos,  finos e recurvos, bastam para diferenciá-los dos demais membros da ordem Ciconiiformes. Com referência a este apêndice, observa-se a única exceção do colhereiro, que possui o bico achatado, em forma de espátula.
Cit.Aves Brasileiras, Johan, Christian Dalgas Frisch


Foto que fiz na Juréia, neste manguezal, aqui as aves estavam andando na lama. Com a ponta do bico submersa, abrindo e fechando as mandibulas para comer os caranguejos, caramujos e insetos que encontra.

Nesta foto elas começam a preparar para alçar voo.
Reprodução: Faz seu ninho sempre em colônias, sobre a vegetação densa  dos manguezais. Coloca cerca de 3 ovos que choca aproxidamente durante 3 semanas. Os filhotes cobertos de plumas negras e bico reto, são alimentados por ambos os pais, por regurgitação. Ficam no ninho até voar, quando se separam da colonia.


Aqui a beleza das aves, da sua plumagem num voo acima do nosso barco.
Particularidades: É uma das mais lindas aves do globo. Seu colorido vermelho-carmesim grita contra o verde dos manguezais, onde costuma ser visto em grandes bandos. Essa pigmentação intensa é devido ao caroteno, substancia química presente nos caranguejos, principal item da dieta do guará. Em cativeiro com alimentação diferente, fica desbotado, cor-de-rosa-claro.


Procurei estas aves por uma parte da ilha comprida não consegui encontra-las.
Fui para Juréia lá estavam elas num manguezal, com difícil acesso, e para fazer esta fotos tivemos que ir pelo mar, com ajuda do meu amigo o pescador Jason.



Penas do Guará do meu acervo, da ave criada em cativeiro. Por não ter o caroteno dos caranguejos, na sua dieta, elas ficam desbotadas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mauro José Bettiol

Caxias do Sul - RS -

Amigo Mauro, fico contente em saber, que o clamor das aves em cativeiro, já encontrou um eco ai na querida, e linda Caxias do Sul, vamos espalhando a idéia.
Amigos de outras cidades, se fizer algo semelhante em prol das aves, nos envie.

Pelo fim das aves em cativeiro


Caro amigo Ademir, também fico muito triste quando vejo qualquer tipo de "ser" em cativeiro, eu moro não mais do que trezentos metros de um zoo da Universidade de caxias, mas revelo-te que quando chego próximo fico muito infeliz. Estou encaminhando para a própria universidade uma  amostra fotográfica para professores e diretores da instituição, eles que  avaliem o meu proposito, e aguardo ansioso para que eles divulguem este meu trabalho de conscientização para os próprios alunos, estou produzindo outra reforçando com os cuidados do meio ambiente, e esta irei expor nas  escolas,  vamos amigo com esta luta..abraços e estou te mandando algumas fotografias destes meus trabalhos, sei que estas estarão em boas mãos.
Muito criativo, parabéns.
A foto fala por si.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ninhos de beija-flores

Formas/Tipos/Material usado

Os ninhos dos beija-flores são bastante característicos e de  formas diversas. Normalmente utilizam para sua construção vários materiais, ora com mistura, ora muito regulares, ou seja, com um só tipo de material, que é fixado por uma secreção produzida pela femea e também por fios de teia de aranhas, ou de insetos, como a teia de Phorideos, sendo este material de insetos mais raramente utilizado. O local escolhido para instalação e construção do ninho é variável, vai desde um metro de altura do solo até mais de 35 metros. O ninho pode estar fixado sobre um ramo. Este pode estar em um nível plano ou inclinado, como pode estar entre uma forquilha, o que é mais raro. Muitos beija-flores fixam o ninho sob uma folha de helicônia, bananeira, ou ainda em uma pínula da folha de palmeira, geralmente próximo da extremidade e também sempre na página inferior; outros ainda como o fazem os representantes dos gêneros Chlorestes, Florisuga e Melanotrochilus, constroem seu ninho sempre na pagina superior de uma folha rígida, usando unicamente material sedoso e fofo, sem qualquer ornamento exterior, a não ser teia de aranha. Muitas especies tem preferência para instalarem seus ninhos em ramos suspensos onde a plataforma inferior seja água, em rio ou córrego e alguns como Topaza pella preferem onde haja cascatinha por vezes apenas quarenta contimentos do nível da água. A chave para classificação de ninhos é de A.Ruschi, 1949-1973; esta baseado no formato, material empregado e fixação no suporte.

Citação
 Augusto Ruschi - Aves do Brasil - Volume IV


Foto que fiz do beija-flor-rabo-branco-acanelado(Phaethornis petrei) dentro da minha sala, numa distancia de 1 metro da minha mesa. Esta pegando algodão, para fazer seu ninho, que pendurei  acima do sino da felicidade. Aprendi esta prática com meu pai, na minha infância. Tinha no nosso quintal uma enorme mangueira comum, um arame farpado, era amarrado na mangueira e em outro ponto. Era o local que minha mãe pendurava as roupas para secarem, ali meu querido velho. amarrava chumaços de algodão para os beija-flores construírem seus ninhos. Viram a origem do meu amor pelos beija-flores....meu pai...infância...depois....Augusto Ruschi.....Johan Dalgas Frisch.

DICA: Coloque chumaços com algodão ou paina , pendurados na varanda, janelas da sua casa.
Os beija-flores virão colher material para sus ninhos



Esta amiguinha esta chocando, na varanda da minha casa. O ninho foi feito na trepadeira sapatinho-de-judia.
Como a Natureza é bela, da minha rede preguiçosa tenho esta visão.

DICA: Observem que coloquei um arame, façam isto no espaço que tiverem.
Amarrem um pedaço de arame, ou fio de cobre, na ponta façam um contorno, os beija-flores virão fazer seu ninho.