quarta-feira, 29 de maio de 2013

Urubu-cabeça-preta

Coragyps atratus
( 56-63 cm)

Outros nomes populares: urubu-preto, urubu-comum, corvo, apitã e urubu-preto-comum.

Abundante, de ocorrência ampla, é frequente em qualquer ambiente aberto; é o urubu mais comum na proximidade humana (sobretudo em lixões), mas é escasso nas matas. Cabeças e pescoço nus, cinza-escuros. Plumagem negro-fosca. Em voo, asas largas e longas, , cauda curta,a base esbranquiçada das primárias forma uma mancha clara na asa, visível por baixo e por cima. Compare com o urubu-rei imaturo, bem maior manchado de branco sob as asas; também compare com o gavião-preto, de silhueta parecida,, mas as asas sem branco, com branco na cauda, e cabeça maior, emplumada e mais saliente. pernoita em grandes grupos, pousado em árvores. Em cidades aninha em alto de prédios. Alimenta-se de resto de carniça, mas pode capturar presas vivas. Ao contrário dos Cathartes, não tem olfato. Em voo, alterna voo batido com planeios, costuma subir, planando em círculos, nas correntes térmicas, até grande altura. Observe com atenção as "rodas" de urubus, em que pode haver outras aves de rapina.
Citação: Aves do Brasil-Pantanal & Cerrado- John A.Gwynne, Robert S.Ridgely, Guy Todor e Martha Argel.

Foto que fiz de um ovo abandonado em um ninho. Muito bonito nas cores branco-azulado com manchas marrons

FAMILIA CICPNIIDAE
SUFAMILIA CATHARTINAE

Ordem Cixoniiformes {ex-Falconiformes}

Etimologia:
Coragyps - do grego korax = rapinar + gups = abutre.
atratus - do latim atratus = cobrir de preto, vestido de luto.
Citação:Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.

Foto que fiz do local de um ninho com 2 ovos, aqui fez seu ninho entre pedras muito grandes.

Foto que fiz do filhote, aqui o ninho foi feito no oco de uma árvore antiga, no chão

Esta sequência de fotos fiz aqui em Arceburgo-MG.

Foto gentilmente cedida para esta matéria por Marco Marcos, feita em 30.11.2012, Carlos Chagas-MG, Bioma predominante Mata Atlântica
Observação do autor: Já tinha fotografado esse urubu albino à uma distancia de uns 10 KM de onde moro;apareceu novamente no pomar de minha casa;foi uma surpresa!

AVES DE ARCEBURGO-MG - NÚMERO 14

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Croácia.
No Brasil nas cidades de: Palmeira-PR, Santa Rosa-RS, Taquari-RS e Poá-SP.




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Johan Dalgas Frisch

100.000 visualizações do Blog

Neste momento que nosso Blog completa esta marca de 100.000 visualizações, minha gratidão a esta pessoa , que tanto faz pela nossas aves, e em especial aos nossos beija-flores.

Dedicatória

Johan Dalgas Frisch

Falar de Dalgas  seria necessário livros, documentários...deixo aqui minha singela homenagem, porque com ele aprendi quase tudo do que sei, e aplico em relação as aves. Conhecer, proteger, estudar. Costumo dizer que ele é meu padrinho, muito me incentivou, despertou através de seus emails, livros. As matérias feitas comigo aqui em Arceburgo-MG, em jornais,revistas, tvs, começaram com ele. Muito dos meus jardins tem o dedo dele, seus ensinamentos. Onde tiver uma ave alimentando, um beija-flor sugando o néctar de uma flor , lá ele estará.
Eu e o Dalgas, evento AvistarBrasil, Parque Villa-Lobos, São Paulo.


O Menino Sonhador

Era uma vez um menino que vivia de sonhar.
Ele tinha o gen do sonho na alma.
Seu bisavô, Enrico Mylius Dalgas, foi um sonhador:
plantou florestas na Dinamarca.
Seu pai, Svend, foi outro sonhador: desenhou a maioria das espécies de aves brasileiras.
E ele, aos cinco anos de idade, aprendeu  a sonhar: assobiava os cantos das aves que viviam no jardim da suas casa.
Seus sonhos sempre tinham floresta no meio.
Ele sonhava com zumbido do vento, com o tilintar das folhas secas que caiam, com o som das cachoeiras e com a beleza das aves.
Cresceu sonhando com a natureza.
De tanto sonhar, aprendeu que cada floresta tinha um som diferente, porque tinhas ruídos diferentes, porque tinha cantos diferentes e porque tinha uma vida diferente, Ai resolveu cair na realidade e conhecer todas florestas brasileiras. Uma a uma.
Visitou a Mata Atlântica, os campos do Sul, a Caatinga, o Cerrado, os Pampas, o Pantanal e a Floresta Amazônica. Quanto mais se embrenhava na floresta, mais sonhos ele tinha.
Sonhos que viraram paixão.
Ai sua alma mudou para os campos e ele apaixonou de vez pelos pássaros, os habitantes mais alegres e mais charmosos das florestas.
Era uma vez um menino que sonhou a vida inteira e mesmo com mais de 75 anos ainda não acordou.
Sonha que os homens façam pelas aves o que fazem por si próprios.
Sonha que as cidades respeitem mais "estas jóias da natureza", dando-lhes maior proteção, comer e beber. 
Sonha ainda, ainda, em viver eternamente apaixonado e que esta paixão escorra das páginas deste novo livro para dentro dos olhos, das mãos e da alma de cada dos habitantes desta bendita Terra que possui a maior biodiversidade do mundo.
Johan Dalgas Frisch deixa na sua história de menino-passarinho muitas mensagens.
A melhor delas: vida sem paixão é vida que se vai com a folha seca de uma árvore que cai. Vida com paixão é vida que se vive intensamente, prazerosamente e que deixa um rastro de luz para iluminar eternamente nossas pegadas.
Era uma vez um menino que vivia de sonhar e seus sonhos tinham sempre floresta, paixão e o cantar fantástico, doce e melodioso das aves brasileiras.
Silvestre Gorgulho é jornalista, ex-Secretário de Imprensa da Presidência, ex-Secretário de Comunicação do Distrito Federal, ex-Chefe do Departamento de Comunicação da Embrapa e fundador da Folha do Meio Ambiente.
Livro Aves Brasileiras Minha Paixão- Johan Dalgas Frisch

As datas

1930 - Nasce, em São Paulo, Johan Dalgas Frisch
1937 - Em um sitio pega uma juruviara morta por amigos e se condói do canto triste do companheiro da ave.
l946 - Ganha um exemplar do livro "Catálogo das Aves do Brasil" do ornitólogo Olivério Mário de Oliveira com dedicatória do autor.
l950 - Termina o colégio e, por falta de um curso superior de ornitologia, entra na Universidade Mackenzie para fazer engenharia industrial.
1955 - Dalgas se forma engenheiro industrial.
1956 - Consegue seu primeiro emprego na fabrica de Linhas Corrente.
1957 - Faz sua primeira viagem para conhecer aves do Pantanal.
1958 - Passa seis meses na Escócia fazendo estágio na sede da industria Linhas Corrente e aproveita para conhecer ornitólogos europeus.
1959 - Tem seu primeiro gravador a pilha e começa a gravar, amadoramente cantos de todas aves que encontra.
1959 - Conhece coletâneas de cantos de aves gravadas na Europa.
1959 - Volta ao Brasil e projeta o primeiro megafone de papelão para conseguir melhor gravação dos cantos das aves.
1960 - Projeta sua primeira parabólica que possibilita uma gravação de excelência. Faz sua segunda viagem ao Pantanal e realiza centenas de gravações de cantos de aves.
1961 - Conhece o comandante Omar Fontana, proprietário da Transbrasil, seu grande incentivador.
1962 - A imprensa anuncia a vinda ao Brasil do ornitólogo norte-americano C.H. Greenewaldt, que pretendia gravar os primeiros cantos de aves brasileiras.
1962 - Disposto a defender a primazia, Dalgas programa às pressa a primeira gravação do disco "Canto de Aves do Brasil", em LP de vinil 12 polegadas 33 rotações.
1962 - O Disco fica 18 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.
1962 - Em junho, o presidente João Goulart dá de presente ao presidente John Kennedy o disco de Dalgas.
1963 - Em novembro grava  no Acre o canto do Uirapuru verdadeiro.
1963 - Dalgas lança seu segundo LP "Vozes da Amazônia" que inclui o canto do uirapuru.
1963 - Deixa a Linhas Corrente e cria sua própria empresa.
1964 - Em co-autoria com seu pai Svend, Dalgas lança o livro "Aves Brasileiras".
1964 - Lança com Vicente Leporace, Rubens Moraes Sarmento e Hebe Camargo a campanha para plantio de árvores frutíferas, a fim de atrair pássaros para a cidade de São Paulo.
1964 - Nasce seu filho Christian Dalgas Frisch.
1964 - Conhece Assis Chateaubriand e inicia luta para criação do Parque de Tumucumaque.
1966 - Dalgas consegue apoio da Inglaterra e da Holanda e do governador de Nova Iorque, Nelson Rockefeller, para criação do Parque de Tumucumaque.
1966 - O ministro da Agricultura, Ney Braga, apóia a criação do Tumucumaque..
1967 - Dalgas, Chateaubriand, Rogério Marinho, Amador Aguiar, Walter Moreira Salles e Omar Fontana criam a APVS - Associação para preservação da Vida Selvagem.
1968 - Morre Assis Chateaubriand e assume a presidência do APSV o banqueiro Amador Aguiar.
1968 - O presidente Costa e Silva assina decreto criando o Parque Nacuional Tumucumaque.
1969 - Morre seu pai, Svend Frisch.
1974 - É patrono do curso de Engenharia Civil da Universidade Mackenzie.
1976 - Projeta e constrói a estação de tratamento dre esgoto do Aeroporto Internacional de Guarulhos, a mais moderna do Brasil.
1981 - Lança a segunda edição do livro "Aves Brasileiras! com prefácio do comandanete Omar Fontana.
1984 - Utiliza o método de microetiquetação com tinta fluorescente para monitorar a rota da migração das andorinhas-azuis.
1992 - Dalgas recebe o título de Cidadão Honorário do Texas, por ter salvo e repatriado o falcão-peregrino.
1994 - Lança com o filho Christian o seu segundo livro, "Jardim dos Beija-flores" com prefácio do comandante Omar Fontana e de Lázaro de Melo Brandão.
2001 -  Lança seu terceiro livro, " Os 12 cantos do Brasil".
2002 - O sonho de Dalgas se completa: Fernando Henrique Cardoso cria o Parque Nacional Montanhas de Tumucumaque, ao lado do Parque indígena de Tumucumauqe, maior área de preservação ambiental do mundo.
2002 - É assinado pelo presidente FHC o decreto que faz do sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) a Ave Nacional do Brasil.
2002 - lança seu quarto livro, "Cantos harmoniosos da América".
2005 - lança a terceira edição de "Aves Brasileiras" com prefácio de José Sarney e apresentação de Jens Olesen.
Aves Brasileiras - Mina Paixão - Johan Dalgas Frish

Material lançado por Dalgas , na minha casa, que guardo com carinho desde os tempos dos discos de vinil, livros, CD, relógio...

Esta semana no exterior o Blog foi visto no Canadá
No Brasil nas cidades de:  Tres Rios-RJ, Sobral-CE, Penha-SC, Nova Friburgo-RJ e Mombuca-SP 







quinta-feira, 16 de maio de 2013

Preguiça-de-garganta-marrom

Bradypus variegatus  Schinz, 1825

Outros nomes populares: Preguiça-comum, Preguiça-de-três-dedos.

Familia Bradypodidae

Gênero Bradypus Linnaeus, 1758
Possui colorido geral cinza claro com uma mascara facial bem caracteristica. A coloração pode variar para marrom clara com grandes manchas brancas na parte traseira, junto aos membros posteriores, e o pêlo é longo e grosso, exceto na face. O macho da espécie distingue-se da fêmea por uma mancha marrom-escura com estrias alaranjadas no centro das costas. As médias das medidas são 54 cm de comprimento de cabeça e corpo, 4,3 de comprimento de cauda e 4,03 kg de massa corporal.

O nome deste gênero deriva do grego brados, que significa "lentidão" e podus que significa "pé" . As preguiças de três dedos são ativas tanto de dia como a noite. Elas são altamente especializadas no consumo das folhas das árvores, e o estomago é compartimentado para a fermentação prévia até a digestão final no intestinos. Preguiças de três dedos são caracterizadas por uma baixa taxa metabólica e uma baixa temperatura corporal central, aparentemente uma adaptação para alimentação nas folhas que são abundantes, mas tem um baixo teor de nutrientes. Preguiças tem uma outra caracteristica peculiar do esqueleto. Enquanto quase todos mamíferos consistentemente tem sete vertebras no pescoço, preguiças de três dedos tem oito ou nove. Em parte como resultado, as preguiças são capazes de girar a cabeça num angulo de 180°, uma habilidade notável para este mamífero.

Espécie mais comum e de maior distribuição geográfica, desde Honduras até a bacia Amazônica ao Sudeste do Brasil, passando por matas do Brasil Central e mata atlântica do Sudeste até o Estado do Pernambuco. No Nordeste, principalmente do litoral norte da Bahia até o Pernambuco, não é uma especie muito comum. Atualmente esta extinta na Argentina e ausente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Muito do que é conhecido do comportamento desta espécie na natureza vem de um extenso estudo realizado no Panamá. Bradypus variegatus é uma espécie solitária, florestal, com hábitos noturnos, diurnos e arborícolas. sua alimentação consiste  principalmente de folhas, ramos tenros e brotos de árvores. Um individuo pode se alimentar de cerca de 40 árvores, mas passa a maior parte do tempo em apenas algumas.
Elas são muito vistas nas embaubas mas se alimentam também de outras árvores
Descem ao solo para defecar e urinar, de uma a duas vezes por semana, utilizando com frequência o mesmo local, onde ficam acumuladas suas fezes em formato de "bolinhas". São ativas cerca de 10 horas por dia e dão à luz um único filhote pesando 200-250 g. após um período de gestação de cerca de 6 meses. Gasta os 4 primeiros meses de vida agarrado a sua mãe, alimentando de tudo que ela come. 
Longevidade potencial param esta espécie foi estimada de 20  a 30 anos.
Após cerca de seis meses, a mãe abruptamente abandona-o e se muda para uma outra parte do território.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist


Foto que fiz em Ubatuba-SP, Mata Atlântica, estava fazendo observação de aves, esta linda Preguiça apareceu. Fiquei mais de uma hora observando-a.


Foto que fiz aproximada, onde ficam a mostram seus 3 dedos. Ubatuba-SP, Mata Atlântica.
Agradeço meu amigo, Luiz Pires, Zootecnista, Diretor ZOO/BAURU, na identificação da espécie


Foto da Embaúba, Gênero Cecropia, as preguiças alimentam de brotos e folhas desta árvore. Fiz em foto aqui em Arceburgo-MG, no Parque Ambiental, onde plantei vários exemplares dela.

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Armenia.
No Brasil na cidades de: Casa Branca-SP, Indaiatuba-SP, Monte Santo de Minas-MG e Mesquita-RJ.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Palmeira-que-anda

Socratea exorrhiza (Mart.) H. Wendl.

Nomes populares:  Palmeira-que-anda, paxiúba, paxiubinha, castiçal.

Local das fotos:
Sitio Roberto Burle Marx
Barra de Guaratiba
Rio de Janeiro-RJ.

Carateristicas gerais: Caule solitário, ereto, liso, de 10-20 m de altura e 10-18 cm de diâmetro, com palmito liso no topo e sustentado por cone de cerca de 25 raízes aéreas espinescentes e largamente espaçadas na base. Folhas pinadas, plumosas, em pequeno numero (cerca de 7 contemporâneas); bainha tubular de 1,0-1,5 m e pecíolo de 20-40 cm de comprimento; raque de 1,5-2,8 cm de comprimento; pinas em numero de 15-25 de cada lado da raque; assimétricas, cuneadas, as da porção mediana de 40-90 cm de comprimento, partidas até a base em vários segmentos de ponta pêndula. Inflorescencias interfoliares e eretas quando em botão, infrafoliares e pêndulas na floração, ramificadas com até 17 raquilas primárias de 30-40 cm de comprimento com 3-5 brácteas pedunculares de até 60 cm de comprimento. Flores unissexuais  de ambos os sexos na mesma inflorescencia, dispostas em tríades, pares ou solitárias. Frutos em epicarpo que se parte irregularmente na maturação.

Habitat: Acre, Amapá, Amazonas, Para e Maranhão, na floresta periodicamente inundada e também em terra firme, sempre próximo de rios e córregos. também na América Central e norte e América do Sul.

Utilidade: Os caules são rachados e sua parte externa, na forma de pranchas, é largamente utilizadas em construções como assoalhos e paredes. A planta é muito ornamental e possui potencial para cultivo no paisagismo.

Produção de mudas: Frutificação abundante no inverno. Um  kg de frutos contém cerca de 320 unidades, cujas sementes germinam em 4-6 meses.
Citação: Palmeiras Brasileiras e Exóticas cultivadas - Harri Lorenzi, Hermes M;de Souza, Luiz Sérgio C. de Cerqueira, Judas Tadeu de M.Costa e Evandro Ferreira


Fiz esta sequência de fotos no Sitio Roberto Burle Marx, Barra da Guaratiba, Rio de Janeiro-RJ. Vejam as raízes aéreas.


Copa da palmeira.


Frutos.


Fiz esta foto bem aproximada para mostrar as raízes aéreas. dai seu nome popular, Palmeira-que-anda. Algumas raízes secam outras nascem, e com o tempo ela muda de lugar.


Palmeiras do Brasil - Numero 2
Palmeiras do Rio de Janeiro - Numero 1

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Siproeta stelenes

Borboletas


"Malaquita"

Nome: Siproeta steles ( Linnaeus, 1758)
Familia: Nymphalidae
Sub-familia: Nymphalinae
Planta hospedeira: Ruelia sp.

Biologia: Um dos mais espetaculares espécimes de Nymphalidae, voa em seu esplendor em áreas abertas e ensolaradas nas matas, onde se alimenta de frutos fermentados e néctar e busca parceiros para o acasalamento. A postura é feita em brotações de plantas do gênero Ruelia e outras acantáceas. As lagartas são pretas com muitos espinhos. No decorrer do tempo, pode-se determinar a espécie pelos espinhos, que são pretos e com a base alaranjada em Siproeta stelenes, e pretos nas laterais e amarelos nas costas em Siproeta trayja. Essas espécies tem o hábito de se alimentar preferivelmente à noite, sendo difícil encontrá-las durante o dia na planta hospedeira.
Citação: Borboletas -m  Evoneo Berti Filho, João Angelo Cerignoni.

Agradeço ao meu amigo João Angelo Cerignoni, autor do livro Borboletas, pela identificação desta espécie.
Fiz esta sequência de fotos aqui em Arceburgo-MG, na Fazenda Cachoeira.
Fui fotografar beija-flores, no meio do caminho, a beira de um açude, fiz estas fotos.

A primeira vez que fotografei esta espécie

Foto da lagarta do Blog do meu amigo João Angelo Cerignoni, para saber mais sobre borboletas acesse: http://borboletasbr.blogspot.com.br/search?q=siproeta

BORBOLETAS DE ARCEBURGO-MG - NÚMERO 6

Esta semana no exterior o Blog foi visto na Republica Dominicana.
No Brasil nas cidades de: Taperoá-PA, Sertãozinho-SP, Vinhedo-SP e Vitória-ES.