quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Cachoeira do Jota

Situada no Parque Nacional da Serra da Canastra.
São Roque de Minas - Minas Gerais - Brasil -
Coordenadas geográficas
S 20º 08' 50.11", W 46º 40' 18.08"
Bioma predominante: Cerrado

Também conhecida por Cachoeira da Gurita


História: A Cachoeira da Gurita, também conhecida por Cachoeira dos Guritis ou Cachoeira do Jota (nome do proprietário da área onde está localizada a queda) é uma belíssima queda da cidade de São João Batista da Serra da Canastra-MG.

Descrição: Localizada próximo à portaria de São João Batista, a 49 km de São Roque de Minas, esta cachoeira exige pouco esforço para ser alcançada. Vale para quem tem crianças: a piscina natural é rasinha. Não é preciso guia.


Como chegar: Saindo do Parque Nacional da Serra da Canastra pela portaria de São João Batista, basta acessar a primeira saída à esquerda e você já avistará esta bela queda.
Citação:portal das Cachoeiras.

em área particular, ao lado do povoado de São João Batista, a 50km de São Roque de Minas, no lado oposto da Cach. do Lava-pés, tem fácil acesso. O poço de baixo é raso e permite que se aproxime da queda para tomar uma ducha. O poço de cima é mais fundo porém pequeno e é acessado por trilha pelo lado direito da cachoeira. Deve-se tomar cuidado com as pedras que ficam molhadas com o borrifo da cachoeira e estão sempre cobertas de limo. Foto do site http://comcomcanastra.wordpress.com/.
As fotos são de minha autoria, tiradas em 03.04.2014.
Vista de longe.
Para saber mais sobre Cachoeiras da Canastra, vá em pesquisar do lado direito, digite:
Cachoeira Casca D'anta parte alta.

CACHOEIRAS DE MINAS GERAIS - NUMERO 3

CACHOEIRAS DE SÃO ROQUE DE MINAS/MG - NUMERO 2

CACHOEIRAS DA SERRA DA CANASTRA - NUMERO 2

CACHOEIRAS DO BRASIL NUMERO 3
Esta semana o Blog foi visto em Jaiba-MG.





segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Chuva de pedra em Guaxupé-MG - 1975 -

História

Agora neste mês de novembro, há exatos 39 anos atrás, ocorreu na cidade vizinha de Guaxupé-MG, uma chuva de pedra, que marcou, pela sua magnitude.



Olhar Gxp

Em Guaxupé, quem não se lembra da ‘chuva de pedra’ não tinha nascido. Em tempos de tragédias e catástrofes ‘naturais’, que inaceitavelmente incorporaram-se no nosso cotidiano, vale a pena relembrar o maior fenômeno que a natureza produziu exclusivamente sobre nossa Terrinha durante seu primeiro século de existência.

Coisa igual pode ter acontecido em outros cantos, em outros dias, em outras horas, mas no dia 1º de novembro de 1975, seguramente, em todo o planeta, aquilo só aconteceu em Guaxupé. E o temporal de granizo ficou pra sempre apelidado mineiramente de ‘chuva de pedra’.

A tarde sobre Guaxupé de repente ficou preta. Dizem que quem vinha pela estrada de Guaranésia, parou, impressionado, esperando cair o mundo sobre a cidade. Releve-se que na estrada estava claro, o monstro estava só em cima da cidade mesmo. E caiu, como se fosse o fim, num estrondo de quilos e mais quilos de pedras.


Mas parou poucos minutos depois, suficientes para deixar a população muito assustada e boquiaberta pelo que via. E, como a quantidade de pedras de gelo em cada residência era sem precedentes, ‘como será que estaria a Avenida?’, pensaram todos juntos.

E não deu outra, baixou todo mundo na Conde Ribeiro do Valle, na Estação e na rua do Buracão, principalmente, e o que se encontrou foi isto que as fotos registram e que está hoje na internet pra mineirada não se passar mais por mentirosa. Quando se falam que as pedras quase cobriram um fusca, veja na foto.


Caminhões da Prefeitura ficaram pelo menos três dias tirando gelo da cidade. Pra se ter uma ideia da dimensão que o fenômeno na época tomou, veja só: o então aspirante a estudante de jornalismo, Luiz Antônio Prósperi, o Gordo, enviou fotos ao O Estado de São Paulo (por coincidência jornal em que hoje virou ‘chefão’ de esportes). A ‘chuva de pedra’ de Guaxupé foi nada mais nada menos que a foto principal da edição do dia seguinte do Estadão. Mas há tantas e tantas histórias que muita gente pode contar.


Dizer que não houve nada de prejuízo humano e material é exagero, pois em algumas casas muros caíram, água entrou e houve sim transtornos. Mas nada de tão grave. E teve também naturalmente o medo que todos sentiram achando que fosse o fim dos tempos.

Mas passado o susto e vendo o que acontece hoje principalmente em muitas cidades da nossa Minas Gerais, é de se erguer as mãos e agradecer por termos como registro na história que nossa maior “tragédia” com fenômenos naturais virou um fato pitoresco, que a gente até sente saudade.

NOTA DO BLOG: Se você é de Guaxupé-MG, e tem alguma outra informação ou foto, com outros dados, favor enviar-me. Para resgate da História.


Comentários
  1. Parabéns Gxp por essa matéria , olhando para essas fotos me recordei como se fosse hoje desse dia , nesse dia a cidade inteira sentiu muito medo ,nunca haviamos vivido nada igual ,lembro me bem que morava na rua dona mariana nesse época e quando passou a tempestade meus irmão mais velhos foram correndo em casa pra ver se minha mãe eu e meus dois irmãos menores estavamos bem ,tiveram medo que a casa tivesse caido tamanho foi o temporal . Depois do medo ,todos desceram pra avenida conde ribeiro do valle para apreciar tanto gelo . Em frente a padaria são judas foi onde as pessoas mais se ajuntaram para ver tão grande fenomeno da natureza .Nossa voltei no tempo ao ver essas fotos agora ,concordo com O Luiz Henrique que se deve fazer mais matérias como essas .com fotos antigas contando nossa história . Foi muito bom rever tudo isso .



  1. Sergio Pasqua09/01/2012 14:45
    A autoria das fotos é de Adhemar Vinícius Pasqua (Foto Pasqua) .
  1. Alberto José Gonçalves12/01/2012 11:57
    Neste ano mudei de Guaxupé para Araxá, onde moro até hoje. Voltei para passar o Dia de Finados dia 01/nov/1975, quando aconteceu este fenômeno, que foi inesquecível. Tirei inúmeras fotos, que guardo até hoje. Várias delas, utilizamos roupas de frio – apezar do forte calor – para simular que era neve! Ótima matéria, parabens.
CITAÇÃO:
Fotos, textos, comentários
Google
Olhar Guaxupé
Guaxupé História
Guaxupé 100 anos
www.gxp.com.br/2012/01/09/quem-nao-se-lembra-da-chuva-de-pedra

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Aquário de Ubatuba

Ubatuba-SP.

BELEZAS DE UBATUBA

PARTE 1

Polvo
As fotos são de minha autoria

Ubatuba é um lugar encantador, de fácil locomoção. Lindas praias, vegetação preservada, local de grande especies de aves, meus amiguinhos beija-flores, gastronomia interessante...
Dentro do grande numero de opções de lazer, entretenimento, que a cidade oferece tem o Projeto Tamar, entre tantos, por aqui destaco o Aquário de Ubatuba. Agradeço a gentileza da Priscila S.Vota, Assessora de Imprensa, pela recepção e atenção.

Peixe maior é o vermelho cioba, Polvo...

O Aquário de Ubatuba é um empreendimento privado, fundado em fevereiro de 1996 por um grupo de oceanólogos.

Peixe-palhaço

Desde sua inauguração, já recebeu milhares de pessoas, que puderam absorver conhecimentos e serem sensibilizadas acerca da importância da conservação do meio ambiente marinho e da riqueza de sua biodiversidade.

Tendo como principais objetivos a educação e a pesquisa voltadas à conservação do meio ambiente, o Aquário de Ubatuba foi o primeiro Aquário Privado aberto à visitação pública no país, tendo sido, também, pioneiro em diversas áreas tais como:

- Foi o primeiro no país a introduzir o conceito de tanque de toque, por meio do qual os visitantes, através do contato com os animais e de acompanhamento, sempre de um monitor, podem aprender com maior facilidade conceitos de biologia e conservação;

- Montou o primeiro aquário de Águas-Vivas do Brasil, que encanta turistas e ensina um pouco mais sobre estes animais que fascinam a todos;

- O Aquário de Ubatuba mantém Convênios com 110 instituições de ensino e pesquisa para realização de estágios e pesquisas conjuntas;

- O Aquário de Ubatuba serviu como referência e, posteriormente, através da empresa Terramare pôde replicar a ideia em outros pontos do país. Desta forma, Aquários já realizados ou em projeto, como os de Aparecida/SP, Oceanário de Aracajú/SE, Aquário da Bacia do Rio São Francisco em Belo Horizonte/MG, Aquário de Rio das Ostras/RJ, Aquário do Parque Escola Sabina em Santo Andre, Aquário do Pantanal em Campo Grande/MS e Oceanário Brasil em Rio Grande/RS contaram com o apoio da equipe técnica do Aquário de Ubatuba e da empresa Terramare.

Lagosta

O Oceanólogo Hugo Gallo Neto, fundador e Diretor-Executivo do Aquário de Ubatuba, diz que “a Educação Ambiental é prioridade no Aquário de Ubatuba, pois aqui aplicamos o  conceito de edutainment (do inglês a fusão das palavras education=educação +entertainment=entretenimento), permitindo que os visitantes, ao mesmo tempo em que se descontraem em um passeio, aprendam e passem a valorizar e respeitar nossa biodiversidade aquática e marinha”.

Desta forma, o idealizador do projeto acredita estar contribuindo através da educação ambiental e do trabalho prático, para o conhecimento, valorização e consequente conservação dos ambientes costeiros e de água doce do país.


Iguana-verde

Os Oceanos ocupam mais de 70% da superfície de nosso planeta e muito contribuem para a existência e para a propagação da vida, inclusive  em uma de suas formas mais elaboradas: a humana.

Propriedades da água marinha forneceram e ainda fornecem os meios pelos quais a vida consegue evoluir.


Tubarão-de-listras

Na preservação dos mares podem-se encontrar muitas das chaves para a sobrevivência do planeta. 

A vida veio do mar. 

Citação:
WWW.AQUARIODEUBATUBA.COM.BR






quinta-feira, 13 de novembro de 2014

100 Ipês brancos

Ipê-branco

Tabebuia roseo-alba


PRAÇAS E ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO-MG


Família Bignoniaceae

Projetos ao longo da pista

100 ipês brancos

Praças e áreas verdes de Arceburgo-MG

distancia 3 x 3 espaço

ÁREA VERDE DESTE PROJETO 1.800 M²


Você que vem de São Paulo, Campinas, Casa Branca com destino a Guaxupé-MG, Passos-MG, ao passar pela rodovia BR-491, logo após passar a Perdigão estará a sua esquerda, avistará  ipês. Se não for de época de florada verás um cortina verde, se for época de florescimento desfrutará de um painel branco


Os Ipês foram doação da Cristina, dona da Fazenda Brejão aqui de Arceburgo-MG, portanto, mais um projeto nosso ao longo da pista, com custo zero para a Prefeitura. O outro foi Jardim Desértico, os cactos foram doações também.


Quando idealizei este projeto pensei no embelezamento da rodovia, na auto estima daqueles que trafegavam pela pista.


As abelhas sempre são lembradas em nossos projetos. Polinização, mel pólen


E os amiguinhos beija-flores, sempre presentes, quase todos projetos.
Sequência de fotos de minha autoria, feitos no local do projeto.

PRAÇAS/ÁREAS VERDES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 9

PROJETOS AS MARGENS DA RODOVIA - NUMERO 1



TOTAL DAS ÁREAS VERDES
ANTERIOR......... 38.489 m²
ESTE PROJETO   1.800 m²
TOTAL..............   40.289 m²

Esta semana o Blog foi visto nas cidades de: Caçador-SC, Mafra-SC.




sábado, 8 de novembro de 2014

Tiê-sangue

Ramphocelus bresilius (Linnaeus, 1766)

MACHO - ADULTO
Foto de minha autoria, feita em 30.10.2014, no Parque Estadual da Serra do Mar, feita em Ubatuba-SP, Bioma Mata Atlântica. A foto esta no WIKIAVES.

Ave símbolo da Mata Atlântica é uma das mais espetaculares do mundo, o tiê-sangue (Ramphocelus bresilius), também conhecido como sangue-de-boi, tiê-fogo, chau-baêta e tapiranga, é uma ave sul-americana passeriforme da família Thraupidae, reconhecida pela beleza de sua plumagem vermelha.
Seu nome significa: do (grego) rhamphos = bico; e koilos, këlis, kelas = côncavo, marcado; e do (latim) bresilius = referente ao Brasil, brasileiro. ⇒ (Ave) brasileira com bico côncavo..

Características

A plumagem do macho é de um vermelho-vivo, que deu origem ao nome. Parte das asas e da cauda são pretas. A espécie apresenta dimorfismo sexual, sendo a plumagem da fêmea menos vistosa, de cor parda nas partes superiores e marrom-avermelhada nas inferiores.
O macho imaturo é semelhante à fêmea na plumagem, mas o bico é totalmente negro e não pardo. Uma característica importante do gênero Ramphocelus, e que ocorre exclusivamente no sexo masculino, é a calosidade branca reluzente na base da mandíbula.
FEMEA - ADULTO
Foto de minha autoria, feita no Parque Estadual da Serra do Mar,Caraguatatuba-SP, em 01.11.2014. Bioma Mata Atlântica. A foto esta no WIKIAVES,
Essa espécie não é considerada entre as que possuem canto mais bonito. A vocalização de chamada (ou advertência) é muito dura. O canto é um gorjear melodioso e trissilábico, que costuma ser repetido sem pressa. Às vezes, alguns indivíduos vocalizam juntos.
Pesa cerca de 31 gramas e mede 19 centímetros de comprimento.

Subespécies

Possui duas subespécies:
Ramphocelus bresilius bresilius - Dorso vermelho brilhante, sem estrias negras. Na Mata Atlântica, da Paraíba ao sul da Bahia.
Ramphocelus bresilius dorsalis - Dorso de um vermelho mais escuro e estriado. Na Mata Atlântica, do Rio de Janeiro a Santa Catarina.

Alimentação

O tiê-sangue é frugívoro, tendo predileção pelos frutos da Embaúba. Como as árvores do gênero Cecropia são bastante comuns em áreas em recuperação, bem como em locais próximos a cursos ou reservas de água, o tiê-sangue, apesar de não raro ser vítima de contrabando, não se encontra imediatamente ameaçado de extinção.
Alimenta-se também de insetos e vermes. Um fator que beneficiou a manutenção da população do tiê-sangue e de outros thraupídeos no litoral do Sudeste foi a extensiva cultura da banana, que fornece uma rica fonte de alimentação, durante todo o ano, a um grande número de espécies.
Aprecia os frutos da fruta-de-sabiá ou marianeira (Acnistus arborescens)

Reprodução

Autor:Sávio Bruno
Reproduz na primavera e no verão. Chega à maturidade sexual aos 12 meses, mas a soberba plumagem rubro-negra do macho só é adquirida no segundo ano de vida. Constrói o ninho em forma de cesto, que muitas vezes é forrado com materiais do tipo: fibra de palmeira, fibra de sisal, fibra de coco e raiz de capim. A fêmea põe 2 ou 3 ovos verde-azulados lustrosos, com pintas pretas, pesando em média 3 gramas. Apenas a fêmea incuba, no entanto após o nascimento dos filhotes, vários indivíduos alimentam a prole, inclusive machos. Seus ninhos costumam ser parasitados pela espécie vira-bosta (Molothrus bonariensis). As posturas ocorrem de duas a três vezes por temporada, com período de incubação de 13 dias, e os filhotes tornam-se independentes aproximadamente 35 dias após o nascimento.
Durante o acasalamento os machos costumam levantar a cabeça verticalmente, exibindo ao máximo a base reluzente da mandíbula, para assim atrair a fêmea.

Hábitos

Seu comportamento é semelhante ao da pipira-vermelha (Ramphocelus carbo), porém vive mais aos pares do que em pequenos grupos. Costuma frequentar comedouros.
Varia de incomum a localmente comum em capoeiras baixas, bordas de florestas, restingas e plantações, às vezes também em parques e praças de cidades.





FEMEA - ADULTO
Autor:Sávio Bruno

Distribuição Geográfica

Encontrado exclusivamente no Brasil, da Paraíba a Santa Catarina. Varia de incomum a localmente comum em capoeiras baixas, bordas de florestas, restingas e plantações, às vezes também em parques e praças de cidades. Pela ampla área de distribuição e quantidade de indivíduos registrados, essa espécie é considerada como Pouco Preocupante (LC) de extinção na natureza.
Citação:WIKIAVES,

Referências

  • LIMA, Pedro. Aves do Litoral Norte da Bahia. 2006
  • SICK, H. 1997. Ornitologia brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 912 p.
  • FRISCH, Johan Dalgas. Aves brasileiras e plantas que as atraem 3ª ed.. Dalgas ecoltec, São Paulo, 2005, p.350.
MACHO - ADULTO
Foto de minha autoria, feita em 30.10.2014, no Parque Estadual da Serra do Mar, feita em Ubatuba-SP, Bioma Mata Atlântica. A foto esta no WIKIAVES.

Neste momento em que o Blog atinge a marca de ter sido visto em 100 países, brindo com vocês, esta postagem, da AVE SIMBOLO DA MATA ATLÂNTICA, e porque não, uma das mais belas aves do Brasil, quiça do mundo.


AVES  - NUMERO 18