quarta-feira, 27 de junho de 2018

Lasaia agesilas

Lasaia agesilas (Latreille 1809) Riodinidae Riodininae.


Borboletas da Amazônia e Andes
Safira Brilhante
Lasaia agesilas  LATREILLE, 1809
Família - RIODINIDAE
subfamília - RIODININAE
Tribo - RIODININI
Introdução
O gênero Lasaia contém 14 espécies, todas encontradas exclusivamente nos neotrópicos. São pequenas borboletas, com uma média de 30 mm de envergadura. Os machos possuem escamas das asas extremamente refletivas, brilhando em turquesa metálica, azul ou cinza acinzentado de acordo com as espécies. As fêmeas raramente são vistas. Eles são geralmente uma cor marrom terra maçante. Ambos os sexos têm um padrão similar de manchas pretas.
Nenhuma fotografia pode fazer justiça ao intenso e deslumbrante azul das agesilas , que é tão hipnotizante e brilhante como o de qualquer borboleta Morpho . As marcas pretas variam em tamanho, e em alguns exemplos são muito reduzidas para que o inseto se aproxime kennethi na aparência. As partes inferiores, no entanto, são completamente diferentes - ageilas é marmoreada em cinza e branco, e marcada com manchas pretas semelhantes às da parte superior. A parte inferior do kennethi no entanto, é cinza-prateado, com veias negras e uma extensa área de marrom escuro que obscurece as marcas na metade basal dos forewings.
Lasaia agesilas ocorre do México ao Paraguai.

Habitats
Esta espécie é encontrada em habitats de floresta tropical e floresta tropical em altitudes entre 200 a 1500 m.
Ciclo da vida
Os ovos são achatados e se assemelham a um par de tortas empilhadas. Não tenho outras informações sobre o ciclo de vida. A planta de alimento da Lasaia sula relacionada é Albizia (Fabaceae), então é provável que outras espécies de Lasaia se alimentem de plantas relacionadas.
Comportamento adulto
As fêmeas raramente são vistas, mas os machos são comumente encontrados em um e dois ao absorver a umidade rica em minerais de bancos de areia, chafurdados ou trilhas florestais iluminadas pelo sol. Eles só são ativos em clima quente e ensolarado. O voo de todas as espécies de Lasaia é errático, muito rápido e próximo do solo, com uma tendência a flutuar constantemente de um ponto para outro.
As borboletas são fortemente atraídas pelo suor humano. Descobri que, ao tentar fotografá-los, insistem repetidamente em pousar na minha testa. Esfolá-los não tem absolutamente nenhum efeito - eles apenas voam para trás. Em uma ocasião, diverti meus colegas ao fazer com que três dessas borboletas cintilantes absorvessem simultaneamente o suor da minha testa.
www.learnaboutbutterflies.com/Amazon%20-%20Lasaia%20agesi...
Traduzir esta página
Butterflies of the Amazon and Andes. Glittering Sapphire. Lasaia agesilas LATREILLE1809. Family -RIODINIDAE. subfamily - RIODININAE. Tribe - RIODININI.



Identificação da espécie feita pelo autor do livro Borboletas João Angelo Cerignoni

P.S. Todas fotos de borboletas que aparecem no Blog são de minha autoria. Estas fotos, a maioria foram colhidas em projetos urbanos voltados para conhecimento e preservação das Borboletas. Outros animais também se beneficiam destes projetos.


BORBOLETAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 17

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cachoeira da Serra

Cajuru/SP.


..Cajuru/SP, esta a 72 km de Arceburgo/MG, e a a 78 km de Ribeirão Preto/SP.


Rio Cubatão que faz brotar esta linda cachoeira,


Vista lateral.


Mata ciliar preservada, muito verde.

CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 16

CACHOEIRA DO ESTADO DE S.PAULO - NUMERO 3

CACHOEIRAS DE CAJURU/SP - NUMERO 2


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Jequitibás do Brasil - Numero 3

Arceburgo/MG.

Fazenda da Grama


Jequitibá-rosa

Cariniana legalis (Mart.) Kuntze


A beleza das folhas novas.


A exuberância do tronco com DAP de 6,65 m.


De longe se avista toda, majestosa.


JEQUITIBÁS DO BRASIL - NUMERO 3
JEQUITIBÁS DE MINAS GERAIS - NUMERO 3
JEQUITIBÁS DE ARCEBURGO - NUMERO 1

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo/MG - Ponto numero 11

Ponto Numero 11


Sitio José Luiz de Moraes

Jataí

Tetragonisca angustula



Enxame alojado, no tronco de uma árvore viva, na beira da estrada.


No ponto numero 1 
Borá
Tetragona clavipes


No ponto numero 2 
Mandaguari
Scaptotrigona postica

No ponto numero 3 
Abelha boca de sapo

Partamona helleri



No ponto numero 4 
Tubuna
Scaptotrigona bipunctata

No ponto numero 5

Borá
Tetragona clavipes

No Ponto numero 6
Tubuna;
Scaptotrigona bipunctata

No Ponto numero 7
Jataí

Tetragonisca angustula

No Ponto numero 8

Tuiuva, tujuba


 Melipona mondury, Smith,. 1863


No Ponto numero 9
Caga-fogo, Tataira
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) 

No Ponto numero 10
Guaxupé
Trigona hyalinata 

No Ponto numjero 11
Jataí

Tetragonisca angustula


Portanto agora já são 8 espécies identificadas na natureza, porém são 12 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.

Resumo das espécies:
Borá.......................2.
Mandaguari............2.
Tubuna.................. 2.
Boca-de-sapo........1.
Jatai.......................2.

Tuiuva, tujuba........1.


Caga-fogo............  1.
Guaxupé.............   1.

Total...................... 12

Ação em prol das Abelhas.

Voluntariado.

Educação Ambiental

Conhecer para protegerger.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Beija-flor-de-peito-azul

Amazilia Lactea, Lesson 1832.


Foto de minha autoria, feita aqui em Arceburgo-MG, visitando as flores da Russélia.

Outro nome popular: Beija-flor-de-peito-azul

Duas subespécies no Brasil.

Lado dorsal, coberteiras das asas e lado ventral verde-bronze-escuros; garganta azul-escura-brilhante; pequena mancha pós-ocular branca; faixa longitudinal no meio da barriga e crisso brancos com estria central escura; asa púrpura-enegrecida; cauda azul-enegrecida, no lado dorsal freqüentemente com vislumbre púrpura; os jovens e as femeas tem as retrizes externas com ponta cinza; mandibula preta, maxila cor de carne-avermelhada com ponta escura; pés marrom-enegrecidos.

peso 5g. Medidas: ct. 96mm, a. 57mm, c. 30mm, b. 18mm


Foto de minha autoria, feita aqui em Arceburgo-MG, visitando as flores da Russélia.

Distribuição geográfica: SE-Brasil, da Bahia até Paraná.

O ninho tem forma de tigela e é construído sobre um galho horizontal, sendo feito de painas, sementes com filamentos macios e teias de aranha, é firmemente fixado no galho e os liquens na parece externa.
Medidas do ninho: altura 49mm, profundidade 19mm, diâmetro externo 41mm, diâmetro interno 23mm.


Foto de minha autoria, feita aqui em Arceburgo-MG, na Praça do Sacaia. No detalhe ninho e filhote,esta foto foi feita em 19.04.2012.

Ovo: 0,46 g.  14 x 9mm.

O período de incubação é de 14 dias, e a permanência no ninho é de 23 dias.

Época de reprodução: novembro a janeiro.
Citação: Os Beija-flores do Brasil - Rolf Grantsau


Foto também de minha autoria, feita na Praça do Sacaia, olhem a beleza do ninho, os liquens.

FAMÍLIA TROCHILIDAE
SUBFAMÍLIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Etimologia:
Amazilia - homenagem a Amazili, heroína inca do romance francês Les Incas, ou la destruction de l' Empire du Pérou
lactea - do latim lacteus = branco como o leite, opaco (lac, lactis = leite).
Citação: Aves Brasileiras e Plantas que as atraem - Johan, Christian Dalgas Frisch.


Filhote começando a voar, a fêmea em volta ficava piando, protegendo. Fiz esta foto na Fazenda da Grama, ambiente de mata, em 09.09.2014. Nota de o escritor Rolf, fala da época da reprodução de novembro a janeiro. Aqui em Arceburgo-MG, minhas fotos de ninhos/filhotes datam os meses de Setembro e Abril, isto porque varia de região para região, e a constante mudança do tempo/clima.


BEIJA-FLORES DO BRASIL - NUMERO 27

BEIJA-FLORES DE ARCEBURGO-MG - NUMERO 6

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Mamangava Bombus sp.


As abelhas do carpinteiro começam seu nome comum de seu hábito de furar na madeira para fazer galerias para elevar de novo.
As mamangavas podem ser encontradas até nas regiões mais frias do mundo. Dentre as 200 espécies conhecidas, 6 foram descritas no Brasil. São abelhas grandes e importantes agentes polinizadores. Por exemplo, são as únicas capazes de polinizar o maracujá. No hemisfério norte polinizam principalmente o trevo e a alfafa. Convém lembrar que as abelhas em geral não suportam o frio.


As abelhas Apis são as que mais conseguiram se expandir pelo globo terrestre, mas mesmo nas regiões mais frias onde sobrevivem podem ficar inativas até por seis meses durante o ano, devido ao frio. Daí a importância das mamangavas, que hibernam por menor período.
As rainhas, representantes da casta reprodutiva, fundam seus ninhos sozinhas. Geralmente aproveitam-se de ninhos abandonados de roedores, fendas de muros ou pedras, ou amontoados de palha junto ao chão. O principal material usado para o ninho é a cera, fabricada pela rainha nas glândulas localizadas no abdômen. As rainhas de outras espécies sociais geralmente não são capazes de produzir cera. Um pote para armazenar mel e uma célula de cria iniciam o novo ninho.
A rainha põe ovos nas células de cria, alimenta as larvas que nascem, coleta o pólen, o néctar e mantém o ninho. Logo ao nascer, as primeiras operárias passam a auxiliar a mãe nos trabalhos, seguindo uma tabela de tarefas de acordo com a idade, como nas outras espécies de abelhas sociais. As operárias e a rainha possuem um ferrão muito potente usado na defesa, que pode ser usado várias vezes seguidas sem prejuízo para as abelhas.
A partir de um certo momento a rainha começa a por ovos não fecundados, que darão origem a machos, enquanto que algumas larvas de fêmeas terão sua alimentação reforçada e se tornarão adultas férteis. Então estas novas rainhas serão fecundadas por machos - somente uma vez na vida - e fundarão novos ninhos. Às vezes pode acontecer de rainhas fecundadas retornarem para o ninho de origem e ali conviverem com a mãe. Neste caso estas famílias tornam-se políginas, isto é, possuem mais de uma rainha.


Já as mamangavas são abelhas robustas, com muitos pelos no corpo e com um ferrão poderoso que permite à abelha ferroar várias vezes o inimigo. Seus ninhos, subterrâneos, são iniciados por uma única fêmea, a rainha, que executa todas as tarefas até emergirem as primeiras operárias. Estas abelhas não produzem mel comercialmente, mas têm um papel importante na polinização de certas plantas, como o tomate, pimentão, entre outras.
Furo do assentamento de uma abelha do carpinteiro (Xylocopa spp, Apidae) em um frame da janela. O diâmetro é aproximadamente 10 milímetros (7/16 de polegada). Agradecimentos a Chris Earley, universidade de Guelph, que fêz exame deste retrato e emita a mim. A foto e copyrighted por Chris Earley. Julho 23, 2003.
OUTROS NOMES
Mamangaba, besouro-mangangá, marimbondo-manganga, ou ainda vespa-de-rodeio no Brasil e abelhão, Mata Cavalo, abugão ou zangão (o que também pode designar os machos de qualquer espécie de abelha) em Portugal. Mamangaba parece ser o mais comum no Brasil. É uma designação comum dada às abelhas do género Bombus , de ampla distribuição no Brasil e em Portugal.
Possuem abdome largo e piloso, geralmente de cor negra e amarela. Medem à volta de 3 cm de comprimento.

Estas abelhas podem ser solitárias ou, em certas épocas do ano, sociais. Quando sociais, vivem em colmeias de dez a duzentos indivíduos.

São grandes, peludas e emitem um zumbido alto ao voar. São muito importantes na polinização de muitas plantas. Uma mamangaba raramente ferroa, a não ser que seja provocada; caso isso aconteça, a sua ferroada é muito dolorosa. Ao contrário das abelhas do gênero Apis, uma mamangaba pode ferroar várias vezes.

Geralmente as mamangabas fazem ninhos forrados com pedaços de palha em buracos em troncos de árvore ou no solo, preferentemente em barrancos, podendo também fazer ninhos debaixo do piso de casas ou nos jardins. Isso pode ser um problema pois, pela sua importância na polinização de várias plantas, é proibida sua perseguição, destruição, caça ou apanha.
A mamangaba produz mel mas em pouca quantidade e armazena-o dentro de bolsas de cera e não em favos.
Citação: http://www.controlarambiental.com.br/Mamangava.html

www.controlarambiental.com.br/Mamangava.html

As mamangavas podem ser encontradas até nas regiões mais frias do mundo. Dentre ... Daí a importância das mamangavas, que hibernam por menor período.



Fotos colhidas no espaço da Secretaria de Meio Ambiente por Ademir Carosia.

Identificação Kel Silva.
administrador na empresa Insetologia

INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 6

terça-feira, 5 de junho de 2018

Cachorro-do-mato

Nome científico: Cerdocyon thous. (Linnaeus, 1758)
Nomes populares: cachorro-do-mato, graxaim-do-mato, raposa, raposa-do-mato, raposão, lobinho, lobete, guaraxo, guancito, fusquinho, rabo-fofo.


É a única espécie do gênero Cerdocyon. Trata-se do canídeo neotropical com a distribuição mais ampla. Ocorre desde a Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname até o Uruguai. Distribui-se em todo Brasil com exceção da maior parte da Planície Amazônica (Miranda, et al., 2009). Apesar da maior parte da literatura sobre espécie não considerar sua ocorrência na bacia amazônica, recentemente C. thous foi registrado para o norte do Mato Grosso, região sul da Floresta Amazônica, em área de floresta impactada por desmatamentos. (MICHALSKI & PERES, 2005 in Reis et al., 2006). Ocorre em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará, na interface cerrado-floresta amazônica, (Sigrist, observação pessoal).
Três subespécies são reconhecidas no Brasil:
C. t. thous, Linnaeus, 1766 - Norte do Brasil, as Guianas e Venezuela.
C. t. azarae Wied-Neuwied, 1824 -Nordeste, Sudeste, e Centro Oeste do Brasil.
C. t. entrenanus Burmeister, 1861 - Argentina, Bolívia, Sul do Brasil, Paraguai e Uruguai.
Cabeça-corpo 57-77,5 cm e cauda 22-41 cm; peso 4,5-8,5 kg. Possui cauda moderadamente espessa, muitas vezes com ponta preta e escura na base. Sem dimorfismo sexual, a pelagem geralmente cinza escura ao preto ao longo do dorso, pernas cinza ou preto, às vezes com manchas amarelas, pescoço creme. Pelagem eriçada e nomeadamente grosseira. A fórmula dentária é I 13/3, C 1/1, P 4/4, M 3/3.
Ocupa a maior parte dos biomas e biótopos, incluindo pântanos, savanas, cerrado, caatinga, transições cerrado-chaco-caatinga, cerradão, floresta seca e semi-decídua, matas de galeria, Mata Atlântica, floresta de araucária, áreas isoladas de cerrado dentro da planície amazônica e floresta montanhosa até 3000 m. Adapta-se facilmente ao desmatamento, com o desenvolvimento da agricultura e horticultura (por exemplo, cana, eucalipto, melão, abacaxi), e habitats em regeneração. Nas regiões áridas do Chaco da Bolívia, Paraguai e Argentina confinado à borda da floresta. Nas savanas sazonalmente inundadas de Marajó, no Brasil, prefere a savana arborizada e o matagal em regeneração. No Llanos centrais da Venezuela, prefere os miritizais, e habitats fechados (arbustos, mata, floresta estacional decidual), deslocando-se parra terras mais altas em resposta à inundação sazonal. Em Minas Gerais, Brasil, foram observadas na maioria das vezes na interface de pastagem de gado e floresta de galeria "veredas" e, menos frequentemente em eucalipto e plantações agrícolas.


Dieta inclui frutos de diversas espécies, notadamente de palmeiras como o dendê, vertebrados, insetos anfíbios, crustáceos, aves e carniça. Aparentemente tem uma limitação quanto ao tamanho da presa, não conseguindo abater presas de massa corporal superior a sua (Miranda, et al., 2009). um predador oportunista; a dieta varia de acordo com a disponibilidade, a temporada, e provavelmente nas áreas de perturbação humana, uma grande proporção da dieta pode incluir alimentos como frutas cultivadas, aves domésticas, e até lixo. Nas fezes coletadas das planícies arborizadas e savanas de Marajó (Brasil), as frutas cultivadas e silvestres foram mais frequentemente encontradas na dieta. Comem caranguejos e outros crustáceos em manguezais. Caçam individualmente, mas mais comumente em pares, ou com a prole juvenil, mas a caça cooperativa aparentemente é rara. Embora os animais não estejam permanentemente na proximidades, observações de indivíduos forrageando próximos, mas de maneira independente, são comuns (Miranda, et al., 2009). Toleram a presença de outros indivíduos quando certos alimentos estão facilmente disponíveis, tais como ovos de tartaruga, frutas, insetos (cupins, por exemplo), e em carcaças grandes. O jovem começa a caçar com os pais com cerca de seis semanas de idade. Podem consumir pequenas pedras de cascalho, presumivelmente como uma fonte de minerais. Provavelmente atuam como dispersores de sementes de uma variedade de espécie de plantas selvagens e cultivadas, como indicado pela presença de germinação das sementes em suas fezes. Exemplo incluem Acacia aroma e Celtis tala (Chaco, Argentina), Butia sp., Ficus spp. (sudeste do Brasil), Psidium guineesne, Humiria batsamifera e Anacardium occidentale (Amazônia Brasil). Padrões de atividade principalmente noturnos e crepusculares.
Citação: Mamíferos do Brasil - Tomas Sigrist.


Fotos de minha autoria, feitas a margem da rodovia. 

Identificação feita por Luiz Pires - Diretor do Zoo de Bauru/SP.

BICHOS DE ARCEBURGO - NÚMERO 29