sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Lajedo de Pai Mateus

Cabaceiras/ Paraíba.



Fotos/colaboração da amiga Carmelita Rocha.










Curiosidades:

Blog do Ademir Carosia: Poços Jorrantes de Cristino Castro-PI

ademircarosia.blogspot.com/2015/02/pocos-jorrantes-de-cristino-castro-pi.html

23 de fev de 2015 - A maior riqueza dessa região não aparece na superfície. Ela está escondida debaixo da terra. O Vale do Gurguéia guarda a maior reserva de ...


Blog do Ademir Carosia: Árvores petrificadas

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23 de out de 2012 - Um mapeamento feito há alguns anos pelo Departamento Nacional de Produção Mineral identificou 17 afloramentos de árvores petrificadas, ...


Blog do Ademir Carosia: Pegadas de Dinossauros nas calçadas de ...

ademircarosia.blogspot.com/2011/09/pegadas-de-dinossauros-nas-calcadas-de.html

27 de set de 2011 - Já tinha visto uma reportagem sobre as pegadas de Dinossauros nas ... saber mais sobre a presença dos Dinossauros na região, leia no Blog.

Fotos/colaboração da amiga Carmelita Rocha.

Belezas Naturais do Brasil.

Belezas naturais do Nordeste.




quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Coelogyne graminifolia

Orquídeas



Ficha da planta – Coelogyne graminifolia

Conhecida como: Coelogyne viscosa Rchb. f. 1856 SECTION Flaccidae Lindl;
Sinônimos: Coelogyne graminifolia Rchb. f. 1874; Pleione graminifolia (C.S.P.Parish & Rchb.f.) Kuntze 1891; Pleione viscosa (Rchb.f.) Kuntze 1891;
Origem: Índia, Birmânia, China, Laos, Vietnã, Tailândia e Malásia – entre 700 e 1000 metros de altitude;
Planta: Epífita e rupícola, 15 centímetros;
Flor: 4~5 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das flores: 20~30 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;
Citação:
https://www.orquideas.eco.br › Minhas orquídeas



Para saber mais sobre Otavio Dal Rio Junior
ademircarosia.blogspot.com/2018/04/orquidario-de-otavio-dal-rio-junior.html


Esta orquídea esta no meu jardim do quintal. Ganhei do amigo Otávio Dal Rio Junior, que também doou algumas para o Jardim da Matriz de Arceburgo/MG. Coloquei-as, nas árvores em frente o Club da Praça de Arceburgo/MG.


PLANTAS DA MINHA CASA - NUMERO 6

PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 16












sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Íris-da-Praia

: Neomarica candida.
.

Herbácea rizomatosa, entouceirada, ereta, nativa das restingas do Brasil, com 40-60 cm de altura. Folhas laminares, brilhantes e dispostas em leque irregular. Esta espécie foi apresentada erroneamente na primeira edição e na maioria dos livros de floricultura como Neomarica gracilis.


Inflorescências eretas, simples ou pouco ramificadas, de flores brancas, com manchas amarelas e azul-arroxeadas na ponta das pétalas, formadas na primavera-verão. As flores se abrem de manhã e duram aproximadamente um dia.


É cultivada formando conjuntos isolados, em canteiros a meia-sombra, com terra fertilizada, bem estercada e irrigada periodicamente. Também em bordaduras ao longo de muros e grades ou em jardineiras. Não tolera geadas.

Multiplica-se por divisão da planta.


CITAÇÃO: PLANTAS ORNAMENTAIS NO BRASIL - ARBUSTIVAS, HERBÁCEAS E TREPADEIRAS. - HARRI LORENZI - HERMES MOREIRA DE SOUZA.

PLANTAS ORNAMENTAIS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 15

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Minhas ações em prol da Natureza - Numero 2

Educação ambiental.


Resíduos da cozinha para Compostagem.


Resíduos  Sólidos.

Sempre que vou falar para alunos da rede escolar, eles querem saber sobre minhas ações, o que  faço como cidadão, além das atribuições do cargo da secretaria de meio ambiente.
Procuro meditar diante de cada ação minha, o que ela causa no meio em que vivo, ou onde estou.
A partir destas postagens mostrarei algumas atitudes pessoais. Parte delas eu mesmo criei, outras aprendi no dia-a-dia com as pessoas.



Folhas secas que juntamos em montes para fazer compostagem.


Material do meu balde, que serão misturados com as folhas secas, para maturar e virar o composto orgânico

Na minha residencia tenho um balde plásticos de 20 litros. Neste recipiente deposito diariamente, os seguintes materiais, de sobra da cozinha:
Casca de legumes, frutas, ovos, borra de café...
Quando a vasilha fica cheia, levo para Secretaria de Meio ambiente, onde juntamos as folhas das árvores e misturamos tudo, depois de um certo tempo de maturação usamos o composto orgânico nas nossas plantas pela cidade,
Com esta atitude diminuímos todos estes materiais que ia aumentar o aterro da cidade.



Produto final, orgânico, natural.
.


O funcionário Toninho, que preparou tudo desde o inicio até o produto final. Aqui que ele faz uso da compostagem no canteiro das mínis-ixora.

Segundo 
Mariana Moreira Costa Pereira

Estagiária na Gerência de Resíduos Sólidos Urbanos GERUB/FEAM
Graduanda em Engenharia Química - UniBH
Cidade Administrativa Pres. Tancredo Neves - Minas 1º andar,  o volume do lixo orgânico de Minas Gerais, gira em torno de 45 a 50% do lixo total.
Portanto se eliminarmos ou diminuirmos estes materiais, grande será o ganho para a natureza. Além de tudo teremos um produto, natural, nobre, para usarmos nas nossas plantas, nos nosso canteiros de verduras . Tudo a custo zero.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Gaturamo-Verdadeiro

 Euphonia violacea.



Macho alimentando filhotes no ninho, feito em um vaso no parque ambiental.


Razoavelmente comum, de ocorrência ampla em dossel de mata, capoeira, borda e arvoredos plantados, sendo mais numerosos do L da Bahia ao L de São Paulo. Ao menos até 1100 m de altitude. ♂ azul-escuro por cima, com pequena mancha amarela na testa, amarelo por baixo, com tonalidade alaranjada (muitas vezes intensa) na garganta e no peito. ♀ oliva por cima, amarelo-olivácea por baixo. O ♂ imaturo lembra a ♀, mas logo adquire testa amarela e face enegrecida. Compare o ♂ com o do cais-cais, também de garganta amarela; nos demais gaturamos, ♂ de garganta escura. A ♀ é mais amarela por baixo que as dos demais gaturamos mas em geral é identificada pela presença do ♂. Em casal ou grupinhos, percorre a vegetação a qualquer altura, às vezes com bandos mistos. Canto, uma sequência de frases curtas, umas musicais, outras ásperas, mescladas a trinados e imitações de outras aves. Chamado, uma repetição rápida de uma única nota cortante, como "ji-ji-ji-ji".


CITAÇÃO: AVES DO BRASIL - MATA ATLÂNTICA DO SUDESTE - ROBERT S. RIDGELY - JOHN A. GWYNNE - GUY TUDOR - MARTHA ARGEL.



Muda de pena.

AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 27

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Cachoeira do Baú

Santo Antônio da Alegria/SP.


GPS do local:

S 21º 07' 5.19", W 47º 07' 27.95"



Considerada por muitos, a mais bela cachoeira de nosso município, a Cachoeira do Baú é um local de lindas paisagens que reúne ruínas daquele que 'dizem' ter sido um antigo moinho com a formidável natureza que a cerca e suas três quedas d´água. 

O ambiente costuma reunir alegrienses e turistas em dias de muito sol. A primeira queda é o ponto preferido dos visitantes, devido ao seu fácil acesso e extensa área de gramado verde, de onde é possível fazer churrascos, piqueniques e até mesmo acampar. Quem vai ao local depara que bem abaixo da cachoeira há estruturas de pedras que formam uma pequena represa artificial, sendo esta a parte ideal para que as crianças possam brincar na água, sempre sob a observação de um adulto.

Citação:

Cachoeira do Baú. - Descubra Santo Antônio da Alegria

www.descubrasantoantoniodaalegria.com/cachoeira_do_bau.php
Considerada por muitos, a mais bela cachoeira de nosso município, a Cachoeira do Baú é um local de lindas paisagens que reúne ruínas daquele que 'dizem' ...


Localiza-se a uma latitude 21º05'13" sul e a uma longitude 47º09'04" oeste, estando a uma altitude de 791 metros. Sua população em 2010 era de 6.304 habitantes.[3]
Possui uma área de 310,291 km²[2], o que corresponde, em dados de 2010, a uma densidade populacional de 20,32 hab./km².
Santo Antônio da Alegria é um município brasileiro do estado de São PauloRegião Sudeste do país. Localiza-se na Região Metropolitana de Ribeirão Preto (RMRP).

Citação:

Santo Antônio da Alegria – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Antônio_da_Alegria


Mata preservada no entorno. Agradecimento ao Rogério Rossi por mostrar-me esta beleza, e minha filha Mariana Fronja Carosia pela companhia.



CACHOEIRAS DO BRASIL - NUMERO 17

CACHOEIRA DO ESTADO DE S.PAULO - NUMERO 4

CACHOEIRA DE STO.ANTONIO DA ALEGRIA/SP - NUMERO 1

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Lontra


 Lontra longicaudis (Olfers, 1818)


Risco de Extinção Quase ameaçada (NT) Submetido em: 22 / 09 / 2012 Aceito em: 21 / 06 / 2013 Ordem: Carnivora Família: Mustelidae Nome popular Lontra, lontra neotropical, lobinho-derio, lontrinha (português); neotropical otter, long-tailed otter, neotropical river otter, south american river otter (inglês); nutria verdadera, lobito, lobito de río, lobo-pé, lobo de río chico (espanhol)


Justificativa
 Lontra longicaudis possui ampla distribuição no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões onde os corpos d’água são propícios, como rios, riachos, lagoas e em áreas costeiras com disponibilidade de água doce. Apesar disso, considerando-se que a taxa de desmatamento no Brasil é de cerca de 1% ao ano, estima-se um declínio populacional da espécie de aproximadamente 20% nos próximos 20 anos (3 gerações). Associado a isso, perdas decorrentes de outros fatores como abate por retaliação ao conflito com a pesca e piscicultura, poluição, e expansão da malha hidroenergética podem levar o declínio populacional a se aproximar de 30% nos próximos 20 anos, quase atingindo o limite para a categoria Vulnerável (VU) de acordo com o critério A3cde. Não existem evidências de emigração ou imigração de indivíduos entre o Brasil e os países vizinhos. Desta forma, L. longicaudis é classificada como Quase ameaçada (NT). A fim de analisar a situação da espécie ao longo de sua área de distribuição, foi realizada uma avaliação por Bioma. As informações utilizadas para avaliação em cada bioma forneceram subsídios para a avaliação nacional.


Habitat e ecologia
 Lontra longicaudis vive em locais próximos a corpos d’água, estando presentes em rios, córregos, lagos, igarapés, igapós, estuários, manguezais e enseadas marinhas (Carvalho Junior et al. 2005, V.C.F. Silva, comunicação pessoal). A espécie prefere ambientes de águas claras, com fluxo de água intenso (Quadros & Monteiro-Filho 2001, Larivière 1999) e parece estar associada (embora não limitada) à presença de corredeiras (C.B. Kasper, comunicação pessoal). Podem viver em áreas de florestas úmidas e decíduas, com boas condições de vegetação ribeirinha e com abundância de locais potenciais para tocas e áreas de descanso (Larivière 1999). CarvalhoJunior et al. (2004) registraram a ocorrência de lontras em ilhas costeiras na região de Santa Catarina, sugerindo que a presença da espécie em ambientes marinhos pode ser maior do que se supõe no momento. As lontras são animais de hábitos solitários, embora possam ser observados pequenos grupos compostos de fêmeas e filhotes. São carnívoros semi-aquáticos com adaptações morfológicas e fisiológicas que permitem a eficiente ocupação dos ambientes aquáticos (Estes 1989 citado em Rheingantz et al. 2011). A espécie apresenta uma forte dependência por corpos d’água, principalmente para se alimentar. Sua dieta é composta preferencialmente por peixes e crustáceos, podendo incluir outros grupos de vertebrados e invertebrados (Pardini 1998, Colares & Waldemarin 2000, Quadros & Monteiro-Filho 2001, Waldemarin 2004, Kasper et al. 2004, Carvalho-Junior 2007, Carvalho-Junior et al. 2010a, 2010b, Rheingantz et al. 2011). Geralmente, capturam seu alimento na água, comendo-o em terra, em refúgios característicos (Waldemarin 2004), ou sobre rochas e troncos. Quadros & Monteiro-Filho (2000) observaram o consumo de três espécies de frutos na Reserva Volta Velha (Paraná). Os autores concluíram que a presença de sementes nas fezes analisadas pode ocorrer devido à alta disponibilidade do recurso no ambiente e, nestas condições, a lontra pode atuar como um dispersor de sementes. Segundo Pardini (1996), a lontra pode utilizar como refúgio praticamente qualquer cavidade disponível na margem do rio, assim como escavar buracos rasos ou abrir espaços em meio à vegetação. No estudo realizado no Vale do Alto Ribeira, a autora observou a utilização de cavernas 222 Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Avaliação do Estado de Conservação dos Carnívoros para, provavelmente, a criação dos filhotes, o que foi corroborado pelos registros de CarvalhoJunior (2007). A nidificação ocorre em gramíneas, bancos de folhas, buracos cavados em barrancos de rio e em ocos de árvores. Geralmente, as tocas ocorrem até aproximadamente 150m dos corpos d’água (Parera 1996, Cheida et al. 2006), embora normalmente estejam localizadas a poucos metros (<10 m) das margens, com acesso direto a água (Kasper et al. 2008). Santos et al. (2007) observaram um filhote de lontra ocupando um abrigo em uma cavidade na copa de uma árvore, na Estação Ecológica de Anavilhanas (AM), durante o pico de inundação. A espécie geralmente apresenta padrões de atividades diurnas, contudo pode apresentar um regime de vida noturno, diante de distúrbios antrópicos no ambiente (Parera 1996, Cheida et al. 2006). No estado de SC, Carvalho-Junior et al. (2005) observaram maior atividade da espécie nas primeiras horas da manhã, no crepúsculo e durante a noite, concordando com as observações de Duplaix (1980). Apesar de apresentar forte dependência de corpos d’água, algumas atividades da espécie são realizadas no ambiente terrestre, como por exemplo, sinalização odorífera, reprodução, descanso e cuidado parental (Rheingantz el al. 2011). Marcações odoríferas são um importante mecanismo de comunicação para a espécie (Parera 1996). As fezes e mucos são depositados em locais visíveis, podendo ser usados para comunicar a presença do indivíduo a intrusos coespecíficos e para coordenar a atividade sexual (Larivière 1999). A reprodução ocorre principalmente na primavera, no entanto pode ocorrer em qualquer época do ano em algumas localidades (Parera 1996, Cheida et al. 2006). A gestação dura de 56 a 86 dias, nascendo de 1 a 5 filhotes, que ficam sob os cuidados da mãe durante o primeiro ano de vida (Bertonatti & Parera 1994 citado em Larivière 1999, Arcila & Ramirez 2004). Os filhotes nascem cegos e iniciam suas atividades aquáticas com aproximadamente 74 dias (Jacome & Parera 1995 citado em Larivière 1999). Em alguns biomas, L. longicaudis e Pteronura brasiliensis vivem em simpatria. No entanto, a competição é reduzida devido às diferenças na preferência de habitats, tamanho das presas e ao hábito mais crepuscular da lontra (Larivière 1999, Silva 2010).

Citação:

Lontra longicaudis - ICMBio

www.icmbio.gov.br/portal/images/...do.../lontraneotropical_lontra_longicaudis.pdf



12 de ago de 2013 - Lontra longicaudis possui ampla distribuição no Brasil, ocorrendo em quase todas as regiões onde os corpos d'água são propícios, como rios, ...


Identificação feita por
Luiz Pires, Zootecnista, diretor ZOO/BAURU

Fotos que fiz no nosso rio da onça, próximo a Secretaria de Meio ambiente.


BICHOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 30

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Mombucão

Cephalotrigona capitata



Comentarios:
Se tem cera na entrada.
A cabeça é maior que o tórax
Abelha mais mansa que ele conhece
O mel não tem sabor muito bom não
Coleta as vezes estrume de animal para trabalhar o interno da casa
Poliniza muito
é uma abelha excelente
Difícil de dividir
Atrai muito forídeo
Rubens Marcelo de Castro
Doutorando em Ciência Animal e graduando em Apicultura e Meliponicultura.
IFSuldeminas - Campus Muzambinho/MG.



Comentários
Muito raríssima
Não vai bem em caixa racional
Gosta de locais úmidos
É nativa de várias regiões do Brasil
A entrada dela passa 2 ou 3 abelhas no máximo.
Em Minas tem locais que tem bastante Mombucão na natureza...
Pessoal não acha o enxame porque ela é bem discreta, não tem entrada bem visível, etc...
A que eu tenho, entrou num tronco de árvore , que tinha uma jataizão que foi embora, ele achou o máximo que isto é difícil de acontecer.
Na natureza ela faz uma camada de detritos(suas fezes e sujeiras) embaixo do ninho para quando os predadores forem mexer no enxame pensarem que é algo morto ou ruim.
Dizem que mexem até em carniça.
No Paraná as Mombucão gostam mais das regiões de Serra
Felipe Tirelli




Olá amigos, faz algum tempo que eu consegui 2 enxames da incrível abelha Mombucão (Cephalotrigona Capitata), e esperei ao máximo para expor meus pontos de vistas sobre está rara espécie e agora por meio de continuas experiências de manejo, posso falar para vocês sobre elas!


É uma espécie de asf bem difícil de ser encontrada na natureza, devido a sua entrada bem reduzida e camuflada, mesmo sendo de tamanho bem avantajado (quase o mesmo tamanho de uma Mandaçaia). Está espécie é muita dócil, tem o enxame de população muito grande ou mediana, faz potes de mel muito grandes, quase do tamanho de um ovo de galinha.

Os enxames que adquiri vieram judiados e mal instalados em caixas rústicas e de madeira ruim, mas logo eu pretendo fazer a transferência para uma caixa modelo INPA de madeira com espessura de 5 cm para facilitar a divisão e controle térmico do enxame.

Um fato importante e um pedido a ser dito antes de começar a falar sobre elas é que: por favor amigos, quem sabe algum enxame em árvores não retire, nem arrisque por 2 motivos importantes:


Está espécie é muito suscetível a forídeos!


Por ela estar em extrema extinção, o risco de perder o enxame na retirada, e a falta de experiência de manejo pode levar a morte certo do enxame e prejudicar ainda mais a natureza da espécie! Portanto, se caso for para salvar o enxame que está em local a ser desmatado ou em árvore condenada corte o tronco de preferência um tamanho de 1,5 m pra baixo e 1,5 m para cima da entrada da abelha como garantia, ou se der até mais vio, por que eu já tive o prazer de ouvir relatos de amigos que já retiraram está abelha de árvore e o enxame era monstruosamente grande dentro da mesma, e por fim das contas todos estes amigos PERDERAM o enxame dentro de meses ou semanas.

Uma caracteristica muito importante da Mombucão é que elas necessitam muito de umidade interna na colônia, quanto mais umidade melhor para o enxame. Assim depois que eu comecei a manter água dentro da colônia e manter os enxames em local bem úmido e sombreado os enxames aqui cresceram muito rapidamente, de forma espantosa, tudo isso devido a umidade constante. Talvez seja por isso que pessoas retiram esta espécie da árvore e somente as mantem em local quente, sem nada de cuidados e logo o enxame definha e morre.

DICA: uma boa dica que recebi para manter sempre umidade no enxame é enrolar as laterais da caixa por fora com plástico filme, os resultados são maravilhosos, no dia seguinte você ja percebe umidade entre o plástico e a madeira.

O enxame que eu tenho quando foi retirado ocupou uns 30 cm de altura de crias, com discos do tamanho de um prato, e foi retirado um baldo lotado de 10L de potes de pólen e um outro pela metade de mel, segundo relato da pessoa que retirou. Ai podemos imaginar o tanto de tempo que este enxame tinha na natureza e o tamanho de sua produção e trabalho, e olha que nesta espécie o movimento de abelhas não é tão grande quanto se deveria ser pela sua população! Isso é um fato curioso, pois indica que a abelha tem uma capacidade de carregar pólen e néctar muito grande comparado ao seu tamanho.

Nesta espécie pesquisas indicaram que as rainhas não nascem somente de células reais, pelo contrário, quase todas vem de células normais das crias, sendo até raro encontrar células reais! E pelo que eu vejo elas tem um grande numero de rainhas virgens no interior dó enxame constantemente.Elas são abelhas muito dóceis, não fazem nada para espantar o intruso que maneja seu enxame e fazem um mel e pólen de extremo sabor e numa quantidade admirável!

Ultimo e penúltimo disco de cria, os debaixo destes costumam ser muito grandes, ocupando o diâmetro total da caixa (20x20).

Abelha maravilhosa, tão bela quanto inofensiva, ao meu ver a forma de espantar o seu inimigo é pelo cheiro meio estranho que exala do seu enxame, as abelhas ficam batendo as asas e subindo para cima do enxame quando ele é aberto ou exposto, assim o cheiro é mais exalado ainda!

Preciso tirar mais fotos recentes dos enxames, que agora se encontram muito mais fortes e bem alimentados.


Sobre a população da Mombucão, ao meu ver pelo tamanho dos discos e grande quantidade está espécie pode chegar a mais ou menos de 3.000 a 5.000 abelhas no enxame em condições favoráveis.

Amigos, espero que todos gostem desta postagem e em breve falarei mais sobre está espécie em grande risco de extinção e postarei mais algumas fotos.

Citação :

Abelha de Ouro: Mombucão (Cephalotrigona capitata)

abelhadeouro.blogspot.com/2011/03/mombucao-cephalotrigona-capitata.html



4 de mar de 2011 - Olá amigos, faz algum tempo que eu consegui 2 enxames da incrível abelha Mombucão (Cephalotrigona Capitata), e esperei ao máximo para ...


Em Arceburgo/MG, Identifiquei 4 enxames. Dois em uma fazenda, bem próximos um do outro. Um instalado em uma árvore viva numa altura de 1 metro do solo, e a outra no chão entre as raízes bem próximo ao tronco de uma árvore viva.
A terceira entro num tronco seco de árvore, onde tinha anteriormente um enxame de Jataizão que foi embora, no meu quintal.
A quarta esta em uma praça dentro da cidade na base do tronco de uma árvore viva, no chão , entre as raízes

ABELHAS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 7
Na natureza.