quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

"Banhos de Floresta"- São a melhor Terapia japonesa

Desde 1982 o Governo Japão convida a s pessoas a passar mais tempo nas florestas, passar tempo em silencio e respirar ar fresco.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Bate e Volta da EPTV _ Sul de Minas em Arceburgo/MG.


O programa de 08.02.2019, fez reportagem Arceburgo/MG, abordando o  projeto da cidade que intitula Jardim dos Beija-Flores.


Minhas ações em prol da Natureza - Numero 5

Uso de envelope para correspondência.

Aos poucos os envelopes vão deixando de serem usados. Eu mesmo evito o máximo fazer uso, mas existem situações que a correspondência é mais confidencial, mais criteriosa, neste caso é inevitável. Porém, faço seguinte, escrevo a lápis, para que continue sendo usado por várias pessoas. Outros deverão também escrever a lápis.


Modelo do que usei pars enviar documentos...

Para saber mais sobre o tema:

Blog do Ademir Carosia: Minhas ações em prol da Natureza - Numero 1

ademircarosia.blogspot.com/2018/07/minhas-acoes-em-prol-da-natureza-numero.html
  
24 de jul de 2018 - Esta de hoje foi inspiração e ideia da minha filha Marilia Carosia. Como moro sozinho, tenho que recorrer a alimentação vinda de outros ...
Você visitou esta página em 21/08/18.

Blog do Ademir Carosia: Minhas ações em prol da Natureza - Numero 2


ademircarosia.blogspot.com/2018/08/minhas-acoes-em-prol-da-natureza-numero.html
  
22 de ago de 2018 - Minhas ações em prol da Natureza - Numero 2. Educação ambiental. Resíduos da cozinha para Compostagem. Resíduos Sólidos. Sempre .

12 de set de 2018 - 22 de ago de 2018 - Minhas ações em prol da Natureza - Numero 2. Educação ambiental. Resíduos da cozinha para Compostagem. Resíduos ...

14 de nov de 2018 - 22 de ago de 2018 - Minhas ações em prol da Natureza - Numero 2. Educação ambiental. Resíduos da cozinha para Compostagem. Resíduos ...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Palmito Tuzino - Parte 3

Sustentabilidade.
Fonte de alimento.

Passados alguns anos da distribuição das mudas do Palmito, com muita alegria que notamos que em várias propriedades elas já produzem, servindo de opção de alimento, e modelo de sustentabilidade. Sustentabilidade porque ficam preservados os palmitos nativos que servem de alimento para uma grande quantidade de animais da nossa fauna.

Sitio Guaritá
Arceburgo/MG
Propriedade de Pedro Andrade Quintiliano.
Na companhia do amigo Antonio Villas Boas Quntiliano.
Local de onde vieram o palmito.



Aqui a família reunida, enquanto a Rita esposa no nosso amigo Antonio Villas Boas Quntiliano., preparava com carinho os pasteis de palmito . Que ficaram uma delicia.


Antes da fritura, feitos com todo capricho.


Aqui já temperado com todos ingredientes.


Fritinhos, a foto traduz a delicia que ficaram.


Para saber mais sobre palmito Tuzino aqui no Blog:

21 de dez de 2010 - Na foto o meu amigo Sr.Joaquim, que é uma pessoa muito querida, plantando o Palmito Tuzino, bem a margem do Rio da Onça, que está ...
Você visitou esta página 3 vezes. Última visita: 18/02/19


17 de fev de 2016 - "Queria chegar a um palmito economicamente viável, justamente para proteger as palmeiras nativas da extinção", conta. Para ele, o ...
Você visitou esta página 3 vezes. Última visita: 18/02/19

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Rabo-branco-pequeno-da-mata

Phaethornis Squalidus Squalidus Temminck 1822.


Primeiro registro dele  em 16.12.2014.

Distribuição geográfica: Faixa litorânea do Brasil leste-meridional, do Espirito Santo a Santa Catarina, inclusive sudeste de Minas Gerais.

Características: Medidas: 120 mm. Asa 48. Cauda 56. Bico 24. Peso 3.7 g. Vibração da asa 32 p.s. Peso e medidas dos ovos: 0,48 g. 14,3 x 10. Temperatura 41ºC. Sexos iguais.

Habitat: Florestas virgens de encosta, da província atlântica, visitando também jardins que estiverem nas imediações.


Flor que visita.

Migração: Pequena migratória.

Descrição: Lado dorsal bronzeado-mate, sendo mais escuro na cabeça; penas da região uropigiana e supracaudais com margens de franja mais larga amarelo-canela-claro; retrizes centrais e subcentrais bronze-esverdeadas, passando a castanho e pontas alongadas brancas; as externas idênticas, com ápice cor camurça: linha supra-ocular e infra-ocular amareladas, destacando a macula ocular e auricular negra que vai até o pescoço. Lado ventral com mento e garganta negro-fuliginoso; peito cinza-amarelado, abdômen, barriga e infra-caudais mais avermelhado-canela-claro. Fêmea com a coloração mais esmaecidas  e macula da garganta menor. Jovens, como a fêmea.


Registro em 2018, a mostra a mandíbula.

Biótopos para nidificação,  banho, canto, descanso, para nupcial e dormir.

Esta especie tem seu voo sempre no primeiro piso da floresta virgem ou em florestas secundárias das imediações, a uma altura de menos de um metro até três metros do solo. Na parada nupcial, o voo e exibição de plumagem, com o canto chilreado e assovios de certa melodia, caracterizam a fase de exibição de plumagem, que antecede a copula. Também esta espécie eriça as penas de mácula negra da garganta e eleva, durante o voo de libração em frente a fêmea, as penas do dorso, como se o seu corpo estivesse curvado, pois a cauda é levada

 pra frente abrindo e fechando em leque, mostrando uma graça bem própria e inconfundível. O ninho é do segundo tipo da Classificação de A.. Ruschi como são todas as especies do gênero Phaethornis do Espirito Santo, com apêndice caudal, afixado sempre em pínula da folha da palmeira ou de alguma outra folha que ofereça condições para afixá-lo em sua extremidade e que fique em balanço, dando proteção na página inferior da folha. A postura é incubada em 14 dias. Os ovos, devido os líquenes vermelhos de Spiloma roseum, que que ornamentam a câmara oológica externamente e por vezes atingem seu interior, devido a umidade e calor, apresentam a coloração vermelha, o que também costuma ocorrer com P. eurynome e Caliphlox amethystina. Os jovens deixam o ninho aos 20-22 dias de idade. O banho também nesta especie é tomado em poça de água límpida, nos córregos e rios no interior da floresta. O local é previamente inspecionado e, uma vez considerado desimpedido de inimigos ou qualquer outro empecilho, atira-se na água. E isso repete por várias vezes, seguindo o pouso num ramo da margem do córrego, para a higiene da plumagem.
O banho de sol é tomado em ramo exposto aos raios solares, por entre as ramagens da floresta, e segue o mesmo ritual das outras espécies, com exposição da pele do pescoço e da parte dorsal, com a limpeza do malófagos com as unhas. O seu canto é chilreado, frases bem nítidas e com assovios de certa melodia, bem distinto das demais especies do gênero. O pouso para canto é sempre em local bem abrigado, não ultrapassando um metro de altura do solo e ali permanece por meia hora ou mais, se não for perturbado.

Reconhecimento em seu habitat: Sua semelhança com Phaethornis eyrynome, quando passa em voo pela mata, logo se desfaz, pelo seu porte menor e pelo seu canto de alerta, que se limita a um simples sii, baixinho, ao invés de canto forte e rumoroso, muito repetido do P. eurynome. Para ser observado, basta que se vigie alguma planta de bromeliacea em flor, dos gêneros bilbérgia, neureçegia ou alguma helicônia, palicourea, costus, e alguma especie da família acantacea ou rubiacea.


Mata/ambiente que frequenta.

Citação: AVES DO BRASIL - Volume IV - Augusto Ruschi.

Nome popular no WikiAves -rabo-branco-pequeno.


Beija-flores de Arceburgo/MG - Numero 12

Beija-flores do Brasil - Numero 30


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Em 2.014 o Beija-flor rabo-branco-pequeno Phaethornis squalidus (Temminck, 1822), foi registrado pela primeira vez em Arceburgo/MG.



Primeira foto, feita em 16.12.2014.


Faz parte da sequencia de fotos feitas em 2018. Aqui fica a mostra a mandíbula amarela.


Mata, ambiente que frequenta.

Ainda continua raro/escasso em Minas Gerais. E no Brasil levando em conta o número de municípios também são poucas observações. Mais de 5.000 municípios, com 751 registros.
Atualmente no nosso estado tem apenas 17 registros dele, feitos em 9 cidades.
O que fiz em 2014, me passou despercebido, e não postei na época, e em MG havia apenas 3 registros dele.

Atualmente registros de sons são apenas 10, realizados em 4 cidades.
Uma ave muito interessante





quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Polybia fastidiosuscula.

A vespa social Polybia fastidiosuscula Saussure (Hymenoptera: Vespidae) usa voláteis de plantas de milho induzidas por herbívoros para localizar suas presas.


Resumo: Vespas sociais no gênero Polybia são importantes para uso como agentes de controle de pragas em sistemas agrícolas


O objetivo deste estudo foi investigar as respostas comportamentais de Polybia fastidiosuscula Saussure (Hymenoptera: Vespidae) a voláteis de milho, ambos voláteis constitutivos e os induzidos pela herbivoria de Spodoptera frugiperda (JE Smith) (Lepidoptera: Noctuidae). Para avaliar a resposta comportamental de P. fastidiosuscula a larvas de S. frugiperda, plantas não danificadas, plantas danificadas por S. frugiperda, plantas danificadas mecanicamente, plantas danificadas mecanicamente mais regurgitante de larvas e extratos de diversos tratamentos, foram realizados bioensaios em olfato-Y . Além disso, os voláteis de plantas submetidas a diferentes tratamentos foram coletados via aeração, e foram quantificados e identificados. As vespas mostraram uma maior preferência por plantas com danos induzidos pela alimentação de larvas ou por serem danificadas mecanicamente mais regurgitantes do que por plantas não danificadas ou larvas sozinhas ou plantas danificadas mecanicamente. Vespas foram mais atraídas por extratos de plantas + larvas de S. frugiperda e por um extrato de plantas danificadas mecanicamente + o regurgitante de larvas comparado ao hexano. Os compostos prim�ios induzidos por herbivoria por 5 6 h ap� o in�io do tratamento de dano ou regurgitante foram identificados como a-pineno, b-mirceno, (Z) -3-hexenil acetato, limoneno, (E) -ocimeno, linalol, DMNT, (E) -b-farneseno, TMTT e indole. Os resultados aqui apresentados mostram que a vespa social P. fastidiosuscula usa voláteis de plantas induzidas por herbívoros do milho para localizar suas presas.

Resumo: Social wasps in the Polybia genus are important for use as pest-control agents in agricultural systems. The objective of this study was to investigate the ..


Fotos feitas na Secretaria de Meio Ambiente.


Identificação da espécie feita por Marcos Magalhães de Souza Instituto Federal do Sul de Minas - professor doutor adjunto do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

INSETOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 8

MARIMBONDOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 1